comentários:
De Carlos Ricardo a 16 de Setembro de 2020 às 19:11
É Verdade, Isabel.
No entanto, discordo que a luta seja só pelas nossas crianças, embora possa vir a acontecer que as nossas crianças, muito rapidamente, falem e escrevam uma língua que nós, os mais velhos, não compreendemos.
A luta deve ter uma base de dignidade portuguesa, do que fomos e somos. Faz-me vir á cabeça o que fariam os Ingleses se a América lhes propusesse (ou impusesse) alterações tão estúpidas como as que nos estão a acontecer.
Como a Isabel disse uma vez, a língua, factor primordial da união de um povo, não se pode alterar por decreto-lei.
As alterações, se as houver, terão de fazer parte de uma LENTA evolução da fala e da escrita e, sempre, por intervenção do povo.

De Isabel A. Ferreira a 16 de Setembro de 2020 às 19:24
A luta não tem de ser apenas pelas nossas crianças, mas estas são as principais vítimas, porque não podem dizer NÃO. E elas serão ageração dos analfabretos funcionais. E isto é um crime de lesa-infância.

MAs a luta tem de ir muito para além disto, sim. Concordo consigo.

Tudo isto é do domínio da estupidez que se instalou em Portugal, mas não só. Tem de haver um jeito de acabar com esta demência ortográfica.

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