Domingo, 22 de Outubro de 2023

Lista dos nomes que integram o «Grupo Cívico de Cidadãos Portugueses Pensantes», que tudo fará para que o AO90 seja anulado, devido à sua ilegalidade e inconstitucionalidade, e a Grafia Portuguesa seja devolvida aos Portugueses

 

Mais abaixo apresenta-se a lista dos nomes dos Cidadãos Portugueses e alguns Brasileiros, no activo ou já reformados, descontentes com a sistemática destruição da Língua Portuguesa, através da imposição ilegal do AO90, e decepcionados com o estrondoso silêncio que o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, o mais alto magistrado da Nação, o qual jurou defender e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa, e ser o presidente de todos os Portugueses, votou a este Grupo Cívico, desprezando o APELO que lhe foi enviado, por quatro vezes. 

 

Perante esta atitude inadequada a um Chefe de Estado, daqui em diante, este Grupo tomará parte em acções também junto a organismos, partidos políticos e individualidades influentes na vida activa da sociedade portuguesa, que possam, de algum modo, chamar à atenção os decisores políticos para o gravíssimo erro que foi a imposição ilegal do AO90 aos Portugueses, e, quiçá, aconselhá-los a elininar um acordo que não foi acordado pelos oito países lusógrafos, para que possa ser válido na ordem jurídica internacional.

 

Língua Portuguesa só há UMA. Nem a verdadeira, nem a falsa. Somente a Língua Portuguesa. A única, e poderá estar em extinção, não, daqui a décadas, mas já amanhã, se se continuar a assobiar para o lado, permitindo que seja usurpada com má-fé, por toda a parte, sem que os decisores políticos tomem uma posição de defesa dos interesses de Portugal.

Preservá-la é uma tarefa de todos, não pode ser apenas de alguns.

 

Na escola, as crianças estão a aprender a Variante Brasileira do Português. Em casa, seria aconselhável treinarem a Língua Portuguesa, para quando se libertassem da obrigação escolar poderem reabilitar a Língua Materna, como fizeram os Galegos, e descartarem a Língua Madrasta, que estão a tentar impingir-lhes.

 

Por isso, é muito importante que mais Portugueses se juntem a nós nesta luta.

 

Para tal, basta enviarem o Nome e a Profissão para o e-mail do Blogue «O Lugar da Língua Portuguesa»:

isabelferreira@net.sapo.pt

 

Defender a Língua Portuguesa é um DEVER CÍVICO de todos os Portugueses que se prezam de o ser.

 

Eis a lista de  nomes que integram o Grupo Cívico de Cidadãos Portugueses Pensantes, as vozes que se opõem à infâmia acordista (em permanente actualização):

 

1 - Juliana Dias Marques, Estudante de Letras

2 - Maria Vieira Raposo, Técnica Superior Administrativa

3 - Nuno Furet, Agente de Animação Turística

4 - Germano da Silva Ribeiro, Professor do Ensino Secundário R.

- Rui José da Silva Dias Leite, Arquitecto

6 - João Robalo de Carvalho, Jurista

7 - José Silva Neves Dias, Professor Universitário

8 - Jaime de Sousa Oliveira, Professor R.

9 - Maria da Purificação Pinto de Morais, Professora do Ensino Secundário

10 -  Isabel A. Ferreira, Jornalista/Escritora, Ex-Professora de Português e História

11 - Alberto Henrique Sousa Miranda Raposo, Engenheiro civil, R.

12 - Albano Pereira, Sócio-Gerente da Firma Táxis Rufimota, Lda.

13 - José Manuel do Livramento, Eng.º Electrotécnico

14 - José António Girão, Professor Catedrático da Faculdade de Economia da UNL; ex-Vice-Reitor da UNL R.

15 - João Paulo Norberto, Desempregado

16 - Maria do Carmo Guerreiro Vieira Sousa Miranda Raposo, Professora R.

17 - Albertina Marques, Médica Anestesista e Intensivista

18 - José Manuel Gomes Ferreira, Engenheiro Electrotécnico

19 - Teresa Paula Soares de Araújo, Professora Ensino Superior

20 - Jorge Alexandre Barreto Ferreira, Engenheiro Electrotécnico e Máquinas

21 - Luís Serpa, Escritor e Marinheiro

22 - José Manuel da Silva Araújo, PhD, Professor e Investigador

23 - Fernando Costa, Funcionário Público R.

24 - Miguel de Sousa Ramos Maximiano, Militar R.  

25 - Luís Cabral da Silva, Eng.º Electrotécnico, IST -  Especialista em Transportes e Vias de Comunicação, O.E.

26 -  Margarida Maria Lopes Machado, Jornalista

27 - Vanda Maria Calais Leitão, actualmente desempregada

28 - João Viana Antunes, Estudante

29 - José Manuel Campos d’Oliveira Lima, R.

30 - João José Baptista da Costa Ribeiro, Cirurgião Geral

31 - Maria Luísa Fêo e Torres,  R.

32 - Maria Elisabeth Matos Carreira da Costa - Professora R.

33 - Pedro Manuel Aires de Sousa, Terapeuta da Fala

34 - Francisco José Mendes Marques, Tradutor e Professor

35 - Diana Coelho - Professora de História

36 - José Manuel Moreira Tavares, Professor de Filosofia no Ensino Secundário

37 - Rui Veloso, Músico Compositor

38 - António José Serra do Amaral, Reformado da Função Pública Portuguesa

39 - Francisco Miguel Torres Vieira Nines Farinha, Comercial

40 - Carlos Alberto Feliciano Mendes Godinho, R.

41 - Mário António Pires Correia, Musicólogo

42 -  Pedro António Caetano Soares, Bancário R.

43 - Ana Maria Alves Pinto Neves, Professora de História

44 - José Alberto Ribeiro Costa Moura Silva, Desempregado 

45 - Maria José Melo de Sousa, Professora do Ensino Secundário de Inglês e Alemão, R.

46 - Jorge Manuel Gomes Malhó Costa, Programador e Produtor de Espectáculo

47 - Ana Luís de Avellar Henriques Sampaio Leite, Gestora de Empresas

48 - João Manuel Pais de Azevedo Andrade Correia, Engenheiro Civil, oficial

49 – António José Araújo da Cruz Mocho, Gestor e Empresário

50 - Manuel Gomes Vieira, Investigador Auxiliar em Engenharia Civil

51 - Celina Maria Monteiro Leitão de Aguiar, Assistente Social

52 - José Manuel Pereira Gonçalves, Empregado Bancário na Reforma

53 - João de Jesus Ferreira, Engenheiro (IST)

54 - Maria José Cunha Viana, Empregada de Escritório

55 - José Antunes, Jornalista e Fotógrafo

56 - Carlos Costa, Inspector Tributário Jurista

57 - Manuel Moreira Bateira, Professor R.

58 - João Paulo de Miranda Plácido Santos, Pensionista/CGA

59 - Nuno de Saldanha e Daun, Gestor Financeiro, R.

60 - António Alberto Gomes da Rocha, Arquitecto

61 - Artur Manuel Duarte Ferreira, R.

62 - Alexandre Guilherme Pereira Leite Pita, Desempregado

63 - Manuel São Pedro Ramalhete, Economista e Professor Universitário R.

64 - Maria José Abranches Gonçalves dos Santos, Professora de Português e Francês do Ensino Secundário, R.

65 - Maria Filomena da Cunha Henriques de Lima, R. mas continua no activo na área de Turismo

66 - Telmo Antunes dos Santos, Militar

67 - António José Monteiro Leitão de Aguiar - Corretor (Seguros)

68 - Ismael Teixeira, Operador de Produção

69 - Daniel da Silva Teodósio de Jesus, Intérprete de Conferências e Tradutor

70 - Eduardo Henrique Martins Loureiro, Consultor e Guardião Intransigente da Língua Portuguesa

71 - Armando dos Santos Marques Rito, R. da Função Pública

72 - João Luís Fernandes da Silva Marcos, R. do Sector dos Transportes, como Gestor

73 - Bruno Miguel de Jesus Afonso, Tradutor Profissional

74 - Sérgio Amaro Antunes Teixeira, Biólogo

75 - Elisabete Maria Lourenço Henriques, R. da CGD

76 - Edgar Serrano, Gestor de Negócio

77 - Manuel dos Santos da Cerveira Pinto Ferreira, Arquitecto e Professor Universitário

78 - Artur Jesus Teixeira Forte, Professor R.

79 - Fernando Jorge Alves, Professor

80 - Carlos Manuel Mina Henriques, Contra-almirante R.

81 - Vítor Manuel Margarido Paixão Dias, Médico

82 - Fernando Coelho Kvistgaard (Dinamarca) Eng. Técnico Agrário, R.

83 - Jorge Joaquim Pacheco Coelho de Oliveira, Engenheiro Electrotécnico (IST) R.

84 - António Miguel Pinto dos Santos (Londres), Gerente de Restaurante

85 - Fernando Alberto Rosa Serrão, Técnico afecto à Direcção-Geral da Administração da Justiça, R.

86 - Paulo Teixeira, Gestor Comercial

87 - Ademar Margarido de Sampaio Rodrigues Leite, Economista

88 - Alexandre Júlio Vinagre Pirata, Eng.º Agrónomo

89 - Telmo Mateus Pinheiro Carraca, Oficial de Vias Férreas (Construção e Manutenção)

90 - Maria Manuela Gomes Rodrigues, Desempregada

91 - António José Ferreira Simões Vieira, Empresário e Professor do Ensino Secundário R.

92 - Fernando Manuel Dias de Lemos Rodrigues, Bancário R.

93 - Francisco Manuel da Costa Domingues, Médico aposentado 

94 - Maria Elisabete Eusébio Ferreira, Professora R. do Terceiro Ciclo, Educação Tecnológica

95 - Orlando Machado, Escultor FBAUP

96 - Manuel Matos Monteiro, Escritor e Revisor

97 - Fernando Maria Rodrigues Mesquita Guimarães, R.

98 - Octávio dos Santos, Jornalista

99 - Maria Fernanda Bacelar, R.

100 - José Martins Barata de Castilho, Professor Catedrático Aposentado da Universidade de Lisboa (Iseg, onde é conhecido como Martins Barata), Escritor de Romances, História e Genealogia, tendo vários livros publicados na área da Economia

101 - Cândido Morais Gonçalves, Professor R.

102 - Ana Cláudia Alves Oliveira, Redactora e Gestora de Conteúdos

103 – Albino José da Silva Carneiro, Sacerdote

104 - João Daniel de Andrade Gomes Luís, Técnico Superior

105 - Idalete Garcia Giga, Professora Universitária R.

106 - Amadeu Fontoura Mata, Aposentado do Ministério das Finanças

107 - Armando Jorge Soares, Funcionário Internacional (OTAN), R.

108 - António da Silva Magalhães, Coordenador de Investigação Criminal da Polícia Judiciária, R.

109 - Artur Soares, Chefe de Finanças

110 - Manuel de Campos Dias Figueiredo, Capitão-de-Mar-e-Guerra R.

111 - José dos Santos Martins, Administrativo R.

112 - Carlos Alberto Coelho de Magalhães Coimbra (Toronto-Canadá), Cientista de Informática R.

113 - Olímpio Manuel Carreira Rato - Eng.º Mecânico, R.

114 - Maria da Conceição da Cunha Henriques Torres Lima, Economista

115 - Jorge Garrido, Eng.º Agrónomo R.

116 - José Manuel Sequeira Louza – R. 

117 - Pedro Miguel Pina Contente, Informático

118 - Carla de Oliveira, Compositora, Guitarrista, Cantora

119 - Maria de Lurdes Nobre, Produtora Cultural

120 - Paula Isabel Pereira Arém Pinto Serrenho, Gestora

121 - Pedro Inácio, Consultor Informático

122 - Laura da Silva Oliveira Santos Rocha, Professora de Educação Especial

123 - Maria José Teixeira de Vasconcelos Dias, Professora

124 - João Moreira, Professor

125 - Luís Bigotte de Almeida, Médico e Professor Universitário

126 - Jorge Manuel Neves Tavares, R.

127 - Júlio Pires Raposo, Bibliotecário

128 -  Alfredo Medeiros Martins da Silva, Licenciado em EB, R.

129 - Maximina Maria Girão da Cunha Ribeiro, Professora Jubilada do Ensino Superior 

130 - Manuel Maria Saraiva da Costa (Sydney, Austrália), Organeiro Restaurador R.

131 - Miguel Costa Paixão Gomes, Fiscalista

132 - Irene de Pinho Noites, Professora de Língua Portuguesa 

133 - João Esperança Barroca, Professor

134 - Armando Miro, Jornalista R. 

135 - António Miguel Ribeiro Dinis da Fonseca, Reformado (ex-Analista de Sistemas)

136 – Bárbara Caracol, Estudante 

137 - Miguel Viana Antunes, Programador Informático

138 - Mário Macedo, Escritor de Ficção, Drama e Terror usando o pseudónimo Mário Amazan

139 - Carlos Guedes, Electricista Industrial

140 - Nuno Messias, Economista R.

141 - António Manuel Rodrigues da Mota, Professor

142 - Susana Maria Veríssimo Leite, Fotógrafa

143 - Manuel Tomás, Ferroviário

144 - Maria Isabel Ferreira dos Santos Cabrera, Profissional de Seguros R.

145 - João José Lemos Vieira Custódio, R. (Salvador - Bahia - BR)

146 -  Soledade Martinho Costa, Escritora

147 - Ana Olga André Senra dos Santos Carvalho, Desempregada

148 - José Pinto da Silva Ribeiro, Mecânico R.

149 - Luís Manuel Robert Lopes, Professor de Música - guitarra clássica, R.

150 - Miracel Vinagre de Lacerda, Sem profissão

151 - Ana Maria da Cunha Henriques Torres Lima, Professora

152 - Maria do Pilar da Cunha Henriques de Lima, Economista da AT

 153 - Paulo Veríssimo, Desempregado

154 – André Gago, Actor

155 - Luiz Manoel Morais Cunha, Engenheiro Mecânico

156 - Alexandra Pinho Noites Lopes, Acupunctora

157 - José Agostinho Fins, Engenheiro Mecânico (IST)

158 - Cláudia Maria Raposo Coiteiro (Luanda, Angola), Socióloga de formação, e exerce as profissões de Formadora, Consultora e Coach.

159 - Teresa Alves Matos, Promotora Comercial

160 - Paulo Costa Pinto, Realizador de audiovisuais

161 - Maria Adelaide Veríssimo Leite, Técnica Profissional de Pesca, R. 

162 - José Francisco Oliveira Carneiro, R.

163 - João Miguel dos Santos Monte, Programador iOS, desempregado

164 - António Jacinto Rebelo Pascoal, Professor/Escritor

165 - Eduardo Rui Pereira Serafim, Professor de Português e Latim

166 - Aurelino Costa, Poeta e Declamador de Poesia  

167 - João Pedro Arez Fernandez Cabrera, Licenciado em Gestão de Empresas

168 -  Margarida da Conceição Reis Pedreira Lima, Médica de Medicina Geral e Familiar, R.

169 - M. Carmen de Frias e Gouveia, Docente (da secção de Português) da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

170 - Flávio Pontes, Artista Plástico

171 - Maria de Fátima da Silva Roldão Cabral, R. da Função Pública

172 -  Luís Pereira Alves da Silva, Engenheiro Electrotécnico e Mestre em Gestão.

173 - Helena Maria Afonso Antunes, Professora

174 - José Alberto de Almeida Marques Vidal, Juiz-Conselheiro do Supremo Tribunal Administrativo e autor literário

175 - Gastão Freire de Andrade de Brito e Silva, fotógrafo e “Ruinólogo”

176 - Carlos Laranjeira Craveiro, Professor do Ensino Secundário

177 - Maria do Pilar Pinto Tamagnini, Empresária

178 - António Manuel Marques Lopes, Coronel R.

179 - Fátima Teles Grilo, Professora de Português/Francês do Ensino Secundário, R.

180 - Nuno Miguel da Conceição Custódio, Recepcionista de Hotel

181 - Pedro Jorge Mendonça de Carvalho, bate-chapas R.

182 - Cátia Cassiano, Tradutora (Sydney, Austrália)

183 - Alfredo Gago da Câmara, Fadista e Letrista

184 - Acácio Bragança de Sousa Martins, Contabilista Certificado

185 - Maria de Jesus Henriques Sardinha Nogueira, Fisioterapeuta

186 - Anabela de Fátima Cana-Verde das Dores, Técnica de Turismo,

187 - Maria de Fátima Carvalho da Silva Cardoso, Jurista e Escritora

188 - Manuela Sampaio, Doméstica

189 - Maria Júlia Martins de Almeida, Professora

190 - Amélia Caeiro, Técnica de Exploração de Telecomunicações na Portugal Telecom (agora Altice) R.   

191 - Maria do Céu Bernardes de Castro e Melo Mendes, Médica

192 - Francisco Jorge Moreirinhas Monteiro Soeiro, Funcionário Bancário R.

193 - Natalina de Lourdes Pires Veleda Soeiro, Contabilista R.

194 -  Manuel Jacinto, R.

195 - Carmen Maria Lopes Movilha Rodrigues, R.

196 - José Ferreira Neto, Artista Plástico 

197 - Rui Alberto Amaral Leitão, R.

198 - João Carlos Salvador Fernandes, Professor Universitário, Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa

199 - Nuno Maria Vaz Pinto Mendes, Médico

200 - Rogério Rodrigues Ferreira, R.

201 - Maria João Monim Campos Cardoso, Desempregada (administrativa)

202 - James Viegas, IT Manager na Colgate Palmolive, R.

203- Jorge Alberto Cosme de Sousa Roberto, R.

204 - Clara Maria Soares dos Reis, Psicóloga

205 - Regina Maria Osório de Jesus Afonso, Empresária e Tradutora

206- Abílio Costa, R.

207 - Maria Judite Lopes da Silva Maia Moura, Reformada da Actividade de Exportação de Têxteis

208 - Maria da Graça Lima Correia da Silva, Jurista R.

209 - Maria Teresa NCF Ramalho, Profª Universitária R.

210 - Modesto José Ricardo Filipe Viegas, R.

211 - Maria de Guadalupe Jácome, professora de Biologia R.

212 - João José Sardoeira Pereira da Silva, Economia e Gestão R.

213 - Luís Manuel Cabral Afonso, Designer Gráfico, Tradutor, Licenciado em Antropologia, Licenciado em História

214 - Manuel Joaquim Cardoso, Professor e Diplomata R.

215- Maria de Fátima Afonso Neves Barroca, Professora

216 - Maria Beatriz Afonso Neves Esperança Barroca, Assistente Executiva

217 - Marta Tamagnini Mendes, Conservadora-restauradora

218 - João Caetano Gamito Sobral, Redactor

219- Maria João Dias Antonico dos Santos Veiga, Desempregada

220 - Valério Conceição, Licenciado em Direito e Ex Reverificador Assessor Principal da DG Alfândegas

221 - Luís António Nobre da Silva, Médico 

222 - Maria da Conceição Pinto de Morais, Sem profissão

223 - Maria Isabel Ferreira Magalhães Godinho, Doutora em Engenharia Agronómica, R.

224 - Maria Suzete da Silva Fraga Vale, operária numa empresa de pisos flutuantes

225 - Teresa Batalha Lopes, Doméstica

226 - Mário Moreira Ricca Gonçalves, Professor do Ensino Secundário

227 - António J. B. Silva Carvalho, Médico reformado (que, quando tem alguma coisa que mereça tornar-se pública, escreve gratuitamente artigos de opinião para jornais, quase sempre o SOL, raramente o Observador ou o Expresso)

228 - Maria Margarida Seabra Mendes Palma Silva Carvalho, professora de História do Ensino Secundário, aposentada, autora de dois romances publicados como Margarida Palma

229-  Maria Teresa de Jesus Chitas Soares de Pinho, Reformada-bancária e licenciada pela Flul, Universidade Clássica de Lisboa

230 - Ivan Castelo-Lopes, Estudante

231- Amadeu Carvalho, R.

232 - Francisco Silva Carvalho, Advogado,

233 - Dina Bela de Oliveira e Silva, Telefonista

234 - António José Antunes Teixeira, Professor

235 - Dário Samuel Cardina Codinha, Ceramista,

236 - Gabriel Marques, Engenheiro Técnico R.

237 - Dulce Maria Santos Duarte Silva, Assistente Técnica CM Montijo

238 - Vera Tormenta Santana, Socióloga

239 - Manuel Carlos da Silva Correia, Bancário R.

240 - Sofia Aragão, Livreira

241 - Andreia Patrícia Martins Figueiredo, Assistente Técnica

242 - Carlos Alberto Matias Barreto, Assistente Operacional de Emergência

243 - Manuel Loureiro, Investigador Científico,

244 - Maria Salete Martins Figueiredo, R. 

245 - Eduarda Vieira, Professora de Filosofia

246 - Ana Catarina Esteves Alves, Fisioterapeuta

247 - Luís Miguel Baptista, Engenheiro Civil

248 - Maria João Hermenegildo Ventura, Lojista, R.

249 -  Antônio Sérgio Maisano Arantes, Arquitecto (cidadão brasileiro)

250 -  Paulo Renato Ramos Costa de Jesus, Corretor de Seguros

251 -  Mário Ferreira de Bastos, Frequentou Engenharia, no ISEP

252 – Conceição Lima, docente de Francês e Português

253 - Maria Helena Preces Pita Azevedo, R.

254 - Elisabete Abrantes Laureano Amaral, Costureira

255 - Mariana Amélia Rosa Barão, Ex-funcionária pública

256 - João Paulo de Sousa Nunes, Produtor musical

257 - Belmiro Domingues Cabral, R. da Função Pública

258 -  Elizabeth Felício, Musicoterapeuta

259 - Maria Dulcinea Nunes Rodrigues, R.

260 - Isabel Maria Marques Alves Ferreira Soares Rebelo, R.

261 - Adalberto Alves, Escritor

262 - Fernando Lupi, Reformado, da área da Engenharia Civil e Construção.

263 - Manuel Lages Bernardo, Informação Médica R.

264 - Maria do Carmo da Silva Costa, Técnica Administrativa R.

265 - Jacinta de Jesus Marques Santos Melo Pacheco, Enfermeira

266 - António Luís Magalhães Pereira, Bancário R.

267 - Nuno Pacheco, Jornalista

268 - Vasco Marcelino Lourenço Pereira, Assistente Técnico

269 - José Manuel Vaz de Almeida, Escritor 

270 - Maria da Graça Monteiro de Macedo, Tradutora 

271 - Ana Cristina Firmino Afonso Madeira, Professora do Ensino Secundário, Gestora da formação de professores

272 - Aurélio de Almeida Pinto, Eng. Informático

273 -  Inês Robert Paula Nogueira, Desempregada

274 - José Pereira Coutinho, Director de Transporte Aéreo, R.

275 - José de Almeida Serra, Economista

276 - João Maria Robert Lopes, Informático

277 - Isabel Rodrigues, Docente do Ensino Secundário

278 - Odete Silva, Programadora Web

279 - Maria João Margarido Marques, Professora de Português

280 - Carlos Manuel Afonso Martins, Função Pública

281 - Joaquim José das Neves Gonçalves, Militar R.

282 - António Aníbal Bravo Coelho de Madureira, Engenheiro Agrónomo

283 - Ana Sofia Rodrigues da Costa, Advogada

284 – Avelino Garcia, R.

285 - Alexandra Albuquerque, Professora de Filosofia R.

286 - Augusto José Franco de Oliveira, Professor Universitário R.

287 - Rui Chorão, Médico

288 - Nuno Alfredo Vidal da Câmara Lima, Enfermeiro  

289 - Celestina Rebelo, Desempregada

290 - Maria de Jesus Oliveira Pena, Professora do Ensino Secundário, R.

291 - Jorge de Barros Gomes, Indústria Farmacêutica, R.

292 - Lurdes Narciso, Funcionária Pública, R.

293 - Maria José Gomes Ferreira de Brito Franco,  Secretária da Petrogal R.

294 - João de Assunção de Brito Franco, Informático na TAP R.

295 - António Bagão Félix, Economista e ex-ministro das Finanças de Portugal

296 - Libânia Madureira, Assistente Judicial (R.)

297 - Donzília Martins, Professora R.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:15

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Quinta-feira, 7 de Setembro de 2023

«À Margem da Democracia” cozinhou-se o AO90, e agora também as “atas” das reuniões do Conselho de Estado, que ficam «atadas e seladas durante 30 anos» (???)

 

Estas “atas” (?), em Português, aCtas, «resultantes daqueles encontros ao mais alto nível, pela exigência da "transparência democrática" ficam "A-T-A-D-A-S" (de mãos e pés), seladas e guardadas a sete chaves, em cofres de acesso único».

 

E os absolutistas ainda se atrevem a dizer que vivemos em Democracia, e num Estado de Direito, onde tudo deveria ser transparente, mas NÃO é?

Fiz um apanhado dos comentários que se fizeram ao redor desta publicação.
Os conselheiros, o presidente, o governo querem fazer-nos de parvos?

 

Muita gente está atenta, e não tarda nada, vira-se o feitiço contra o feiticeiro, e ainda haveremos de os ver todos a ter de responder perante um tribunal por crime de lesa-pátria, porque Portugal e os Portugueses estão a ser altamente lesados com a imposição da Variante Brasileira do Português (AO90) que o Brasil veio impingir a Portugal, e políticos ignorantes aceitaram, acriticamente, cegamente, subservientemente...

 

Decreto-lei.PNG

Em relação ao AO90 houve:

 

- abuso de funções de soberania, ao aceitarem a USURPAÇÃO da Língua Portuguesa, por parte do Brasil, como “facto consumado”, sem ouvirem o POVO;

- submeter à soberania estrangeira o território português, ao permitir que o Brasil se intrometa no que nós temos de mais identificativo: a NOSSA Língua Portuguesa, que é representada na Internet com a bandeira brasileira, e não com a bandeira portuguesa, como devia ser;

- não só ofendem o Povo Português, como põem em perigo a independência do nosso País, a integridade e identidade nacionais, ao permitirem que, descaradamente, o Brasil se faça dono do que NÃO lhe pertence: a Língua Portuguesa.

 

Isto não seria matéria para o Conselho de Estado discutir? O que discutiram? O que disseram? Porquê tantos segredos? O que vale, é que os segredos são como o azeite: vêm sempre ao de cima.

 

Isabel A. Ferreira

 

***

Uma publicação de Eduardo Henrique, no Grupo Público  NOVO MOVIMENTO CONTRA O AO90,  no Facebook.

 

«AS "A-T-A-S" RESULTANTES DAS REUNIÕES DO CONSELHO DE ESTADO, FICAM "A-T-A-D-A-S" e SELADAS DURANTE 30 ANOS, (Nessa altura muitos conselheiros já terão morrido) EM COFRES INVIOLÁVEIS CONTENDO MATÉRIA "ULTRA-SECRETA" À QUAL O POVO NÃO PODE TER ACESSO.

 

SIMPLEX TRANSPARENTE, PRECISA-SE!

 

Uma jornalista interrogou hoje, Marcelo Rebelo de Sousa, pelo faCto de existir um longo período de 30 anos para manter sigiloso o debate do Conselho de Estado. Pergunta a Jornalista, "tanto tempo senhor Presidente"?

 

Sim, é demasiado tempo para "esconder" ao povo o que pensam os conselheiros como se naqueles encontros "à margem da Democracia" se discutissem estratégias para hipotéticos combates com armas nucleares nas ilhas Berlengas, situação que implicaria construir secretos "bunkers".

 

Pois bem, então as "A-T-A-S" resultantes daqueles encontros ao mais alto nível, pela exigência da "transparência democrática" ficam "A-T-A-D-A-S" (de mãos e pés), seladas e guardadas a sete chaves, em cofres de acesso único.

 

Que bom seria se tivéssemos acesso à feitura que levou ao "secreto cozinhado do acordo" pela calada da noite.»

Comentários:

Eduardo Henrique 1.PNG

Eduardo henrique - 2.PNG

Eduardo Henrique 3.PNG

Eduardo Henqique 4.PNG

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:55

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Segunda-feira, 4 de Setembro de 2023

“Festa do Livro [acordizado]” em Belém: da entrevista de Marcelo Rebelo de Sousa à TVI ficou-nos a ideia claríssima do seu DESPREZO pela Língua Portuguesa, dando primazia à Variante Brasileira do Português

 

Quem tiver a oportunidade de ver ou rever, veja ou reveja o princípio da entrevista, que o presidente da República, que NÃO o é da República Portuguesa, deu à TVI.  

 

- A prioridade foi para o livro infantil, para as crianças, e sabemos que os livros infantis são TODOS acordizados, inclusive as novas edições de autores que abominavam o AO90, como, por exemplo, Sophia de Mello Breyner (como foi possível os filhos permitirem tal insulto à sua memória?).

 

A aposta foi para as crianças e para os jovens porquê?

Porque, para os acordistas, são as crianças e os jovens que transportarão a semente da Variante Brasileira do Português, que Marcelo tanto quer ver enraizada em Portugal, chegando, para tal, a violar a Constituição da República Portuguesa, algo que o governo e Parlamento também fazem, todos a mando do algoz-mor da NOSSA Língua, o qual, para tal, elaborou uma cassete, que circula por aí, arrastando uma repugnante mentira, esperando que essa mentira repetida milhares de vezes passe a ser verdade. Porém, esquecem-se eles de que a verdade é mais poderosa do que a mentira. A verdade é como o azeite: vem sempre ao de cima. E mais dia, menos dia, essa verdade virá ao de cima, e os mentirosos serão desmascarados.

 

 - Marcelo recomendou aos PAIS das crianças para levarem este e mais aquele e mais aqueloutro livro, e os Pais foram a correr comprá-los como carneirinhos: acriticamente. É nisto que Marcelo Rebelo de Sousa aposta, para que a Língua Portuguesa seja destruída.

 

APOSTA NO LIVRO INFANTIL.PNG

 

Esta sua obsessão pelo Brasileiro, e o DESPREZO que ele votou a um Grupo Cívico de cidadãos que lhe enviaram um APELO, para que cumprisse a alínea 3ª, do artigo 11º da Constituição da República Portuguesa [voltarei a este assunto para dar mais pormenores anormais acerca deste desprezo] fez-me lembrar o que disse Alexandre Soljenitsyne, preso político do regime comunista soviético. As suas obras revelaram ao mundo as atrocidades cometidas nos gulags, campos de concentração soviéticos, onde morreram milhares de pessoas: «Para destruir um povo é preciso destruir as suas raízes».

 

Estamos a ver Portugal a esvair-se, a ser entregue a estrangeiros, porque, na verdade, a política orquestrada pelos decisores políticos portugueses é a de destruir o Povo Português. E como se destrói um Povo? Destruindo a sua LÍNGUA, os seus valores, a sua História, a sua Cultura, enfim, as suas RAÍZES, plantando novas sementes que podem levar à extinção o Povo que uma indigna facção de apátridas, metidos lá no seu latíbulo, está a tentar destruir.

 

alexander_soljenitsin.png

Imagem de Soljenitsyne: AFP via Getty Images

George Orwell.PNG

Como posso calar-me, perante esta ignominiosa tentativa de implantarem em Portugal uma linguagem que NÃO identifica Portugal?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:59

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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2023

Palácio de Belém abre portas a quatro dias de Festa do Livro [acordizado?]. Uma boa ocasião para questionar Marcelo Rebelo de Sousa sobre a inconstitucionalidade do AO90

 

Em Março do corrente ano, um  Grupo Cívico de Cidadãos enviou a Marcelo Rebelo de Sousa, a primeira das quatro vias de um APELO  para que faça cumprir a alínea 3, do Artigo 11.º, da Constituição da República Portuguesa, o qual Marcelo pura e simplesmente DESPREZOU,  como se os 297 cidadãos portugueses e alguns brasileiros não merecessem resposta por sermos animais irracionais? Por sermos poucos? AINDA somos poucos, mas CONTAMOS.

 

Da lista fazem parte cidadãos das mais variadas áreas profissionais, no activo e reformados, que exigem do Chefe de Estado Português uma posição firme em relação à ilegalidade e inconstitucionalidade da aplicação do AO90 nas escolas e, subsequentemente, a introdução da Variante Brasileira do Português, em Portugal, descartando a NOSSA Língua, consignada na Constituição da República Portuguesa.

 

Todos sabemos que Marcelo Rebelo de Sousa é um luso-brasileiro, mais brasileiro do que luso, e um fervoroso defensor do AO90, mas, acima de tudo, é o PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA e, como tal, deveria comportar-se DEFENDENDENDO os interesses de Portugal, em vez de, DESCARADAMENTE, defender os interesses do Brasil.

 

Isto é algo intolerável, e se a comunicação social, bajuladora e servilista, não cumpre o seu papel que é o de INFORMAR o País da vergonhosa subserviência dos órgãos de soberania portuguesa ao Brasil, permitindo que Portugal já seja considerado, naquele país, o seu 28º Estado, e que o Português, que circula na Internet, seja assinalado pela bandeira brasileira, em vez de o ser pela bandeira de Portugal, haja quem o faça.  Somos um Grupo Cívico que tem DIREITO a ser considerado.

 

Seria possível alguma vez a Língua Inglesa ser assinalada, na Europa, pela bandeira dos EUA? JAMAIS! E sabem porquê? Porque os órgãos de soberania do Reino Unido são VERTEBRADOS, não andam curvados. Têm verticalidade.

 

Daí que venha CONVOCAR todos os subscritores do APELO  que residem em Lisboa ou nos arredores, ou os  DESACOSDISTAS que possam deslocar-se a Belém para as seguintes acções:

- que vão a Belém e tentem chegar à fala com Marcelo e lhe entreguem uma cópia em papel do apelo que fizemos;

- os jornalistas no activo, que fazem parte da lista dos subscritores, poderiam pedir-lhe uma entrevista;

- os escritores anti-AO, que participarão na Feira, peçam ao PR uma audição para falar neste assunto gravíssimo para o nosso País, para o nosso Povo, para a nossa Cultura, para a nossa História, para o FUTURO das nossas crianças e jovens que andam a levar gato por lebre nas escolas.

- ou outra iniciativa qualquer...

 

É porque já chega de nos fazerem de parvos.

Eu é que não tenho condições de ir a Lisboa, neste momento. Se tivesse, havia de fazer alguma coisa que se visse. Lamento muito não poder ir. 

Este é um bom momento para ACTUAR. 
E que ACTUE quem puder. Por favor.

 

Eis o link para a notícia desta Festa do Livro, que não deixa de ser uma iniciativa FALACIOSA, uma vez que NÃO se trata de promover a NOSSA Cultura Linguística, mas disseminar uma linguagem que não nos pertence, e que Marcelo promove por todos os meios ao seu alcance, DESCARADAMENTE, inclusive no Palácio de Belém , a sede da Presidência da República Portuguesa. 

https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/palacio-de-belem-abre-portas-a-quatro-dias-de-festa-do-livro-082423

 

Isabel A. Ferreira

 

FEIRA EM BELÉM.PNG

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:29

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Quinta-feira, 24 de Agosto de 2023

Marcelo Rebelo de Sousa quebra protocolo, e discursa em Ucraniano, na cerimónia oficial da celebração do Dia da Independência da Ucrânia. Pudera! O que é para ele a Língua do País que diz representar? NADA.

 

Quando vi a notícia, nem quis acreditar!

Foi como presidente da República Portuguesa (não foi como o cidadão luso-brasileiro Marcelo Rebelo de Sousa, cidadão mais brasileiro do que português) que discursou. Foi o presidente da República Portuguesa que discursou na Língua Oficial da Ucrânia, em representação da NAÇÃO portuguesa.

O que devemos pensar?

Terá Portugal uma Língua Oficial para ser usada pelo PR, num discurso onde representa Portugal?

Não tem. Já não temos Língua que nos represente.


Isto é algo que nenhum presidente, que tenha a noção do DEVER e dos protocolos de Estado, faz.

Portugal já NÃO tem Língua Oficial, não, aquela que está consignada na Constituição da República Portuguesa.

Marcelo Rebelo de Sousa ao discursar em Ucraniano (se pronunciou as palavras ucranianas do mesmo modo que pronuncia as palavras da Variante Brasileira do Português, que ele tanto gosta de usar, nos discursos também oficiais em cerimónias onde o Brasil está presente, devia ter sido de fugir!!!) passou uma imagem pobre de Portugal, pois Portugal NÃO esteve ali representado pelo símbolo maior que o identifica: a sua Língua.

E ninguém é capaz de dizer ao PR que quando está a representar Portugal, como Chefe de Estado, deve discursar em Língua Portuguesa, a Língua Oficial do País que diz representar?

 

Ele está-se nas tintas para Portugal e para os Portugueses, descarta a Língua Oficial do País que diz representar, não dignifica o cargo que ocupa com estas e outras atitudes. Viram aquela da visita à trincheira e a saída dela, que está a correr mundo, num vídeo intitulado «O resgate do soldado Marselfie» - como agora o PR está a ser designado?

Uma pobreza franciscana!

Envergonhei-me, indignei-me, senti-me insultada com estas atitudes, que NÃO honram o cargo de Presidente da República.

Ai, Marcelo é diferente! Dizem-me. Ah! pois é. Faz tudo para alimentar o seu imenso ego e o seu elevado narcisismo. Não foi por acaso que foi à Ucrânia passar este dia. Teve um pouco de azar com a notícia da morte de Prigozhin, que lhe retirou protagonismo.


Isabel A. Ferreira

 

MArcelo.PNG

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:50

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Sexta-feira, 18 de Agosto de 2023

No Facebook já se traduz do Português para a Variante Brasileira do Português, com “Tradução Automática”. Inacreditável! Só ver para crer...

 

Eu escrevo segundo a LEI vigente, no MEU PAÍS. A Página  NOVO MOVIMENTO CONTRA O AO90 no Facebook, onde a referida tradução automática foi feita, está alojada em Portugal (suponho eu!). Não está no Brasil (suponho eu!)

Mas o improvável aconteceu.

 

Escrevi correCtamente a palavra exaCtamente, de acordo com a Lei que me obriga a NÃO mutilar as palavras, quando as consoantes têm uma função diacrítica, ou seja, conforme a Grafia de 1945, consignada na Lei vigente.

 

O tal tradutor automático traduziu o que estava correCtamente escrito, para “exatamente”, ou seja, para a grafia da Variante Brasileira do Português, que NÃO pertence à minha Língua Materna.



Se o tradutor teve a intenção de a traduzir para a grafia do AO90, pensando que em Portugal o AO90 está em vigor e que essa grafia nos pertence, enganou-se redondamente.



E o pior de tudo é que temos uns linguistas, uns dicionaristas, uns professores, uns jornalistas, uns juristas, umas autoridades judiciais, uns desgovernantes, que aceitam esta USURPAÇÃO como sendo legal.

 

E o que mais sobressai disto tudo,  é o DESPREZO que o chefe de Estado da Nação Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, vota a esta questão, que ele considera um não-assunto, mas que o DESAUTORIZA, como representante-mor da República Portuguesa.

Teremos fantoches no Poder, em Portugal? Se não temos é o que parece, e é o que mais surpreende os estrangeiros, que conhecem a Língua Portuguesa, mas também a Variante Brasileira da Língua Portuguesa.

 

Ainda um destes dias um cidadão italiano me escreveu dizendo que gostava da Língua Portuguesa, e obviamente, NÃO escolheu a Variante Brasileira do Português para a aprender. Obviamente, porquê? Porque a Variante Brasileira do Português NÃO representa a Língua Portuguesa.

 

Posto isto, o que tenho para lamentar é que Portugal está entregue a bonifrates, no que à Língua Portuguesa diz respeito, mas não só. E é como BONIFRATES manipulados por um país estrangeiro, que ficarão para a História.

 

O que está a passar-se, no nosso País, NÃO durará para sempre, porque o que nasce MAL e de MÁ-FÉ, mais dia, menos dia, perecerá. 

 

EXACTAMENTE.png

 

EXATAMENTE.png

Sem comentário...

Isabel A. Ferreira

 

a

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:13

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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2023

Ponto único: os decisores políticos portugueses e, muito menos, os decisores políticos brasileiros NÃO são os donos da Língua Portuguesa. BASTA de negociar o património linguístico de Portugal como se fosse um cacho de bananas...

 

ATENÇÃO.png

 

Vem isto a propósito de um artigo publicado no Expresso, no passado dia 20 de Julho, sob o título O português de Portugal está em risco?, assinado pelo  economista português Rodrigo Tavares, o qual passa bem por brasileiro.

 

Ao ler este artigo senti-me insultada. E não fui a única.

 

Vou fazer completamente minhas as palavras do cidadão pensante Sérgio Teixeira que,   sobre a argumentação apresentada pelo articulista, no referido artigo, o qual se prestou a vender gato por lebre, talvez  pensando que todos os leitores são tão servis como os decisores políticos portugueses, disse o seguinte: «Repudio por completo esta argumentação sofística vestida com jargões inacessíveis e léxico brasileiro para dar ideia, no texto, que o dialecto brasileiro por ter estes termos pluri-étnicos inseridos por alporquia na Língua Portuguesa, que é mais virtuoso, dinâmico e adaptável. (Adaptável a quê?). Na óptica dele, um economista (!), quanto mais descaracterizada, delapidada, esfrangalhada e, obviamente, mais abrasileirada, mais interessante é a Língua Portuguesa! São assim tão importantes os negócios no e com o Brasil para que estes senhores digam estas alarvidades com cara e tom sérios?» 

 

Eu também repudio.

Nem todos os leitores e nem todos os portugueses são servis, nem servos da gleba.

 

Eis uma outra opinião sobre o mesmo artigo, da cidadã pensante Maria José Abranches, a qual também subscrevo inteiramente, e que aqui deixo como testemunho do sentimento de rejeição que estes arautos da novilíngua provocam nos portugueses que têm a capacidade de PENSAR:

 

«Leiam, por favor: «A língua portuguesa está efectivamente em risco», Francisco Miguel Valada, no "Público", a 03/08/2023.

Felizmente há quem não se cale, e a persistência incansável deste autor é de salientar e louvar (...).

Peço desculpa por me repetir, mas creio sinceramente que o maior crime nesta matéria é o silêncio, sobretudo de quem tem posição cultural, política e socialmente visível! Porque é indispensável 'gritar', até que alguém responsável nos ouça e tenha vergonha da traição, ao país e ao povo que somos há séculos, de que são responsáveis - a começar pelo Presidente da República!

Os meus dois comentários ao artigo que referi, já publicados, que passo a transcrever:

Excelente! «Porque há-de haver quem ouça, ainda há-de haver / quem ouça.» (Jorge de Sena, "O Grito do Silêncio"). Sim, a nossa língua «estará sempre em risco, enquanto (...) pairar sobre ela» "uma classe tecnocrático-burocrática, de aleatório saber, mas, sobretudo de específica vontade de poderio e gozo de privilégios, a única que até hoje tem fabricado a 'imagem portuguesa' em função da qual Portugal parece escolher-se «livremente», quando afinal é (e foi) apenas por ela 'escolhido'. (Eduardo Lourenço, "O Labirinto da Saudade").

Não assino nem compro nada em 'acordês', mas fui ler esse artigo de Rodrigo Tavares, "O português de Portugal está em risco?" - de que vou salientar uma passagem: «Não convém esquecer que o português deriva do Latim Vulgar, aquela língua do povo que se misturou a dialetos locais. Por isso é que sobreviveu.» Qual é a ideia?! Evitar o referido 'murchar' do português europeu, adoptando tudo o que vem de fora, até que surja uma outra 'nova' língua? E que tal ensinar Português capazmente nas nossas escolas e cuidar do seu emprego nos 'media', evitando, por exemplo, a perda colossal de vocabulário que está a acontecer, visto que já poucos lêem e poucos se exprimem, por escrito e oralmente, com profundidade e riqueza?»

 

As análises que acabei de reproduzir dizem tudo ou quase tudo o que há a dizer sobre esta imposição forçada de uma linguagem que nada diz aos Portugueses, porque a NOSSA Cultura é diferente da Cultura brasileira. Nem é melhor, nem é pior, é simplesmente DIFERENTE, e cada Povo deve ficar com a sua, porque é a maneira mais inteligente de estar no mundo.

 

O economista Rodrigo Tavares tem todo o direito de escrever artigos de opinião e publicá-los em jornais que se prestam a aceitá-los acriticamente, mas não tem o direito de vir para o país dos outros tentar impingir uma linguagem que só ao Brasil pertence. Não queiram que os Portugueses passem a dizer “xará” (vocábulo tupi, que significa que tem o mesmo nome que outro), só porque o Brasil descartou o vocábulo português homónimo (do Latim homonymus < Grego συνώνυμος) que significa que tem o mesmo nome que outro. O Brasil tem toda a legitimidade de escolher entre “homónimo” e “xará”, mas NÃO tem a legitimidade de insinuar que passemos todos a dizer “xará”.

 

Ao ler este artigo fica-se com a nítida sensação de que existe um conluio entre Portugal e Brasil, para impor aos Portugueses, de um modo FORÇADO, ou seja, ditatorialmente, a Variante Brasileira do Português, e, para tal, até se forjou uma artimanha, que dá pelo nome de acordo ortográfico de 1990, saído da mente do enciclopedista brasileiro-libanês, Antônio Houaiss, que acenou aos políticos portugueses com os milhões de falantes sul-americanos do mal denominado “português” do Brasil, DESLUSITANIZADO (e o termo é dele), e os muito subservientes políticos portugueses, aceitaram sem pestanejar. E nada mais falacioso do que usar os “milhões”, quando todos sabem que esses “milhões” NÃO falam Português, mas, sim, o dialecto brasileiro oriundo do Português, conforme o classificou José Leite de Vasconcelos, o nosso maior dialectologista (consultar o Prontuário da Língua Portuguesa, de Manuel dos Santos Alves, páginas 12/13, 2ª Edição 1993: Universitária Editora, LDA.):

CLASSIFICAÇÃO do PORTUGUÊS.png

 

Por alma de quem a linguagem mais AFASTADA do Português, ou seja, uma Variante do Português (um dialecto) tem de se impor à Língua-mãe, a não ser por muita má-fé e muita ignorância de quem pretende substituir uma Língua Culta por uma sua Variante?


Sofrendo os políticos portugueses do mesmo mal de que sofrem os políticos brasileiros, ou seja, de um acentuado complexo de inferioridade, tendo necessidade de se porem em pedestais para se imporem ao mundo, e, no caso dos portugueses, faz com que sejam servis capachos daqueles que eles julgam ser “grandes” (e isto é coisa de mentes pequenas), logo arranjaram um modo de aliciar arautos para propagandear a linguagem brasileira, infiltrando-a sub-repticiamente em todas as redes sociais e no Google, chamando-lhe simplesmente “português” e ilustrando-o, até, com a bandeira brasileira

 

Português.PNG

para enganar os mais incautos, como fizeram, por exemplo,  com o Papa Francisco, na Jornada Mundial da Juventude

Quando o Papa foi à Universidade Católica, os serviçais jornalistas de serviço, informaram que o Sumo Pontífice iria saudar os presentes em “português”. Foi então quando ele nos surpreendeu com um bem brasileiro “bom djia”. Saberia o Papa o que disse? Ou alguém o enganou ao dizer-lhe que “bom djia” era uma saudação em Português? Não era. Djia NÃO é Português. Também não é um sotaque. Djia faz parte da fonética brasileira, que é totalmente djifêrêntchi dá fônétchicá pôrrtuguêsá, o que lhe dá estatuto de Variante.

 

Untitled.png

 

Certo dia, um acordista disse-me isto: «Mas, então, a escrita de português atingiu o máximo da sua perfeição? Já não poderá ser modernizada, acompanhar a evolução dos tempos?»

 

Respondi-lhe: «Quem faz semelhante pergunta, desconhece o que é uma Língua, e que as Línguas até podem modernizar-se, como o Português, o Inglês, o Francês, o Castelhano (...) se modernizaram, contudo, "modernizar" não é sinónimo de MUTILAR, DETURPAR, EMPOBRECER e MODIFICAR as palavras desligando-as das suas origens [algo que nenhum outro país fez] e isto nada tem a ver com “modernização”, nem com "acompanhar a evolução dos tempos". Isto tem a ver [galicismo por opção de elegância linguística] com RECUO, com IGNORÂNCIA, ao reduzir-se as palavras à sua forma mais BÁSICA, ou seja, ao patoá dos que não têm capacidade de PENSAR a Língua.» E isto vale apenas para Portugal, porque nada tenho contra a Variante Brasileira do Português.

 

Realmente, a introdução do AO90 que, como toda a gente sabe, assenta na deslusitanização ou no abrasileiramento [como se queira] do Português, só veio fabricar ignorância e analfabetos funcionais, em Portugal.

 

Mas o objectivo dos que criaram o AO90, acolitados actualmente por Marcelo Rebelo de Sousa (PR), por António Costa (PM), por Augusto Santos Silva (PAR) e pela maioria dos deputados da Nação, é não só DESTRUIR a Língua Portuguesa, como fabricar analfabetos funcionais, para melhor poder manipulá-los. Quanto mais culto for um Povo mais insubmisso ele é, e isto não convém aos governantes.

 

E os nossos muito subservientes órgãos de informação, ou são funcionários públicos, ou, se não são, não passam de meros serviçais, de bonifrates à mercê dos cordelinhos dos que desgovernam Portugal, os quais se vergaram, sem o mínimo espírito crítico e brio profissional, ao AO90, e pior do que isso, propagam os disparates que dizem e escrevem nas televisões e jornais (salvaguardando, obviamente, as raríssimas excepções, que, no entanto, se mantêm silenciosas, não vão perder empregos e tachos), disseminando, deste modo, o não-saber e o desprezo pelo seu instrumento de trabalho: o Idioma Português.

 

Não existe Democracia [δῆμος (demos ou "povo") e κράτος (kratos ou "poder")] em Portugal. Existe uma espécie de "democracia" onde o POVO tem a liberdade de protestar à vontade, mas NÃO é ouvido pelos "kratos", ou seja, pelos que se julgam “poderosos”, que querem, podem e mandam, e o POVO que se lixe.


A questão da Língua Portuguesa continua cada vez mais grave, e os decisores políticos cada vez mais subservientes ao "Krata" brasileiro. E os decisores judiciais são cúmplices dessa "aliança com benefícios apenas unilaterais”, porque ainda que se esteja a violar a Constituição da República Portuguesa, NADA fazem para repor a legalidade.


Portugal está a ser altamente prejudicado por essa atitude COBARDE dos quatro Órgãos de Soberania: Presidente da República, Assembleia da República (Parlamento), Governo e  Tribunais.

 

Isto está péssimo. Somos um país terceiro-mundista, à conta de gente com mentalidade terceiro-mundista, onde uma elite intelectual compactua, com o seu silêncio, com este assalto à NOSSA Língua, e não só.

 
Portugal é um fruto podre, e não tardará a cair em mãos ainda mais podres.

 

Para fechar esta reflexão, quero partilhar algo, e apenas o partilho por ser o prato do dia na Internet, redes sociais, YouTube, em publicações sobre a Língua Portuguesa, sobre imigração etc.. Trata-se de uma publicação no Facebook, que não me deixou indiferente, aliás coisas destas nunca deixam, seja onde for, porque sou adepta desta "filosofia": se nada dissermos ou fizermos, se não demonstrarmos a nossa indignação diante do enxovalho, vão pensar que tudo está bem na República DOS Bananas de Portugal, por isso vou deixando mensagens aos ignorantes, com a esperança de que nem todos sejam calhaus com olhos.

 

Quanta ignorância leio em publicações como a que refiro! Só gente com mente muito pequena precisa de USURPAR uma das Línguas mais antigas da Europa, e DETURPAR a História de uma das Nações mais antigas da Europa, para se impor ao mundo, quando todos os povos CULTOS sabem que a Língua Portuguesa NÃO é falada no Brasil. No Brasil, fala-se e escreve-se a Variante Brasileira do Português. E quem quer aprender o Português para fixar o Pensamento, a Cultura, o Saber, não procura a Variante, mas a original. A Variante, para a grande maioria dos estrangeiros que a aprendem, serve apenas para língua de comunicação passageira, de viagem.


Sei disto porque aprendi a ler e a escrever no Brasil, e estudei nas escolas brasileiras, cujo ensino está bem patente nas publicações e comentários ignorantes que pululam na Internet, fruto da lavagem cerebral que os esquerdistas, da ala mais ignorante, fizeram aos brasileiros menos instruídos, e que, por serem menos instruídos propagam essa ignorância, sem terem a noção disso.  Isto só envergonha a minoritária elite culta brasileira, e passa uma imagem PODRE e POBRE do Brasil, algo que me deixa muito triste, e incomodada, porque tenho o Brasil como a minha segunda Pátria.

 

Se assim o quiserem os desacordistas, ainda vamos muito a tempo de salvar a NOSSA Língua, porque a linguagem que anda por aí escrita e falada, um pouco por toda a parte, mais visível nas televisões e nos manuais escolares (um autêntico atentado à inteligência das crianças e jovens alunos) é uma linguagem pobre, andrajosa, deformada, desenraizada das suas origens, um verdadeiro insulto à Cultura Linguística Portuguesa, e isto não pode continuar assim.

 

O que temos de fazer?

 

Em primeiro lugar ter consciência de que os muito subservientes decisores políticos portugueses se vergaram aos muito perseverantes decisores políticos brasileiros (e não se pense que isto é uma alucinação) e NADA, NADA, NADA farão para defender os interesses dos Portugueses, e disso é prova máxima o DESPREZO que o presidente da República está a votar ao APELO subscrito por 297 cidadãos pensantes portugueses e também alguns brasileiros, que lhe foi enviado por quatro vias, através do formulário de Contacto, do site da presidência.

 

Em segundo lugar temos de AGIR em GRUPO e obrigar o Chefe de Estado Português a DEFENDER os interesses dos Portugueses, os quais passam pela PRESERVAÇÃO da Língua Portuguesa, ainda que MINORITÁRIA, aliás, como tantas outras Línguas de Povos que NÃO sofrendo da Síndrome da Pequenez são grandes Povos, porque a grandeza do Povos não se mede pela quantidade, mas pela qualidade do seu saber ser e estar em sociedade.

 

As Línguas Minoritárias fixam o Pensamento, a Cultura, a História e o Saber dos Povos, com tanta grandiosidade como as Línguas de grande tiragem.gente de mentalidade pequena e mirrada NÃO se orgulha de uma Língua minoritária, tão grandiosa como a Língua Portuguesa.

 

Por que haveríamos nós, Portugueses, de substituir a NOSSA Língua, que já foi dialecto do Latim, mas construiu um caminho próprio, transformando-se numa Língua autónoma, que, como sabemos, é uma das mais antigas da Europa, e que, pela simples vontade de políticos que sofrem da síndrome do pequeno poder (*) pretendem substituí-la pelo dialecto de uma ex-colónia que, de má-fé, USURPOU a Língua do ex-colonizador, com um objectivo pouco nobre, que acabou por contaminar a classe política portuguesa, que não teve o menor pejo em trair Portugal.

 

Pode não ser fácil eliminar o CAOS linguístico, no nosso País, mas NÃO é impossível. Basta empenharmo-nos, SEM MEDO de melindrar quem nos USA como trampolim para negociatas obscuras, que NÃO servem os nossos interesses.

 

Isabel A. Ferreira

 

(*) Segundo a Psicologia, a síndrome do pequeno poder é uma atitude de autoritarismo por parte de indivíduos que, ao alcançar o poder, usam-no de forma absoluta e autoritária, desprezando as consequências e problemas que possam vir a causar. Nem mais nem menos isto é o que está acontecer em Portugal.

***

Comentários na Página  NOVO MOVIMENTO CONTRA O AO90  (Facebook):

USURPAÇÃO 1.PNG

USURPAÇÃO 2.PNG

USURPAÇÃO 3.PNG

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:45

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Quinta-feira, 6 de Julho de 2023

Até breve...

 

A ignorância, a estupidez, a mediocridade, a falta de sensibilidade e bom senso dos governantes, a indiferença (uma outra forma de ignorância) e uma inconcebível INSANIDADE disseminadas em Portugal, tal qual uma praga virulenta, obrigam-me a afastar-me disto tudo, por uns tempos...

 

Bem sei que é certo e seguro que

 

MIGUEL DE CERVANTES.png

 

Portanto, não percamos a ESPERANÇA, porque a ESTUPIDEZ que se implantou em Portugal com o aval de Marcelo Rebelo de Sousa (PR), António Costa (PM) e Augusto Santos Silva (PAR e ex-ministro dos Negócios DOS Estrangeiros) assistidos pelos deputados da Nação  e por  uma legião de servos da gleba, NÃO veio para ficar, até porque a História da Humanidade diz-nos que a estupidez jamais venceu a RAZÃO.

 

E a RAZÃO está do nosso lado.

Brevemente poderão cair o Carmo e a Trindade e Portugal libertar-se-á do jugo dos MAUS.

 

Até breve.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:09

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Terça-feira, 20 de Junho de 2023

Atribuída "Distinção de Mérito Acordo Zero" ao Blogue «O Lugar da Língua Portuguesa»

 

ATRIBUÍDA DISTINÇÃO DE MÉRITO ACORDO ZERO!

Pela consciência e responsabilidade demonstradas na defesa da Língua Portuguesa, a iniciativa Acordo Zero atribui a sua distinção de mérito ao blogue O Lugar da Língua Portuguesa.


Um enorme obrigado pela coragem de rejeitar o Acordo Ortográfico de 1990!

Página oficial: https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/

Fonte: https://www.facebook.com/photo?fbid=259121210055108&set=a.201433638882893

 

***

Só me resta agradecer a Paulo Teixeira, criador da Distinção de Mérito Acordo Zero.

O ACORDO ZERO é uma iniciativa independente de incentivo à rejeição do Acordo Ortográfico de 1990,  e "O Lugar da Língua Portuguesa" foi criado em 16 de Outubro de 2015, depois de ver trinfar as nulidades, e  com um objectivo bastante específico, que pode ser consultado neste link:


https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/o-lugar-da-lingua-portuguesa-750?tc=137282398317

Estamos juntos neste barco, porque 
Língua Portuguesa só há UMA. Nem verdadeira, nem falsa. É a Língua Portuguesa. A única, e poderá estar em extinção não daqui a décadas, mas já amanhã, se se continuar a assobiar para o lado, e permitirmos que os governantes portugueses nos andem a tomar por lorpas: caso do presidente da República (Marcelo Rebelo de Sousa), do primeiro-ministro (António Costa)e do presidente da Assembleia da República (Augusto Santos Silva).

Preservá-la é uma tarefa de todos. Não pode ser apenas de alguns.

Na escola, as crianças aprendem o "brasileiro". Em casa, treinam o Português, para quando se libertarem do carrasco escolar, poderem reabilitar a Língua Materna delas, e mandar às malvas a Língua Madrasta, que tentaram impingir-lhes ilegalmente. 

Isabel A. Ferreira

 

ACORDO ZERO.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:59

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Sábado, 3 de Junho de 2023

Parecer de Carmen de Frias e Gouveia, Mestre em História da Língua Portuguesa (FLUC), sobre o [nocivo] impacto do AO90, o qual foi desprezado pela [inútil] XII Comissão da Assembleia da República

 

Em Portugal, criam-se comissões para avaliar questões fracturantes, e chamam-se os mais abalizados peritos para darem pareceres. Os pareceres são dados, mas se estes colidirem com o quero, posso e mando dos governantes, há que descartá-los, esquecê-los, atirá-los ao caixote do lixo, para que se imponha o que APENAS os todo-poderosos governantes têm previamente concertado. E estas comissões acabam por ser, além de dispendiosas, completamente inúteis, existem apenas para inglês ver. E esta é uma atitude típica das ditaduras fantasiadas de democracias.

 

O que está por detrás desta atitude prepotente, não está no segredo dos deuses. Todos os que têm lutado pela defesa da Língua Portuguesa conhecem bem os enredos sórdidos desta tirania, e têm-nos denunciado recorrentemente, por onde podem, porque no meio mais abrangente – o das televisões –  é assunto tabu, e o silêncio de Marcelo Rebelo de Sousa, a este respeito, ele, que fala de tudo, ou quase tudo, todos os dias, em todo o lado, quase ao mesmo tempo, de tão indiciador é absolutamente incompreensível e inaceitável, algo que o fará entrar para a História como um dos coveiros da Língua Portuguesa.

O que Dom Diniz iniciou com glória,  Marcelo Rebelo de Sousa terminará com desonra.

 

Já estamos fartos deste jogo, que se joga nos bastidores da política, escondido do escrutínio dos Portugueses. Basta de andarem a brincar aos democratazinhos, ao encherem a boca com somos um Estado de Direito e uma Democracia, quando, na realidade, somos um profundo estado caótico, onde democracia é apenas uma palavra esvaziada do seu significado mais primordial.

 

Posto isto, e na sequência do repto lançado aos Portugueses Pensantes, para que subscrevam um APELO a enviar ao Presidente da República, para que este faça cumprir a alínea nº 3, do Artigo 11º da Constituição da República Portuguesa,  e no âmbito da celebração da Língua Portuguesa, a efectuar neste Blogue, no próximo Dia 10 de Junho,  Carmen de Frias e Gouveia, Mestre em História da Língua Portuguesa e doutoranda na mesma área,  deu-me  a conhecer o seu preciso e precioso parecer que, em 2017, enviou à XII Comissão da Assembleia da República, o qual NÃO foi levado em conta, aliás como todos os outros doutos pareceres que se apresentaram a quem de direito, e quem de direito simplesmente os desprezou, por motivos que devem ser democraticamente explicados ao Povo Português.


Aqui deixo, aos meus caros leitores, o link para esse parecer, e mais dois links para as suas intervenções em 2015 e 2018, as quais também foram desprezadas ditatorialmente, porque apenas ditatorialmente se desprezam intervenções e pareceres válidos, quando está em jogo a DEFESA do nosso maior património identificativo: a Língua de Portugal.

 

 «Ao Ex.mo Senhor Coordenador do Grupo de Trabalho de Avaliação do impacto do Acordo Ortográfico de 1990 e aos Ex.mos Senhores Deputados que o integram (12ª Comissão da Assembleia da República)»

https://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c324679626d56304c334e706447567a4c31684a53556c4d5a5763765130394e4c7a457951304e44536b5176523152425355464254793942636e463161585a765132397461584e7a595738765132397564484a70596e563062334d7655484a765a6d567a63323979595355794d455a68593356735a47466b5a5355794d47526c4a54497754475630636d467a4a5449775a47456c4d6a4256626d6c325a584a7a615752685a47556c4d6a426b5a5355794d454e7661573169636d45756347526d&fich=Professora+Faculdade+de+Letras+da+Universidade+de+Coimbra.pdf&Inline=true

 

Carmen de Frias e Gouveia - A (in)viabilidade do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990... (2015)

https://www.youtube.com/watch?v=w8loVrmdtME

 

Dra. Carmen de Frias e Gouveia - Da inutilidade do "novo" Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. (2018)

https://www.youtube.com/watch?v=ktbQbjMbtgg

 

 Isabel A. Ferreira

 

Professora Carmen.PNG

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:33

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