comentários:
De Isabel A. Ferreira a 26 de Maio de 2021 às 12:04
Os comentários no texto que a Maria enviou dizem apenas da massa inculta brasileira, que envergonha o Brasil e os Brasileiros instruídos. Mas é essa massa inculta que dissemina a lusofobia gerada nas escolas, por professores instrumentalizados pela política marxista.

Os maçons também metem o seu bedelho em tudo, porém, nas escolas, por onde passei, NÃO digo ESTUDEI, porque nas escolas brasileiras, no que respeita à História comum aos dois países e à Língua, NÃO se estuda, leva-se com uma LAVAGEM CEREBRAL, como a dos comentadores ignaros do texto, é a política marxista que dissemina o ódio contra tudo o que tenha a ver com COLONIZAÇÃO. Um verdadeiro lixo, que tive de aguentar, não sem REFILAR, obviamente, sendo penalizada nas notas. Coisa que nunca me abalou.


E ainda dizem que estudam História contaminada com ideologia maçónica, diz a Maria! Não, não é com ideologia nenhuma, é apenas com um infinito complexo de inferioridade, muita ignorância e ilusão de que com isso construirão um Brasil melhor.

Porém, mentes tacanhas nunca medraram, ainda que no terreno fértil herdado dos Portugueses.
De Maria a 26 de Maio de 2021 às 15:20
O problema é que mesmo os instruídos, ou melhor, quem tem ensino superior, é igual. Pois a campanha marxista também se dissemina e bem nas universidades, principalmente as que ensinam Ciências Sociais e Humanas. O caso está muito mal parado e bem grave, mesmo. As massas incultas estão também a manipular quem não é. Infelizmente ser inculto e burro é o que se deseja ser no Brasil, e Portugal está no mesmo caminho, o da estupidificação das massas.
De Isabel A. Ferreira a 26 de Maio de 2021 às 16:38
Concordo plenamente com a Maria.
O objectivo é manter as massas acéfalas, para melhor as manobrarem.

Portugal deveria manter a sua independência, nesta e noutras questões, mas, muito subservientemente, alia-se ao Brasil, e é aqui que entra a maçonaria de lá e de cá, unidas como gémeas siamesas, arrastando os dois povos pelo lodaçal da imbecilidade.

E nós vamos permitir?

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