Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2015

O AO/1990 É FRUTO DE UM COMPLEXO DE INFERIORIDADE, MAS À “FINA” …

 

O título da notícia, no Diário Digital é este: «Paris: Pai de terrorista «teria matado» o filho se soubesse do plano»

 

Depois segue-se a explicação: «Said Mohamed-Aggad disse à agência de notícias francesa AFP que só soube hoje, juntamente com o resto do país, que o seu filho de 23 anos, Foued, era um dos três atiradores que dispararam sobre os espetadores do concerto no Bataclan com espingardas automáticas, fazendo 90 mortos no mais grave dos atentados de 13 de novembro.

 

ESPETADORES.jpg

(Origem da imagem: Internet)

 

Não me contive e deixei lá o meu comentário:

 

«Não sabia que ao concerto no Bataclan tinham ido tantos ESP(E)TADORES.

Esp(e)tadores de quê? O que é que essas pessoas, que foram ao Bataclan, ESPETAVAM?

Fiquei intrigada. Alguém é capaz de decifrar este enigma?»

 

***

E logo o Zorro respondeu:

 

«Realmente. Mas, a avaliar pelo tipo de "música", se calhar muitos espetavam mesmo alguma coisa na veia».

 

E o Miguel Antunes, mais para o sério e certeiro, disse o seguinte:

 

«Não há nada para saber, Isabel! É, apenas e só, uma demonstração da estupidez natural das nossas, ditas, "elites" intelectuais, que querem sempre mostrar que são mais papistas que o próprio papa...

No Brasil, mantiveram a grafia antiga! Cá, tiveram que a mudar para mostrar a toda a gente o "inteligentes e cultos" que eram...»

Já com o euro fizeram a mesma porcaria, pondo lá o morabitino, que ninguém conhece, para mostrar a excelência da "sua" cultura.

É o chamado complexo de inferioridade, mas à fina!

 

***

 

Pois é! Nem mais. Gostei deste comentário. O Miguel Antunes disse absolutamente tudo, e com clareza.

 

É esse complexo de inferioridade que se estende aos governantes e os fazem VERGAR ao lobby editorial, que só tem uma coisa naquelas "cabeças" (leia-se cabaças): ganhar dinheiro à custa dessas "elites" intelectuais que, por sua vez, se vergaram a uma imposição ILEGAL e INCONSTITUCIONAL do dito aborto ortográfico, engendrado em 1990, para “engordar” as contas bancárias de editores brasileiros e portugueses.

 

É que «o Acordo Ortográfico é ilegal, porque o Dec-Lei 35228 de 08/12/1945 não foi revogado e é nele que está regulamentada a ortografia Lusa. A Resolução de Conselho de Ministros 8/2011 que ilegalmente aplicou o AO90 a toda a Administração Pública foi produto da capitulação do Governo aos interesses das editoras brasileiras. (…) Ganhem vergonha, sejam patriotas e escrevam na NOSSA ORTOGRAFIA (Alexandre Carvalho).

 

Fonte da notícia:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=802590#comment-2401881314

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:13

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O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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