Segunda-feira, 8 de Maio de 2017

ESTA É A GRANDE VERDADE NO QUE RESPEITA AO ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990

 

Os que sabem informam os que não sabem, baseados nas Ciências da Linguagem.

 

E os ignorantes… simplesmente ignoram…

 

E assim como o pior cego é aquele que não quer ver, o pior ignorante é aquele que opta pela ignorância, e não pelo saber.

 

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publicado por Isabel A. Ferreira às 14:46

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Quarta-feira, 12 de Abril de 2017

SE A IGNORÂNCIA PAGASSE IMPOSTO, PORTUGAL SERIA O PAÍS MAIS RICO DO MUNDO

 

 

Uma reflexão sobre a ignorância e os ignorantes militantes, ou seja, aqueles que, apesar de toda a informação, optam por continuar ignorantes.

Por isso, o AO90 mantém-se pendurado por um fio de aranha, sobre um abismo…

 

IGNORÂNCIA1.jpg

INDIFERENÇA.jpg

 Origem da foto: Internet

 

Consta que são bastantes, os ignorantes, os indiferentes, os invejosos, os mesquinhos, os desconfiados, os medrosos, os corruptos e os interesseiros, que desconhecem o sentido da cidadania, logo, não a exercem. E, por isso, permitem que o país seja malgovernado, abandalhado e vendido aos pedaços, a quem dá mais.

 

Se a ignorância pagasse imposto, Portugal seria o país mais rico do mundo. Esta é a triste verdade.

 

É que a ignorância está disseminada por toda a parte, por todos os extractos sociais e pelos mais altos cargos da Nação.

 

A Saúde, em Portugal, está gravemente doente.

 

A Pobreza espreita em cada esquina.

 

O Ensino anda a rastejar por um chão pejado de uma descomunal cegueira mental.

 

A Cultura Culta e a Cultura Crítica emigraram para mundos mais civilizados.

 

As Artes sufocam, e apenas os escravos do poder vivem à custa delas.

 

A Língua Portuguesa anda perdida nos subterrâneos de uma ignorância e de uma indiferença descomunais que, alarvemente, estão a esmagar a identidade do povo português.

 

A política da violência e crueldade contra seres vivos têm os seus maiores defensores sentados nos Palácios de São Bento e de Belém.

 

Os indiferentes andejam por aí, como sonâmbulos. Se lhes mexem nos bolsos, agitam-se, mas sem grande convicção, por isso tudo continua sempre igual, sempre funesto, sempre obscuro, sempre mergulhado no lodo de um passado que se quer passado, e não presente ou futuro.

 

Na hora do voto, vota-se na continuidade, porque o medo de mudar é mais forte do que a vontade de ousar o desconhecido, a modernidade, o avanço civilizacional.

 

A ignorância e a indiferença estão a cozinhar Portugal em banho-maria, e os bobos da corte saltam e riem, porque enquanto houver povo ignorante e indiferente, mantê-lo-ão sob o seu jugo, e destruirão a Nação, em prol de interesses que não interessam, de modo algum, a Portugal.

 

E os Portugueses, tal como num tempo ainda bem presente, lá vão cantando e rindo, levados, levados, sim, pela voz do som tremendo, da ignorância sem fim… (1)

 

Isabel A. Ferreira

 

(1) Excerto adaptado do Hino da Mocidade Portuguesa, letra de Mário Beirão

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:42

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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2017

AO90 – A "MÁ É LUNÁTICA PROPOSTA"

 

Mais uma voz lúcida e culta contra uma ortografia que envergonha as línguas cultas europeias, oriundas do Latim e do Grego.

 

Até quando os governantes portugueses se farão surdos à voz de todas as RAZÕES?

 

Até quando Portugal terá de suportar esta espécie de modernidade míope (de que fala José Pedro Serra), ou a nova ignorância (de que fala José Pacheco Pereira) tão entranhadas nos órgãos do poder?

 

Até quando os governantes portugueses vão continuar a vergar-se a interesses alienígenas, que não interessam nem sequer às pedras da calçada portuguesa?

 

JOSÉ PEDRO SERRA.jpg

José Pedro Serra, professor catedrático e director da biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

 

«A discordância e a acção contra o Acordo Ortográfico não são efeito de um capricho, fundam-se em razões de ordem formal, material e científica. Além dessas razões, aquilo que mais me choca é que, segundo esta má e lunática proposta, dificilmente podemos encontrar os ecos de uma história semântica e, por uma espécie de modernidade míope, esquecemos séculos de cultura que pretenderam tornar mais luminosa a palavra dita e escrita. Eu não gosto que me mexam na conta bancária, mas ainda menos naquilo que me tece a alma como um património que não é de um governo, é de uma História que nos ultrapassa a todos. Por isso, digo "não" ao acordo!» (José Pedro Serra)

 

Fonte:

(Tradutores Contra o Acordo Ortográfico)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:48

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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2016

EU ACUSO O GOVERNO PORTUGUÊS DE TENTATIVA DE HOMICÍDIO DA LÍNGUA (OFICIAL) PORTUGUESA

 

«O meu dever é falar, não quero ser cúmplice…»

(in J’accuse, de Émile Zola)

 

IGNORÂNCIA1.jpg

 

Sim. Tentativa de homicídio e não propriamente do homicídio da Língua (Oficial) Portuguesa, porque essa continua bem viva, na pena da esmagadora maioria dos Portugueses instruídos e menos instruídos, de alguns jornais, revistas e estações televisivas dirigidas por Homens livres, de Escritores livres, de Jornalistas livres, de Professores livres, de Tradutores livres e de Crianças e Jovens filhos de Pais livres, os quais não aderiram à imposição ilegal e impatriótica do AO90, por um governo subserviente a interesses económicos de uma minoria inculta que está a incitá-lo (ao governo) a matar a Língua (Oficial) Portuguesa.

 

Na verdade, ela anda por aí muito despedaçada, maltratada, violada por aqueles que, não possuindo a tão necessária e obrigatória Cultura Crítica, baixam-se e rebaixam-se, a esta imposição ilegal, eivada de uma monumental ignorância, com base na desculpa de que é preciso fazer evoluir a língua, modernizá-la, torná-la mais acessível para facilitar a aprendizagem dos mais incapacitados intelectualmente…

 

O resultado prático deste propósito redutor é o mais desastroso de que há memória. Nunca a Língua Portuguesa esteve tão amassada, tão amarfanhada, tão incultamente escrita (e de certo modo falada), como nos tempos que correm.

 

Começando pelos governantes e autoridades portuguesas, que deviam ser os principais defensores dos símbolos nacionais (e a Língua é um dos seus símbolos mais identitários) e enviam-nos comunicados num Português que nem uma criança que frequenta o 4º ano do Ensino Básico e que tenha um Professora com P maiúsculo, escreve.

 

A minha colaboradora doméstica, que tem apenas a quarta-classe antiga, escreve muito mais escorreitamente (aliás este mais está a mais) do que os actuais governantes e autoridades de Portugal, que nos enviam comunicados.

 

Bem sei que quem os escreve são os “secretários”, mas um Governante com G maiúsculo, ou uma Autoridade com A maiúsculo têm o dever de ler tudo aquilo que é enviado em seus nomes, e chamar a atenção do escriba quando este comete erros de palmatória (como faz falta a palmatória!)

 

Nas estações televisivas, subservientes ao Poder, é de bradar aos céus o que se lê (mas também o que se ouve), principalmente nas legendas dos telejornais e dos filmes: um autêntico Festival de Ignorância da mais pura. Porque a há adulterada.

 

Se antes da existência do AO90 a Língua já andava por aí de rastos, porque nem todos têm apetência para a aprendizagem, seja do que for, hoje em dia, a nossa Língua transformou-se numa língua esfarrapada, inculta, abrasileirada, muito, muito pobrezinha…

 

Agora, pasmemo-nos com os motivos que levaram os Becharas, os Malacas, os Lulas, os Sócrates e todos os parasitas que gravitam ao redor deles, para sacarem vantagens económicas, a impingirem aos países lusófonos o aborto ortográfico de 1990, que previa o seguinte:

 

1 – A uniformização da língua em todas as suas variantes e em todos os continentes. Objectivo que não foi alcançado, e nunca será, até pela impossibilidade de ser alcançado, pelos motivos mais óbvios. São oito os países, cada um com as suas especificidades, e a uniformização destruiria a estrutura de uma Língua que nasceu na Europa.

 

Segundo o autor do texto «a proposta de uniformidade era para contribuir com a internacionalização da Língua Portuguesa. Além disso, a acção iria propiciar a disseminação da língua, possibilitando a circulação de bens culturais entre os países lusófonos, que contam com mais de 250 milhões de falantes - só o Brasil possui mais de 200 milhões.»

 

É preciso que se diga que aos Portugueses Cultos não interessa a disseminação da versão inculta da Língua Portuguesa. O Brasil até pode ter 200 milhões de falantes e escreventes de Português. Mas desses 200 milhões, quantos escreverão correctamente o Português? Quantos falarão correctamente o Português (não estou a falar da pronúncia)?

 

2 – A simplificação da ortografia para que ela fosse melhor aceite… E perguntamos: melhor aceite por quem? Pelos que não têm capacidade intelectual para aprender uma língua? As línguas são assim, simplificadas, sem mais nem menos, para poderem ser aceites ou não aceites pelos menos dotados intelectualmente? Qual das línguas cultas existentes no mundo foi simplificada para ser melhor aceite, como se se tratasse de uma comum mercadoria?

 

3 – Para tornar a língua mais acessível a estrangeiros. Como é ??? Os estrangeiros estarão preocupados em simplificar a língua deles para a tornar mais acessível aos brasileiros ou portugueses mais atacanhados? Algum povo, algum dia se lembrou de uma tal idiotice? Os Alemães (que têm, uma língua difícil) os Ingleses, os Franceses, os Italianos, os Russos, os Espanhóis, enfim… algum dia simplificarão as línguas deles, para facilitar a vidinha dos imbecis?

 

4 – Para aproximar os países, sobretudo Portugal e Brasil. Aproximar como? E com que intenção aproximar apenas Portugal e Brasil? E então os outros países? Ficam de fora por alma de quem? Os luso-brasileiros estarão assim tão distantes linguisticamente que não conseguem entender-se uns aos outros? É sabido que os brasileiros mais incultos têm muita dificuldade em entender os Portugueses. Mas qualquer português inculto não tem a mínima dificuldade em entender seja quem for: um brasileiro, um inglês, um francês ou até um chinês… Se não se entendem de um modo, entendem-se de outro. Há sempre a linguagem universal: a das mãos (e não estou a falar do Braille). E que saibamos, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor, Cabo Verde e Guiné-Bissau sempre estiveram próximos de Portugal, não precisando de simplificar a língua para se entenderem connosco. Porquê, então, os brasileiros?

 

5 – E finamente para facilitação dos negócios. Ao longo de todos estes séculos os negócios entre os países lusófonos teriam sido prejudicados pela falta de “comunicação” ou “aproximação”? Por acaso os negócios que fazemos com países como a China, cuja língua é um mistério para a maioria dos portugueses, não se fazem? Terão os chineses de simplificar a língua deles, para que nós possamos aprendê-la e aceitá-la melhor e com isso facilitar os negócios?

 

Isto é coisa de doidos!

 

Bem. Estes foram os cinco “argumentos” apresentados aqui:

http://cedilha.net/ap53/?p=4096

 

para que o AO90 fosse parido. Nenhum deles apresenta uma razão linguística. De evolução da Língua. Um motivo racional.

 

Mas faltou referir o argumento principal: a negociata obscura que envolve editores, livreiros e políticos corruptos, portugueses e brasileiros (apenas), porque os outros países lusófonos não foram para aqui chamados. E esta é que foi a principal mola que moveu os que pariram este monstruoso aborto ortográfico.

 

IGNORÂNCIA2.jpg

 

Um acordo ortográfico seria eventualmente aceitável se apresentasse motivos assentes nas Ciências da Língua, bem fundamentados, demonstrativos de uma evolução natural da Língua.

 

Porém, a elaboração deste AO90 assentou na mais colossal estupidez jamais concebida na História da Humanidade, cozinhada numa panelinha muito ferrugenta, luso-brasileira, porque os restantes países da lusofonia não foram convidados para este cozinhado, por motivos que, para mim, são bastante óbvios, porque conheço os ingredientes principais que estão por detrás desta tentativa de homicídio da Língua Portuguesa.

 

Poderei até responder a uma questão que li no texto citado mais acima, e que foi a seguinte:

 

«A verdade é que a resistência de Portugal é de cunho político. As mudanças para os portugueses, “pátria da língua”, são maiores, visto que a influência brasileira nos demais países lusófonos cresceu muito nos últimos anos. Sendo Portugal a colonizadora, aceitar mudanças impostas pela antiga colónia significa receber um duro golpe na soberania nacional portuguesa

 

Não. Não estamos a rejeitar o AO90 por motivações políticas.

 

Os Portugueses (exceptuando os actuais governantes e todos os que, desprovidos de Cultura Crítica, gravitam ao redor do Poder) não têm qualquer complexo em relação à aparente (e apenas aparente) “grandeza”, ou possível influência da ex-colónia em Portugal ou nos restantes países lusófonos.

 

Também não têm medo de serem colonizados pela ex-colónia, por um simples motivo: os Portugueses, que se prezam de o ser, têm personalidade, não são complexados e sabem defender com todas as garras de fora a sua soberania. E se algum dia, alguém se atrever a invadir-nos, seja de que modo for, aparecerão milhares de Padeiras de Aljubarrota e milhares de Nunos Álvares Pereiras para os destroçar.

 

A História de Portugal assim o demonstra e confirma.

 

E lá porque o actual governo português, o mais culturalmente e moralmente pobre e irresponsável que Portugal já teve, numa demonstração de uma insanidade política extravasante está a bater o pé à Razão e aos Portugueses, Brasileiros e Africanos de expressão portuguesa cultos, que combatem este AO90 com argumentos racionais, não significa que a Língua (Oficial) Portuguesa esteja moribunda.

 

Ela está simplesmente aguardando em banho-maria, o dia em que será libertada dos seus homicidas. E esse dia virá.

 

Entretanto, está a ser alvo de chacota dos países que jamais deixariam mutilar a própria Língua, por motivos tão pacóvios, como os que estão por detrás deste AO90.

 

E isto é o que mais dói.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:05

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2016

O “ESPETADOR ESTERÓTIPO”…

 

Isto diz tudo sobre a decadência em que está mergulhado Portugal!

 

Acordai governantes portugueses!

 

Acordai e protagonizai um feito heróico: salvai o país das garras desta ignorância acordista.

 

Com urgência… Porque esta ignorância está a tomar proporções incontroláveis e a envergonhar os Portugueses que se prezam de o ser, dentro e fora do país...

 

SALVAI PORTUGAL.jpg

Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10208275992529689&set=gm.737675373002588&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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Terça-feira, 8 de Março de 2016

ORA VIVA, «A FAVOR DO ACORDO ORTOGRÁFICO»!!!!

 

Recebi um comentário de um acordista escondido sob a alcunha de «A favor do Acordo Ortográfico», e que, cobardemente, anda por aí a espalhar ignorância, sobre o AO/90, sem o menor pudor.

 

Se tivesse nome e cara talvez lhe faltasse a coragem para defender o indefensável.

 

Então, decidi responder-lhe aqui… em destaque… porque me recuso a ser criminosa...

AO.jpg 

Comentário:

Ahahahaha! Então a culpa é do acordo ortográfico? Você realmente é de mais!! E agora engraçou com o "patoá" (dantes era o "estropiar"), mais parece um disco riscado...

 

***

Ora viva, «A favor do Acordo Ortográfico»!

 

Com que então tem a distinta lata de me BLOQUEAR na sua página do Facebook, para não ter de LER os meus comentários, que INCOMODAM (se não incomodassem eu não seria bloqueada) e vem agora para aqui, rir o riso dos parvos?

 

Seja bem-vindo.

 

Não vou bloqueá-lo, nem sequer eliminar este comentário. Sou democrática.

 

Tenho todo o gosto em publicá-lo, porque assim aproveito para dizer umas coisinhas…

 

A CULPA é do acordo ortográfico (fez bem em escrever em letras minúsculas, porque uma aberração destas não merece mais), sim, porque a política do acordo ortográfico é CORTA as consoantes mudas, corta as vogais duplas, corta TUDO, a torto e a direito, numa espectacular demonstração de IGNORÂNCIA da Língua Portuguesa.

 

Se eu não tivesse chamado a atenção do DN (poderia outra pessoa fazê-lo), neste momento, a polícia ainda estaria a APRENDER barras de ouro…

 

Antes deste NEGÓCIO ESCUSO (um outro nome para o ao/90) aparecer, já se falava e escrevia muito mal por aí… mas depois da IMPOSIÇÃO ILEGAL deste aborto ortográfico (outro nome para o ao/90), as coisas pioraram absurdamente.

 

Pois… eu sei que sou DE MAIS! E daí? É proibido SER DE MAIS? Antes de mais que de menos.

 

Dantes era o ESTROPIAR? Dantes e agora, pois o ESTROPIAMENTO continua.

 

Por que se incomoda tanto com a palavra? Sabe o que significa? Ela existe no léxico português. E eu, como conheço as palavras, gosto de aplicá-las adequadamente. Não posso?

 

E o termo ESTROPIAR apropria-se ao que está a ser feito à Língua Portuguesa: mutilar, desfigurar, aleijar, decepar, deformar, tudo isto está acontecer sem o mínimo rigor linguístico, ou seja, IGNORANTEMENTE.

 

E agora engracei-me com o PATOÁ DE INCULTOS, engracei-me. Porquê? Não posso?

 

Sabe o que significa PATOÁ (para além da variante da linguística francesa)? Vá a um bom dicionário de Língua Portuguesa e verá: linguajar de qualquer língua, linguagem confusa, conversa fiada… Tudo isto é ao/90 e muito mais.

 

Quer saber o que lhe chamam os Brasileiros cultos? Chamam-lhe “dilmês”, "lulês”… E nós por cá, é o “malaquês”, "socratês", “acordês”, "abortês", porque a ESTUPIDEZ é tanta que não nos deixa outra alternativa…

 

Quando me cansar do patoá, e para não parecer disco riscado, prometo-lhe que passarei a chamar ao ao/90… de … (deixe-me cá ver…) de MELEQUÊS … com raiz na palavra MELECA (de origem brasileira) que significa: coisa imprestável, besteira, coisa complicada, ruim, mal conhecida, problema, complicação, entre outras coisas…

 

Que tal?

 

É que o ao/90 é uma coisa tão estranhamente disparatada!…

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:03

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Segunda-feira, 7 de Março de 2016

«POLÍCIA APRENDE CARREGAMENTO DE OURO EM BARCO NAUFRAGADO NA SEGUNDA GUERRA»

 

Estava ou não estava aqui?

 

DN.jpg

 

 

Este é o título de uma notícia publicada no DIÁRIO DE NOTÍCIAS, hoje, 07 de Marco de 2016

 

A Polícia APRENDE carregamento de ouro? Assim, num título, sem mais nem menos?

 

É no que dá aplicar a política do corta tudo às ceguinhas… ou seja, aplicar (ilegalmente) o AO/90.

 

A que estado caótico chegou a Língua Portuguesa!

 

Senhores governantes, tenham vergonha! Revoguem este patoá de incultos, antes que seja demasiado tarde.

 

Já temos a maior taxa de analfabetismo da Europa.


Não queiram que tenhamos também a maior taxa de ignorância do mundo, e a maior taxa de teimosia governamental do Universo.

Isto é demasiado para um pequeno país como Portugal.

 

Já seria óptimo se houvesse um pouco, um pouco que seja, assim uns 60% de Bom Senso entre os governantes portugueses.

 

OURO DN.jpg

Fonte: http://www.dn.pt/mundo/interior/policia-aprende-carregamento-de-ouro-em-barco-naufragado-na-segunda-guerra-5064710.html

 

ATENÇÃO!

DEPOIS DE EU TER DEIXADO UM COMENTÁRIO NA NOTÍCIA, CORRIGIRAM O TÍTULO.

 

MAS PAGUEI UM PREÇO: MAIS UM JORNAL A BLOQUEAR-ME A POSSIBILIDADE DE COMENTAR.

 

NO ENTANTO, NO LINK ORIGINAL DA PÁGINA (NA FONTE QUE CITO) FICA REGISTADO O ERRO, PARA QUE NINGUÉM DIGA QUE INVENTEI.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:59

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Domingo, 29 de Novembro de 2015

QUEM APLICA O AO/1990 DÁ UMAS NO CRAVO OUTRAS NA FERRADURA

 

É raro, nos tempos que correm, encontrar a palavra ACTO escrita correCtamente

 

Agradou-me ver, nesta foto, publicada no SAPO24, este aCto médico assim escrito, porque segundo o AO deveria estar ali ATO e, nesse caso, ATAVA-SE o médico despropositadamente, como se começou a ATAR tudo e mais alguma coisa, por aí…

AO.jpg

Origem da foto:

http://24.sapo.pt/article/lusa-sapo-pt_2015_11_28_910657499_ministro-da-saude-diz-que-vai-reavaliar-despacho-sobre-fecho-de-urgencias

 

O título da notícia é o seguinte:

 

Ministro da Saúde diz que vai reavaliar despacho sobre fecho de urgências

Actualidade

Lusa

16:04, 28 nov

 

E aqui temos a palavra ACTUALIDADE escrita correCtamente.

 

Depois vem aquele “nov” correspondente a Novembro, escrito incorreCtamente.

 

Escrever os meses do ano em minúsculas é o mesmo que escrever lisboa, portugal, aníbal cavaco silva, malaca casteleiro e porto editora (os grandes acordistas do “reino”), primavera, ásia, europa, ursa maior, zeus, academia brasileira de letras, papa, os lusíadas, e iniciar um parágrafo também com letra minúscula, etc., etc., etc….

 

A regra é a mesma para uns e para outros vocábulos.

 

Desrespeitar as regras gramaticais é um aCto de ignorância.

 

Se a GRAMÁTICA não serve para nada, atire-se a Gramática ao lixo, onde já está a Língua Portuguesa.

 

E é esta INCULTURA que nos querem impor?

 

O AO/1990 é inconstitucional e não é obrigatório aplicar em nenhuma escola ou repartição pública.

 

O que é OBRIGATÓRIO é COMBATER esta PRAGA, que governantes incultos querem IMPINGIR-NOS.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:35

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.ACORDO ORTOGRÁFICO

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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