Segunda-feira, 21 de Setembro de 2020

O AO90 é a cartilha dos mais básicos erros ortográficos que as crianças estão a ser forçadas a "aprender"

 

O grande e gravíssimo problema que se coloca actualmente é precisamente a imposição deste aborto às inocentes crianças.

 

Aqueles que, cegamente, aderiram à aplicação ilegal do AO90, deveriam ser processados criminalmente. Primeiro, por serem cúmplices de uma ilegalidade; e segundo, por permitirem que as crianças aprendam pela Cartilha do AO90, uma tosca colectânea dos mais básicos e graves erros ortográficos.

 

Pais deste país: as vossas inocentes crianças estão a ser ENGANADAS.

 

E isto não será grave? Isto não configurará, de facto, um crime de lesa-infância?

 

Vejam o que nos diz Miguel Esteves Cardoso, e que assino por baixo,

Isabel A. Ferreira

 

MEC.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:10

link do post | comentar | adicionar aos favoritos (1)
partilhar
Sábado, 19 de Setembro de 2020

«Enquanto presidente da Academia Angolana de Letras, Paulo de Carvalho diz subscrever “inteiramente” a não ratificação, por Angola, do Acordo Ortográfico de 1990»

 

Portugal cada vez mais isolado na sua vocação servilista.

Portugal: vergonhosamente só, com a sua mixórdia ortográfica!

 

Portugal e Brasil arvoraram-se em “donos” da Língua Portuguesa, e engendraram o AO90, esquecendo-se de que os Africanos, de expressão portuguesa, falavam e escreviam um Português, que não foi adulterado, como no Brasil, onde políticos esquerdistas, pelo facto de serem milhões (mas não só) entenderam que deviam impor aos restantes países da dita lusofonia, a VARIANTE BRASILEIRA da Língua Portuguesa. E apenas Portugal, muito servilmente, se vergou a esta pretensão.

 

Os Cabo-verdianos já oficializaram a VARIANTE CABO–VERDIANA (o Crioulo Cabo-verdiano) da Língua Portuguesa.

 

Por que não Angola ter também a sua própria VARIANTE ANGOLANA da Língua Portuguesa?

 

Eis o que Paulo de Carvalho, Presidente da Academia Angolana de Letras, defende, no artigo que aqui se transcreve, publicado na Agência Angola Press

h1-white.png

Porque é um facto indesmentível que o Português, que os Portugueses espalharam pelo mundo, enriqueceu-se com os dialectos dos povos locais, e transformou-se num outro Português, que deve seguir o seu caminho, desatrelado da Língua-Mãe: a Língua Portuguesa. Não foi assim com o LATIM, que originou as Línguas Românicas, das quais o Português faz parte?


FORÇA ANGOLA!

 

119667422_10214309778338472_5177951069727104723_n.

 

É isto, assim, tal e qual. De que andaram à espera os governantes portugueses, mais Marcelo Rebelo de Sousa, Chefe do Estado Português, que nada fizeram para preservar a Língua Portuguesa, em Portugal? Enquanto que em Angola é como diz Ondjaki:

Ondjaki.jpg

Paulo de Carvalho.jpg

Paulo de Carvalho, Presidente da Academia Angolana de Letras

 

«Angola: Académico defende português angolano»

16 Setembro de 2020 | 22h39 - Educação

 

Luanda - O presidente da Academia Angolana de Letras, Paulo de Carvalho, defende, em entrevista à ANGOP, que académicos e linguistas trabalhem para a adopção oficial de uma variante da língua portuguesa, em Angola, com base em regras devidamente definidas.

 

A este propósito, Paulo de Carvalho diz ser “absolutamente” recomendável considerar a sugestão de linguistas, sociólogos e antropólogos, no sentido de “legitimação” de um português angolano.

 

O igualmente sociólogo e professor catedrático, na Universidade Agostinho Neto, sublinha que “o que os linguistas e outros profissionais devem fazer é indicar as características dessa variante”.

 

“Qualquer língua possui regras, que devem ser seguidas no ensino e na comunicação social”, alerta Paulo de Carvalho, antes de chamar a atenção para o facto de que “uma coisa é a variante da língua portuguesa e, outra, falar mal o português”.

 

Em relação ao imperativo de se falar bem a língua portuguesa, Paulo de Carvalho defende a introdução de exames “obrigatórios” de português na transição do ensino básico para o secundário.

 

“A partir do momento em que o sistema prevê exames, então o português deve ser uma das disciplinas com obrigatoriedade de exame”, diz.

 

Para o entrevistado, a “grande maka” tem a ver é com os professores de português, que deveriam ser eles examinados anualmente, em primeiro lugar”.

 

Quanto à construção da variante da língua portuguesa de Angola, Paulo de Carvalho diz ser um processo que “demora” sempre algum tempo e que “exige” recursos.

 

“Trata-se de um processo moroso, que, felizmente, até já foi começado ao nível do Ministério da Educação. Era preciso pegar no que já foi feito, incluir investigadores de algumas áreas que não têm normalmente sido consideradas e elaborar um programa com acções concretas”, diz.

 

Enquanto presidente da Academia Angolana de Letras, Paulo de Carvalho diz subscrever “inteiramente” a não ratificação, por Angola, do Acordo Ortográfico de 1990.

 

“Enquanto se considerarem apenas as questões fundamentais que o Brasil e Portugal levantam, e se esquecerem as questões linguísticas fundamentais dos países africanos, não podemos ratificar esse acordo”, sublinhou.

 

Na sua opinião, os mitos da uni(ci)dade, da simplificação pedagógica e da parcimónia como a filosofia geral da estruturação do referido Acordo “teriam sustentabilidade” se tivessem considerado as “particularidades” dos países africanos e das línguas africanas, do mesmo modo que, no Brasil, foram consideradas as particularidades das línguas locais.

 

“Enquanto tivermos países subalternizados, sem se considerarem as particularidades das línguas que aí coexistem com o português, não vemos grande possibilidade de ratificação do acordo”, remata Paulo de Carvalho.»

 

Fonte:

http://m.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/mobile/noticias/educacao/2020/8/38/Angola-Academico-defende-portugues-angolano,b907bf51-7c8b-49a0-82d4-30d02699faa7.html?version=mobile

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:37

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Quinta-feira, 17 de Setembro de 2020

Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, escreve como se fosse o presidente da República Federativa do Brasil, ou ainda pior, porque usa o “mixordês à portuguesa”…

 

Ao cuidado do Senhor Bastonário da Ordem dos Advogados, Prof. Doutor Luís Menezes Leitão, que sei ser desacordista. (*)

 
A imagem que ilustra este texto é do site da Presidência da República Portuguesa. Uma presidência “dirêtâ” (assim pronunciada em Portugal) seja lá o que isto for. No Brasil sabemos o que significa o vocábulo brasileiro “direto”, que corresponde aos vocábulos das Línguas europeias, lidos com a vogal aberta, devido à presença do: direCto (Português); direCto (Castelhano); direCte (Catalão); direCto (Galego); direCt (Inglês); direCt (Francês); direKte (Alemão); direKt (Norueguês); direKt (Dinamarquês); direKt (Luxemburgês); enfim, “direto” (“dirêtu”) é uma palavra exclusiva do léxico brasileiro, que nada tem a ver com a Europa.

 

Depois vem “contato”, outro vocábulo exclusivamente brasileiro, até porque ainda que se aplique o AO90, em Portugal, contaCto, obrigatoriamente, levaria o , porque é cá pronunciado.

 

República Centro-Africana leva hifene, até no dicionário brasileiro Michaelis.

 

E por fim os “inf’tádus” (assim se pronuncia o abortinho ortográfico “infetados”, que, curiosamente, os Brasileiros escrevem correCtamente: infeCtados, com , como deve ser, para que possamos abrir a vogal.

 

Presidência da República.PNG

 

Sabemos (ou não saberemos) que o Presidente da República terá os seus secretários para lhe redigir as mensagens, que são publicadas no seu site.

 

E das duas uma: ou se tem muita confiança nas competências dos secretários, escolhendo-os, a dedo, para que saibam, ao menos, escrever correCtamente a Língua Oficial do País, para não parecer mal; ou, não havendo essa total confiança, ter o trabalho de ler os textos, antes de serem publicados. Fica mal a um PR ser autor de tamanha mixórdia ortográfica.


Portugal já não será Portugal? Portugal já terá o estatuto de Colónia Brasileira? Finalmente?Atingir-se-ia o objectivo principal deste AO90?

 

A Língua Portuguesa DESAPARECEU da Internet e de Portugal, e o Presidente da República Portuguesa, além de não fazer nada, escreve à brasileira, mesmo quando não tem de escrever (como em contaCto)?

 

Desacordistas, vem aí as eleições presidenciais. Escolham um candidato que seja PORTUGUÊS e que DEFENDA a NOSSA Língua Portuguesa e cumpra e faça cumprir a Constituição da República Portuguesa.

 

O que se passa em Portugal nesta questão da Língua é gravíssimo. Muito mais grave do que o que possam imaginar.

 

(*) Juristas de Portugal, façam o que deve ser feito. E o que deve ser feito é o que sugere o cidadão José Bulha:

 

«O que pode ser feito é pôr o Estado Português em tribunal, por violação da lei e obter a declaração de nulidade da resolução [do conselho de ministros] que pôs o acordo em vigor [apenas nos organismos públicos, mas a desobediência civil está prevista na CRP]. Para o efeito, há que contratar um gabinete de advogados que aceite a incumbência. Isso, sim, é agir e não ficar de braços cruzados a falar, a falar, mas sem qualquer efeito útil. Os protestos devem ter consequências...»

 

Assino em baixo e aqui deixo o REPTO.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:42

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Quarta-feira, 16 de Setembro de 2020

A mais válida queixa, sobre o " desacordo ortográfico"...

 

Um texto que descobri no Blogue DEPROFUNDIS, da autoria de Fernando Vouga, o qual vem ao encontro do que, no meu Blogue, tenho andado a escrever e a publicar.

É que eu não invento nada. E a minha opinião até pode valer zero, mas o que escrevo é o eco dos amantes da Língua Portuguesa.

E não me venham dizer que sou a “chata de serviço", porque chatos são os que insistem em impingir-nos uma ortografia que não nos pertence. Esses é que são chatos, além de muuuuito ignorantes.

Isabel A. Ferreira

 

LÍNGUA.jpg

Origem da imagem:

https://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/a-importancia-da-lingua-portuguesa-1381869

 

Por Fernando Vouga

 

«Aborto Ortográfico

Adaptado de um texto de autor desconhecido

 

Nossa Língua “perdeu” as suas origens (o Latim), não havendo justificação para a forma como agora querem escrever o “NOSSO” PORTUGUÊS.

 

EXPLIQUEM AGORA AOS ALUNOS COMO SE FORMARAM ESTAS NOVAS PALAVRAS!!!!!

A MAIS VÁLIDA QUEIXA, SOBRE O "DESACORDO" ORTOGRÁFICO...

 

"DESAcordo" Ortográfico (*)

 

O novo "Desacordo" ortográfico é mais uma prova da imbecilidade desta gente que governa Portugal nos últimos 3 decénios!

 

Nos nossos sete, oito e nove anos tínhamos que fazer aqueles malditos ditados que as professoras se orgulhavam de leccionar. A partir do terceiro erro de cada texto, tínhamos que aquecer as mãos para as dar à palmatória. E levávamos reguadas com erros destes: "ação", "ator", "fato", "tato", "fatura", "reação", etc., etc...

 

Com o novo acordo ortográfico, voltam a vencer-nos, pois nós é que temos que nos adaptar a eles e não ao contrário. Ridículo...

 

Mas, afinal de onde vem a origem das palavras da nossa Língua? Do Latim!!! E desta, derivam muitas outras línguas da Europa. Até no Inglês, a maior parte das palavras derivam do latim.

 

Então, vejam alguns exemplos:

 

Em Latim

Actor, factor, tacto, reactor, sector, protector, selectio, exacto, excepto, baptismus, excepcio, optimus,

 

Em Francês

Acteur, facteur, tact, réacteur, secteur, protecteur, sélection, exacte, excepté, baptême, exception, optimum,

 

Em Espanhol

Actor, factor, tacto, reactor, sector, protector, selección, exacto, excepto, (-), excepción, (-),

 

Em Inglês

Actor, factor, tact, reactor, sector, protector, selection, exact, except, baptism, exception, optimum,

 

Até em Alemão, reparem:

Akteur, faktor, takt, reaktor, sektor, protektor, (-)(-)(-)(-)(-)(-)

 

Velho Português (o que desleixámos)

Actor, factor, tacto, reactor, sector, protector, selecção, exacto, excepto, baptismo, excepção, óptimo,

 

Novo Português (importado do Brasil)

Ator, fator, tato, reator, setor, protetor, seleção, exato, exceto, batismo, exceção (sendo que no Brasil se escreve excePção), ótimo...

 

Conclusão: na maior parte dos casos, as consoantes mudas das palavras destas línguas europeias mantiveram-se tal como se escrevia originalmente.

 

Se a origem está na Velha Europa, porque é temos que imitar os do outro lado do Atlântico?

 

Mais um crime na Cultura Portuguesa e, desta vez, provocada pelos nossos intelectuais da Língua de Camões.

 

Ex.: Será que fui de fato à praia?

 

... Na tourada, estavam 2000 espetadores!

...etc., etc.

 

Porque se escreve Egito se os naturais desse país são Egípcios?

 

Ainda não percebi se com o novo Desacordo ortográfico os Polacos também passaram a ser Poloneses e os Canadianos agora são Canadenses, como se diz nas Terras de Vera Cruz …

 

Inovações sim, mas sem exageros e com coerência !!!

 

(*) Não existe qualquer acordo, mas sim a "Resolução do Conselho de Ministros" n.º8/2011.

 

Nenhum dos Países da CPLP subscreveu esta "Resolução" (nem a Guiné Equatorial...)

 

NOTA: quem "faz" a língua são os falantes e não os académicos ou os políticos. Por outro lado, a língua escrita está subordinada à falada e não o contrário.

 

De qualquer forma, à medida que a língua falada evolui, torna-se necessário, de vez em quando, fazer alterações à forma de a escrever. O que é muito diferente de aproximar a escrita do registo brasileiro (algo que ninguém sabe ao certo o que é).

 

Neste "desacordo" o que me parece mal é o exagero insensato e imprudente das alterações impostas (pela via administrativa).

 

Acabe-se com ele o mais depressa possível, para nosso bem e, sobretudo das nossas crianças.»

 

 Fernando Vouga

 

Fonte:

https://deprofundis.blogs.sapo.pt/aborto-ortografico-165526

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:13

link do post | comentar | ver comentários (6) | adicionar aos favoritos
partilhar
Domingo, 13 de Setembro de 2020

O "aborto ortográfico" que ninguém sabe o que é

 

Será que os actuais professores de Português têm conhecimento do conteúdo do texto que se segue?

Será que os actuais professores de Português andam a ensinar Português aos alunos?

Ou andarão apenas a obedecer, servilmente, a quem nada sabe da Língua Portuguesa (refiro-me à Língua Portuguesa), desprezando com isso a nobre missão de ENSINAR?

 

HERRAR.png

... porém, insistir no HERRO é insano...

 

Por Amadeu Mata

 

Fonte:

Compêndio de Gramática Portuguesa 1º e 2º anos do Liceu, Porto Editora, páginas 325 e 326, conforme a escrita correcta das palavras segundo as normas oficialmente ainda estabelecidas.

 

Três Princípios Gerais:

 

 - Não se escrevem letras geminadas ou dobradas;

 

Exceptuam-se rr ss, que, entre vogais, conservam respectivamente o som sonoro e surdo: torre, carro, massa.

 

 Obs : 

 

  1. a)- nos vocábulos em que o primeiro elemento termina por vogal e o segundo começa por rou s, dobram-se estas letras: derrogar, prorrogar, monossílabo, ressoar, ressentir.

 

  1. b)- nunca se dobra o nem o nemagrecer, imergir, enobrecer, inato

Em connosco, comummente, ruimmente, não há letra dobrada, mas uma ressonância nasal e uma consoante.

 

 - Só se escrevem as letras finais b, c, d, g, t (ainda que se não pronunciem) nos nomes próprios bíblicos consagrados pelo uso: Jacob, Job, Isaac, David, Gog, Josafat, e ainda em Cid, Madrid, Valhadolid, Calecut ou Calicut.

 

n final só se escreve quando se pronuncia e não torna nasal a vogal anterior: alúmen, glúten, líquen, mas gérmen ou germe, regímen ou regime.

 

3º - Em geral não se escrevem letras que representam consoantes que se não pronunciam.

 

Exceptuam-se o c e o p dos grupos cc, cç, ct, pc, pç, e pt nos casos seguintes:

 

  1. a) quando, precedidos de a, e ou o, exercem influência na pronúncia destas vogais, tornando-as abertas:

 

abstracto, acção, accionar, actual, acto, actor, actuar, actuação, actualização, activo, accionista, adoptar, adopção, adjectivo, arquitectura, arquitecto, arquitecta, atracção, aspecto, afecto, baptismo, colecta, colectivo, característica, correcto, correcção, corrector, defectivo, detectar, difracção,  directo, direcção, distracção, efectivo, erecto, espectador, espectáculo, espectro, exacto, excepção, excepto, expectativa, faccioso, factor, factura, fraccionário, fracção, friccionar, inactivação,  indirecto, infecção, infectado, intelecto, intelectual

insecticida, inspector, inspecção, lectivo, leccionar, nocturno, objecção, objectivo,  objecto, optimista, projecção, projecto, perspectiva, predilecção, prospectiva,reacção, respectivo, recepção, receptáculo, reflectir, retrospectiva, sector, sectário, sectorial, sectarismo, selecção, selecto, seleccionar,  tacto, tecto, tracto, tractor, tracção, trajectória, vector, vectorial ..........

 

  1. b) para harmonizar grafias com palavras afins em que a consoante se pronunciaou indica a aberturada vogal anterior:

 

Egipto e egípcio

corruptor e corrupto

carácter e caracteres

contacto e contactar

facto e factual

interrupção e interruptor

micção 

pacto e pactuar

eléctrico e electricidade

bactéria e bactericida

 

Obs:

 

O grupo sc conserva-se no interior de palavras, quando se pronuncia, mas cai o primeiro elemento, quando inicial; consciência, proscénio, mas ciência, cena cenário, ciático, cindir.

 

u de gu e qu pronuncia-se, quando está seguido de a ou o

não se pronuncia, quando se segue e ou ilíngua, quase, qualidade, quota, sangue, que, queimar, quilo, quimera; mas equestre, equidade, frequência sanguíneo.

 

Obs: 

 

Como consequência do princípio, escrevem-se nos grupos consonânticos as letras que representam consoantes que se pronunciam em Portugal e no Brasil, ou num só dos países:

 

súbdito, obter, dicção, amígdala, indemne, designar, ruptura, amnistia, afta, ficção, aritmética, indemnizar, Agnelo, interruptor

 

Grafia das Consoantes e dos grupos consonânticos

 

Casos particulares

 

  1. Letra  H   

 

O h mantém-se no princípio de palavra, quando a etimologia, uma longa tradição ou uma convenção o justifica:

 

Haver, hera, hoje, humano, húmido, harmonia, haurir, harmónico, hábil, habilitar, humor, há , hem? , hum !

 

Escreve-se úmero, ombro, ontem, Espanha, porque a etimologia o exige; erva, ervaçal, ervanário (formas populares)

 

        . suprime-se o h inicial:

 

  1. a) Quando a palavra iniciada por h entra, como segundo elemento, num derivado: desarmonia, anarmónico, ou inarmónico, desumano, exaurir, inábil, lobisomem, reabilitar, reaver, excepto se o segundo elemento está ligado ao primeiro por um traço de união: anti-higiénico, pré-história, sobre-humano;

 

  1. b) Nas formas do verbo haver que entram, com pronomes intercalados, na conjugação dos futuros e condicionais: amá-lo-ei, dir-se-á, falar-nos-emos, juntar-se-lhe-ão, amá-lo-ia, falar-nos- íamos, juntar-se-lhe-iam.

 

Fora disto, só se usa o h quando, posposto a c, l ou n, representa os fonemas ch, lh, nh de palavras como chave, filho, ninho.

 

Os grupos finais de origem hebraica ch, ph e th conservam-se em próprios, quando soam ch = c, ph = f, th = t: Baruch, Moloch, Ziph, Loth, mas eliminam-se, quando se não pronunciam: José Nazaré. Note-se Judite 

     

Quanto à ortografia, que precede a gramática.

 

A separação de famílias lexicais ('se[c]tor'/'sectorial'; ve[c]tor/ vectorial;

 'cará[c]ter'/'característica'; 'Egi[p]to'/'egípcio') é fatal para a apreensão do significado das palavras e da sua origem etimológica, e do seu parentesco face a outras línguas europeias.

 

Fazer depender esta ortografia do conceito de "pronúncia culta" (que ninguém sabe definir) é um grosseiro atentado à seriedade intelectual. Fazer aprovar um "acordo ortográfico" à revelia da comunidade científica, e com a oposição expressa da esmagadora maioria dos seus agentes, é uma aberração.

 

Em suma o AO90 é um "aborto ortográfico".

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:42

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Sexta-feira, 11 de Setembro de 2020

Ouçam e pasmem! Querem que esta seja a linguagem do futuro!

 

Isto é do domínio da ESTUPIDEZ. Não é do domínio da Língua Portuguesa. Será um outro linguajar, que só dirá respeito a ILES.

 

Nós por cá ainda não chegámos a isto, mas caminhamos a passos largos para lá, se ninguém puser um travão a esta demência linguístico-política.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:52

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Terça-feira, 8 de Setembro de 2020

É preciso responsabilizar o Estado português pela difusão caótica da Língua a que chamam “portuguesa”

 

É desonroso para Portugal. Uma autêntica vergonha. Um verdadeiro insulto à dignidade daqueles Portugueses que nasceram Portugueses, e um desprezo total pelas indefesas crianças portuguesas, que têm de levar com a mixórdia em que se transformou a Língua Materna delas, sem poderem protestar.


Por que estou tão indignada? Eu conto-vos.

Comecem por observar esta imagem.

 

VÊM.png

 

O que VÊEM na imagem é um táblete, pertencente à minha neta. Ela andava a fazer uma pesquisa e deparou-se com um vídeo (aquele para você diz da sua proveniência) sobre como as crianças vêm determinados objectos. Ela achou o conteúdo interessante e veio mostrar-me.

 

Foi então que me deparei com a imagem que me apressei a fotografar. E perguntei-lhe se ela via ali alguma coisa mal escrita. Não via. Pedi-lhe para ler alto: «Como as crianças vêm (uma cama)» pronunciando “vêem”.

 

Então, aproveitei e escrevi numa folha de papel a frase como as crianças vêm para a escola, a pé ou de autocarro? E ela leu alto a frase e leu o vêm correctamente.  E foi então que se fez o clique, e ela automaticamente disse que o vêm no táblete estava errado. Pois estava.

 

Uma criança que não esteja atenta (e não é obrigatório estar, porque, em princípio, TUDO o que é escrito para elas lerem DEVE estar correCtamente escrito) de tanto VER as palavras escritas incorreCtamente, nem se dão conta de que estão incorreCtas, e começam a escrevê-las incorreCtamente também.

 

O que se passa ao nível da escrita (e já agora da oralidade também, pois como se pronuncia mal tantas palavras, por aí, senhores ministros e senhores doutores incluídos!) é de bradar aos céus! E assim como uma mentira repetida muitas vezes, transforma-se em Lei, uma palavra mal escrita (ou mal pronunciada) repetida constantemente torna-se regra.

 

E é um português” super super super maltratado que corre pela Internet, pelo YouTube, por todas as redes sociais, em todas as pesquisas que as crianças fazem no que elas pensam ser “português”, pelas legendas dos filmes, pela legendas de todos os canais televisivos, nos manuais escolares, nos jornais, nas revistas, nos livros infantis…  

 

E se o Estado português fosse um Estado brioso, digno de ser chamado ESTADO PORTUGUÊS, e cobrasse uma multa de 500 Euros, no mínimo, por cada erro ortográfico (aqui incluídos os da grafia portuguesa, os da grafia brasileira e os da grafia acordizada, a tal mixórdia ortográfica) e por cada frase mal-amanhada, os Portugueses não precisariam de pagar impostos, porque as multas dariam para saldar todas as despesas e dívidas do País, e ainda poderia fazer-se um PPPF (Plano Poupança Para o Futuro).

 

Tal a miséria ortográfica que corre por aí!

E, parafraseando o Dr. António Bagão Félix, não haverá, no plano político e institucional, uma alminha que erga a voz para, ao menos, contestar esta pouca-vergonha?

 

Não, não há. Quando o representante máximo do Estado Português, Marcelo Rebelo de Sousa, escreve uma carta aberta usando a grafia brasileira (*), ainda que não tenhamos de dar como perdida esta luta contra este ultraje à Língua Portuguesa, porque Marcelo não será eterno no Poder, temos de reconhecer que enquanto os vendilhões da Pátria estiverem ao serviço dos que a querem ver extinta, a Língua Portuguesa continuará a ser espezinhada, maltratada, humilhada, e as nossas crianças a serem vilmente enganadas.

 

E isto é aterrador? É. Mas temos uma oportunidade única de virar o bico a este prego nas próximas eleições presidenciais: se nós quisermos, só se sentará no trono do Palácio de Belém quem se comprometer a devolver a Portugal a sua dignidade ortográfica, para que possamos recuperar a nossa identidade portuguesa.

 

Isabel A. Ferreira

 

(*) O acordês do PR pode ser consultado neste link:

https://www.publico.pt/2020/09/08/politica/cronica/carta-aberta-vicente-jorge-silva-1930814?utm_source=notifications&utm_medium=web&utm_campaign=1930814

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:18

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Quinta-feira, 3 de Setembro de 2020

«Não haverá, no plano político e institucional, uma alminha que erga a voz para, ao menos, contestar mais uma secundarização da nossa língua (…)»

 

Uma óptima reflexão do Dr.  António Bagão Félix, publicada no seu Facebook.

 

Temo que o plano político e institucional seja esse mesmo: acabar com a Língua Portuguesa, que já anda de rastos, por toda a parte.

 

stayaway_00-1-720x405.jpg

 

Origem da imagem: Internet

 

«Será que alguém me pode explicar por que razão a aplicação de rastreamento voluntário da COVID-19 está escrita em língua inglesa (STAYAWAY COVID), assim se pondo de lado a língua portuguesa? Já não nos chega o acrónimo inglês da doença (𝐂𝐎rona 𝐕𝐈rus 𝐃isease) universalmente consagrado?

 

Claro que na língua de Shakespeare tudo parece mais modernaço, mais tecnocrata, mais jovial, mais na moda, mais estrangeirado, mais globalista, mais “comercial”, mesmo que “made in Portugal”.

 

Se o objectivo é ter uma taxa de adesão que permita que a aplicação seja mais eficaz, qual o interesse em designá-la em inglês? Ainda que, visto da cidade, possa parecer um detalhe, é também uma forma discriminatória de ignorar os portugueses que não sabem sequer rudimentos de inglês, os mais velhos, os mais info-excluídos, os mais pobres, os mais sós, os mais esquecidos.

 

Recordo o que disse o PM, em 20 de Maio: “𝑎 𝐿𝑖́𝑛𝑔𝑢𝑎 𝑃𝑜𝑟𝑡𝑢𝑔𝑢𝑒𝑠𝑎 𝑒́ 𝑜 𝑛𝑜𝑠𝑠𝑜 𝑚𝑢𝑛𝑑𝑜, 𝑎𝑏𝑒𝑟𝑡𝑜 𝑒 𝑝𝑙𝑢𝑟𝑎𝑙. [...]𝐴𝑠𝑠𝑢𝑚𝑒-𝑠𝑒 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑢𝑚 𝑓𝑎𝑐𝑡𝑜𝑟 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑒𝑡𝑖𝑡𝑖𝑣𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒, 𝑞𝑢𝑒𝑟 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑙𝑖́𝑛𝑔𝑢𝑎 𝑑𝑒 𝑐𝑢𝑙𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑒 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑛𝑒𝑐𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜, 𝑞𝑢𝑒𝑟 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑙𝑖́𝑛𝑔𝑢𝑎 𝑑𝑒 𝑝𝑜𝑙𝑖́𝑡𝑖𝑐𝑎 𝑒 𝑑𝑒 𝑛𝑒𝑔𝑜́𝑐𝑖𝑜𝑠, 𝑞𝑢𝑒𝑟 𝑎𝑖𝑛𝑑𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑖𝑚𝑝𝑜𝑟𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑣𝑒𝑖́𝑐𝑢𝑙𝑜 𝑛𝑎 𝐼𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑒𝑡 𝑒 𝑛𝑎𝑠 𝑟𝑒𝑑𝑒𝑠 𝑠𝑜𝑐𝑖𝑎𝑖𝑠.”

 

Não haverá, no plano político e institucional, uma alminha que erga a voz para, ao menos, contestar mais uma secundarização da nossa língua, cada vez mais sujeita a sevícias de toda a espécie e a uma crescente indiferença educativa, pese embora a panóplia de discursos para “inglês ver”?

 

Bem sei que isto não terá grande importância. Mas significado não deixa de ter.»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:30

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar

Crime de lesa-cultura ou nem por isso?

 

Se os livros que se vêem no contentor de lixo estiverem escritos em acordês/mixordês (como os há por aí, infelizmente, e  a este tema regressarei, para dar conta disso mesmo) o lugar certo deles é, realmente, no lixo, para que não fique rasto de um tempo, em que a Língua Portuguesa foi deliberadamente destruída por uma mixórdia ortográfica (grafia portuguesa + mais grafia brasileira + grafia acordizada) que desonra Portugal e os Portugueses.

 

Fora deste grupo de livros, que merece o lixo, estão obviamente os livros escritos na original grafia brasileira, pelos bons autores brasileiros.

 

Contudo, se não for este o caso, então estamos diante de um crime de lesa-cultura.

 

Há sempre um alfarrabista, onde entregar livros que não são amados pelos seus detentores.

 

Livros no lixo.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=4319266484782444&set=gm.664865264381755&type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:44

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Segunda-feira, 31 de Agosto de 2020

Este é o tal “português dos milhões” que anda divulgado na Internet, e no qual os Portugueses não se revêem

 

Andava eu no YouTube à procura de música relaxante e deparei-me com isto:

 

CAPT.PNG

 

Link para a imagem: https://www.youtube.com/watch?v=Z8uvPLsah0s  

 

Não, não “aleviei o meu estresse”. Muito pelo contrário. Até porque textos como este são aos milhares na Internet.

 

Chamem-lhe outra coisa, mas não lhe chamem Português. Por favor!

 

Esta situação, verdadeiramente caótica, está a obrigar milhares de Portugueses a fazer o que o João Pinto fez: mudar a língua do seu Android para Inglês.

 

Em jeito de desabafo, o João Pinto, desalentado com os tratos de polé que por aí dão à NOSSA Língua, chamando-lhe “português”, escreveu, em jeito de desabafo, o texto que aqui reproduzo e subscrevo.

 

Eu também prefiro pesquisar em Inglês ou Castelhano, quando vou à Internet. Porque apesar de ter aprendido a escrever e a ler no Brasil, a Língua degradou-se tanto, mas tanto, que já não a reconheço. Basta ler o texto do YouTube, que, na verdade, em vez de aleviar o meu estresse, atiçou-me os nervos, de tanto ver a nossa língua chicoteada!

 

Daí que seja urgente que alguém de direito faça alguma coisa para libertar a Língua Portuguesa.

 

E como diz o João Pinto, isto não é para ser lido como um ataque à VARIANTE brasileira do Português, que, para o Brasil, é absolutamente legítima. Só não lhe chamem “Português”, nem do Brasil, nem de outra parte qualquer. Por favor. 

 

Ah! A propósito, isto não é racismo, nem xenofobia. Isto é simplesmente a constatação de algo que todos sentem, mas não consentem, por mera cobardia.

 

Isabel A. Ferreira

 

***

Por João Pinto

 

«Boa noite a todos,

 

Naturalmente como todos aqui sou contra o AO, não sigo o mesmo quando escrevo e, a não ser que seja forçado a fazê-lo, nunca o farei. Não porque foi “o que me ensinaram” (ainda creio ter em mim capacidade de aprendizagem), mas porque o acho desadequado na tradução fonética do Português de Portugal (PT-PT) e porque o afasta da origem comum das restantes línguas europeias.

 

O meu cérebro já aprendeu a ignorar o AO na maior parte dos casos com uma ENORME excepção: A Internet e tecnologia em geral.

 

Porque por mais que digam que o AO é uma aproximação, para a maior parte dos serviços online o que houve na realidade foi uma unificação da língua. Onde antes havia PT-PT e Português do Brasil (PT-BR), passou apenas a haver “Português”, que na prática representa o PT-BR.

 

Quebrou o que para mim é uma rotina antiga de pesquisar em Português e depois em Inglês, porque a esmagadora maioria dos resultados obtidos quando se pesquisa em Português são em PT-BR. Como não gosto de ler PT-BR, porque tem uma construção frásica diferente da que estou habituado e porque honestamente tem palavras que há vezes que não faço ideia o que significam, simplesmente pesquiso em Inglês. Hoje, cansado de “planilhas” e “camundongos” e “dublês” tive também de mudar a língua do meu Android para Inglês.

 

É com tristeza que tomo essas opções, mas sinceramente prefiro o Inglês ao PT-BR.

 

Esta para mim é a mentira profunda do AO. Não se apresenta como uma unificação da língua sendo, mas ao mesmo tempo mais que uma unificação é uma tentativa de substituição da língua Portuguesa (no geral em toda a sua diversidade) pelo PT-BR.

 

Nota importante: «Nunca para ser lido como um ataque ao PT-BR, que é uma variante do Português perfeitamente legítima

 

Fonte: https://www.facebook.com/groups/emaccao/permalink/3459113074134041/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:52

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar

.mais sobre mim

.pesquisar neste blog

 

.Setembro 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
14
15
18
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.posts recentes

. O AO90 é a cartilha dos ...

. «Enquanto presidente da A...

. Marcelo Rebelo de Sousa, ...

. A mais válida queixa, sob...

. O "aborto ortográfico" qu...

. Ouçam e pasmem! Querem qu...

. É preciso responsabilizar...

. «Não haverá, no plano pol...

. Crime de lesa-cultura ou ...

. Este é o tal “português d...

.arquivos

. Setembro 2020

. Agosto 2020

. Julho 2020

. Junho 2020

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

.Acordo Ortográfico

A autora deste Blogue não adopta o “Acordo Ortográfico de 1990”, por recusar ser cúmplice de uma fraude comprovada.

. «Português de Facto» - Facebook

Uma página onde podem encontrar sugestões de livros em Português correCto, permanentemente aCtualizada. a href="https://www.facebook.com/portuguesdefacto/" target="_blank">https://www.facebook.com/portuguesdefacto/

.Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt

. AO/90 é uma fraude, ilegal e inconstitucional

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram oficialmente a não vigência do acordo numa reunião oficial e os representantes oficiais do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
blogs SAPO