Sábado, 29 de Julho de 2017

O ACORDO ORTOGRÁFICO SÓ DEFORMOU A RICA E FIDALGA ORTOGRAFIA PORTUGUESA

 

O (des)Acordo Ortográfico de 1990 é a maior prova da ignorância crassa entranhada na classe política portuguesa, e que está a levar Portugal por caminhos vergonhosos e a uma submissão que leva muita água no bico... e põe milhares de euros nos bolsos de uns poucos, o que torna o crime de alienação de Património Português, ainda mais grave.

 

Até quando os governantes portugueses pretendem levar adiante esta desavergonhada  farsa?

 

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 Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1475624402460126&set=gm.1569495826429118&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:45

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Sexta-feira, 17 de Março de 2017

O GOVERNO PORTUGUÊS NÃO É O DONO DA LÍNGUA PORTUGUESA…

 

… nunca foi, nem jamais será.

 

ABERRAÇÃO.png

 

O governo português é tão-só (ou deveria ser) o Guardião da Língua e, como tal, tem o dever de a defender dos seus predadores.

 

Mas apoderou-se dela como se fosse sua propriedade. E pior do que isso, para a destruir, para a desbaratar, como tem desbaratado os nossos impostos.

 

Acontece que a Língua Portuguesa é património da Nação Portuguesa e dos Portugueses. Um património inalienável. Inegociável.

 

A Língua Portuguesa é o coração saudável e palpitante que dá vida e identidade a Portugal. É a alma portuguesa.

 

E o governo português, sem ter a mínima noção do que faz, está a extirpar esse coração, para o substituir por um coração artificial, já enferrujado e velho, e a vender a alma ao diabo.

 

E ninguém, na posse das suas faculdades mentais, vende o próprio coração, saudável e palpitante, para o substituir por um artificial, velho e enferrujado, ou vende a própria alma ao diabo.

 

E nós, como Portugueses, temos o direito de exigir ao governo português que devolva a Portugal o seu imo. O nosso imo. Nem que para isso tenhamos de fazer uma revolução.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:41

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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2017

CRIADO GRUPO DE TRABALHO NO PARLAMENTO PARA AVALIAR O IMPACTO DA APLICAÇÃO DO AO90

 

A comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto aprovou a criação de um Grupo de Trabalho para avaliar o impacto da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990. O requerimento para a constituição deste Grupo de Trabalho foi apresentado pelo PSD e aprovado com a abstenção do PS.

 

Com a abstenção do PS, claro. Só podia ser.

 

AO90.jpg

 

A propósito, a minha amiga Maria João Oliveira lembrou, e lembrou muito bem, que Gabriela Canavilhas (apesar de ser aficionada de touradas) foi ministra da Cultura e exerceu funções nos governos de José Sócrates, o tal que ajudou a alastrar o acordês-socratês, e aprovou a Resolução do Conselho de Ministros nº 8 / 2011, de 25 de Janeiro, que mandou aplicar o AO90.

 

E como se isto fosse pouco,  Canavilhas fez parte de um Grupo de Trabalho intitulado "Acompanhamento da aplicação do Acordo Ortográfico", tendo até havido uma Petição que exigia a saída dela desse Grupo...

 

O  PS está enterrado nisto até ao cocuruto da cabeça. Por isso António Costa anda tão caladinho. Por isso, o PS se abstém de votar numa matéria em que a abstenção vale (neste caso) como um sim ao AO90.

 

Os deputados aprovaram, também por unanimidade, a proposta do Bloco de Esquerda para uma audição do presidente da Academia de Ciências de Lisboa (ACL), Artur Anselmo, naquela comissão, o qual, como se sabe, pretende a “revisão” do AO90.

 

Mas já não haverá demasiada contestação pública a este malfadado AO90 para que os parlamentares percebam que é um erro crasso manter o erro mais crasso ainda de ter impingido aos portugueses mais subservientes uma ortografia medíocre, que nada tem a ver com a cultura linguística europeia?

 

Ainda será preciso discutir o quê????? Se tudo já foi discutido. Se tudo já foi dito. Se tantas vozes já se levantaram desde que esta aberração ortográfica foi impingida à força nas escolas, nas repartições públicas e na comunicação social, enganando os mais incautos com a falsa obrigatoriedade da sua aplicação?

 

O deputado social-democrata José Carlos Barros afirmou que a proposta de criação deste grupo de trabalho surgiu pelos recentes alertas da ACL, que referiram "a necessidade de aperfeiçoar as bases do Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), que gerou instabilidade ortográfica, que não estabelece uma ortografia única e inequívoca, que deixa várias possibilidades de interpretação, em muitos casos".

 

Mas que necessidade é essa de aperfeiçoar o que não é aperfeiçoável e que falhou redondamente os seus objectivos?

 

Isto é como remendar remendos. O AO90 não tem ponta por onde se lhe pegue, de tão mau que é. Pretende-se aperfeiçoar o quê????? Um arremedo de ortografia?

 

Os dois objectivos do AO90 não conseguiram manter-se por serem completamente inviáveis, ou seja, o de ordem política e que tem a ver com a intenção (mais brasileira do que portuguesa) de reforçar o papel da Língua Portuguesa (leia-se brasileira, pois a ortografia é toda brasileira) como uma língua de comunicação internacional (que nem de propósito, enquanto era Portuguesa foi usada no Vaticano, quando começou a ser brasileira, depois do AO90, foi sumariamente rejeitada); e o outro objectivo de ordem técnica, assente na ideia de uma base ortográfica comum, mostrou-se algo tecnicamente impossível.

 

Isto já seria o bastante para o Parlamento atirar ao lixo uma ortografia que envergonha a História Portuguesa, sem mas, nem mas….

 

José Carlos Barros, deputado do PSD, afirmou ainda que o seu partido continua a ser a favor do objectivo de ordem política. Mas a Língua não tem de ter objectivos de ordem política. Não tem.

 

Além disso este objectivo, senhor deputado, só seria válido com a Língua Portuguesa íntegra, e não com a língua Portuguesa desintegrada e mutilada. E se neste aspecto alguém tem de ceder não é Portugal, é quem desintegrou a língua, transformando-a numa aleijadinha.

 

Agora atente-se neste parágrafo:

 

«O que a ACL vem dizer é que este objectivo de ordem técnica não está a ser cumprido, o que nós entendemos é que devemos perceber porque é que não está a ser cumprido este objetivo técnico", disse o deputado social-democrata, realçando que "a política não se deve meter na ortografia».

 

(Este parágrafo foi retirado do texto original que me serviu de fonte. E repare-se logo aqui o que este acordo faz: ora se escreve correctamente objeCtivo, ora se escreve objetivo, na mesma frase).

 

O que será preciso dizer mais?

 

Esperemos que a criação deste Grupo de Trabalho não seja mais uma daquelas manobras de diversão a que os nossos parlamentares nos têm habituado, numa tentativa de calar as vozes que se têm levantado contra este linguicídio.

 

Fonte:

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/cultura/detalhe/impacto-do-acordo-ortografico-avaliado-no-parlamento

***

O AO90 é o instrumento dos que foram atacados por uma profunda cegueira mental, que não os deixa ver os propósitos perversos desta negociata obscura, que pretende destruir património português.

 

A isto chama-se crime de lesa-língua e de lesa-pátria.

 

Os que amam a Língua Portuguesa, por favor, assinem esta petição, lançada pelo grupo do Facebook “Cidadãos contra o “Acordo Ortográfico” de 1990”.

 

Não podemos deixar MORRER o que nos identifica como nação.

 

Petição pública:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=acordoortografico90

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:14

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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015

A PORTUGAL, O QUE É DE PORTUGAL! AO BRASIL, O QUE É DO BRASIL!

 

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A APLICAÇÃO DO ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990 É ILEGAL EM PORTUGAL

 

No Brasil, se está a ser aplicado ou não, que diferença faz, se os Brasileiros continuarão a escrever CONTATO, em vez de contaCto, PATO, em vez de paCto, e FATO, em vez de facto?

 

É preciso LUTAR para que haja um recuo na imposição deste “acordo” ABSURDO.

 

Portugal não pode PERDER a sua Língua, que é dele, por DIREITO.

 

Portugal não pode perder a sua identidade. A sua portugalidade.

 

Aos Portugueses o que é dos Portugueses.

 

Aos Brasileiros o que é dos Brasileiros.

 

Os brasileiros escrevem e pronunciam mal a Língua Portuguesa, que dizem ser oficial, mas que não é mais do que o Brasileirês, ou seja, a Língua Brasileira, que eles até pronunciam muito bem.

 

Por que não designá-la assim? E isto não tem nada de pejorativo. Por que não haveria os Brasileiros, que não entendem o nosso Português, precisando até de que os nossos livros sejam traduzidos para a língua deles (coisa que os africanos lusófonos não têm necessidade) de ter uma língua chamada Brasileirês? Porque Português não é.

 

E penso que isto não ofenderá os nossos irmãos Brasileiros. Estes deveriam até sentir-se orgulhosos de possuírem uma Língua só deles, enriquecida com vocábulos oriundos dos falares indígenas e dos antigos escravos africanos, para além de muitos termos castiços, que foram reinventados e hoje fazem parte do riquíssimo léxico brasileiro.

 

Para mim, o lugar mais apropriado do AO/1990 é o CAIXOTE DO LIXO, por não servir a nenhum país da CPLP. E não há qualquer interesse em ser revisto. Para quê? Se todos os países devem manter a sua própria identidade linguística, agora que são independentes?

 

O AO/1990 é tão-só a imposição de uma língua fabricada no Brasil para facilitar a aprendizagem da Língua Portuguesa, culta e europeia, aos milhares de analfabetos mal alimentados, logo, pouco desenvolvidos intelectualmente (não por culpa deles, claro), numa tentativa de se baixar o índice de analfabetismo que, ainda hoje, e apesar dessa tentativa, é bastante elevado naquele país.

 

Então, por que carga de água havemos de estropiar a nossa Língua Materna para satisfazer interesses económicos de editores brasileiros e portugueses, e espalhar por aí uma língua mal escrita e mal falada, simplificada, sem raízes e descaracterizada, deixando Portugal de calças na mão, com uma língua que nada tem a ver com a sua identidade primordial?

 

As nossas crianças não serão mais estúpidas do que nós fomos, quando éramos crianças. Não precisam de simplificações. Precisam de uma educação e cultura de qualidade.

 

A Língua Portuguesa, europeia e culta, é património português. Não está à venda, nem pode ser manipulada ao sabor de interesses económicos de ignorantes.

 

***

O FIM DO PRAZO DE “TRANSIÇÃO” SÓ ACABA EM 22 DE SETEMBRO DE 2016

 

Até lá muita água ainda vai correr por baixo da ponte… e ninguém tem autoridade para PENALIZAR nenhum aluno.

 

Há uma ordem do ministério da Educação para penalizar os alunos até 5 valores (escala 0-20) que não usem o AOLP90 nos exames. Quanto aos professores que não cumpram estas regras podem ter sanções disciplinares. Dizem-me.

 

Pois essa ORDEM é ilegal e as penalizações são ILEGAIS. Se recorrerem à justiça, GANHARÃO. O problema é que os governantes SABEM que nem professores, nem pais de alunos mexerão uma palhinha, que seja, para se INCOMODAREM. É mais fácil OBEDECER a uma IMPOSIÇÃO ILEGAL, do que EXIGIR JUSTIÇA.

 

Nas escolas portuguesas, qualquer aluno que seja prejudicado por escrever (e muito correCtamente) a Língua Materna, pode intentar uma acção judicial por violação do Dec-Lei 35228 de 08/12/1945.

 

O pior, é que estão a impingi-lo a inocentes crianças, que ainda não têm o poder de discernir. E é por elas que temos de continuar a lutar contra este ABORTO.

 

Qualquer professor PODE e DEVE RECUSAR os manuais escolares escritos em MAU PORTUGUÊS, porque o AO/1990 é ILEGAL. Foi imposto ilegalmente nas escolas e nas repartições públicas.

 

Então, por que não o fazem? Por MEDO? Mas ninguém, em Portugal, pode PENALIZAR nem um professor, nem um estudante que se RECUSE a utilizar o AO/1990 e os manuais mal escritos.

 

As crianças, essas, estão inocentemente nas mãos dos predadores da Língua. E o que estão a fazer com elas é criminoso.

 

E os paizinhos instruídos têm uma grande parcela de culpa.

 

Mas quem quer incomodar-se?

 

Por isso, os governantes APOSTAM nessas penalizações...

 

Não se destrua o que levou séculos a construir. A comunicação oral e escrita é uma das poucas aquisições que nos diferencia dos outros animais. Não a reduzamos a uma mixórdia de palavreado sem sentido algum, para que uns poucos mercenários encham os bolsos.

 

Deixem a Língua fluir naturalmente. Eficazmente. Lucidamente.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:33

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.ACORDO ORTOGRÁFICO

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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