comentários:
De Jorge Pacheco de Oliveira a 24 de Março de 2022 às 11:14
Os políticos portugueses que a Isabel referiu, envolvidos na aberração do AO90 e, como tal, responsáveis pela situação caótica do ensino da Língua Portuguesa em Portugal, por sinal são os mesmos que relegaram Portugal para a débil posição que ocupa na economia europeia, com uma dívida pública gigantesca e sempre destinado a viver de mão estendida.

O problema é que, a avaliar pelos resultados eleitorais mais recentes, os portugueses parecem satisfeitos com os políticos que lhes proporcionam a situação de indigência económica e, ao mesmo tempo, com o desprezo a que votam a Língua Portuguesa.
De Isabel A. Ferreira a 24 de Março de 2022 às 16:09
São exactamente os mesmos, Jorge Pacheco Oliveira. Concordo plenamente consigo.

E, graças a um povo que anda no mundo só por ver andar os outros, e não tem um pingo de massa crítica, Portugal mergulhará numa situação que prevejo péssima, porque se, até agora, tivemos uma “política de enterro” (enterro de Portugal em dívidas, enterro de Portugal na cova que os estrangeiros nos abrem, enfim…), uma política do “eu quero, posso e mando”, uma política que IMPÔS a Portugal uma grafia estrangeira, daqui para a frente, com esta absurda maioria absoluta que um povo pouco dado a PENSAR deu a um PS com provas já dadas de autoritarismo, continuaremos à mercê do despotismo, disfarçado de democracia.

Porque não tenhamos qualquer dúvida, Jorge Pacheco Oliveira: as maiorias absolutas são sinónimo de tirania, com a diferença de que, para disfarçar, não nos enviam para um qualquer Tarrafal, porque a liberdade de imprensa (ainda) não é crime.

De qualquer modo, continuaremos a defender a Língua Portuguesa, uma vez que aquele que deveria ser o defensor-mor do nosso Idioma, está-se nas tintas para Portugal, para a sua Identidade, para os Portugueses, e faz ouvidos de mercador aos nossos protestos, recusando-se, sequer, a falar no assunto.

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