Quarta-feira, 30 de Março de 2022

«O discurso enviesado [do dono e senhor da Língua Portuguesa] A. Santos Silva [na AR] tresandou mais a ódio do que a elevação intelectual»

 

Recebi um comentário, que subscrevo inteiramente, e que aqui destaco, porque, de uma vez por todas, é preciso, resolver a questão da Língua Portuguesa, que está a escoar-se por um cano de esgoto, graças a uma personagem insólita, que devia ter sido banida da política nacional, e não foi, muito pelo contrário, foi nomeado para um cargo nacional de topo.

 

E devia ter sido banido porquê? Perguntarão os leitores. Simplesmente porque andou a servir interesses estrangeiros, em detrimento dos interesses nacionais, uma vez que sendo socialista, ser nacionalista, ou seja, adepto da independência e dos interesses nacionais é algo que está fora de hipótese.

 

Contudo, ser nacionalista, NÃO é ter ódio pelas outras Nações, como o afirmou SS no dircurso inaugural do novo cargo.  Há vários tipos de nacionalismo: de esquerda, de extrema-esquerda, de direita, de extrema-direita; nacionalismo fascista, nacionalismo nazista, nacionalismo para todos os gostos.  Mas ser nacionalista é SOBRETUDO ser adepto da independência e dos interesses nacionais, algo que SS nunca foi, não é nem nunca será, porque ser socialista, em Portugal, ao que parece, é servir todas as Nações, EXCEPTO a Nação Portuguesa.

Santos Silva.PNG

 

 

🗨 Comentário no blog O Lugar da Língua Portuguesa

 

Jorge Pacheco de Oliveira comentou o post «O Acordo Ortográfico: uma imposição abjecta, ou o capricho duma ditadura indigente e inculta», por António Mota às 10:40, 30/03/2022 :

Ontem, dia 29 de Março de 2022, realizou-se a eleição e tomada de posse do novo Presidente da Assembleia da República, o socialista Augusto Santos Silva. A dada altura do seu discurso, o novo presidente do Parlamento invocou a "incrível força" da língua portuguesa, "de tantas pátrias"… Sustive a respiração durante uns segundos à espera de ouvir uma referência ao AO90, a favor ou contra. Nada… Para as sumidades socialistas o AO90 é irreversível. Cabe-nos a nós, cidadãos conscientes, não desistir da batalha pela revogação do infame AO90. Não escrevi cidadãos patriotas pois o novo presidente do Parlamento também nos quis ensinar que "o bom requisito para se ser patriota é não ser nacionalista", o que me deixou algo confuso, na medida em que me parece que nem ele nem os seus camaradas são uma coisa ou outra. Mas enfim, toda a gente percebeu que ele estava a atacar o Chega mediante um discurso enviesado de que tresandava mais ódio do que elevação intelectual. Cumprimentos Jorge Pacheco de Oliveira

 

Senhor Jorge Pacheco Oliveira, não poderia estar mais de acordo consigo.

Subscrevo cada palavra que escreveu.

 

Fico com urticária, só de pensar que SS continuará a ser SS por mais quatro anos e meio, disseminando o autoritarismo que lhe é característico -  algo que ficou bem patente no discurso que proferiu como presidente da Assembleia da República [pobre República] no que respeita aos recadinhos para o partido Chega, como quem diz: «eu sou democrata ma non tropo», uma vez que o nacionalismo (**) não agrada aos déspotas, porque estes servem as nações estrangeiras, mas não a NAÇÃO que lhes deu os cargos.

 
O SS está-se nas tintas para a Língua Portuguesa, que NÃO soube defender, e que a manteve cativa nos calabouços do Ministério dos Negócios DOS Estrangeiros, a quem serviu servilmente. Espero que o novo ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, liberte a língua Portuguesa e reponha a LEGALIDADE, destruindo um “acordo”, que NUNCA foi acordo e que SS mantinha unilateralmente, porque achava que os acordos são para cumprir. Mas apenas ELE achava isso, porque os restantes países, ditos lusófonos, não o cumpriram, simplesmente por ser ILEGAL.

 

Não auguro nada de bom com o ABSOLUTISMO que se PLANTOU no Parlamento, ainda mais com o absolutista-mor da nossa triste república DOS bananas, num cargo de topo.

 

CÍCERO.jpg

 

O senhor Jorge Pacheco de Oliveira diz que «para as sumidades socialistas o AO90 é irreversível». Poderá ser para as eminências pardas socialistas, que se autoproclamam donos da Língua Portuguesa, mas o AO90 NÃO é irreversível. O AO90 É UM ERRO.

 

Irreversível só a morte ou doenças terminais, até porque está provado por A mais B que o AO90 é ILEGAL, e todas essas eminências pardas, que andaram por aí a lançar o caos ortográfico no ENSINO (esperamos que o novo ministro da Educação, João Costa, tenha CONSCIÊNCIA e peça a anulação do AO90) e a destruir a Língua Portuguesa, aquela que está consignada na Constituição da República Portuguesa, terão de prestar contas aos Portugueses, terão de ser PUNIDOS severamente pelos crimes de lesa-pátria e de lesa-ingfãncia,  porque, como diz Miguel de Cervantes: «Deus suporta os maus, mas não eternamente». E os todo-poderosos poderão governar por uns tempos, mas acabam sempre por cair.



O tempo de CAIR já vem a caminho.

 

(**) O Nacionalismo saudável defende que cada Nação deve governar-se a si própria, livre de interferências externas. Defende a construção e manutenção de uma identidade nacional, baseada na CULTURA, localização geográfica, LÍNGUA, governo, religião, tradições e HISTÓRIA.  

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:01

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Terça-feira, 29 de Março de 2022

«O Acordo Ortográfico: uma imposição abjecta, ou o capricho duma ditadura indigente e inculta», por António Mota

 

António Mota - 1.png

 

Fonte da foto: https://www.facebook.com/photo/?fbid=1386769674733615&set=pob.1722086151

 

 Por António Mota

 

«O Acordo Ortográfico: uma imposição abjecta, ou o capricho duma ditadura indigente e inculta»

 

1.

É na Língua que o Verbo se encarna e, tal assim, o pensamento e o sentimento. É na Língua que crescemos, aprendemos e somos, iguais e diferentes. É na Língua que amamos, e que antes namoramos. É na Língua que sabemos de pai e mãe, de avô e avó, de filhos e de netos. Só nela a raiz mais funda, da história, dos valores e da família. É na Língua que tivemos nosso cão e que corremos atrás dele e que brincamos. É na Língua que aprendemos Portugal, Pátria e terra mãe. E é na Língua que está a honra e a verdade, e a luta impoluta contra mentira e traição. Não se perdoe a quem a vender ou trair.

 

2.

- Olha! Diz-me uma coisa.

- Sim. O quê?

- É sobre o teu país.

- Sim?

- É o seguinte.

- Diz.

- Que língua falais em Portugal?

- Português.

- Português?

- Sim, claro.

- Tendes uma língua vossa?

- Evidentemente. E há muitos séculos.

 

3.

- Olha!

- O quê?

- É sobre aquilo de há uma semana.

- Ah! Da Língua Portuguesa!

- Sim. Aquilo é um dialecto, não é?

- Não. É uma língua de civilização.

- Não pode ser! Um país tão pequeno!

- Pois é! Vós é que nem língua tendes!

- Então não temos o Inglês?

- Sim. Mas nasceu na Inglaterra.

- Mas na escola falais Inglês, não é?

- Não. Na escola falamos Português.

 

4.

- Olha! É sobre aquilo da semana passada. Estive a pensar.

- Tu? Em quê?

- Na universidade tendes de falar Inglês, não tendes?

- A universidade não é uma escola?

- É. Mas é mais importante.

- Olha, deixa de ser ignorante!

- Ignorante? Eu?

- Sim. Quantas vezes é preciso ensinar-te que em Portugal se fala Português?

- Em todo o lado?

- Sim.

- Mas na tropa, não! Tenho a certeza!

- Na tropa também. Em Portugal, temos uma língua nossa. Em Portugal, falamos Português.

 

5.

Ao contrário do que se anuncia, e devia, no Parlamento, nada se vai discutir, nem decidir, contra o que já está decidido e aprovado acerca da violação selvagem, patológica e besta da Língua nossa Portuguesa. Nem podia, porque na alegada casa da democracia, o que reina é o sono, a anedota e o mono, exibindo iliteracia, de caneta, batalhas de alecrim, e tacho ao peito. Vivemos sob o malho duma federação de ditaduras partidárias, que tudo fazem, ora dando cartas um, ora outro, e sempre no interesse de todos eles e, mais ainda, de quem, acima deles, os controla. Venderam a alma ao diabo por malas de dinheiro roubado. Venderam a Pátria. Venderam a Língua. E isso é traição.

 

6.

Habituaram-nos, e habituámo-nos a ser tratados como atrasados mentais incapazes, ineptos, infantis, estúpidos e cegos. Depois, sobre esse alicerce, convenceram-nos a aceitar acriticamente tudo, incutindo-nos a ideia construída de que temos personagens importantes e sábias, a zelar por nosso bem, e pela Pátria também. E que eles é que sabem. A verdade, porém, é que são, ou foram, personagens de opereta, e de biografia mentida. E, assim, muitos traidores se tornaram heróis fúnebres, de comenda ao peito.

 

7.

Eu não reconheço autoridade democrática a ninguém para atentar contra a independência nacional, contra o património nacional, contra a cultura nacional, contra o território nacional, tanto na sua vertente física, como no seu usufruto real, em benefício da nação, e nunca contra. Eu não reconheço autoridade democrática a ninguém para atentar contra a Língua Portuguesa, mutilando a sua história e beleza. Quem a violou é imbecil e traidor. É na Língua que o Verbo se encarna e, tal assim, o pensamento e o sentimento. Só nela a raiz mais funda, da história, dos valores e da família. É na Língua que aprendemos Portugal, e Pátria e Mãe.

 

Toda a atenção a quem, à esquerda e à direita, vai reincidir na traição. Não se lhes perdoe.

 

***

 

Dizem que hoje [05 de Maio] é o Dia da Língua Portuguesa, e eu acho graça, e com razão: desobediência ao mentecapto AO90 (tivéssemos nós professores, juízes ou jornalistas, ou cidadãos).

 

Como celebra o governo português o dia da nossa da Língua? Aquele Cabeça Rapada, o cientista social do Porto, perante o qual, os mais radicais do CHEGA, são anjinhos, ou aprendizes, o que promoveu ele hoje, ou alguma vez, em favor da nossa língua?; e que tem feito em todo o seu interminável percurso político, principalmente, como ministro, esse provocador inato? O que é que ele pensa em termos do ensino da língua? Nada. Está ansioso até que se deixe de ensinar. Que pensa ele do famigerado AO90? Não pensa. Nem sequer o defende. Impõe-no, como se fosse um inspirado, sobredotado, ungido, eleito. Está louco. E o Costa? É igual. Passa por todos os governos, manipula, insinua, espreita, aproveita, rapa o tacho, suja o tacho dos outros. Não o incomoda nada a inqualificável manipulação que faz com a ilegalidade do AO90, impondo-o, sem qualquer aduzível razão, que não seja uma menoridade mental, aliás típica do partido em que milita.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:59

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Sexta-feira, 25 de Março de 2022

«Em Defesa da Ortografia XLV», João Esperança Barroca

 

«A “unificação” ortográfica dos países de língua portuguesa é, definitivamente, objectivo inalcançável, e qualquer tentativa de a forçar acaba em caricatura, tapando num lado e destapando noutro. O AO90 foi, nisto, exemplo acabado, ao criar centenas de novas discrepâncias que nada resolveram e só nos ficarão envergonhando. Venha agora, e depressa, uma comissão que nos liberte deste emaranhado que ninguém pediu e restitua à língua portuguesa um rosto apresentável

Fernando Venâncio, linguista, escritor e crítico literário

 

«2 - Garantir a solenidade, valorização e inviolabilidade da Língua Oficial Portuguesa através da recusa e suspensão imediata do denominado “Acordo Ortográfico” de 1990, sem possibilidade de qualquer revisão.»

100 Medidas de Governo do Chega, página 3

 

«O Acordo Ortográfico, que estraga a língua portuguesa, é de esquerda ou direita?»

José Pacheco Pereira, professor, cronista e político

 

ERUÇÃO.png

 

Como é óbvio, a questão ortográfica é sobremaneira importante quando definimos o nosso sentido de voto. No nosso escrito de Fevereiro, dissecámos o conteúdo linguístico do Programa Eleitoral do PSD 2022 e, na sequência dessa análise, assestamos, agora, baterias nas medidas de governo do partido Chega.

 

A primeira impressão que temos é a de que houve uma clara opção pela grafia anterior ao AO90, o que era expectável, tendo em conta o teor  da medida citada em epígrafe. Vejamos, então, com diversos exemplos, a qualidade da ortografia do partido de André Ventura, que foi um dos subscritores de um manifesto contra o Acordo Ortográfico, divulgado pelo jornal Público em 23 de Janeiro de 2017:

 

- na página 3, deparamo-nos com projecto e respectivos, coexistindo com diretamente;

 

- na página 4, de mãos dadas no mesmo parágrafo, estão lecionar e leccionar, convivendo com actual;

 

- na página seguinte, encontramos três formas lídimas, a saber: actividade, respectivo e respectivas;

 

- também a página 6, está livre de emissões do AO90, com os termos factura e electricidade;

 

- na página 7, destaca-se a ausência de hífen na forma mais valias:

 

- na página 9, encontramos atual e actos (que se repete duas vezes na página seguinte), na companhia de excetuando e excepção;

 

- na página 10, lê-se ainda accionar, acupuntura e setor;

 

- já na página 11, temos só formas genuínas: accionar, actos, actuais, actualização e sector (que recuperou a consoante perdida na página anterior);

 

- a página 13 só apresenta formas sem contaminação do AO90: efectividade, efectiva e protecção;

 

- o mesmo acontece na página 14, com os termos adoptado e efectiva;

 

- na página seguinte as consoantes estão no seu lugar em directos e sector;

 

- actualmente e infractores, na página 16, respeitam a etimologia;

 

- na página 17, encontramos acto e actividade;

 

- a página 20 foi atacada pelo vírus consoanticida em eletricidade (duas vezes), faturação e diretos, o que também ocorre em direto (pág. 21);

 

-  na página 23,  tecto, actual, protecção, directa mostram que o problema das páginas anteriores foi debelado;

 

- na página 25, deparamo-nos com uma recaída em efetiva;

 

- na página 26, coexistem antissemitismo e mão-de-obra, na companhia de sectores e atividade;

 

- a página 30, à imagem de grande parte dos órgãos de comunicação social, é uma verdadeira salgalhada, com objetivo, autossuficiência, ações e leccionação;

 

- na página seguinte só há bons exemplos, como actividade e concepção;

 

- para finalizar, as palavras autossuficiência e autossuficiente surgem, acompanhadas de respectivos na página 32.

 

FATO.jpg

 

Podemos, pois, concluir que, o AO90 só veio criar confusões entre os escreventes, já que potenciou imensos erros (como os que estão assinalados nas imagens que acompanham este escrito), amplamente divulgados por páginas de oposição ao Acordo Ortográfico no Facebook, as quais têm realizado um muito louvável trabalho, desmascarando a maravilhosa língua unificada, isto é, a cacografia.

 

CONTATO.jpg

 

Conclui-se ainda que esta alteração ortográfica, da qual os únicos beneficiários foram as editoras de livros didácticos e de dicionários, bem como os respectivos autores, foi levada a cabo por motivos puramente políticos, sem quaisquer fundamentos linguísticos e revelando uma extraordinária ignorância no que diz respeito à natureza da língua. Um dia, a história que conduziu a língua a uma profusão de fatos (como uma monumental alfaiataria),  de contatos e a “centenas de novas discrepâncias” será contada sem eufemismos.

 

João Esperança Barroca

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:43

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Quarta-feira, 23 de Março de 2022

Enquanto um Presidente da República diz “tantos jovens e tantas jovens” (*), o meu sapateiro, que tem a 4ª classe das antigas, diz simplesmente “tantos jovens”. E quem terá razão?

 

Obviamente, o meu sapateiro, que sabe Português como poucos professores dos tempos actuais.

(*) Marcelo Rebelo de Sousa, em Angola, em 28/11/2021



Vamos provar (mais abaixo) que o meu sapateiro é que tem razão.



Mas antes fiquemo-nos com este recado da Ana Araújo, que eu subscrevo inteiramente.

 

ACORDO ORTOGRÁFICO.PNG

 

jo·vem


(latim juvenis, -is)

adjectivo de dois géneros e nome de dois géneros

  1. Que ou quem tem pouca idade; que ou o que ainda não é adulto.
  2. Que ou quem está na juventude. = MOÇO

adjectivo de dois géneros

  1. Relativo à juventude ou a quem está na juventude


"jovens", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021https://dicionario.priberam.org/jovens [consultado em 06-12-2021].

  

E já agora vejamos mais estas:

 

Contacto, facto, estupefacto, são palavras grafadas à portuguesa (com ou sem AO90). "Contato" "fato" "estupefato" são palavras grafadas à brasileira (com ou sem AO90).



E pensar que disseram que o AO90 foi engendrado para unificar as grafias brasileira e portuguesa! DISSERAM, mas a intenção NÃO era, de modo algum, unificar.

 

A intenção era, e continua a ser, BAGUNÇAR: palavra de origem brasileira que significa agir de modo destrutivo em relação a alguma coisa, neste caso a "coisa" é a Língua Portuguesa.



E vamos deixar que isto continue a acontecer?

 

E também já agora dizer "todos e todas" (expressão usada e abusada por Marcelo Rebelo de Sousa) é uma redundância, que não deve ser usada, porque TODOS é um nome masculino plural, que além de ser o plural de TODO (pronome indefinido = qualquer) significa a HUMANIDADE, toda a gente, onde obviamente estão incluídos TODOS os homens, TODAS as mulheres, TODAS as crianças (meninos e meninas) TODOS os jovens (rapazes e raparigas), os velhos (homens e mulheres). Portanto, TODOS.

 

todo | quant. univ. pron. indef. | adj. | n. m. | n. m. pl.
 

to·do |ô|


(latim totus, -a, -um, todo, inteiro)
quantificador universal e pronome indefinido
 

1. Qualquer.

adjectivo

2. Inteiro, íntegro, completo.

nome masculino

3. Massa.

4. Generalidade.

5. Conjunto.

 

todos

nome masculino plural

6. A humanidade; toda a gente.

 

"todos", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/todos [consultado em 23-03-2022].

 

Este tipo de linguagem, dita "inclusiva", que anda por aí ignorantemente divulgada, é uma invenção de uma esquerda ignorante, que não sabe distinguir o masculino do feminino. E não é com palavreado mal engendrado, que vão dar visibilidade às mulheres. É unicamente com ATITUDES.

 

Não gosto de ver um compatriota meu a empregar mal a NOSSA Língua Materna.

 

Desculpe, senhor presidente da República Portuguesa, mas nunca me calo perante as calinadas linguísticas. Nem as calinadas do Presidente da República eu perdoo.

 

TODOS os políticos portugueses desde Mário Soares (o que ratificou esta parvoíce) envolvidos, desde então, neste macabro jogo linguístico, nomeadamente os PRs, os PMs, os partidos políticos (à excepção do PCP que sempre votou contra o AO90), os deputados da Nação e os PROFESSORES, que se vergaram, acriticamente, a uma RCM (que não faz lei) são TODOS culpados da situação caótica do ensino da Língua Portuguesa, em Portugal.

 

Eu também NÃO tenho nada contra o Brasil, ou contra os Brasileiros, ou contra a Variante Brasileira do Português, que eles adoPtaram, e contra todas as diligências que eles fizeram para convencerem os muito subservientes e complexados políticos portugueses, pois estão a tratar da vidinha deles, afinal são um País livre e soberano, e a tentar impor ao mundo a VARIANTE BRASILEIRA DO PORTUGUÊS. Até a bandeira portuguesa, para designar a Língua Portuguesa já desapareceu da Internet.

 

Estou contra isto, e também estou CONTRA todos os que, SERVILMENTE e ACRITICAMENTE, em Portugal, aderiram ao jogo que o Brasil quis jogar.  

 

No entanto devo acrescentar que quem idealizou o AO90 foi o brasileiro Antônio Houaiss, o das Enciclopédias, que chamou o português Malaca Casteleiro, que, mais tarde, com o brasileiro Evanildo Bechara (porque entretanto Houaiss morreu) engendraram o AO90, assente na grafia brasileira, em 99% dos vocábulos. Tudo começou no Brasil, e a intenção NÃO foi unificar grafias. Se fosse, além de os Portugueses terem de escrever "objeto" à brasileira, também teriam de escrever "esporte" ou "Amazônia", etc., etc., etc., para que realmente as grafias fossem unificadas.

E os políticos portugueses, muito servilmente, muito subservientemente, concordaram com tal acordo, levados unicamente (ou quase unicamente) por um estranho complexo de inferioridade diante do gigantesco Brasil. Esta é a verdadeira história do AO90, contada muito sucintamente, porque os meandros desta negociata (que também é) são longos e de bradar aos céus!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:01

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Quinta-feira, 17 de Março de 2022

Se em Portugal há liberdade para USAR ou NÃO USAR o AO90, como diz Marcelo Rebelo de Sousa, porque é que se OBRIGA os alunos a escrever "incurrêtâmente” a sua Língua Materna, ou então são penalizados?

 

Os meus netos querem escrever correCtamente e não os deixam, porque são imediatamente penalizados.

 

A quem pretende ENGANAR, Senhor Presidente da República Portuguesa, Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa?

Sabemos que em Portugal NÃO há DEMOCRACIA ortográfica, mas sim, uma vergonhosa DITADURA ortográfica, que uma inegável maioria dos Portugueses pensantes combate, porque não são servilistas, nem seguidistas, nem acríticos. Contudo, as nossas crianças estão proibidas de PENSAR.

 

Mas vamos aos faCtos, se bem que, em Portugal, há alguma gente que   confunde alhos com bugalhos, e prefere ir aos fatos.

 

Para contar esta história temos de recuar a Junho do ano passado.

 

RAIZ DO MAL.png

 

Nos finais de Junho de 2021, Marcelo Rebelo de Sousa deslocou-se ao Brasil para assistir à cerimónia de reinauguração do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, Brasil, cerimónia na qual NÃO esteve presente o presidente da República Federativa do Brasil, Jair Bolsonaro [e ele lá teria as suas razões] ausência que o nosso presidente, na conferência de imprensa, que se seguiu, comentou do seguinte modo:  «Dança quem está na roda. Só respondo por Portugal. Gosto muito do que se diz no Minho que é: dança quem está na roda. Eu estou nesta roda, estou muito feliz por estar nesta roda e nesta dança. Esta é uma dança que pensa no futuro da Língua Portuguesa e de 260 milhões de pessoas. Isso para mim é o mais importante

E foi assim que Marcelo Rebelo de Sousa dançou aquela dança brasileira, e estava tão feliz a dançar que nem reparou que aquela dança NÃO estava  a pensar no futuro da NOSSA Língua Portuguesa. Concebo que a dança estivesse a pensar nos cerca de 213 milhões de brasileiros, que se expressam na Variante Brasileira do Português, mãs não estava a pensar nos outros milhões que se expressam em Língua Portuguesa, pelos quatro cantos do mundo. Nesta dança, até entrou a linguagem “ile”, a tal linguagem neutra que pretende agradar a gregos e a troianos, e que foi USADA nesta cerimónia.

E isto é o que é mais importante para o nosso presidente. 

 

Nesta conferência de imprensa, Marcelo Rebelo de Sousa teve de responder a duas perguntas consideradas na gíria brasileira como "saia justa", que tiveram a ver com o ILEGAL [só Marcelo não sabe] Acordo Ortográfico de 1990, tendo rejeitado a ideia de uma "guerra" entre os dois países motivada pela recusa de alguns escritores portugueses em usar o acordo ortográfico.

 

Recusa de alguns escritores portugueses em usar o acordo ortográfico? Como disse? Só “alguns escritores portugueses”? TODOS os GRANDES escritores Portugueses NÃO USAM o AO90. Uns poucos usam-no, porque, de outro modo, como seriam publicados?  

 

Nem no Brasil o AO90 é usado. Nem nos restantes países africanos de expressão portuguesa. Um presidente da República deveria estar mais bem informado, para poder informar, e não, desinformar.


Mas o mais inacreditável foi o que Marcelo Rebelo de Sousa disse a seguir: «Não há nenhuma guerra entre Portugal e Brasil, simplesmente em Portugal há  DEMOCRACIA e é livre a opinião sobre o acordo e é livre adoPtar ou não o acordo».

 

É LIVRE para quem, senhor presidente?

 

Obviamente para nós, que somos Portugueses pensantes e livres, não somos servilistas, nem seguidistas e temos sentido crítico, e mais do que isso: CUMPRIMOS A LEI, porque a grafia que está em vigor em Portugal NÃO É a do AO90, mas a da Convenção Ortográfica Luso-Brasileira de 1945, que o Brasil assinou e depois rejeitou.

Não saberá o constitucionalista Marcelo Rebelo de Sousa que quem usa o AO90 em Portugal (porque nos outros países ninguém o usa) está a violar a LEI?


E Marcelo disse mais. Disse que é nesta pluralidade que reside a riqueza da comunidade lusófona.

 

Que pluralidade? Apenas em Portugal se OBRIGA as crianças e os jovens a escrever incurrêtâmente a sua Língua Materna, sob pena de serem penalizados.

 

E Marcelo disse ainda esta inverdade: «a nossa Língua é feita de democracia no falar e no escrever».  E isto NÃO É da tal democracia portuguesa.

 

Em Democracia, senhor presidente, ninguém OBRIGA ninguém a escrever conforme a CARTILHA de um país estrangeiro. E são muitos os jovens que SÃO OBRIGADOS a escrever o seu MESTRADO em acordês, sob pena de não o aceitarem ou de não conseguirem, depois, emprego. Onde está a tal liberdade de poder ou não usar o AO90, que o senhor apregoou no Brasil? Quanta falsidade!!!!!!

 

Isto é INADMISSÍVEL!

 

Marcelo Rebelo de Sousa, ainda disse esta coisa que não é de um presidente da República, muito menos da República Portuguesa: «Se há 100 milhões que são falantes e escrevem Português de uma forma, provavelmente serão mais portadores de futuro do que 10 milhões», numa alusão clara à Variante Brasileira do Português, e NÃO, à Língua Portuguesa.

 

Existem muitas Línguas minoritárias na Europa. Se a Língua Portuguesa for uma delas, Portugal agradece e engrandece-se. Não podemos é aceitar a mixórdia ortográfica gerada pelo complexo de inferioridade dos políticos portugueses. Somos um País pequeno, mas não somos apoucados!   



O que não podemos permitir é que por causa dos milhões, a Língua Portuguesa desapareça. O que restará dela será uma VARIANTE, e não a GENETRIZ.

 
Além disso, senhor presidente da República do Brasil, quero dizer, de Portugal, o AO90 é ILEGAL. E se o senhor desconhece esse facto, deixo aqui a prova dessa ILEGALIDADE:

 

«Da (in)validade do AO'90 no Ordenamento Jurídico Português»

Um texto do Professor Doutor Alexandre M. Pereira Figueiredo 

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia:

https://www.tsf.pt/portugal/politica/marcelo-e-a-ausencia-de-bolsonaro-danca-quem-esta-na-roda-13995413.html

 

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:21

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Terça-feira, 15 de Março de 2022

O cúmulo da pobreza linguística acontece em Portugal por obra e graça da desgraça “acordista”

 

Ponderemos nesta coisa inacreditável e inconcebível:

 

As crianças portuguesas estão a aprender a escrever correCtamente as Línguas estrangeiras, e, “incurrêtamente”, a própria Língua Materna, a que está consignada na Constituição da República Portuguesa. Não existirão juristas em Portugal que olhem para esta grave violação, e façam alguma coisa?


Perante isto, a atitude do governo português e da presidência da República não é normal, não é democrática, não é racional.

 

Isto só acontece num país cujos (des)governantes agem de má-fé, escudam-se numa ignorância optativa, violam descaradamente a Constituição da República Portuguesa, sem que nenhum Tribunal os moleste, sem que se faça justiça; e são absolutamente incapazes de reconhecerem o erro, numa atitude completamente insana.

 

São milhares os Portugueses que já se manifestaram, através de várias vias, contra esta ingerência de políticos despóticos, num dos símbolos maiores da identidade portuguesa: a sua LÍNGUA OFICIAL.

 

A dita “democracia” portuguesa é conduzida sem se ouvir o Povo. E um governo que governa sem ouvir o Povo é um governo ditatorial.

 

Isabel A. Ferreira

 

Errar é humano.png

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:18

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Sexta-feira, 11 de Março de 2022

«O Acordo Ortográfico torna-nos intelectualmente mais pobres», diz-nos Manuel João Vieira. E eu acrescentaria: e também mais imbecis…

 

Numa entrevista a Jacinto Silva Duro (JSD), no Jornal de Leiria, Manuel João Vieira (MJV), artista plástico, músico, performer, actor e eterno candidato a Presidente da República, respondeu a várias perguntas, entre elas, duas, que aqui destaco, porque sendo este um Blogue de Defesa da Língua Portuguesa e do Ensino de Qualidade (pobre ensino e pobres estudantes, que estão a formar-se para serem os analfabetos funcionais do futuro!) e concordando inteiramente com o que foi dito, achei por bem trazê-las à liça.

 

Mais uma personalidade pública, que vem a público pôr de rastos o AO90, e a miséria franciscana que existe no ensino universitário.  

 

Nós, Portugueses pensantes, sabemos que «uma coisa que não ajuda de todo à qualidade e ao enriquecimento da cabeça das pessoas é o Acordo Ortográfico, que transforma a língua portuguesa num idioma mais pobre e mais absurdo, mais parecido com o newspeak orwelliano. Orwell escreveu um livro chamado 1984 [***] que fala de um país onde se iam retirando fonemas e palavras à língua até ela ficar o mais básica possível, para as pessoas não saberem pensar e terem mentes simples

 

Todos nós sabemos disto, EXCEPTO os nossos (des)governantes, que ao que se vê, pretendem reduzir a geração actual a um nível intelectual, do mais básico que existe, começando pelo ensino do Português.


E o que é que nós podemos fazer?

Podemos fazer ene coisas, começando por, em uníssono, EXIGIR dos governantes, que recebem salários pagos por nós, para nos servir, a nós, e não, aos estrangeiros, a ANULAÇÃO do AO90, já no ano lectivo de 2022/23, e a reposição da LEGALIDADE LINGUÍSTICA.


[***] «1984», de George Orwell, é um livro de leitura obrigatória para TODOS os políticos, governantes, professores, jornalistas, escritores e restantes servilistas, que vêem no AO90 um tipo de linguagem simplex, para servir gente simplex, que não tem a mínima capacidade intelectual para PENSAR um IDIOMA.

Isabel A. Ferreira

 

 

manuel-joao-vieira-devido-a-austeridade-o-ensino-s

Manuel João Vieira

 

As duas últimas perguntas da entrevista:



JSD - É professor na ESAD.CR. Vê vantagens em transformar o Politécnico de Leiria em universidade?


MJV - Sou professor de Desenho. O Politécnico está a trabalhar muito bem nas Artes Plásticas e no Design. Se a transformação em universidade abrir mais possibilidades em termos de investigação e doutoramentos, sou a favor. Mas, diga-se, devido à austeridade, o ensino universitário está sob cerco. Há universidades que têm pouco apoio estatal e que se vêem gregas - lá está - para resolver os seus problemas de financiamento. Dizem que o ensino deve ter apenas aquele tipo de cursos que garantem empregabilidade... Tem de haver cursos desses, mas também tem de haver opções para quem não quer "empregabilidade" e quer ser investigador ou artista. Um país é feito de tudo isso.

 

JSD - É uma formatação através da educação?


MJV - O ensino primário e secundário deveria ser de maior qualidade, como já foram. Por exemplo, uma coisa que não ajuda de todo à qualidade e ao enriquecimento da cabeça das pessoas é o Acordo Ortográfico, que transforma a língua portuguesa num idioma mais pobre e mais absurdo, mais parecido com o newspeak orwelliano. Orwell escreveu um livro chamado 1984 que fala de um país onde se iam retirando fonemas e palavras à língua até ela ficar o mais básica possível, para as pessoas não saberem pensar e terem mentes simples. Vejo, incrédulo, que se passa uma coisa parecida na língua portuguesa em prol de uma Lusofonia de que mais ninguém quer fazer parte. O Português deve evoluir de forma natural e não com um espartilho criado por meia-dúzia de obscurecidos.

 

Toda a entrevista aqui:

 https://www.jornaldeleiria.pt/entrevista/manuel-joao-vieira-os-portugueses-comportam-se-como-se-fossemos-um-circo-de-anoes?fbclid=IwAR2ZhxySrz6kLfIWEvfC3a6Ib109sKquLsUXgpPM0tF9qUf9jDn9xQRM8a0

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:16

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Segunda-feira, 7 de Março de 2022

Quem são os “maus da fita” do Acordo Ortográfico de 1990?

 

Todos sabemos que, na Europa, decorre uma guerra gravíssima, iniciada em nome de uma insanidade desmesurada, que está a pôr em causa a identidade do Povo Ucraniano.

 

No entanto, em Portugal, os Portugueses pensantes, também travam uma guerra contra uma desmedida insanidade reinante, e que tal como a da ditadura russa, obviamente a outro nível, está a pôr em causa a identidade do Povo Português. E esta guerra não pode parar, até que os opressores sejam derrotados.

 

São tantos os que VÊEM o AO90 como algo visceralmente lesivo da Cultura e Identidade Portuguesas!

 

O que é que Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa ainda não entenderam para que, obcecadamente, mantenham esta violação da Lei vigente, que obriga à grafia de 1945?

 

Será preciso fazer um desenho?

Será que  VÊEM o óbvio?

Será que não têm a noção do que estão a fazer à Língua Portuguesa, por causa dos milhões?

Será que têm o maior gosto em ficar para a História como os maus da fita?

 

Maus da Fita (3).png

Alguém sabia que a Barragem de Castelo de Bode foi construída para produzir electricidade?

 

Maus da fita (1).png

Só nesta legenda os erros são dois em um. Todos os dias, são às centenas, na escrita e na oralidade. Até quando a Língua Portuguesa vai ser violentada deste modo ignóbil?

 

 Alexandre Carvalho é um anti-acordista, que tal como milhares de Portugueses, se debate para que o ILEGAL AO90 seja anulado, e a grafia portuguesa seja devolvida aos Portugueses, disse-me o seguinte num comentário no Facebook:

 

«Isabel A. Ferreira, há muitos anos foi partilhada por e-mail uma troca de correspondência entre várias entidades públicas e privadas, referente aos pareceres técnicos sobre o AO90 (ainda antes da RCM 08/2011). Na altura, a informação que circulava é que estava toda a gente contra o AO90, incluindo as editoras, mas estas teriam sido chantageadas com a possibilidade de os manuais escolares passarem a ser imprimidos em Espanha ou na China, para virem com o AO90, ao mesmo tempo que se dizia que a própria ACL [Academia das Ciências de Lisboa] teria sido avisada de encerramento se continuasse a opor-se ao AO90. Se for verdade que isto realmente aconteceu, não sei do que é que a ACL está à espera, porque as editoras, entretanto, aproveitaram para facturar numas reedições com AO90. Dá-se um rebuçado a quem protesta e o protestante passa para o outro lado. Faz-me lembrar há uns 40 anos, um sindicalista duma empresa do Porto que, para ser acalmado, foi nomeado chefe de secção e deixou logo de organizar protestos.

O SS diz que os Acordos Internacionais são para cumprir (pelo menos os inválidos, como o AO90), mas parece que os Acordos Internacionais válidos são para ficar na gaveta, como o Acordo sobre dupla tributação fiscal com a Suécia, em sede de IRS, e que a Suécia denunciou por Portugal nunca o ter cumprido. Quanto ao AO90... o Ministério Público deveria investigar seriamente todo o processo, porque seguramente há "gato com rabo escondido". Se não há... parece.»

***

Exactamente Alexandre Carvalho. É que, em Portugal, ao que parece, uns acordos internacionais são mais acordos do que outros, para os nossos governantes.

 

E sim, nesta questão do AO90, há um grande RABO escondido com um grande GATO de fora. E será que o Ministério Público NÃO poderá investigar, como não investigou duas denúncias que lhe foram dirigidas, porque NÃO tem autorização dos donos da Língua? Sim, porque sabemos que a Língua Portuguesa tem donos, e são eles que a têm cativa nos calabouços do Ministério dos Negócios DOS Estrangeiros, além de distribuírem mordaças a quem não tem coragem de as rejeitar.

Duas denúncias já foram feitas, e não houve qualquer investigação, e o MP apressou-se a arquivá-las. Contudo, o processo pode ser reaberto a qualquer momento, porque só prescreve em 2032. É só querermos. Mas para tal é necessário quórum, para não ser apenas um gato pingado a denunciar. É que isto do AO90 está mais sujo do que pau de galinheiro, e é urgente acabar com isto.

 

Além disso, perante a LEI vigente nem o orientador de mestrado mais acérrimo defensor do AO90 pode exigir que violemos a LEI. E podemos até processá-lo. E ninguém pode pôr em causa o nosso DIREITO ao emprego, por causa disso.

 

Há que não ter MEDO, porque eles valem-se desse MEDO para nos IMPOR, ditatorialmente, o AO90. Jamais devemos mostrar MEDO quando a razão está do nosso lado. Jamais, porque essa gente acordista é muito CHANTAGISTA.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:29

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