Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2016

MARCELO REBELO DE SOUSA: «O MUNDO DA LUSOFONIA TEM DE ASSUMIR QUE A LIDERANÇA É DO BRASIL»? - COMO DISSE SENHOR CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

 

É assim que defende Portugal e o seu património maior- a Língua Portuguesa?

 

Quem pretende vender a Língua Portuguesa, por uns tostões, aos Brasileiros, o único povo de entre os que Portugal colonizou, que ESTROPIOU a Língua, só pode ser um traidor da Pátria.

 

E sabem por que a liderança não pode ser do Brasil? Porque a ser, seria «a "liderança" do sub-conhecimento do idioma, do falá-lo mal, do sabê-lo mal, de doutrinar os instruendos no desprezo da gramática, na exaltação da idéia do idioma brasileiro, na circulação de americanismos e de vícios», segundo Arthur Virmond de Lacerda, jurista e professor universitário brasileiro.

 

marcelo[1] (2) MARCELO MARCELO.jpg

 

 

Esta é uma atitude que simplesmente envergonha Portugal.

 

E uma das principais obrigações de um Presidente da República é precisamente NÃO ENVERGONHAR o país que representa.

 

Basta esta nódoa negra no currículo de um candidato, para o desclassificar, logo alguém que teve a oportunidade de evoluir, porque frequentou uma Universidade, e até se doutorou, e perdeu-a, porque não conseguiu ultrapassar as barreiras que um tempo antigo ergueu entre ele, que nasceu em 1948 com os pés virados para o passado, e o século XXI depois de Cristo.

 

Em 2008, na Biblioteca Municipal de Valongo, Marcelo Rebelo de Sousa abordou os desafios que se colocam ao livro na actualidade, e o Acordo Ortográfico de 1990, que os verdadeiros Portugueses e guardiães da Língua Portuguesa rejeitam.

 

Questionado pela plateia sobre as vantagens do AO/90 entre países lusófonos, Marcelo Rebelo de Sousa mostrou-se a favor, defendendo que as alterações ao acordo “não são substanciais” para a Língua Portuguesa.

 

Não são substanciais?

 

Marcelo Rebelo de Sousa terá uma ideia do que está implícito neste AO/90, que estropia a Língua Portuguesa, sem dó nem piedade?

 

Não deve fazer a mínima ideia, de outro modo não teria dito tamanha calinada.

 

Marcelo referiu também que o Brasil, hoje, é a maior potência económica e o maior país lusófono e realçou a ideia de que “Portugal precisa mais do Brasil, do que o Brasil de Portugal”.

 

Como disse senhor candidato a presidente da República de Portugal?

 

O Brasil até pode ser a maior potência económica do mundo, e o maior país lusófono. E daí? Mas dentre todos os países lusófonos é o que tem a taxa mais alta de analfabetismo, precisamente pela falta de um sistema educativo de qualidade, com o qual nada temos a aprender.

 

O que tem o Brasil para nos ensinar sobre a Língua que estropiaram, precisamente para tentar baixar o índice de analfabetismo, que sempre caracterizou a nação brasileira depois da Independência, ocorrida em 1822, e ainda assim, sem sucesso algum?

 

Porquê esta subserviência a um país que ainda deve bastante á evolução?

 

Afirmou ainda Marcelo que o acordo tem “virtuosidades” e disse que “para Portugal conseguir lutar pela lusofonia no mundo tem de lutar por dar a supremacia ao Brasil.”

 

Que “virtuosidades” vê Marcelo Rebelo de Sousa neste AO/90 cheio de incoerências, e que em vez de unificar, desunifica a Língua e afasta os povos lusófonos?

 

Portugal não precisa de vender a sua Língua ao Brasil para lutar pela PORTUGALIDADE.

 

A Língua Portuguesa é um Património Cultural Português e não está à venda.

 

O candidato Marcelo Rebelo de Sousa está a trair a Pátria e atreve-se a pretender ser o seu representante maior?

 

Marcelo Rebelo de Sousa presta, deste modo, um péssimo serviço ao País.

 

Que interesses obscuros terá este candidato para defender a VENDA da Língua Portuguesa, aos brasileiros, assim, deste modo tão mesquinho?

 

Fonte:

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache%3AbwLjvZqzvZQJ%3Ajpn.up.pt%2F2008%2F05%2F01%2Fmarcelo-rebelo-de-sousa-o-mundo-da-lusofonia-tem-de-assumir-que-a-lideranca-e-do-brasil%2F+&cd=1&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:28

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O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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