Quinta-feira, 21 de Novembro de 2019

Legendagem nas televisões portuguesas e nos canais da TVCine entregues a mão-de-obra barata, analfabeta e estrangeira

 

O que se passa em Portugal, no que respeita a esta questão, é surrealista e coisa única no mundo civilizado e culto. É vergonhoso. É de tapar a cara com lama.

 

 A legendagem em Portugal é uma vergonha nacional. Diz da pobreza cultural e linguística em que o país está mergulhado.

 

E isto nada tem a ver com o AO90? Claro que também tem. Mas sobretudo, tem a ver com ignorância, com analfabetismo, com a falta de brio profissional, com a forretice dos empregadores, que pagam uma ninharia, a gente cuja competência vale dez réis de mel coado.

 

E quem fica mal é Portugal, que anda por aí malvisto, a disseminar uma língua maltrapilha, uma grafia mutilada, ao nível dos maiores ignorantes do Planeta.

 

Sim, estou indignada. Envergonhada. Escandalizada, mas, sobretudo, entristecida. A que nível baixo chegou a Língua Oficial do meu País!

 

O que se vê nesta legenda, infelizmente, é o pão nosso de cada dia, em todos os canais televisivos portugueses, e as legendas dos filmes, na TVCine estão entregues a gente sem a mínima qualificação académica, e que além de escreverem à brasileira (até “curtir” já curtem descaradamente) as traduções são incorrectas e podem ser consideradas maldosas,  induzindo intencionalmente em erro.

 

300 mil veículo.png

 

Tenho o Bento Rodrigues como um excelente profissional. Não merece que lhe ponham à frente uma tal enxurrada de analfabetices. A questão é: ele protestou? Se não protestou, devia ter protestado.

 

E querem que chamemos a “isto” Língua Portuguesa?

 

Sabem quem diz “nós vai”? Pois quem diz nós vai, também diz 300 mil veículo. E o ó final do vocábulo “pruduzidos” teve muita sorte, safou-se de se transformar em ú, sabe-se lá por  obra e graça de que Espírito Santo!

 

E este tipo de “linguagem” conheço eu muito bem. Por isso, esta minha revolta.

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2765493833502576&set=gm.1479416948876281&type=3&theater&ifg=1

 

***

 

Comentário de Regina Afonso a esta publicação, no Facebook, com o qual concordo plenamente, e também com conhecimento de causa:

 

«Um dos problemas, e falo com perfeito conhecimento de causa tanto a nível pessoal como profissional, é que a "forretice" de empregadores, de clientes finais de traduções e legendagens e de outros tantos "produtores" de má escrita actuais está na própria deficiência educativa dos mesmos.
Como tradutora e apaixonada pela língua portuguesa, apercebo-me cada vez mais de que a verdadeira raiz do problema está no próprio sistema educativo que permite, por exemplo, que alunos universitários dêem erros de palmatória e não saibam estruturar uma frase (como foram sendo aprovados ano após ano até chegar aí?).


Como em tantas outras situações, o problema está, principalmente, nas bases.
O desgraçado e malparido AO teve a faculdade de fazer "brilhar" toda a ignorância linguística que existe em Portugal e em muitos portugueses.


Os facilitismos estão a deixar-nos completamente medíocres e, ainda por cima, orgulhosos disso
».

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:31

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comentários:
De Clarice a 22 de Novembro de 2019 às 13:51
A senhora Isabel faz-me lembrar uma múmia! Claro que não pelo português polido, mas pelas ideias xenófobas de um patriotismo que cheira à naftalina e infelicidade.


De Isabel A. Ferreira a 23 de Novembro de 2019 às 18:06
Boa tarde, “senhora Clarice”,
Ou devo dizer senhor Clariço? Tem mais “cara” de ser Clariço, daqueles “clariços” que não tendo argumentos para defender o indefensável, atiram-se para este tipo de apreciação, à margem da racionalidade, e já não é a primeira vez.

Em primeiro lugar tenho a dizer-lhe que o seu comentário é um comentário parvo, e que raramente publico os comentários parvos. Só publico os que têm pano para mangas, colarinhos, punhos e outros atavios. E este é um deles, porque dá-me oportunidade de fazer um exercício de escrita, e de praticar uma espécie de “judo”. É algo que gosto de fazer, quando me aparece um “clariço” pela frente.

Adorei saber que lhe faço lembrar uma múmia, porque só vê em mim uma múmia, quem sofre de uma avançada miopia mental, com origem no medo que tem daquilo que represento.

Quanto às “ideias xenófobas”, vamos lá a ver, se ter ideias xenófobas é defender a Língua Portuguesa da invasão estrangeira, e daquilo em que a querem transformar - num dialecto - então eu sou muiiiiiiito, mas muiiiiiito, muiiiiito xenófoba.


Quanto ao “patriotismo que cheira à naftalina e infelicidade” isso é próprio de uma pessoa que além da miopia mental, sofre também de distúrbios do olfacto, não conseguindo distinguir nem as imagens, nem os cheiros, mergulhando o portador destas deficiências, num mundo irreal, completamente distorcido, não tendo outra alternativa senão ser seguidista.

Até porque, senhor Clariço, se não temos amor à nossa Pátria, à nossa Língua, aos nossos Valores Culturais, somos uns sem-abrigo, sem eira, nem beira, uns apátridas, que andam no mundo só por ver andar os outros. Uns zombies, uns alienados, que vêem múmias, a torto e a direito, e sentem o cheiro de naftalina e infelicidade na Cultura Culta.

Sugiro que leia o que diz, no cabeçalho do meu Blogue, numa frase lapidar, o maior linguista e dialectologista português de todos os tempos:

«A Língua é um dos elementos da nacionalidade; pugnar pela vernaculidade daquela é pugnar pela autonomia desta» (Leite de Vasconcelos).

E a múmia, de ideias xenófobas, patriota, que tresanda a naftalina e infelicidade, e que lhe dirige estas palavras, espera que os “clariços” portugueses se curem da miopia mental e dos distúrbios olfactivos, para que possam viver saudavelmente, e livremente integrados na Sociedade Portuguesa, sem o pesado fardo de serem os capachos bem-mandados dos estrangeiros, “classe” à qual, infelizmente, o senhor “Clariço” pertence.
De Marta a 22 de Novembro de 2019 às 14:35
Importa referir que neste caso concreto não se trata de uma legenda. Este trabalho chama-se ticker e é feito por jornalistas.
De Anónimo a 22 de Novembro de 2019 às 17:02
Comentário apagado.
De Marta a 22 de Novembro de 2019 às 17:23
Cara Isabel, estou de acordo consigo. Porém, as legendas a que se refere em inglês chamam-se subtitles ou captions e não são bem a mesma coisa que ticker, embora os problemas que refere sejam visíveis em ambas as áreas. Não são feitas pelas mesmas pessoas, o que não é justificação para o facto de não saberem escrever. Isso aprende-se lá atrás, na escola primária, mas quando até os professores não sabem escrever, fica difícil de ensinar... Assim, nivelamos sempre por baixo.
De Isabel A. Ferreira a 22 de Novembro de 2019 às 18:50
Cara Marta, chamem-lhe o que chamarem (que para o caso não importa absolutamente nada) o que aqui está em causa não são as designações inglesas, que espremidinhas, significam LEGENDAS, em Português.

O que aqui está em causa é a ignorância, a falta de profissionalismo dos que fazem as legendas, os tickers, os subtitles, os captions… como lhe queira chamar.

Não sabem nada de Português. Imagine-se as próximas gerações, com a mixórdia ortográfica que se ensina nas escolas! Será o caos total. E, obviamente, já não se designará Língua Portuguesa. Ela actualmente já não é. E muito menos será no futuro, se não se puser travão a pouca vergonha.

A sensação que dá é que FAZEM isto DE PROPÓSITO, para achincalhar o NOSSO Português.
Tantas são as calinadas, diariamente, não só nas televisões, mas genericamente nos jornais online. Em toda a parte. Mas principalmente nas legendas das televisões, as maiores propagadoras da ignorância, porque um meio de comunicação de massas.

E quem de direito, assobia para o lado, como que aprovando este caos.
De Nina Santos a 23 de Novembro de 2019 às 07:45
Tinha de sobrar para os professores! Fazer generalizações sobre toda uma classe é próprio de pessoas de visão limitada, desculpe lá.
Não percebo, sinceramente não percebo, de que alfobre, e graças a quê , têm saído tantos jovens com fantástica formação científica, e não só, a dar cartas pelo mundo inteiro, mormente no campo da investigação.
Por essa ordem de ideias, simplistas e populistas, tudo o que há de errado no nosso país é culpa exclusiva dos "formadores", qualquer que seja a área.
Elucide-me, por favor, e a senhora faz o quê?
Generalizar é muito feio. Depois, como deve saber, julgamos sempre os outros, o mundo, à imagem do nosso tamanho...
De Isabel A. Ferreira a 23 de Novembro de 2019 às 16:10
Cara Nina Santos,

Tinha de sobrar para os professores? Fazer generalizações sobre toda uma classe é próprio de pessoas de visão limitada? Desculpe lá, digo eu. Tem a certeza de que comentou na publicação certa?

Ora leia lá tudo outra vez. Palavrinha por palavrinha. Para ver se entende o que está escrito. É que para além de um “não saber escrever” há também um “não saber interpretar”, muito disseminado também.

Obviamente que quem sabe ler e escrever correCtamente, não “vê chifres em cabeça de cavalos”, como dizem os nossos amigos brasileiros, neste meu texto, ou seja, não lê nada do que está para aí a inventou. Será alguma culpa encapotada, que veio ao de cima, e cegou-a?


De que alfobre, e graças a quê , têm saído tantos jovens com fantástica formação científica? Não é de certeza das escolas e universidades públicas, cheias de MAUS docentes, oriundas das fornadas mais novas (bem, haverá uma ou outra excePção). Porque as fornadas mais velhas têm EXCELÊNCIA, e de certeza que não enfiam carapuças, quando elas não lhes servem.

Mas a minha publicação não diz respeito a professores. Nem sequer se generalizou coisa nenhuma. Não sei se reparou. Pois o que me parece é que a Nina Santos está tão comprometida com a mediocridade, que viu “chifres em cabeça de cavalo”…

E esta: «Por essa ordem de ideias, simplistas e populistas, tudo o que há de errado no nosso país é culpa exclusiva dos "formadores", qualquer que seja a área»… Quem o esta a dizer é a Nina Santos. Não sou eu. Também não é a Regina Afonso. E quem está a generalizar é a Nina Santos. Não somos nós. Portanto, quem é feia? Quem é?

Mas uma coisa é certa (já que fala nisto): os novos “formadores” (salvo muito raríssimas excePções) são uma nulidade, e isto é tão público, que andam por aí a asneirar em artigos publicados em jornais online, e pelo Facebook, em grupos de professores, e no YouTube, enfim, onde quer que se fale da Língua Portuguesa. Isto é um facto. Não é uma conjectura.

Tenho uma colecção de comentários de professorAs, que são de bradar aos céus. Alguns, não publicáveis, de tão ordinários.

E neste artigo, ninguém julgou ninguém. Apresentaram-se FACTOS. Muito concretos. Muito objectivos. Não reparou, pois não?

Pois é! A Nina Santos é que não soube interpretar correCtamente o que está escrito neste texto, e veio para aqui fazer um julgamento, baseado, talvez, numa carapuça que enfiou, porque não soube interpretar o que leu. E isto tem um nome. E a culpa é minha?
De Susana a 22 de Novembro de 2019 às 18:10
Se quiser, chame-lhe "legenda", mas não é um trabalho de legendagem e não é feito por tradutores. E não diga que é tudo uma cambada de analfabetos. Toda a gente comete erros (incluindo a senhora, que escreveu "tiker" em vez de "ticker"). Acontecem sobretudo quando não há tempo para rever o trabalho. Quanto aos erros em traduções de filmes e séries, denuncie os que encontra aos canais. Escreva um e-mail (ou carta electrónica, se preferir), envie uma carta, ligue para lá. Enxovalhar tradutores não irá mudar a qualidade de um serviço. Enxovalhe antes os canais por não investirem na qualidade. Existem profissionais excelentes, mas não trabalham por tostões.
De Isabel A. Ferreira a 22 de Novembro de 2019 às 19:24
Cara Susana, sugiro que leia com atenção o que escrevi. Não leu, e interpretou tudo MAL. E isto tem um nome.

Só enfia carapuças a quem elas servem.

Em Portugal chamam-se “legendas” às frases curtas que aparecem (como já disse) na parte inferior ou superior do ecrã durante uma emissão televisiva, geralmente em telejornais, também conhecidas como “oráculos”.
Se quiser chamar-lhes outra coisa, não me oponho.

Também não me oponho a que chame outra coisa àqueles que TRADUZEM as falas das personagens dos filmes estrangeiros, e as põem em legendas, pessimamente traduzidas e escritas.

E se reparou eu não disse que é TUDO uma cambada de analfabetos, quem está a dizê-lo é a Susana. E se eu o dissesse diria SÃO TODOS uma cambada de analfabetos.

Toda a gente comete erros ESPORADICAMENTE, como eu cometo. Mas a isso chamam-se “GRALHAS”.

O que se passa nas legendas não são gralhas. São fruto de uma ignorância e de um laxismo gigantesco, permanentemente.

Eu não enxovalhei os tradutores. Eu critiquei os MAUS tradutores. Os BONS tradutores, de certeza que não se sentiram atacados, nem enfiaram a carapuça.

Que existem profissionais EXCELENTES que não trabalham por tostões SEI EU MUITO BEM.

Por isso, é que as legendas (ou o que lhes quiser chamar) estão cheias de ANALFABETICES. Porque os EXCELENTES não são contratados. Se fossem contratados, eu não teria escrito o que escrevi. Ou acha que teria?
De Isabel A. Ferreira a 22 de Novembro de 2019 às 18:56
Cara Marta, o que importa referir é que “ticker” é uma palavra inglesa, que significa exactamente LEGENDA ou frase curta que aparece na parte inferior ou superior do ecrã durante uma emissão televisiva. E se temos em Português a palavra LEGENDA, porquê dizer “ticker”?

E não é por se lhe chamar “ticker” (à fina e à inglesa) que vai mudar alguma coisa no que se disse.

E se o tal “ticker” é feito por jornalistas, então o caldo fica mais entornado ainda, porque é feito por jornalistas ignorantes e estrangeiros, sem o mínimo profissionalismo, a quem pagam uma ninharia, para fazerem um péssimo “ticker”, envergonhando a verdadeira Classe Jornalística Profissional.

Deviam ter vergonha na cara. Mas como é que se pode ter vergonha na cara, quando não se tem cara?
De Marta a 22 de Novembro de 2019 às 21:44
Isabel,
depois de ler todos os comentários, percebo agora verdadeiramente a origem do seu “descontentamento”.
No fundo, estes problemas são em tudo semelhantes a outros de outras áreas e profissões.
Há gente boa e má em todo o lado, no mundo das legendas . O problema de fundo das legendas não tem nada que ver com erros ou gralhas, porque isso resolve-se com uma coisa muito jeitosa chamada corrector ortográfico.
A questão é que, qualquer um que saiba meia dúzia de patacoadas em estrangeiro, ou tenha vivido lá fora, acha que pode ser tradutor e fazer legendas... Pois, não pode! E depois isso vê-se e lê-se...

De Isabel A. Ferreira a 23 de Novembro de 2019 às 15:10
Cara Marta,

Agora é que disse tudo. E ainda não publiquei, por falta de tempo, uns comentários que reforçam esse meu descontentamento, porque impregnados de uma gigantesca ILITERACIA, outra grande praga, muito difundida por aí. Existe um problema de fundo, sim. E existe, essencialmente, um problema político, ou seja, um problema, que tem a ver (prefiro o galicismo, é mais fluido) com a falta de políticas no Ensino e na Educação, que vai do Ensino Básico ao Superior. E esta “coisa” do AO90, só veio agudizar a situação.E é como diz a Marta: hoje em dia, qualquer um que saiba meia dúzia de patacoadas em estrangeiro, ou tenha vivido lá fora, acha que pode ser tradutor e fazer legendas.

Pois é! E aceitam uns tostões, para o fazerem. Dizem-me esses que aceitam as ninharias que lhes pagam, para fazerem um serviço de má qualidade: «É melhor pouco, do que nenhum». E como os empregadores estão-se a marimbar para a qualidade do serviço, o resultado é catastrófico. É o que se vê, diariamente nas televisões, nos jornais, nas revistas, e nos lugares mais inusitados.

E a EXCELÊNCIA, a nossa NATA, está no estrangeiro a fazer um brilharete.
De Ana a 23 de Novembro de 2019 às 06:13
Espero que saiba, então, que não se escreve (ou diz) "nada tem a ver", mas sim "nada tem que ver".

E quem faz os oráculos são jornalistas, na hora da notícia, que são mal pagos, estão a trabalhar sob uma pressão enorme e têm o direito a errar em tempo real. Ao contrário de pessoas que têm tempo para reler as postas de pescada que mandam num blogue.
De Isabel A. Ferreira a 23 de Novembro de 2019 às 15:07
Cara Ana,

Espero também que saiba que “nada tem a ver”, NÃO É erro. É um galicismo, que prefiro ao “nada tem que ver”, que é mais “agressivo”. “Nada tem a ver” é uma expressão fluida, mais elegante. E espero que também saiba que o “rei” dos galicismos era Eça de Queiroz. Eu sou apenas um “peão”, em situações muito específicas, quando se trata de elegância frásica.

Quem faz os oráculos são jornalistas? E depois? Há bons jornalistas, mas também há MAUS jornalistas, que mal sabem escrever, e esses aceitam ser mal pagos, aliás, os empregadores preferem os MAUS, para não terem de pagar BEM aos BONS.

E claro, errar é humano, mas errar frequentemente, todos os dias, é da ignorância.

Quando os “oráculos” estavam entregues a bons profissionais, isto não acontecia. Lá vinha uma gralha ou outra, muito de vez em quando. Mas erros deste calibre? Não!

Quanto à sua última frase: «Ao contrário de pessoas que têm tempo para reler as postas de pescada que mandam num blogue», isto é algo que só diz de si, e nada abonatório. Não diz de quem escreve no Blogue.
De Paulo Araújo a 23 de Novembro de 2019 às 15:34
Há anos que procuro uma maneira de divulgar estes verdadeiros atentados à língua portuguesa exatamente pelas razões expostas
De Isabel A. Ferreira a 23 de Novembro de 2019 às 16:26
Vai desculpar a minha pergunta, caro Paulo Araújo: o “exatamente” do seu comentário deve-se ao facto de o senhor ser brasileiro? Porque este vocábulo, assim escrito, pertence ao Brasil. Não a Portugal, à Língua Portuguesa.

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