De Daniel a 27 de Março de 2022 às 23:57
Acho que deveriamos escrever "diccionário" como em "dicção"
De Isabel A. Ferreira a 29 de Março de 2022 às 12:15
Penso que o tem toda a razão, Daniel. Afinal, “dicção” e “diccionário”” têm a mesma raiz latina: “dictio”.

Ainda existem muitas incongruências na Grafia de 1945, porém, nada que se compare com as incongruências absurdas que o AO90 introduziu no Português, recuando de Língua, para Variante da Língua.

E poder-se-ia aperfeiçoar ainda mais a Língua Portuguesa, NÃO mutilando as palavras, como preconiza o AO90, que assenta na grafia brasileira, mas repondo a etimologia das palavras, nas quais, sem motivo algum do foro linguístico, foi retirada.

Outra maneira de simplificar a grafia de 1945, seria pronunciar TODAS as consoantes, ditas mudas, por exemplo, seCtor, afeCto, direCtor, arquiCtecto, teCto, excePto, recePção, etc., etc., etc., como, aliás se pronunciam nas restantes línguas europeias.

Em vez de se desenraizar as palavras, mantinha-se a sua origem, pronunciando-se as consoantes duplas, que têm uma função diacrítica, e todos, até os ACORDISTAS ADULTOS, os ÚNICOS que não conseguem PENSAR a Língua, escreveriam correCtamente, sem qualquer dificuldade, as palavras, e sem precisarem de ir buscar ao léxico da Variante Brasileira da Língua Portuguesa, as palavras que o Brasil mutila desde 1943, para diminuir o analfabetismo, que aliás continua elevadíssimo no Brasil.

Saiba-se que as palavras afeto, setor, diretor, arquiteto, teto, e todas as outras palavras mutiladas pertencem ao LÉXICO brasileiro, NÃO, ao léxico português.

Há que fazer a Língua Portuguesa regressar às suas origens, e as suas origens não estão no Brasil, mas em Portugal.
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