comentários:
De Carlos Ricardo a 16 de Setembro de 2020 às 17:54
Efectivamente este "desacordo" é uma sujeição á forma como os brasileiros escrevem o Português.
Muito sinceramente, ás vezes, quando leio textos subordinados ao "desacordo", custa-me a perceber certas palavras.
Considero este "desacordo" uma cagada sem qualquer objectivo positivo visível.
Eu escrevo e CONTINUAREI A ESCREVER como aprendi, há muitos anos, na escola !!!|

De Isabel A. Ferreira a 16 de Setembro de 2020 às 18:44
Carlos Ricardo, mas a intenção é mesmo essa: substituir a Língua Portuguesa pela Brasileira. E essa intenção, que está concretizada, mais do que os motivos economicistas, é a principal mola que move este "desacordo" para todos, excepto para os ministérios dos negócios estrangeiros (assim em letras minúsculas, porque não merecem parangonas) de Portugal e Brasil.

A Língua Portuguesa já desapareceu da Internet. Nós continuaremos fiéis à nossa origem, mas as nossas crianças estão a aprender gato por lebre e são as principais vítimas. Por elas, temos de LUTAR contra esta pouca-vergonha.
De Carlos Ricardo a 16 de Setembro de 2020 às 19:11
É Verdade, Isabel.
No entanto, discordo que a luta seja só pelas nossas crianças, embora possa vir a acontecer que as nossas crianças, muito rapidamente, falem e escrevam uma língua que nós, os mais velhos, não compreendemos.
A luta deve ter uma base de dignidade portuguesa, do que fomos e somos. Faz-me vir á cabeça o que fariam os Ingleses se a América lhes propusesse (ou impusesse) alterações tão estúpidas como as que nos estão a acontecer.
Como a Isabel disse uma vez, a língua, factor primordial da união de um povo, não se pode alterar por decreto-lei.
As alterações, se as houver, terão de fazer parte de uma LENTA evolução da fala e da escrita e, sempre, por intervenção do povo.

De Isabel A. Ferreira a 16 de Setembro de 2020 às 19:24
A luta não tem de ser apenas pelas nossas crianças, mas estas são as principais vítimas, porque não podem dizer NÃO. E elas serão ageração dos analfabretos funcionais. E isto é um crime de lesa-infância.

MAs a luta tem de ir muito para além disto, sim. Concordo consigo.

Tudo isto é do domínio da estupidez que se instalou em Portugal, mas não só. Tem de haver um jeito de acabar com esta demência ortográfica.
De Fernando Castro a 16 de Setembro de 2020 às 23:38
Somos os mais idosos os que devemos ensinar os mais jovens, desde pequenos, a revoltarem-se contra o que considero uma ignomínia. Se deixarmos as crianças dizerem a um amigo "tu me podes tratar de você", possivelmente já não iremos a tempo de fazer abortar este "aborto ortográfico.
De Isabel A. Ferreira a 17 de Setembro de 2020 às 14:57
É precisamente isso que faço com os meus netos e com todas as crianças das minhas relações.

Pelo menos ESTAS revoltam-se e na escola escrevem correCtamente a Língua Materna delas, apesar de as professoras marcarem erro, coitadas! Como chegariam ali? A Língua Portuguesa, com estas crianças, está assegurada. Se mais pessoas o fizerem, ela não se perderá. Se, por vezes, sai um “oi”, em vez de um “olá”, chamo logo a atenção. E elas compreendem a mensagem.

Temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para abortar este “aborto ortográfico”, caro Fernando Castro.
Bastaria que os professores de Português se revoltassem e exigissem ENSINAR correCtamente a Língua Materna dos alunos portugueses, como era do DEVER deles. Deviam recusar-se a ensinar a MIXÓRDIA ORTOGRÁFICA que lhes ensinam. Mas falta-lhes VONTADE e muito mais. E mais fácil serem servilistas, do que LUTAR pela dignificação da missão de ENSINAR, que penso ter sido banida das escolas, com raríssimas excepções.

Existem outras alternativas. Uma delas é pôr na Presidência da República um presidente que se comprometa a defender a SÉRIO os interesses de Portugal, dos Portugueses, da Língua Portuguesa e, consequentemente, da nossa independência como Nação. O que lá está serve os interesses obscuros que estão por detrás desta INVASÃO sul-americana.

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