Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2017

O AO90 É UM ANDRAJO…

LÍNGUA.jpg

Países cujas línguas oficiais são de origem indo-europeia

 

O AO90 é como um andrajo: podemos remendá-lo, mas jamais chegaremos a melhorá-lo, portanto o melhor é atirá-lo ao lixo.

 

Quanto à geração que já aprendeu o acordês, desaprendê-lo-á com bastante facilidade, e com a mesma facilidade aprenderá a escrever correCtamente a Língua Materna.

 

Diz quem já por isto passou várias vezes, na infância, na adolescência e na juventude, e não teve a mínima dificuldade em desaprender o que era errado (repito).

 

Aprender uma língua íntegra (a Língua Portuguesa) é mais fácil do que aprender uma língua desintegrada (o AO90). Isto posso garantir.

 

E ao aprender-se correCtamente a Língua Portuguesa, aprender-se-á muito mais facilmente qualquer outra língua indo-europeia.

 

É preciso não esquecer que a Língua Portuguesa é europeia, não é sul-americana.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:29

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comentários:
De marta-omeucanto a 2 de Fevereiro de 2017 às 17:16
Eu, que sou totalmente contra o Acordo, de tanto ser obrigada a escrever segundo o mesmo, em documentos que assim obrigam,já me vejo, volta e meia, a corrigir no meu dia-a-dia algumas palavras para o novo acordo, quase involuntariamente.
De Isabel A. Ferreira a 3 de Fevereiro de 2017 às 16:54
Primeiro: a senhora NÃO É OBRIGADA a escrever segundo o aborto ortográfico, nem haverá documento nenhum que assim OBRIGUE, porquanto em Portugal NINGUÉM é obrigado a utilizar uma ortografia ILEGAL (que é o caso do AO90).

Segundo: tente, daqui em diante, cumprir a Constituição Portuguesa (porque ninguém a molestará) e, desse modo, já não terá de se ver a corrigir o que ESTÁ CERTO.

É tudo uma questão de SABER o que está a fazer.

O problema é que as pessoas não pararam para pensar que o AO90 NÃO ESTÁ LEGALMENTE EM VIGOR. É uma FRAUDE.
De Fátima Bento a 2 de Fevereiro de 2017 às 19:51
Não nos conhecemos, por isso apresento-me: sou a Fátima e completo este ano 50 anos de idade.

A Isabel, se me permite que a trate pelo primeiro nome, deixou-me confusa: a senhora tem 86 anos, ou 72?

É que a nossa Língua Portuguesa foi sujeita a três acordos: o de 1931, que nunca chegou a ser usado, o de 1945 e o de 1990.

Pode estar eventualmente a referir-se à Reforma Ortográfica de 1973 e que, obviamente, não é correto considerar acordo.

Portanto, não sei o que andou a aprender e desaprender ao longo da vida, mas não me parece que tenha alguma coisa a ver com AO.

Digo eu...
De Isabel A. Ferreira a 3 de Fevereiro de 2017 às 16:46
Que a senhora está confusa NOTA-SE. Errou quando tentou adivinhar a minha idade, que não é para aqui chamada. Nem 86, nem 72, nem pouco mais ou menos. E nem sequer percebo esta fixação pelas idades dos que são CONTRA o ABORTO ORTOGRÁFICO. Isso não é “corrÊto” (conforme o seu (mal) escrever e dizer). A maioria dos jovens cultos portugueses é CONTRA esta aberração ortográfica. Sabia?

Depois confunde IDADE com SABER.

Sabia que há gente que já nasce VELHA e morre sem nunca ter aprendido NADA?

Há por aí muita gente que se diz jovem, mas nasceu já velho e o saber deles é ZERO.

Depois comentou o texto ERRADO. Não sei a que se refere.

Portanto, aconselho-a a ler novamente o meu texto, e a reflectir nele.

Não sei qual será o seu grau de Literacia, mas parece-me que não é elevado, pelo que aqui comentou sobre ESTE meu texto.

E o que aprendi ao longo da minha vida até hoje, é muito mais, com toda a certeza, do que o que a senhora aprendeu na sua. “CorrÊto”? Porque quem escreve assim…. pelo menos de Língua Portuguesa não sabe NADA.

Digo (também) eu...
De Olivia a 2 de Fevereiro de 2017 às 20:36
Eu não mudo a minha forma de escrever. Conforme aprendi quando andei na escola, é como vou escrever para sempre. A menos que comecemos a falar em inglês ou mandarim e ninguém me perceba. Já acredito em tudo.
De Isabel A. Ferreira a 3 de Fevereiro de 2017 às 16:26
Temos de continuar a lutar pela Língua Portuguesa.
De Anti-Social a 2 de Fevereiro de 2017 às 21:00
Apoiadíssimo!

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.ACORDO ORTOGRÁFICO

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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