Quarta-feira, 7 de Junho de 2017

DIREITO DE RESPOSTA (A PROPÓSITO DO INFAME ARTIGO ASSINADO POR DOIS INTRAGÁVEIS ACADÉMICOS)

 

... Porque quem semeia ventos, merece colher tempestades…

Mais uma reacção, desta vez, em bom Português, ao vergonhoso artigo assinado por Malaca e Verdelho

 

MANIFESTO1.png

 

«MANIFESTO ANTI-CASTELEIRO E POR EXTENSO*

 

por Paulo César Gonçalves; filósofo às terças-feiras; Poeta assim-assim; 2017

 

Basta pum basta!!!

 

Uma geração que assente deixar-se estupidificar por um casteleiro é uma geração alarve. É uma chusma de patetinhas, contentinhos e nhónhós! É uma horda de passivos e de vendidos!

 

Abaixo a geração!

 

Morra a obra do casteleiro, morra! Pim!

 

Uma geração com um casteleiro não quer cavalo: já tem um burro!

Uma geração com um casteleiro ao leme é um titanic em potência!

O casteleiro é um cavaco!

 

O casteleiro é meio cavaco (e não se sabe o que é pior: se meio ou se inteiro)!

 

O casteleiro saberá gramática, saberá sintaxe, saberá até fonética (e fazer sopa de letras), saberá até as orações todas; saberá tudo menos escrever, e quer que os outros também não o saibam!

 

O casteleiro não é invejoso: quer a burrice para todos (e não apenas para si)!

 

O casteleiro é um frustrado!

O casteleiro queria ser consoante muda!

O casteleiro é menos que um 'h'!

O casteleiro é o acento circunflexo da palavra 'pênis'!

O casteleiro é malaca!

O casteleiro é joão!

 

Morra a obra do casteleiro, morra! Pim!

 

O casteleiro é a prova de que nem todos os que escrevem sabem escrever!

 

O casteleiro é uma canção pimba!

 

O casteleiro é um careto de Podence! Não! O casteleiro é uma tentativa de gárgula da igreja da Colegiada!

 

Morra a obra do casteleiro, morra! Pim!

 

O casteleiro é o esgoto da consciência!

Se o casteleiro escreve em português eu quero ser de Namek!

O casteleiro é a síncope da intelectualidade portuguesa e do mundo lusófono!

 

O casteleiro é a meta numa maratona asna!

Mas ainda há quem admire o casteleiro!

E ainda há quem lhe estenda a pata!

E quem lhe lamba o rego!

 

E ainda há quem ache que o casteleiro, por ser doutor, não é burro!

 

E o alucinado peixoto na Coreia do Norte! E o zink que parece um choque eléctrico! E o reis que devia lançar-se ao mondego para lavar o ânus! E as imbecilidades do Verdelho! E mais pedantices do casteleiro! E a vasconcelos, a casteleira da escultura! E a edite que é a paula bobone da escrita! E a Edviges, a groupie do casteleiro! E o jn e o expresso e todos, todos os jornais, revistas e publicações que seguem a obra do casteleiro! E os políticos e professores que o defendem! E o que se acha o Pessoa do século XXI! E a guiné equatorial na cplp! E o casteleiro, que é o casteleiro mais casteleiro de todos os casteleiros! E todos os artistas de Portugal de quem eu não gosto e que cheiram mal dos sovacos! E os workshops de escrita criativa! E as 'sinopses'! E as 'performances'! E as 'artes performativas'! E todo o lixo indie-hipster aligeirado! E todos os casteleiros que por aí houver!!!!!!!!!

 

E as ideias feitas! E os circuitos fechados! E o filão romélico-lamechas na literatura!

 

E os concertos de borla! E o gin, as selfies e as sapatilhas rotas! E tudo! Tudo o que remeta para o casteleiro!

 

Morra a obra do casteleiro, morra! Pim!

 

Portugal é o país menos português do mundo, por causa do casteleiro! Portugal há-de (haja esperança) gritar comigo, a meu lado, a frase mais asseada de sempre:

Morra a obra do casteleiro, morra! Pim!

 

*adaptação livre para o texto original de

José de Almada Negreiros

Poeta d'Orpheu

Futurista E Tudo

(1915)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:20

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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016

NA CIMEIRA DA CPLP FOI APROVADA PROPOSTA PARA QUE O PORTUGUÊS SEJA LÍNGUA OFICIAL NA ONU

 

Refira-se que actualmente a ONU tem seis línguas oficiais: Inglês, Castelhano, Francês, Árabe, Mandarim Padrão e Russo, nas suas versões originais e não nas suas variantes.

 

Lê-se nas notícias:

«O Presidente da República de Portugal anunciou hoje que na XI Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) foi aprovada uma proposta para que o Português seja uma língua oficial nas Nações Unidas (ONU)».

 

E bastou isto para se levantar uma questão pertinente: a que português se referiu o PR? À Língua Oficial Portuguesa, culta e europeia, ou à ortografia mutilada que nos querem impingir como língua, e que dá pelo nome de AO90, mais conhecido por acordês ou brasileirês?

 

CPLP.jpg

 

ACTAS.jpg

Isto diz claramente da “UNIFICAÇÃO” pretendida e instalada na CPLP com o AO90

 

Esta proposta partiu do Brasil, com o evidente objectivo de que seja aprovada a ortografia mutilada, que foi adoptada pelo governo brasileiro, com o intuito de baixar o alto índice de analfabetismo que grassava no país, em tempos idos… e que infelizmente ainda se mantém.

 

Ora isto não é motivo científico nem evolutivo que possa conduzir à simplificação de uma ortografia com história. Com origem.

 

Como diz, e muito bem, o amigo António Aguiar, na sua publicação no Facebook:

 

«Todo o povo português unido contra, o povo angolano contra, o moçambicano e o brasileiro, enfim toda a Lusofonia que se preza está contra o acordo ortográfico. Sim, o mesmo Povo que os políticos da cimeira, supostamente, deviam representar. Quanto tempo ainda a contornarem, a divergirem, a inventarem, a insistirem na asneira?!»

 

Fonte da citação e da imagem do Expresso:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10208473580212096&set=gm.1283303515048352&type=3&theater

 

Ponto principal: a ONU não pode integrar uma língua oficial a partir de uma ortografia mutilada. Seria uma vergonha para a Lusofonia, para a CPLP, para Portugal, para o próprio Brasil, que mutilou a língua, não por razões evolutivas ou científicas, mas para facilitar a aprendizagem, coisa que povo algum jamais ousou fazer.

 

As línguas evoluem naturalmente. Não por motivos tão pobres, como o da incapacidade de aprendizagem, ou por motivos meramente financeiros.

 

É verdade que uma das línguas mais faladas no mundo é a Língua Portuguesa. Mas isto não significa que se tenha de “oficializar” a versão mutilada dessa mesma língua, apenas porque essa versão tem mais falantes ou escreventes.

 

Como dizia alguém: «Isto não é coisa pequena para um país pequeno».

 

Não, não é.

 

Por isso mesmo, devemos defender a dignidade da Língua que espalhámos pelo mundo, e não permitir que a abandalhem, por aí, escrevendo-a incorrectamente, porque não estamos a falar da diversidade das falas. Mas tão-só da ESCRITA. E essa é só uma: é a da Língua Portuguesa.

 

Não passa pela cabeça de ninguém utilizar as variantes americanas das Línguas Inglesa e Castelhana na ONU, apenas porque essas variantes têm mais falantes e escreventes.

 

Por isso, se o Português se tornar uma das línguas oficiais da ONU, terá forçosamente de ser uma língua legal, a Língua Portuguesa, e não o acordês mutilado, inculto e ilegal.

 

Seria altamente desprestigiante para Portugal, que é o berço da Língua, como Inglaterra é o berço da Língua Inglesa e Espanha o berço da Língua Castelhana.

 

No jornal Tornado lê-se em bom Português:

 

«As pressões sobre Angola e Moçambique para ratificarem o “acordo ortográfico”, continuam, acompanhadas das habituais mentiras sobe a “ortografia única”. O subsecretário para África e Médio Oriente do Ministério brasileiro das Relações Exteriores, Fernando Abreu, deu ênfase à necessidade de ratificação do acordo ortográfico em Angola e Moçambique.

 

“Isso facilitará a divulgação da língua portuguesa e determinadas tarefas, como a divulgação de livros, será facilitada porque teremos uma ortografia única. Evidentemente, respeitando as expressões regionais, de cada país, a um vocabulário ortográfico convencional”, explica Abreu.»

 

Fonte: http://www.jornaltornado.pt/cplp-discute-nova-visao-estrategica/

 

E deforma-se uma língua apenas para facilitar estas coisinhas triviais de que fala o senhor Abreu?

 

Isto só de mentes terceiro-mundistas, que desconhecem a essência das Línguas Cultas.

 

Nenhum povo deforma a própria língua, para facilitar relações ou troca de livros com outros. Isto nunca aconteceu em país nenhum do mundo. Por que haveria de acontecer logo com Portugal?

 

Evidentemente que isto tem a ver com a falta de espinha dorsal dos nossos políticos.

 

Ainda assim, estou convicta de que a ser aceite pela ONU a introdução da Língua Portuguesa, está será a Língua Portuguesa e não o Acordês.

 

É que o AO90 não existe oficialmente, nem internacionalmente.

 

O AO90 é apenas um produto de consumo interno para os brasileiros e os portugueses menos cultos e menos informados. E claro, para os servis e escravos do poder político, de um e de outro lado do Atlântico.

 

A Língua Portuguesa internacional é a Língua Portuguesa. E não outra.

 

Quem fez o anúncio da proposta foi Marcelo Rebelo de Sousa, que não pode trair Portugal e a Constituição da República Portuguesa, sob pena de ficar conhecido na História pelo presidente que vendeu a Língua Portuguesa e não defendeu a CRP.

 

O Presidente da República Portuguesa não se atreveria a ENGANAR o mundo a este ponto, só lhe ficava mal, até porque a Língua Oficial de Portugal é a Língua Portuguesa, e não o acordês, que está ilegalmente a ser utilizado, e anda por aí a fingir que é uma língua a sério.

 

É preciso saber distinguir português de Língua Portuguesa.

 

São duas coisas distintas.

 

Português pode ser muita coisa. Língua Portuguesa é só uma.

 

Portugal não precisa de se pôr em bicos de pés para que o mundo o veja. Portugal teve o seu papel importante ao dar ao mundo novos mundos, novos países.

 

É preferível que a Língua Portuguesa não esteja representada em parte alguma, do que estar representada na sua versão pobre e inculta, ou seja, na versão mutilada, imposta ilegalmente e que envergonha até mesmo o país que a pariu: o Brasil.

 

A propósito: o que faz nesta Lusofonia a Guiné Equatorial?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:58

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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2016

CARTA ABERTA A AUGUSTO SANTOS SILVA, MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS DE PORTUGAL

 

AUGUSTO SANTOS SILVA-AO.jpg

 

Exmo. Senhor Ministro,

Foi com estupefaCção que li a seguinte notícia, publicada a 7 de Janeiro de 2016, na fonte que cito mais abaixo:

 

«Portugal espera calmamente aplicação de Acordo Ortográfico por todos os países

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, disse hoje "esperar calmamente" que a aplicação do Acordo Ortográfico vai "concluir-se com êxito" para todos os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).»

 

«Esperar calmamente que a aplicação do Acordo Ortográfico vai concluir-se com êxito

 

Vai?

 

Não estará nada errado nesta frase? Não haverá aqui um abrasileiramento na construção dela?

 

Há muito que sabemos que o ensino da Língua Portuguesa, nas escolas portuguesas, anda de rastos.

 

Há muito que sabemos que as novas fornadas de “encartados” falam e escrevem mal a Língua Portuguesa.

 

Então, depois da imposição ilegal deste AO/90, o caos é completo.


Por isso, disseram que o Senhor Ministro disse «esperar calmamente que a aplicação do AO vai concluir-se…»…

 

Como pode o Senhor Ministro dizer que Portugal espera calmamente a aplicação de um “acordo” que está a ser fortemente contestado pelos países lusófonos (excluindo o Brasil que tem interesses meramente económicos na aplicação desta ditadura ortográfica, e a Guiné Equatorial, que nem sequer é um país lusófono), e pela maioria dos Portugueses que o rejeitam, estando a sociedade culta portuguesa a mobilizar-se intensamente contra este absurdo, e a provar por A mais B que a aplicação dele não só é ilegal, como não vigora na Ordem Jurídica Internacional, é inconstitucional, e não passa de uma fraude que (vá-se lá saber porquê, ou saberemos?) o governo português teima em impor ao povo, à força de o enganar, apesar de todas as evidências, todas as clarividências e todas as ciências.

 

Sabemos que este foi um dos maiores e mais feios erros dos governos anteriores, que não souberam acautelar a Portugalidade, e defender, com unhas e dentes, um dos maiores patrimónios culturais de Portugal – a Língua Portuguesa.

 

E agora, o aCtual governo, que se diz novo e pretender mudanças e derrubar as muralhas que se ergueram no exercício do poder democrático, as quais ofuscaram a luz que devia iluminar as mentes dos governantes, continua a cometer o mesmo erro, a seguir a mesma política da venda da Língua a um país que a fala e escreve mal (exceptuando um núcleo de brasileiros cultos, que se opõe veementemente a esta farsa linguística, assente em interesses meramente económicos e não em interesses verdadeiramente de unificação linguística).

 

Este aCtual governo (ou deverei dizer desaCtualizado governo?) faz ouvidos moucos ao que Angola e Moçambique, países lusófonos independentes, andam a solicitar ao governo português, recusando-se aqueles, muito inteligentemente, a aplicar o já denominado “acordês”, porque não pode ser classificado como língua, tal a mixórdia que por ali vai, arrastando na lama a preciosa, a europeia, a culta Língua Portuguesa.

 

Em Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe escreve-se bem o Português.

 

Portugal escreve um Português cheio de erros ortográficos, com incoerências tais, que apenas os menos esclarecidos não vêem ou não querem ver, por motivos obscuros.

 

Que tipo de governantes sois vós para trair, deste modo rasteiro, a Pátria, vendendo a Língua Portuguesa, como se fosse bolotas, numa qualquer feira medieval?

 

O AO/90 não passa a ser obrigatório, nem em Portugal, nem no Brasil, nem em nenhum outro país lusófono.

 

O governo português manipula o povo, impõe o “acordês”, desinforma-o e age como uma avestruz: enterra a cabeça na areia para não ver e ouvir a atroada da onda gigantesca de indignação que se abate sobre esta decisão inconstitucional de vender a Língua Portuguesa ao Brasil.

 

Resumindo: o AO/90 é uma burla à Lei Constitucional e aos princípios elementares da Democracia e do Estado de Direito.

O Senhor Ministro faça o favor de consultar estes links.

Aqui encontrará material suficiente para se informar:

 

http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/convidados/interior/o-chamado-novo-acordo-ortografico-um-descaso-politico-e-juridico-2300823.html

 

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=854764851305983&set=gm.1004405996271440&type=3&theater


O Senhor Ministro faça o favor de não se enganar a si próprio, para não ter de enganar os Portugueses.

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia:

http://www.sapo.pt/noticias/portugal-espera-calmamente-aplicacao-de_568eda0f4c391d744de266c9

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:50

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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2015

QUE ACORDO SERÁ O ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990?

 

 

ACORDO1.jpg

 

Não sei se já repararam que quando falamos do ACORDO ORTOGRÁFICO de 1990 falamos também e somente de como se escreve (mais de como se fala) no Brasil, e não em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Timor-Leste ou São Tomé e Príncipe onde a Língua Portuguesa é oficial.

(Excluo aqui o disparate da Guiné Equatorial cuja língua oficial é a Língua Castelhana, mas também a Francesa, e só em 2010, incluiu a Portuguesa por motivos ainda por esclarecer).

 

Pois encontrei esta imagem com a palavra percePção escrita correCtamente na linguagem do Brasil.

 

Os Brasileiros não só escrevem como PRONUNCIAM aquele P de percePção, que tanta falta faz para “percebermos” o que queremos “compreender”. Então, por que carga d’água os Portugueses que oPtaram por seguir cegamente o aborto ortográfico de 1990, hão-de escrever PERCEÇÃO, como a torto e a direito se vê, por aí, sobretudo nas legendas das nossas estações televisivas acordistas, onde se lê os maiores disparates escritos na língua acordizada?

 

Por outro lado, não entendo por que hão-de os Brasileiros estropiar a palavra faCtor (certo, não se lê o C, e daí?). O que será um F(Â)TOR? (Porque é assim que se deve ler a palavra).

 

Procurando a etimologia desse “fÂtor” encontrei isto: «Ela deriva do Latim FACTOR, “criador, aquele que faz”, de FACERE, “fazer”».

 

Não, não vem do Latim faCtor. Nem de faCere. Vem da necessidade de simplificar a escrita, para diminuir o analfabetismo, o que resulta num enorme erro de cálculo...

 

A este propósito encontrei um “vocábulo” que desconhecia, completamente: «FATORAR», que em Aritmética significa, «decompor (um número) em todos os seus f(Â)tores», e em Álgebra, é decompor um polinómio em f(Â)fores.

 

E isto circula na Internet como sendo Língua Portuguesa…

 

Então apercebi-me de que a minha ignorância é infinita…

 

***

Dar uma no cravo, outra na ferradura… porquê?

 

FACTORES1.jpg

 

Entretanto, descobri que vale a pena COMENTAR OS ERROS ortográficos e gramaticais nos jornais portugueses online, onde se escreve muito mal…

 

São logo corrigidos…

 

E assim podemos chamar a atenção para o tratamento DESLEIXADO que, por conta do AO/1990 e de um Ensino DEFICIENTE, estão a dar à Língua Portuguesa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:07

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.ACORDO ORTOGRÁFICO

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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