Segunda-feira, 9 de Setembro de 2019

Entrámos na recta final para a revogação do AO90

 

ATENÇÃO! Esta NÃO É uma notícia falsa, como os acordistas pretendem e andam por aí a espalhar.

Há quem não queira (por conveniência) ou não saiba (por incapacidade mental) distinguir as notícias falsas, das notícias (muito) verdadeiras.

Felizmente, para a Língua Portuguesa, este Blogue é AVESSO e ABOMINA as notícias falsas.

Neste Blogue lida-se com FACTOS comprovados.

Infelizmente, para os sequestradores da Língua Portuguesa e para os seus serviçais, o que aqui se publica são NOTÍCIAS VERDADEIRAS, que podem ser comprovadas.

A cegueira mental dos acordistas é tal, que até diante das provas, se fazem de desentendidos.

Enfim, quando eles dizem que esta é uma notícia falsa, isso só prova o quanto o que aqui se denuncia é VERDADEIRO. Estão cheios de TEFE-TEFE.

 

Há quem considere que o que tem sido dado a lume sobre as falcatruas do AO90 «não vai acabar com a estupidez e com a arrogância de quem inventou e ainda tem interesses na manutenção do acordês». Dizem-me: «não lhes vão faltar argumentos

Mas… há um mas, que justifica o título desta publicação.

 

ATENÇÃO.png

 

Acontece que contra factos comprovados não há argumentos. Factos são factos. Ninguém pode desmenti-los. A questão do AO90 é uma fraude ao mais alto nível. E se em Portugal ainda houver JUSTIÇA ela será feita.

 

O que tem sido dado a lume, e proibido de ser divulgado pelos meios televisivos, entre outros, é apenas a ponta do iceberg.

 

A questão do AO90 é apenasmente uma questão político-jurídico-diplomática. Os kaisers sequestraram a Língua Portuguesa e fizeram dela uma arma de arremesso para situações que nada têm a ver com a unificação das ortografias, porque as ortografias nunca foram obstáculo para coisa nenhuma, desde 1943.

 

O AO90 é fruto de um monumental complexo de inferioridade desenvolvido pelos políticos portugueses e brasileiros (com motivações diferentes), os  quais entenderam que se usassem a Língua Portuguesa, que já não é comum aos dois países (pois o Brasil afastou-se substancialmente da matriz europeia e seguiu um rumo diferente), o soft power seria gigantesco.


O que os políticos não previram foi que, ao longo de todos estes anos, a contestação do AO90 manter-se-ia contínua, e continua. E ao contrário do que os acordistas de vista curta dizem, esta questão não está morta, apenas porque o nosso kaiser diz que se tem de respeitar quem já aplica o AO90. Como disse?

 

Não, ninguém tem de respeitar os serviçais do Poder, só porque o Poder quer assim. Isso é coisa ditatorial. E as ditaduras derrubam-se com factos. E contra factos não há argumentos.

 

Os sequestradores da Língua Portuguesa são apenas ídolos de pés de barro mole, muito mole. O que os tem sustentado em pé é a ignorância do povo, e saberem que o povo português é mais dado a futebol, telenovelas e reality shows, e terem os mass media bem controlados e amordaçados. O AO90 é um tema-tabu, em Portugal. Mas há quem não seja servilista, e é com a maioria, que são os não-servilistas, que o futuro do AO90 está a ser jogado.

 

E tal como Miguel de Cervantes, que viu os seus carrascos a serem condenados ,direi que «Deus suporta os maus, mas não eternamente», algo que a História nos revela tão claramente. E se até os ídolos de pés de bronze caem (lembram-se do derrubamento da estátua de Saddam Hussein?) o que dizer dos ídolos de pés de barro?…

 

Aguardemos, pois, pelos próximos capítulos desta telenovela fajuta (*).

 

(*) Para quem não conhece o termo fajuto (mais utilizado no Brasil), significa que algo é de fraca qualidade, que não merece confiança, que foi falsificado = falso ≠ original, significações que tão bem assentam ao AO90.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:27

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comentários:
De Anónimo a 9 de Setembro de 2019 às 23:02
FAKE NEWS
De Isabel A. Ferreira a 10 de Setembro de 2019 às 10:11
Bem, há quem não queira (por conveniência) ou não saiba (por incapacidade mental) distinguir as notícias falsas (assim, em Bom Português, se faz favor) das notícias (muito) verdadeiras.

Felizmente, para a Língua Portuguesa, este Blogue é AVESSO e ABOMINA as notícias falsas.

Neste Blogue lida-se com FACTOS comprovados.


Infelizmente, para os sequestradores da Língua Portuguesa e para os seus serviçais, o que aqui se publica são NOTÍCIAS VERDADEIRAS, que podem ser comprovadas.


E a vossa cegueira mental é tal, que até diante das provas, se fazem de desentendidos.

Enfim, este comentário de um desilustre desconhecido só prova o quanto o que aqui se denuncia é VERDADEIRO. Estão cheios de TEFE-TEFE.
De Sergio Lopes a 10 de Setembro de 2019 às 12:18
Apenas uma sugestão: onde se refere ... "os sequestradores da Língua Portuguesa"..., preferiria ler ..."os mutiladores da Língua Portuguesa"...
Cumprimentos
De Isabel A. Ferreira a 10 de Setembro de 2019 às 15:06
Caro Sérgio Lopes, ainda bem que tocou neste assunto, porque dá-me oportunidade de explicar por que uso o termo “sequestradores” nesta fase do processo, e não o de “mutiladores”, que também os houve, mas já não são os “mutiladores” que mandam.

Os “mutiladores” fizeram parte da primeira parte do Plano. Os “sequestradores” vieram logo de seguida, para pôr em prática a segunda parte desse mesmo Plano, ou seja, apoderar-se da Língua, e fazerem dela uma arma de arremesso político, e tê-la APRISIONADA nos calabouços dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros (Portugal) e das Relações Exteriores (Brasil).

Contudo, o principal sequestrador da Língua MUTILADA está em Portugal, o (in)fiel depositário dos Instrumentos de Ratificação, o qual se recusa a torná-los públicos, porque, diz o sequestrador-mor, são documentos secretos. Por conseguinte, como se sabe, nestas matérias não há segredos, a não ser que queiram ESCONDER algo.

A pergunta é: o que anda a ESCONDER o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal? Por que este organismo estatal não liberta a Língua Portuguesa, uma vez que existe uma forte contestação do AO90 na Europa, África e América do Sul, e já se chegou à conclusão de que aplicá-lo foi um MONUMENTAL ERRO? E se errar é humano, insistir no erro é INSANO.

Longe de ser uma questão linguística, esta é essencialmente uma questão político-jurídico-diplomática, daí o termo certo a utilizar nesta fase do processo, seja o de SEQUESTRADORES, uma vez que são eles que mantêm cativa a Língua Portuguesa, e não a libertam, porque para a libertar muita água suja terá de passar por baixo da ponte.

As minhas saudações desacordistas.

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