Segunda-feira, 7 de Novembro de 2016

INVESTIGAÇÃO SOBRE O AO90

 

TRAIDORES.jpg

 (Origem da imagem: Internet)

 

Passei estes dias a investigar, a ler sobre a génese do acordo ortográfico de 1990.

 

Sobre o ninho onde foi parido.

 

Sobre os mais profundos motivos que estão por detrás da imposição deste acordo que tem gerado tanto desacordo.

 

O que descobri não me surpreendeu absolutamente nada.

 

Para mim sempre foi evidente, porque não ando no mundo só por ver andar os outros, nem aceito tudo o que me querem impingir, até porque desde criança aprendi a questionar tudo o que me ensinavam. Sempre tive na ponta da língua a interrogação “porquê?”, e nunca me dava por satisfeita até que compreendesse tudo o que havia para compreender, ainda que tivesse de procurar as respostas em livros e lugares proibidos.

 

O que descobri sobre o AO90 não me surpreendeu.

 

O que me surpreende, e de um modo profundamente inquietante, é o servilismo do primeiro-ministro e do presidente da República de Portugal e dos deputados da Nação e o de todos os que subservientemente se curvam perante esta tentativa de assassinato da Língua Portuguesa, e das duas uma: ou não sabem da missa a metade; ou se sabem, estão-se a sobrepor interesses alienígenas aos inalienáveis interesses de Portugal.

 

E isto é bastante grave.

 

Mas esta história será para contar numa outra oportunidade.

 

É preciso escolher as palavras certas para dizer as coisas certas. E isso levará o seu tempo.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:47

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A autora deste Blogue não adopta o “Acordo Ortográfico de 1990”, por recusar ser cúmplice de uma fraude comprovada.

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. AO/90 é uma fraude, ilegal e inconstitucional

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram oficialmente a não vigência do acordo numa reunião oficial e os representantes oficiais do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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