Esta tentativa de espezinhar a Língua Portuguesa, a Língua de Portugal, só acontece porque o governo português é um governo frouxo e servil, sem coluna vertebral, acolitado pela franja menos instruída e subserviente da população portuguesa.
Podem dizer o que quiserem, nesse Festival Literário da Paraíba, porque digam o que disserem, jamais conseguirão impor essa ideia de que o Português não pertence a ninguém.
A Língua de Portugal seria parida pelo vento, que a todos pertence?
As Línguas pertencem a quem as gera, as estima, as ama, as fala e escreve correCtamente, as defende de predadores políticos, de literatos de meia-tigela e de mercenários.
As Línguas pertencem a quem NÃO tem a pretensão de querer que sejam as Línguas mais faladas no mundo, porque nem sempre as mais faladas são as mais Cultas. O que interessa é que sejam as Línguas que fixam o Saber e o Pensamento dos Povos que as geraram, e não apenas as Línguas com que se comunicam uns com os outros.
As Línguas são o Bilhete de Identidade de cada Povo, e cada Povo é representado por essa Língua que é a sua, e os outros Povos NÃO têm o direito de usurpar uma Língua que não lhe pertence, apenas para tirar proveitos político-jurídico-económicos.
As Línguas podem gerar variantes entre os Povos que as adoptaram, mas não passam disso mesmo: variantes das Línguas-Mães. E essas variantes pertencem apenas aos Povos que as criaram, NÃO sendo da decência humana, significando isto dizer da dignidade e honestidade humanas, e dos preceitos morais e éticos, tentar impingir as variantes aos Povos que geram as Línguas-Mães.
Digam o que disserem no Festival Literário da Paraíba, a Língua Portuguesa pertence a Portugal, é o símbolo Identitário de Portugal, e as variantes geradas pela Língua de Portugal pertencem aos Povos que as criaram.
E esta idiotice de dizer que o Português não pertence a ninguém, só e possível entre os dois únicos países do mundo com mais desinstruídos por metro quadrado. Em mais nenhuns Países do mundo, tal acontece.
Basta desta ignorância aleivosa, porque ainda há esperança para a Língua Portuguesa:

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