Em 20 de Dezembro de 2025 o Grupo Cívico de Cidadãos Portugueses Pensantes enviou a todos os candidatos à Presidência da República uma Carta Aberta, através das sedes de candidatura, com o seguinte assunto:
Por cobardia?
Porque ninguém lhes perguntou nada sobre isso?
Por considerarem isso um não-assunto?
Ou por acharem que o AO90, que tem apenas 13 anos de uma vida conturbada e severamente contestada, em Portugal, é um “fato consumado”, que destruiu 800 anos de existência, por causa dos milhões?
Nenhum dos candidatos se dignou a dizer alguma coisa. Talvez até nem precisassem de dizer nada, se, ao menos, tivessem lido a carta e reflectido no que lá se expôs, e chegado à conclusão de que nos debates e nos programas eleitorais passaram por cima de um dos problemas mais graves que o nosso País tem para resolver, estando ao nível da saúde, da habitação, da segurança, da emigração/imigração, dos baixos salários, do custo de vida, da pobreza crescente, da corrupção, da anarquia par(a)lamentar, da falta de cultura, da justiça lenta e injusta, do caos na educação/ensino, em suma, no que mais importa, para os Portugueses terem Estabilidade, Bem-estar e Cultura.
Trata-se da usurpação da nossa Identidade, da nossa Soberania, da destruição de 800 anos de história da Língua de Portugal, da VIOLAÇÃO constante da Constituição da República Portuguesa (CRP), que todos os candidatos, descaradamente, nas suas palestras, prometeram defender, não se dando conta de que, ao NÃO saberem escrever correcCtamente a Língua de Portugal, País que deverão representar, ao serem eleitos, violarão a CRP, com todo os dentes que têm na boca.
Essa promessa não será cumprida por quem se sentar no trono de Belém! Será igual a Marcelo, que foi presidente da República durante 10 anos, e NÃO defendeu, NEM cumpriu, NEM fez cumprir a Constituição da República Portuguesa.
Por este motivo e porque, repito,

continuaremos a ser as pedras dentro dos sapatos de quem ocupar o Palácio de Belém, até que a legalidade e a constitucionalidade da Língua de Portugal sejam repostas, e o inquilino de Belém deixe de ser vassalo da ex-colónia, e pare de rastejar perante os milhões.
É que amigos, amigos, negócios à parte é a mais inteligente filosofia para uma relação saudável entre dois povos.
Ah! Devido à indiferença que todos os candidatos votaram à Carta Aberta que lhes endereçámos, com boas intenções, eu votarei em branco, como protesto, por não reconhecer em nenhum deles competência para representar Portugal, pois se nem escrever correCtamente a Língua de Portugal sabem! É o mínimo que se pode exigir de um Presidente da República: que escreva correCtamente.
Diz o Dr. Luís Menezes Leitão, advogado e ex-Bastonário da Ordem dos Advogados: «o acordo ortográfico foi a maior aberração alguma vez feita a Portugal, numa obsessão orwelliana de criar a novilíngua. NÃO respeitar esse aborto ortográfico é um acto de cultura e liberdade...»
Até porque, acrescento eu, com base em pareceres jurídicos, que ninguém, em Portugal, é obrigado a usar a grafia do AO90, porque este NÃO está em vigor no País. A grafia em vigor de jure é a de 1945, e quem não a cumpre, está a violar a LEI e a CRP, tal como faz Marcelo, e tal como fará o próximo inquilino de Belém, se não cometer o acto de cultura e liberdade, de que nos fala Luís Menezes Leitão.
Isabel A. Ferreira
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