Domingo, 27 de Fevereiro de 2022

«Da (in)validade do AO'90 no Ordenamento Jurídico Português»

 

Enviaram-me, por mensagem, este precioso e minucioso trabalho da autoria do Professor Doutor Alexandre M. Pereira Figueiredo 1, que, preto no branco, e com suporte jurídico, chega à seguinte conclusão:


«Em face do anteriormente exposto, na nossa perspectiva, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa não vigora na ordem jurídica portuguesa ou sequer na internacional, sendo inválida e mesmo inconstitucional qualquer exigência que determine a observância da referida norma ortográfica

 

Trata-se de um trabalho que não deixa qualquer dúvida quanto à invalidade do AO90.

 

Devido à extensão do texto, deixarei aqui o Resumo da sua fundamentação jurídica e as Conclusões.

 

Os leitores interessados em conhecer os pormenores dessa fundamentação jurídica poderão consultar o PDF, neste link:

https://artciencia.com/article/view/25480/18686


A imagem que ilustra este texto, retirei-a há pouco, do site oficial da Presidência da República Portuguesa, que, ilegalmente, aplica o AO90, e envergonha Portugal com um presidente que REPUBLICA.

 

Andamos há muito a denunciar a violação da Constituição da República Portuguesa, pelo órgão máximo do Estado Português, e que até jurou defendê-la, e pensamos que depois de publicado este rigoroso trabalho baseado nas leis portuguesas, é chegada a hora de exigir que Marcelo Rebelo de Sousa preste contas ao País e aos Portugueses.

 

Os menos informados andam a ser enganados; outros, por mero servilismo e seguidismo, são cúmplices desta ilegalidade; outros ainda, por comodismo, ou por interesses que só ao diabo lembra, aceitam a ilegalidade com uma ingenuidade que apenas os ignorantes optativos poderiam aceitar.


Isabel A. Ferreira

Presidente da REPUBLICA.PNG

 

(A grafia que aqui se apresenta é a brasileira, à excePção de “excecional” (lê-se "ixc'cional") que faz parte do acordês à portuguesa.)

 

«Resumo: A presente reflexão tem por objectivo a clarificação da norma ortográfica legalmente vigente na ordem jurídica portuguesa.  Tal exercício decorre da grave incerteza presentemente existente na sociedade nacional em torno da norma ortográfica efectivamente vigorante devido à adopção, por parte do Governo e, concomitantemente, da generalidade dos organismos inseridos na Administração Pública das regras ortográficas emanadas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 1990.»

 

1 Professor no Ensino Superior.  Pós-Graduado, Mestre e Doutor em Ciências da Comunicação.  Licenciado em Comunicação Social e em Tecnologias da Informação e Comunicação. Licenciando em Direito.

 

VII – Conclusões

 

1 -  O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AO’90) não foi ratificado por todos os signatários, não podendo por isso vigorar;

 

2 - O art.º 3.º do Segundo Protocolo Modificativo referente ao AO’90, não respeita o preceituado na Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados (mormente no que concerne ao art.º 9.º e art. 41.º) não vinculando, portanto, qualquer dos Estados signatários;

 

3 - A transposição para a ordem jurídica interna da norma ortográfica do AO’90 colide com a CRP, contrariando o preceituado no texto constitucional, designadamente violando: o n.º 3 do art.º 11 da CRP, o n.º 2 do art.º 43.º da CRP e ainda o n.º 1 do art.º 112.º da CRP;

 

4 - Os diplomas (meras resoluções da Assembleia da República e do Governo) por meio dos quais foi introduzido o AO’90 na ordem jurídica portuguesa, constituem instrumentos de valor jurídico inferior aqueles outros que visam revogar, contrariando não apenas a CRP quanto o modelo hierárquico kelseniano;

 

5 - Qualquer revisão à norma linguística impõe, nos termos prescritos pela CRP, uma revisão constitucional extraordinária;

 

6 - Do ponto de vista substancial, a recusa dos Estados de Angola e Moçambique na ratificação do AO’90 contraria o escopo e núcleo redutor do próprio tratado, verificando-se uma inutilidade superveniente enquanto se mantiver a aludida recusa;

 

Em face do anteriormente exposto, na nossa perspectiva, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa não vigora na ordem jurídica portuguesa ou sequer na internacional, sendo inválida e mesmo inconstitucional qualquer exigência que determine a observância da referida norma ortográfica.»

 

Fonte:

Figueiredo, A. M. P. (2021). Da (in)validade do AO’90 no Ordenamento Jurídico Português. artciencia. Com, Revista De Arte, Ciência E Comunicação, (24-25).


https://doi.org/10.25770/artc.25480

https://artciencia.com/article/view/25480/18686

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:33

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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2022

«Em Defesa da Ortografia (XLIV)», por João Esperança Barroca

 

«O Português é a expressão da nossa identidade coletiva [sic] e da presença de Portugal à escala global, sendo que as diferenças no uso da língua portuguesa não a empobrecem, mas antes revelam as diferentes dinâmicas culturais de cada país na sua apropriação. A tentativa da uniformização ortográfica não constitui qualquer vantagem face ao mundo globalizado, pelo que o PSD defende a avaliação do real impacto do novo Acordo Ortográfico.»

Programa Eleitoral do PSD 2022, página 112

«O Acordo Ortográfico, que estraga a língua portuguesa, é de esquerda ou direita?»

José Pacheco Pereira, professor, cronista e político

João Barroca.png

 

Por João Esperança Barroca

 

Em Defesa da Ortografia (XLIV)

 

O primeiro texto em epígrafe aguça a curiosidade em relação à opção ortográfica deste documento do partido em que militam ou militaram, entre outros, Santana Lopes, Vasco Graça Moura, Cavaco Silva e Ricardo Baptista Leite, a quem o Expresso roubou há dias uma consoante. Para satisfazer essa curiosidade, pesquisámos com algum cuidado as mais de 150 páginas do referido documento.

 

A conclusão a que chegámos é a de que a opção ortográfica inicial foi a de seguir o AO90. Mas, como em muitos casos aqui exemplificados, em escritos anteriores, as perguntas que nos ocorrem são: Aplica o AO90? Em que proporção?

 

Ora, vejamos, num escrito com 100% oxigénio ortográfico e livre de emissões de AO90: Na página 142, pode ler-se: “A nossa concessão do Estado é diferente da esquerda.” O que o redactor queria dizer era certamente a nossa concepção do Estado… Trata-se de uma gralha, dirão os defensores da cacografia, enquanto vão assobiando para o lado. Erros destes existiam antes da adopção da mixórdia ortográfica? Todos sabemos que não.

 

João Barroca (2).png

 

Exemplifiquemos agora, recorrendo ao imenso manancial do documento:

 

- ação, ações, acionista, inação, interação surgem 78 vezes , mas activa(s) aparece em 4 ocasiões;

 

- afeta, afetação, afetadas, afetado(s), afetando, afetar, afetará e afetos são usadas em 15 ocasiões, mas afectados surge na página 138;

 

- agroalimentar, agroambiental, agroflorestal(ais), agroindústria, agroindustrial(ais) apresentam 18 ocorrências, contudo agro-indústrias tem uma, na página 46;

 

- ativação, ativamente, ativar, atividade(s), ativo(s)ativa(s), Reativar, hiperatividade registam 113 ocorrências, mas  activa(s)  surge 4 vezes e criptoactivos aparece na página 164;  

 

- atração, atratividade, e atrativo registam 17 ocorrências, a par de atractividade com uma;

 

- atual, atuais, atualmente, atualidade, atualização, atualizado,  atualizámos, atualizando, atualizar apresentam 74 ocorrências, mas actualizando aparece na página 109;

      

- carácter, com 5 ocorrências rivaliza com caráter que tem 4; 

 

- co-financiamento, com 3 aparições compete com cogestão e corresponsabilizem com uma cada;

 

- conta-corrente surge nas páginas 3 e 52 (duas vezes), mas conta corrente aparece na página 3;

 

- contra-ordenações na página 143 chama-nos a atenção para  contraordenações na página 39;

 

- Nos meses, numa espécie de dança entre maiúsculas e minúsculas, encontramos dezembro nas páginas 3, 98 e 158, Janeiro (página 7), janeiro (página 15), Julho (página 103), julho (páginas 3 e 158), junho (página 155), outubro (páginas 48 e 155), novembro (página 38) e setembro (página 12);

 

- dia-a-dia na página 147 lembra  dia a dia na página 26;

 

- efetivo(a),  efetivos(as), efetivamente, efetivar,  efetividade,  efetuada(s), efetuado, efetuam, efetuar surgem 43 vezes, mas  efectivadas aparece na página 74;

 

- elétrica(s), eletricidade, eletrificação, eletrónicos, microeletrónicos, eletroprodutores ocorrem 15 vezes, mas electroprodutoras está na página 77;

   

- espectro na página 18 chama a atenção para espetro na página 40;

 

- higiosanitário na  página 98 colide com  higiossanitárias, página 99;

    

- infra-estruturas nas páginas 24 e 51 contradiz as 53 ocorrências de  infraestrutura(s);

 

- mão-de-obra e matérias-primas (4 vezes) colidem com mão de obra e matérias primas, também com 4 ocorrências,  

 

- perceção(ões), percecionadas, percecionava, percetível e percetíveis são usadas nove vezes, mas percepcionados aparece na página 71;  

 

- perspectiva, página 34, colide com perspetiva(s) / perspetivada, que registam 12 ocorrências;

 

- pólos, página 56, é incompatível com  polos, na página 66;

 

- proteção / desproteção , ocorrem 55 vezes, mas protecção surge na página 110;

 

- sector(es), sectorial e sectoriais ocorrem em 40 ocasiões, colidindo com setor(es), setorial e setoriais, com 82 ocorrências.

 

Além destes exemplos de oscilografia, há a registar a veia criativa dos autores do documento com: ecoserviços, fenômeno, gênero, prefêrencia e trinômio, respectivamente nas páginas 98, 135, 139 114 e 60 e seção (nas páginas 25, 51, 62).

 

Apesar da oscilografia anteriormente posta a descoberto, convém, também assinalar a preferência por termos da ortografia acordista como: adoção, adota, adotado(a), adotados(as), adotando, adotar aeroespacial, anteveem, arquitetónicos, aspeto(s),  assunção, ator(es),  atos,  atua, atuação, atuando, atuantes, atuar, atuassem, autoabastecimento, autoemprego, autoestimaautorregulação, coação (que aqui não é acto de coar), coletiva(s), coletivo(s), conceção(ões), confeção, correção, correta(s), correto(s), Direção,  direcionados,  direto (s), direta(s)diretiva(s), diretor(es),  subdiretores, indiretamente, espetáculo, exceção, excecionais, extração, fações, fator (es), fatura, inspeção, instrumento chave, jardim de infância, letivo, objetiva, objetivamente, objetivo(s), objetoótica, otimização, otimizados, otimizar, projeção(ões), projeta, projetado, projeta-‑se, projete , projeto(s)reação, Reativar, redaçãoreflete(m), reflitarespetivo(s), respetiva(s), respetivamente, seleção,  seletivo, tetostransacionáveis e vetor(es).

 

Em oposição, muito esporadicamente, os autores do documento optam por termos do Português lídimo, como: conectividade, nas páginas 129 e 144 e peremptórios, na página 35.

 

Não podemos deixar passar em claro, na página 110, a coabitação, no mesmo parágrafo, de protecção e proteção. Situação semelhante acontece na página 128, onde coabitam sectores e setor.

 

Além do acima exposto, merecem referência as faltas do ponto na utilização dos ordinais (páginas 4, 108 e 120) e a ausência de acento, na página 105, em papeis (plural de papel e não forma do verbo papar).

 

(Imagens retiradas de páginas de Facebook de oposição ao AO90)

 

João Esperança Barroca

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:47

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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2022

«Circo Cacográfico – Acto #1»

 

Rejeita o ridículo [AO90].

SEGUE a iniciativa Acordo Zero em: 

https://www.facebook.com/ACORDOZERO

 

Circo cacográfico  - Acto #1.jpg

 
O QUE É A INICIATIVA ACORDO ZERO?
 
É uma distinção de mérito independente, livre de facções políticas ou comerciais, atribuída a entidades / empresas que, em defesa da Língua Portuguesa, rejeitem incondicionalmente a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 (AO90) a ela tão prejudicial.

 
O QUE DEFENDE A INICIATIVA ACORDO ZERO?
 
* a preservação da diversidade da Língua Portuguesa em cada um dos países que a fala e escreve;
* o respeito pela etimologia e coerência morfológica das palavras;
* a evolução natural da escrita e da fala, sem tendenciosas imposições;
* uma ortografia e fonética livres de palavras sem qualquer identidade (inventadas) e de erráticas pronunciações;
* a abolição do Acordo Ortográfico de 1990!
 
 
O QUE REPRESENTA SER DISTINGUIDO COM O SELO DE MÉRITO ACORDO ZERO?
 
* HONRA e PRESTÍGIO pela coragem de defender a Língua Portuguesa através da firme rejeição do Acordo Ortográfico de 1990;
* RESPEITO e ORGULHO por um património de inestimável valor que não deve ceder a vontades ou imposições políticas, comerciais ou de quaisquer outras origens a ela prejudicial;
* CONSCIÊNCIA pelo reconhecimento do valor da diversidade e natural evolução da Língua;
* RESPONSABILIDADE pelo futuro da Língua e o seu impacto nas actuais/futuras gerações.
 
 
ACORDO ZERO, UMA INICIATIVA...
 
Do grupo "Novo Movimento Contra o AO90", no Facebook, uma nova frente de combate ao Acordo Ortográfico de 1990 com o objectivo de pôr fim ao desastre ortográfico artificialmente imposto à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em prol da falaciosa "união da Língua".
 
 
APOIANTES OFICIAIS
 
Além de a grande maioria dos portugueses que se sabe estar manifestamente contra o Acordo Ortográfico de 1990, a iniciativa "Acordo Zero" conta também com o apoio crescente de conhecidíssimos nomes da nossa sociedade, cada um deles conscientemente unido por uma Língua verdadeiramente diversificada, natural, oxigenada e livre de condicionantes impostas à força.
 
 
Juntos por esta causa? Não podia haver nada que fizesse mais sentido!
Para aceder à crescente lista de apoiantes oficiais, por favor consulte o PDF oficial da iniciativa em: 
 
 
 
PARCEIROS OFICIAIS
 
A iniciativa "Acordo Zero" abraça como parceiros oficiais quaisquer grupos, projectos ou entidades que, conhecendo e respeitando os objectivos desta causa, se oponham afincadamente ao Acordo Ortográfico de 1990 em nada benéfico à Língua Portuguesa. Esta é a nossa filosofia, uma exigência de elevados patamares que garanta a credibilidade e seriedade da iniciativa, dos seus parceiros e de cada um dos apoiantes que a suportam.
 
Enumerada, por ordem alfabética e em permanente crescimento, segue-se a actual lista de parceiros oficiais desta iniciativa:
 
| 1 | Fundação Eça de Queiroz - https://feq.pt/
 
 
SUBSCRITORES DE SUPORTE
 
Em sintonia com os apoiantes e parceiros oficiais desta iniciativa, todo e qualquer cidadão da CPLP* que se afirme contra o Acordo Ortográfico de 1990 e se identifique com esta causa, poderá, através do e-mail indicado, formalizar o seu interesse em constar da lista de subscritores de suporte da iniciativa "Acordo Zero".
 
 
Para aceder à crescente lista de subscritores de suporte, por favor consulte o PDF oficial da iniciativa em:
 
 
 
APOIAR A INICIATIVA ACORDO ZERO
 
Qualquer cidadão da CPLP* que se identifique com esta causa pode e deve apoiála integrando a lista de subscritores de suporte. Para formalizar o seu interesse, basta enviar um email com nome e título profissional para acordozero@gmail.com
 
Através do mesmo email, entidades e/ou projectos podem igualmente apoiar a
iniciativa Acordo Zero e integrar a lista de parceiros oficiais.
 
 
DISTINÇÕES DE MÉRITO ATRIBUÍDAS
 
O grupo fundador e propulsor desta iniciativa, em data ainda por anunciar, iniciará a identificação de todas as empresas/entidades isentas da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, sendo cada uma delas, após atribuição da distinção de mérito "Acordo Zero", listada neste tópico.
 
 
* Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. 
 
 
 
Impressum
 
JUNTA-TE A ESTA BATALHA CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990 NO GRUPO "NOVO MOVIMENTO CONTRA O AO90", em: 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:25

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Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2022

A ilegalidade do AO90: «Ainda que usado pelo Estado e outros órgãos privados, o AO90 não está - do ponto de vista jurídico - em vigor em Portugal»

 

Língua Portuguesa.jpg

Texto publicado por Para Português Ler

Aqui:

https://www.facebook.com/ParaPortuguesLer/photos/a.661589607209479/4824267814274950/

 

Língua Portuguesa (1).PNG

 

15 de Fevereiro de 1911 – O Governo português cria a Comissão para o Estudo da Reforma Ortográfica de 1911.  

 
Até ao início do século XX, tanto em Portugal como no Brasil, seguia-se uma ortografia que, por regra, se baseava nos étimos latino ou grego para escrever cada palavra — phosphoro (fósforo), lyrio (lírio), orthographia (ortografia), phleugma (fleuma), exhausto (exausto), estylo (estilo), prompto (pronto), diphthongo (ditongo), psalmo (salmo), etc..


Ao longo dos tempos, diversos estudiosos da língua apresentaram sucessivas propostas de simplificação da escrita, sem grande êxito.


Imediatamente depois da Implantação da República em Portugal, o novo governo, empenhado no alargamento da escolaridade e no combate ao analfabetismo, nomeou uma comissão — constituída por Gonçalves Viana, Carolina Michaëlis, Cândido de Figueiredo, Adolfo Coelho, Leite de Vasconcelos, Gonçalves Guimarães, Ribeiro de Vasconcelos, Júlio Gonçalves Moreira, José Joaquim Nunes, Borges Grainha e Augusto Epifânio da Silva Dias — para estabelecer uma ortografia simplificada a usar nas publicações oficiais e no ensino. As bases da Reforma Ortográfica, muito inspiradas nas propostas de 1885, foram oficializadas por portaria de 1 de Setembro de 1911, permitindo-se um período de transição de três anos.


Apesar de já existir há longo tempo no Brasil uma forte corrente foneticista, que se batia pela simplificação ortográfica, o não envolvimento brasileiro na reforma portuguesa teve o efeito contrário, ficando os dois países com ortografias completamente diferentes: Portugal com uma ortografia reformada, o Brasil com a velha ortografia de base etimológica.



Em 1924 a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras começaram a procurar uma ortografia comum, firmando-se um acordo preliminar em 1931 que praticamente adoptava a ortografia portuguesa de 1911, iniciando-se um longo processo de convergência das ortografias dos dois países que dura até hoje.


O Acordo Ortográfico de 1945 é uma convenção ortográfica assinada em Lisboa em 6 de Outubro de 1945 entre a Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras. Este acordo estabelece as bases da ortografia portuguesa para todos os territórios portugueses (que à data do acordo e até 1975 eram Portugal e as colónias portuguesas - na Ásia e África) e o Brasil, que seguia o Formulário Ortográfico de 1943.


Na tentativa de pôr cobro às profundas diferenças ortográficas entre Portugal e o Brasil, como resultado da adopção em Portugal da Reforma Ortográfica de 1911, tiveram lugar diversos encontros entre as Academias dos dois países, dos quais resultou um acordo preliminar assinado em 1931. No entanto, como os vocabulários que se publicaram, em 1940 (pela Academia das Ciências de Lisboa) e em 1943 (pela Academia Brasileira de Letras), continham ainda algumas divergências, houve necessidade de novas reuniões, em Lisboa, que deram origem ao Acordo Ortográfico de 1945.


O Acordo Ortográfico de 1990 — que propõe uma significativa redução das diferenças de grafia entre o português europeu e o português brasileiro —, tem como objectivo substituir inteiramente o Acordo Ortográfico de 1945. Do ponto de vista legal, em Portugal o Acordo Ortográfico de 1990, apesar de a portaria de 13 de Maio de 2009, onde se estabelece um período de transição de seis anos, durante o qual ambas as ortografias seriam válidas, não entrou em vigor. De acordo com a Constituição da República Portuguesa - artigo 112.º n.1 - só são actos legislativos Leis, Decretos-Lei e Decretos Legislativos Regionais. Ora ainda não foi produzida nenhuma Lei ou Decreto-Lei que vise implementar o AO90. Assim sendo, as Portarias e Resoluções dos Ministérios não têm força jurídica para revogar a ortografia vigente em Portugal que é a que consta do Acordo Ortográfico de 1945, uma vez que este produz efeitos com base num Decreto-Lei. Ainda que usado pelo Estado e outros órgãos privados, o AO90 não está - do ponto de vista jurídico - em vigor em Portugal.

 

AO90 Ilegal (1).PNG

Ao90 ilegal.PNG

DESENRAIZAMENTO DO AO90.PNG

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:01

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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2022

Más notícias para o ensino da Língua Portuguesa: o governo português impinge aos imigrantes o MIXORDÊS que anda por aí disseminado como “português”

 

Ontem, João Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Educação do XXII Governo da República Portuguesa, publicou, na sua página do Facebook no ilegal acordês, o Despacho nº 2044/2022 que estabelece normas destinadas a garantir o apoio aos alunos cuja língua materna não é o Português, que pode ser consultado neste link:

https://dre.pt/dre/detalhe/despacho/2044-2022-179188085 


O despacho até pode ter boas intenções, porém, quando se trata de ensinar aos imigrantes o que os governantes chamam  Português Língua Não Materna, não estão propriamente a falar da Língua Portuguesa, mas sim da Variante brasileira da Língua Portuguesa,  modificada aqui e ali pelas apalermadas acentuação e hifenização, apenas para disfarçar, e para disfarçar ainda mais, os acordistas portugueses ainda nos atiram com abortos ortográficos como “aspeto”, exceto”, exceção” entre outros que tais abortos… De resto, toda a grafia do AO90, no que à supressão das consoantes não-pronunciadas diz respeito, é a grafia da VARIANTE brasileira do Português. Não é a Língua Portuguesa dos Portugueses.

 

E isto não se faz. Isto é enganar os estrangeiros. Eles não merecem. Aliás, ninguém merece este abuso. Este insulto. Esta deslealdade.

 

Já não basta enganar as crianças portuguesas (ainda sem voz, para protestar), e os servilistas e seguidistas portugueses que aceitam tudo acriticamente?


Tenham, ao menos, a HOMBRIDADE de informar os imigrantes que o que vão aprender é a VARIANTE brasileira do Português. A Língua à qual chamam “portuguesa”, que anda por aí a ser (des)ensinada, não é a Língua Portuguesa. Não é.

 

E para cúmulo, hoje, no Jornal da SIC, quem estava de serviço à legendagem, ou era um brasileiro mal informado da pronúncia portuguesa da palavra contaCto, ou era um português rendido à Variante brasileira da Língua Portuguesa, com a pronúncia contato.



E não me venham dizer que o “brasileiro” não está a implantar-se sub-repticiamente, em Portugal, com a conivência dos media e dos políticos que mantém em cativeiro a Língua Portuguesa!



Isabel A. Ferreira


CONTATO.pngCONTATO (1).png

Pelo menos, o Bento Rodrigues procunciou, à portuguesa, a palavra contaCto.

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:36

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Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2022

Entre outras coisas, o que esperar da maioria PS? «A revogação imediata do AO90, essa barbaridade que o anterior MNE, autoritariamente, decidiu manter em vigor, sem dar satisfações aos ministros da Educação e da Cultura (…)»

 

Num texto sob o título «De Costa a Costa - da “geringonça” à maioria», publicado no Jornal PÚBLICO, o cineasta António-Pedro Vasconcelos disse ao que veio: «O que não fez ou fez mal o anterior Governo de António Costa — e que se espera que corrija nesta nova legislatura.»


(O texto poderá ser consultado através do link que deixarei no fim desta minha exposição).

 

Uma análise com a qual concordei, na sua generalidade, contudo ater-me-ei apenas ao que António-Pedro referiu acerca do Acordo Ortográfico de 1990, ainda que de passagem - poderia ter aprofundado mais a questão, pois trata-se de algo visceralmente lesivo da Cultura e Identidade Portuguesas.



Depois de questionar «e o que não fez ou fez mal o anterior Governo de António Costa — e que se espera que corrija nesta nova legislatura?» António-Pedro enumerou três pontos: a imperativa reforma da Justiça; que o Ministério do Ambiente não esteja refém de lobbies; e «last but not the least, a definição do que deve ser o papel do Estado na Cultura, nas áreas do Património e das Artes Vivas (coisa que até hoje nenhum Governo fez), tarefa que deve ser assumida pelo primeiro-ministro e subscrita e apoiada por vários ministérios, e cujo orçamento passe a ser visto, não como uma esmola aos artistas, mas como um investimento e um direito, não apenas dos criadores, mas dos cidadãos **.»


Aos dois asteriscos finais corresponde o seguinte:


«** Incluindo a revogação imediata do Acordo Ortográfico, essa barbaridade que o anterior MNE, autoritariamente, decidiu manter em vigor, sem dar satisfações aos ministros da Educação e da Cultura (os que mais deviam ser ouvidos), um ato (sem c) que nos isolou ainda mais dos PALOP, ao aprovar uma ortografia absurda e que só nós adotámos (sem p), no conjunto dos países lusófonos.»

 

São os comentários à questão ortográfica, que o texto de António-Pedro levantou, que mais me interessa salientar, deixando-os aqui para reflexão:

COSTA - 1.PNG

COSTA - 2.PNG

COSTA  -   3.PNG

COSTA  -   4.PNG

 

Sim, é falso que no Brasil o AO90 tenha sido implementado. A grafia que corresponde ao AO90 e que foi imposta aos Portugueses DITATORIALMENTE, é a grafia que os Brasileiros sempre usaram (à excePção de umas poucas palavras e suas derivantes, e a acentuação e hifenização é outra coisa), e que os menos informados acham que é a grafia do AO90. Não é. É a grafia que corresponde à Base IV do Formulário Ortográfico Brasileiro de 1943, portanto, uma grafia muito anterior ao engendramento do AO90 por Antônio Houaiss, Evanildo Bechara e Malaca Casteleiro, (que lhe acrescentaram a hifenização e acentuação mais parva que já vi),  e à Reforma Ortográfica Luso-Brasileira de 1945,  a qual os Brasileiros rejeitaram depois de a ter assinado.

 
Isabel A. Ferreira

O texto de António-Pedro Vasconcelos, cuja leitura recomendo, pode ser consultado neste link:

https://www.publico.pt/2022/02/14/opiniao/opiniao/costa-costa-geringonca-maioria-1995243?fbclid=IwAR02HAgZsTTW11pUING3ud0QwxQ7YbXHD6ozhcSRuonh1hc7Yd0c9sVw5t4

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:37

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Domingo, 13 de Fevereiro de 2022

O “Pingo Doce” optou pelo “mixordês” para responder aos protestos dos seus clientes, quando decidiu adoPtar o ilegal AO90 desde 01 de Fevereiro passado

 

 

E pensar que o Pingo Doce já escreveu tão bem, e como tão mal regrediu para uma linguagem altamente deturpada e ilegal!!!!! Qual a necessidade disto?

 

Resposta do Pingo Doce.png


Isto foi pior a emenda do que o soneto. Isto é não ter a mínima noção do que a Língua representa para um País.

Agora, que adoPtou o ilegal AO90, sem a mínima necessidade disso, sem qualquer obrigatoriedade, pois não existe lei alguma que a tal obrigue, o Pingo Doce, ao  aplicar o AO90, escolheu a sua forma mais amixordizada, ou seja, aquela que mistura alhos com bugalhos, ou mais claramente, que mistura o acordês ilegal com o Português legal (conforme se vê na imagem, com erros de concordância à mistura) algo que contribui para a destruição do nosso Património Linguístico e para o analfabetismo funcional, compactuando, deste modo, com a ilegalidade e com a violação da lei vigente, que têm nos governantes e nos políticos, com assento no Parlamento, os MAIORES MENTORES, por mais incrível que isto pareça.

 

Porém, da Provedoria do Cliente do Grupo Jerónimo Martins, ao qual pertence o Pingo Doce, para a qual também voaram protestos, a resposta veio em Português correCto, de acordo com a lei Vigente.

 

Provedoria do Cliente.PNG

 

Pois só temos a lamentar que uma empresa de tão alto gabarito, como o é a Jerónimo Martins, não quisesse manter-se distanciada das empresas servilistas e seguidistas, incluindo as ESCOLAS, que estão a cometer uma ILEGALIDADE, e a enganar os alunos, contribuindo para a preservação do nosso Património Linguístico e para a Cultura Portuguesa.



No que me toca a mim, que era cliente exclusivamente do Pingo Doce, precisamente por este não ter cedido ao aceno servilista, recusando-se a aderir a uma grafia que não nos pertence, agora, igualando-se aos demais, deixou de me encantar e, por isso, perderá a cliente. Sou apenas um grão de areia? Não. Em Portugal, felizmente, existem muuuuuuitos mais grãos de areia que formarão uma gigantesca DUNA sob a qual será enterrado o AO90.



A trapaça do AO90 é tanta, que quando as coisas começarem a desvendar-se publicamente, porque, inevitavelmente,  mais dia, menos dia, isso acontecerá, TODOS os governantes e deputados da Nação e partidos políticos e políticos e presidente da República e todos os seus seguidistas e também todos os servilistas ficarão muuuuuuuito, mas muuuuuuuito mal na fotografia que ilustrará esta fase da nossa História.



E o Pingo Doce será um deles. Lamentavelmente. A não ser que retroceda no disparate que fez, e regresse à legalidade.



Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:05

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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2022

No grupo público do FB «Teses Universitárias sem "acordo" ortográfico» a Ana Margarida quis saber se é obrigada a escrever uma tese cumprindo o AO90, e as respostas não poderiam ser mais esclarecedoras

 

Esta é uma questão que deve interessar a todos os que se vêem nesta situação: ao escrever as suas teses querem cumprir a Lei vigente, mas acenam-lhes com penalizações ou recusas de emprego se ousarem escrever correCtamente a própria Língua Materna.

 

E o MEDO prevalece sobre o DIREITO que têm de recusar a escrever “incurrêtâmente” a Língua deles.

 

E porque é preciso sair do Facebook e espalhar a mensagem, trago aqui hoje, para reflexão, esta questão:

 

TESES -1.PNG

 

As respostas não poderiam ser mais esclarecedoras. Destacarei aqui algumas que dizem tudo o que há a dizer sobre esta matéria, porque ninguém, em Portugal, é obrigado a usar o ilegal AO90.

 

TESES - 2.PNG

TESES - 3.PNG

TESES - 4.PNG

TESES - 5.PNG

TESES - 6.PNG

TESES - 7.PNG

Este é o link para consulta da fonte desta publicação e restantes comentários:

https://www.facebook.com/groups/561949567292078/posts/2135214189965600/?comment_id=2135423023278050&reply_comment_id=2135535176600168&notif_id=1644436152246072&ref=notif&notif_t=group_comment_mention

 

A finalizar direi apenas que o SS e o PM é que fazem muita questão de andar a espalhar por aí que temos um ACORDO para cumprir. E das duas uma: ou fazem-se de parvos e querem fazer-nos de parvos também, ou nada sabem de Acordos.



O que eles pretendem é que se cumpra o "acordo" entre os políticos brasileiros e portugueses (os africanos estão fora disto) e os que estão a encher os bolsos à conta de um acordo que nem sequer existe. É preciso desmontar este equívoco, estra fraude.

 

Os governantes NÃO têm o direito de ENGANAR um povo maioritariamente pouco esclarecido, incluindo os Professores, que se atiraram ao AO90 sem sequer questionarem que uma RCM não faz lei. E não existindo lei que os obrigue, eles NÃO são obrigados a ensinar "incurrêtâmente" a Língua Portuguesa aos seus alunos.



Uma vez mais apelo aos JURISTAS portugueses desacordistas para se UNIREM e prestarem um serviço público a Portugal (porque são eles que conhecem os termos jurídicos para apresentarem às autoridades judiciais), ou seja, denunciar o ABUSO DE PODER que está a destruir a Língua Portuguesa, um dos nossos símbolos IDENTITÁRIOS,  a juntar à Bandeira e ao Hino Nacionais.

 

Isabel A. Ferreira  

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:04

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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2022

«O AO90 só tem futuro no caixote do lixo porque os seus princípios fundamentais são inaceitáveis como princípios fundamentais para uma ortografia»

 

Hélio Alves é Professor na Faculdade de Letras de Lisboa. Uma voz que se junta a milhares de outras vozes, para a dizer o mesmo: o lugar do AO90 é o caixote do lixo.

 

Não sei do que os governantes e o presidente da nossa desventurada República estão à espera, para mandarem às malvas um acordo que não é acordo, um acordo ilegal, um acordo que não serve os interesses de Portugal, e é chegado o momento de dizer BASTA e EXIGIR o fim desta FARSA!  

 

Foi uma vergonha o que se passou naquela entrevista, a que Hélio Alves alude no seu texto. A pergunta foi mal redigida, talvez propositadamente, tendo os candidatos uns escassos segundos para um sim ou não de passagem (isto não é prática de BOM JORNALISMO), porque sendo o AO90 ilegal, nada há para rever, para reverter, para seguir, até porque este acordo nada tem a ver com unificação ortográfica, algo absolutamente impraticável, como já se comprovou, mas tem a ver tão-só com interesses políticos muito obscuros.

 

DESACORDISTAS, precisamos de unir-nos, para derrubarmos a DITADURA ORTOGRÁFICA, implantada em Portugal, por ditadores disfarçados de democratas, agora que a política do posso, quero e mando foi reforçada, com a maioria absoluta daqueles que se arvoram donos da Língua Portuguesa.

Vamos deixar que isto aconteça?

 

Passemos ao texto de Hélio Alves, o qual subscrevo, palavra por palavra.

 

Isabel A. Ferreira

 

HÉLIO ALVES.PNG

 Fonte:

https://www.facebook.com/helio.alves.7946/posts/4980331398653801

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:37

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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2022

«Oi Brasil! Oi irmãos! (…) não queiram que o vosso belo e caloroso idioma (…) permaneça para sempre versão aleijada de nosso idioma (…) porque ninguém gosta que lhe troquem ou roubem a identidade (…)»

 

Uma carta publicada por Manuel Lameira, num dos Grupos anti-acordo do Facebook, com a qual estou inteiramente de acordo.

 

Manuel Lameira.PNG

Manuel Lameira - 2.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:03

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