De Fernando Castro a 16 de Setembro de 2020 às 23:38
Somos os mais idosos os que devemos ensinar os mais jovens, desde pequenos, a revoltarem-se contra o que considero uma ignomínia. Se deixarmos as crianças dizerem a um amigo "tu me podes tratar de você", possivelmente já não iremos a tempo de fazer abortar este "aborto ortográfico.
De Isabel A. Ferreira a 17 de Setembro de 2020 às 14:57
É precisamente isso que faço com os meus netos e com todas as crianças das minhas relações.

Pelo menos ESTAS revoltam-se e na escola escrevem correCtamente a Língua Materna delas, apesar de as professoras marcarem erro, coitadas! Como chegariam ali? A Língua Portuguesa, com estas crianças, está assegurada. Se mais pessoas o fizerem, ela não se perderá. Se, por vezes, sai um “oi”, em vez de um “olá”, chamo logo a atenção. E elas compreendem a mensagem.

Temos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para abortar este “aborto ortográfico”, caro Fernando Castro.
Bastaria que os professores de Português se revoltassem e exigissem ENSINAR correCtamente a Língua Materna dos alunos portugueses, como era do DEVER deles. Deviam recusar-se a ensinar a MIXÓRDIA ORTOGRÁFICA que lhes ensinam. Mas falta-lhes VONTADE e muito mais. E mais fácil serem servilistas, do que LUTAR pela dignificação da missão de ENSINAR, que penso ter sido banida das escolas, com raríssimas excepções.

Existem outras alternativas. Uma delas é pôr na Presidência da República um presidente que se comprometa a defender a SÉRIO os interesses de Portugal, dos Portugueses, da Língua Portuguesa e, consequentemente, da nossa independência como Nação. O que lá está serve os interesses obscuros que estão por detrás desta INVASÃO sul-americana.
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