Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016

O AO90 «É INÚTIL, IRRESPONSÁVEL, PREPOTENTE, INEFICAZ, ALTAMENTE PREJUDICIAL E RIDÍCULO»

 

Quem o diz é Miguel Esteves Cardoso.

 

Mas convido os governantes portugueses a ver este vídeo e ouvir atentamente os argumentos que são apresentados contra o AO90, e comecem a ponderar muito seriamente em atirar ao caixote do lixo esta aberração, sob pena de ficarem na História de Portugal como aqueles que destruíram um dos mais relevantes pilares da identidade portuguesa.

 

 

«Registo das intervenções demolidoras contra o Acordo Ortográfico no programa "Controvérsias" (RTP1, 1991) de Miguel Esteves Cardoso («O acordo é inútil, irresponsável, prepotente, ineficaz, altamente prejudicial e ridículo.»).

 

Maria Leonor Buescu («Há a questão da constitucionalidade do acordo, porque programar a educação segundo directrizes políticas é materialmente inconstitucional.») e Maria Isabel Rebelo Gonçalves («Um texto publicado no Brasil é diferente de um texto publicado em Portugal, podem chamar-lhe acordo, mas não de unificação porque, com as duplas grafias, não unificou nada nem em Portugal.»).

 

A favor do AO estão Carlos Reis, Américo da Costa Ramalho e Aníbal Pinto de Castro (Tradutores contra o Acordo Ortográfico)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:26

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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016

SE MOÇAMBIQUE E ANGOLA QUISEREM, ACABA-SE O ACORDO ORTOGRÁFICO?

 

Então vamos lá acabar de uma vez por todas com este ABORTO.

 

É uma vergonha para Portugal que a salvação da Língua Portuguesa esteja nas mãos de Angola e Moçambique, e não do país-berço da língua.

 

Mas se Angola e Moçambique puderem salvar a Língua, SALVEM, por favor, porque todos os Portugueses lúcidos ficar-vos-ão eternamente gratos.

 

E as televisões não dizem nada? São assim tão subservientes ao Poder que não podem sequer INFORMAR o povo português do que está a passar-se em torno desta matéria?

 

DESACORDO.jpg

(Origem da imagem: Internet)

 

«As declarações foram feitas ontem pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa: se Angola e Moçambique não quiserem escrever pelo novo Acordo Ortográfico, Portugal pode rever também a aplicação do documento

 

Aprovado em 2008, mas não feito lei, o Acordo Ortográfico/1990 tinha(mas não conseguiu) como objectivo uniformizar a escrita da Língua Portuguesa, comum aos países ditos da Lusofonia.

 

Contudo, essa uniformização, que devia ser orientada pela raiz da língua, e não por uma variante (um tanto ou quanto arrevesada) não foi bem aceite pela esmagadora maioria dos países envolvidos. Apenas Portugal (que se colocou à venda impatrioticamente,) o Brasil (por interesses económicos e outros)  e Cabo Verde (por simples submissão) aplicam o tortográfico acordo, que além de ser ilegal e  inconstitucional, é linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral e estar a criar uma geração de analfabetos , não tendo recebido o aval dos PALOP africanos.

 

Em visita oficial a Moçambique, Marcelo Rebelo de Sousa falou à RTP África (mas a RTP1 mantém-se muda) e admitiu que, se Angola e Moçambique não quiserem adoptar o novo Acordo, Portugal poderá ter de recuar em todo o processo e repor a Língua original. Marcelo Rebelo de Sousa explicou: «Nós estamos à espera que Moçambique decida sim ou não ao Acordo Ortográfico. Se decidir que não, mais Angola, é uma oportunidade para repensar essa matéria».

 

Marcelo admitiu que, enquanto cidadão, escreve de acordo com as antigas regras, mas que enquanto Presidente da República é obrigado (???) a respeitar as regras novas? Quais regras novas, se o AO/90 é ilegal?

 

Marcelo jurou defender, respeitar e fazer respeitar a Constituição da República Portuguesa e diz ser obrigado a escrever de acordo com odesacordo que os juristas dizem ser inconstitucional?

 

Não haverá aqui uma contradição "à la Marcelo"?????

 

Fonte :

http://www.buzztimes.pt/n/se-mocambique-e-angola-quiserem-acaba-se-o-acordo-ortografico/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:21

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.ACORDO ORTOGRÁFICO

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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