De Cristiano a 19 de Agosto de 2020 às 09:41
Faço aqui uma sugestão: troque todos os "em Português" por "em Portugal" e evite ser preconceituosa e imprecisa.
De Isabel A. Ferreira a 19 de Agosto de 2020 às 14:47
Cristiano, tem a certeza de que comentou no texto certo? Ou leu este texto e não percebeu nada do que nele está escrito?

Daí que lhe faça eu uma sugestão: volte a ler o texto, examine bem quem é quem, analise o conteúdo e do que se aborda neste conteúdo, e depois venha aqui dizer, com todas as letras, quem é essa “preconceituosa e imprecisa”.

Só então podemos voltar a falar.

Porque das duas uma: ou este seu comentário se refere a um outro texto, a uma outra pessoa, a uma outra circunstância, ou então o Cristiano, desculpe que lhe diga, sofre de iliteracia.
De Anónimo a 20 de Agosto de 2020 às 08:50
"... Assim é que, em 1826, o projeto (em Português escreve-se projeCto) apresentado ao parlamento brasileiro pelo deputado...", você se esforçou tanto para esconder o ranço em trechos como: "... por ocasião da Assembléia (em Portugal continuará a escrever-se Assembleia) Constituinte ...", apenas um FATO sem C: 220 milhões de falantes de português em um país e 10 milhões em outro, a quem pertence a língua? Acho que o Brasil herdou dos portugueses essa ilusão de grandeza, a língua evolui e algumas pessoas também. Seu argumento que me atribui uma característica inverídica é basicamente um argumento "ad hominem", tenho certeza que com sua formação tão superior será capaz de formular algo melhor, experimente justificar os problemas como o apontado, humildade e auto-crítica podem ser valiosos também, mas vou evitar aqui acusá-la de não os possuir, prefiro acreditar que apenas os está economizando para uso futuro.
De Isabel A. Ferreira a 22 de Agosto de 2020 às 18:54
Supondo que o “anónimo" seja o Cristiano, do outro comentário, vou responder-lhe à letra, como merece.

De faCto, o Cristiano não consegue diferenciar “em Português” de “em Portugal”. E se não consegue, não vou perder tempo a explicar-lhe, porque estou a ver que não entenderia. Torne a ler o texto, pode ser que chegue lá pela própria cabeça!

Não mudo uma vírgula, ao que, entre parêntesis, escrevi.

Citando-o: «apenas um FATO sem C [será fato-macaco?] : 220 milhões de falantes de português em um país e 10 milhões em outro, a quem pertence a língua?». Este “argumento” é absolutamente ESTÚPIDO, desculpe que lhe diga isto, assim tão apruPtamente, mas é o que merece.

A Língua Portuguesa é de PORTUGAL, porque foi em Portugal que ela NASCEU. O Brasil adoPtou-a e transformou-a num dialecto brasileiro, americanizando-a, castelhanizando-a, italianizando-a, afrancesando-a, fora a introdução dos vocábulos indígenas e africanos, que só a enriqueceram. Então, temos uma outra Língua, como diz a investigadora BRASILEIRA Eni P. Orlandi, e com a qual concordo inteiramente. O Brasil foi a ÚNICA ex-colónia que afastou a Língua Portuguesa das suas raízes greco-latinas, das suas raízes indo-europeias. Daí que o que se fala e escreve no Brasil já NÃO SEJA Português, mas uma VARIANTE ( = dialecto) do Português, como o Crioulo Cabo-Verdiano, a Língua Oficial de Cabo Verde.


Além disso a “quantidade” nunca suplantou a QUALIDADE. Muito pelo contrário. Quando um estrangeiro quer ESTUDAR a Língua Portuguesa, ele procura a ORIGINAL, não a VARIANTE. A VARIANTE só serve para comunicar. Não para estudar. O mesmo acontece com o Inglês: para estudo procuramos o Inglês ORIGINAL, o da Inglaterra, não o dos EUA.

O resto do seu comentário é de uma tal pobreza argumentativa que nem me vou dar ao trabalho de lhe responder.

Vou deixar-lhe aqui dois links, com mais achas para esta fogueira. Pode ser que comece a entender do que falamos, quando falamos de “Língua ou Dialecto Brasileiro”:

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/sao-contra-o-novo-acordo-ortografico-255308?tc=48118206976

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/do-que-falamos-quando-falamos-do-147424
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