Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2018

AO90 - O QUE SEMPRE SE QUIS ESCONDER DOS PORTUGUESES

 

Andei hoje a “limpar” o meu e-mail, e deparei-me com esta mensagem não-lida, de 15 de Agosto de 2013, proveniente de «Pela Língua Portuguesa contra o “acordo”», com esta informação interessantíssima.

 

Há muito que digo isto, mas pelo que agora vejo, não fui só eu a dizê-lo.

 

 

GRAMÁTICA.png

 Fonte da imagem: Internet

 

Angola e o "acordo"

 

Declarações da Professora Doutora Amélia Mingas (linguista angolana) sobre o “acordo ortográfico de 1990”.

 

Declarações importantíssimas desde logo porque delas decorre o que aqui em Portugal se esconde: trata-se de agradar ao Brasil unicamente.

 

E Angola é um Estado soberano e rico...

 

‹‹A Decana da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto, Amélia Mingas apoia a posição do Executivo em relação à não ratificação ao novo acordo ortográfico, noticiou a RNA.

 

A Antiga Directora executiva do Instituto Internacional de Língua Portuguesa frisou que, o acordo ortográfico de 1990 não tem razão de ser, em virtude de o mesmo não ter levado em consideração o contributo dos oito estados membros da CPLP para o desenvolvimento da Língua Portuguesa.

 

O problema é que há um acordo que não tem razão de ser, porque quando se faz um acordo deve considerar-se a contribuição que cada um dos estados, que integra a CPLP, trouxe para a Língua Portuguesa. Porque o que se nota são alterações tendo em conta o desenvolvimento da língua portuguesa no Brasil».

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:56

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A autora deste Blogue não adopta o “Acordo Ortográfico de 1990”, por recusar ser cúmplice de uma fraude comprovada.

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O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram oficialmente a não vigência do acordo numa reunião oficial e os representantes oficiais do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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