Segunda-feira, 6 de Junho de 2016

O AO90 CONFIGURA A NEGAÇÃO MAIS OBSCENA DE UM PENSAMENTO EQUILIBRADO E LIVRE…

 

Quem, o diz é Carlos António Machado Acabado, num pequeno texto bastante curioso.

 

DEVOLVAM A LÌNGUA.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/TestamentoPortugues/photos/a.498578963539612.1073741825.403903203007189/1109479659116203/?type=3&theater

 

«"Retardados mentais" e imbecis que não entendem sequer que cada espaço linguístico e cultu(r)al funciona naturalmente como um ecossistema e que tal como é estruturalmente irresponsável, destruidor e idiota tentar disciplinar de forma absurdamente autoritária e exógena a existência das espécies impondo discricionariamente "normas de gabinete" aos equilíbrios encontrados na relação entre as espécies e o próprio universo dialéctico onde elas proliferam, rompe equilíbrios cognitivos e linguísticos (que são o veículo e, em derradeira instância, o motor daqueles) básicos tentar criar a régua e esquadro na sombra dos gabinetes paradigmas eco-mentais de plástico introduzindo nuns espécies exógenas que tudo predam e levam indiscriminadamente diante de si.

 

O A.O. configura a negação mais escandalosamente obscena de um pensamento ecologicamente equilibrado e livre, comprometendo séria (e, a meu ver, irremediavelmente, caso não seja abandonado e posto no lixo de uma vez por todas!) a própria dinâmica da formação de pensamento nas sociedades suficientemente amorfas e acríticas que introduzam no seu seio esse cavalo de Tróia epistemológico, cozinhado por uns quantos iluminati de pacotilha!.

 

Só me surpreende que uma borracheira anti-científica como esta possa ter saído do espaço da Academia! Isso diz muito, sem dúvida, sobre o modo como funcionam as elites cultu(r)ais ainda hoje. Género magister dixit, como no "meu tempo" de faculdade quando empinar "conceitos de cultura" era mais importante do que ter um ou um ponto de vista sobre aqueles... O tempo dos "Albuquerques", dos Antunes e das sebentas que substituíam, invariavelmente, a desejável inteligência pessoal da realidade que define a boa e genuína Universidade...»

 

Carlos António Machado Acabado

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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