Domingo, 28 de Novembro de 2021

«Língua Brasileira e Outras Histórias - Discurso sobre a língua e ensino no Brasil», livro da linguista brasileira Eni P. Orlandi que põe os pontos em todos os "is"

 

O futuro (já presente) da Língua "Portuguesa" no Brasil.

  

Encontrei esta preciosidade na Internet.

Todos sabemos que o AO90 preconiza a grafia brasileira, assente na Base IV do Formulário Ortográfico de 1943, que vigora no Brasil desde então até aos dias de hoje.

 

Tenho andado por aqui a dizer aquilo que sei: mais dia, menos dia, a Língua Portuguesa deixará de existir, se o AO90 vingar, e transformar-se-á em Língua Brasileira, defendida pela linguista brasileira Eni P. Orlandi, no livro cuja capa ilustra este texto.  

 

E querem saber? Concordo plenamente com a Eni P. Orlandi, porque o que se fala e escreve no Brasil distanciou-se de tal modo do Português, que já não pode ser chamado de Português.

 

Uma entrevista conduzida por Manuel Alves Filho, muito interessante, oportuna e muito, muito esclarecedora, e que vem ao encontro de tudo o que tenho andado a escrever por aqui…

 

Isabel A. Ferreira

 

Livro-Eni.jpg

 

Entrevista realizada a Eni P. Orlandi, por Manuel Alves Filho (manuel@reitoria.unicamp.br) ao JORNAL DA UNICAMP, em Agosto de 2009, e escrita conforme a grafia brasileira, exactamente a que o AO90 impõe.  Destaquei a negrito as palavras que as nossas crianças são obrigadas a escrever como “portuguesas”, sendo, afinal, pertenças do Brasil. E isto não se faz! Repare-se igualmente na estrutura das frases. E destaquei igualmente os argumentos racionais apresentados pela linguista.

 

 «Reflexões sobre a história da "Língua Brasileira"»

 

«A língua falada e escrita atualmente no Brasil distanciou-se de tal modo do português, em consequência das mudanças que sofreu através dos tempos, que hoje já é possível falar em uma língua brasileira, que tem forma e características próprias. A hipótese é defendida no livro Língua Brasileira e Outras Histórias – Discurso sobre a língua e ensino no Brasil, de autoria de Eni Orlandi, professora do Departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp. A obra, que resulta das pesquisas realizadas pela docente ao longo dos últimos 20 anos, trata, entre outros aspectos, de como esta língua brasileira e o conhecimento sobre ela foram constituídos historicamente.

 

De acordo com a linguista, o português europeu começou a sofrer mudanças desde que os primeiros colonizadores aportaram por aqui.

 

A partir de então, passou a incorporar elementos das línguas indígenas, africanas, de imigrantes e de fronteira, e a se transformar também em sua materialidade, no embate com a materialidade do novo mundo e de sua história, processo que culminou com a composição de uma língua rica e com suas singularidades.

 

“O que eu trabalho, no campo teórico, é que temos diferenças suficientes tanto na materialidade da língua quanto no âmbito discursivo que já nos permitem falar em uma língua brasileira. Nós produzimos discursos diferentes, com sentidos igualmente distintos. Nossos processos de significação também são diferentes. Ou seja, nossa língua está muito distante daquela que era ou ainda é falada em Portugal. E veja: não se trata de patriotismo. É apenas uma questão de reconhecer as mudanças. Penso que é chegado o momento de produzirmos teorias próprias, atuais, que levem em conta e permitam compreender o processo de colonização e as consequências em relação às línguas, e não mais usar as teorias de países colonizadores que, na maior parte das vezes, estacionam em um sentido de “mudança” próprio para falar da mudança do latim para o português, o francês etc., mas têm pouco a dizer sobre a mudança do português para o brasileiro”, afirma. Na entrevista que segue, Eni Orlandi fornece mais detalhes sobre as reflexões presentes no livro.

 

 Foto: Antoninho Perri

ENI.png

A professora e linguista Eni Orlandi, autora de Língua Brasileira e Outras Histórias – Discurso sobre a língua e ensino no Brasil: “Penso que é chegado o momento de produzirmos teorias próprias

 

Jornal da Unicamp – Como surgiu a ideia do livro?

 

Eni Orlandi – O livro é resultado dos projetos de pesquisas que tenho desenvolvido ao longo dos anos. A produção da obra propriamente dita, porém, remonta aos cinco últimos anos. Ela coincide com o período em que cresceu a discussão em torno da relação da nossa língua com as outras línguas, por conta do fenômeno da mundialização. No texto, eu trato de várias questões, mas creio que o ponto principal é a discussão em torno de como a língua se constitui e como a história do conhecimento sobre essa língua também se constitui. No meu entendimento, esses dois processos ocorrem conjuntamente.

 

JU – O título do seu livro registra “língua brasileira”. Nós já não falamos mais a língua portuguesa?

 

Eni Orlandi – A língua falada actualmente no Brasil é muito diferente da falada em Portugal. O que eu trabalho, no campo teórico, é que temos diferenças suficientes tanto na materialidade da língua quanto no âmbito discursivo que já nos permitem falar em uma língua brasileira. Nós produzimos discursos diferentes, com sentidos igualmente distintos. Nossos processos de significação também são diferentes. Ou seja, nossa língua está muito distante daquela que era ou ainda é falada em Portugal. E veja: não se trata de patriotismo. É apenas uma questão de reconhecer as mudanças. De situar-se diante do quadro de relações internacionais de estados e línguas, ou seja, de saber avaliar as questões postas pelo multilinguismo. Penso que é chegado o momento de produzirmos teorias próprias, e não mais usar as teorias de países colonizadores sem refletir sobre o lugar dessas teorias na história das ciências e na história social.

 

JU – As diferenças são tão profundas assim?

 

Eni Orlandi – São, sim. Mas essas diferenças não têm merecido a devida atenção. Alguns autores até falam dessas distinções, mas as classificam como “variedades”. Penso que não estamos mais no momento de falar em variedades, pois isso não mostra que falamos uma língua própria. Temos que falar em mudanças. Por que admitimos mudanças entre o latim e o português que se constituiu na Europa, mas não fazemos isso em relação ao português e a língua falada no Brasil?

 

JU – A recente reforma ortográfica teria sido uma forma de resistência a essa discussão sobre língua brasileira?

 

Eni Orlandi – De certa forma. Penso que precisamos rediscutir o que é lusofonia. Temos que pensar a lusofonia como um campo heterogéneo de línguas. É preciso tratar das diferenças entre a língua brasileira e o português, assim como das diferenças do português para o latim. Ambas são filiadas ao latim, mas são distintas deste. Mas veja: não se trata de negar a filiação da nossa língua, mas sim de destacar as singularidades dela. Ou seja, lusofonia é um campo heterogêneo de línguas que resultaram do processo de colonização, mas que se “independentizaram” ao longo do tempo. A língua brasileira é filiada ao português, que por sua vez é filiado ao latim. Ocorre, porém, que nossa língua também traz elementos das línguas indígenas, africanas, de imigração e de fronteira. Temos uma língua que se individualizou à sua maneira no processo de sua historicização.

 

JU – Pela sua hipótese, o português começou a sofrer transformações desde que os primeiros colonizadores aportaram em terras brasileiras. É isso?

 

Eni Orlandi – Quando os portugueses aportaram por aqui, eles depararam não apenas com seres diferentes, mas também com uma variedade de línguas faladas pelos índios e com um mundo muito diferente do seu. Esses portugueses precisaram nomear coisas que não conheciam, que não estavam na memória linguística deles. Precisamos lembrar que, naquele momento, nomear era também administrar. Ou seja, o que não era nomeado poderia fugir ao controle. Assim, os primeiros colonizadores perceberam que não poderiam manter a língua portuguesa como ela era, pois precisavam se fazer entender. Havia, enfim, um mundo novo a ser descoberto, a ser conquistado, a ser nomeado. Aí já ocorrem as primeiras transformações da língua. A materialidade do mundo começa a interferir na materialidade da língua e vice-versa.

 

JU – Ou seja, a língua tem uma dimensão política e ideológica importante.

 

Eni Orlandi – Exatamente. É nesse embate político, ideológico e social que a língua vai sendo constituída. Para poder administrar, os portugueses foram obrigados a alterar a própria língua e a dominar a língua dos indígenas. Entretanto, no início da colonização as autoridades portuguesas começaram a perder o controle sobre os próprios patrícios, que passaram a dominar as línguas indígenas localmente e a formar pequenos feudos, nos quais davam as cartas. Para superar essa dificuldade, a corte portuguesa enviou os jesuítas ao Brasil, com a missão de colocar “ordem” e dar visibilidade deste país para a coroa. O que os religiosos fizeram? Eles pegaram uma das línguas indígenas, o tupi, e a adaptaram, mesclando com um pouco do português e do latim. Foi criado, assim, o tupi-jesuítico, língua geral que foi falada no Brasil todo. No entanto esse processo se voltou contra a própria corte, pois os jesuítas passaram a ter um enorme controle sobre a população brasileira e sua língua. Daí sua expulsão dos religiosos e a proibição de se escrever nessa língua. Mas nenhuma língua desaparece sem deixar traço. Como se vê, as mudanças vêm de muito tempo.

 

JU – Essas transformações não foram apontadas anteriormente? Por que só agora está surgindo uma discussão mais ampla sobre a existência de uma língua brasileira?

 

Eni Orlandi – Com a independência do Brasil, eclodiu um movimento, promovido por gramáticos, de organização de um conhecimento sobre a nossa língua que já mostrava essas modificações. Mas o mais importante naquele momento não era tanto destacar descritivamente essas diferenças, e sim reivindicar o reconhecimento à nossa escrita, à nossa literatura, ao conhecimento produzido por brasileiros, nossos gramáticos, sobre a língua no Brasil, à nossa língua nacional, sinal de nossa soberania. Assim, foram produzidas gramáticas e dicionários com o objetivo principal de legitimar uma língua nacional, que obviamente pudesse nos representar no plano internacional. Ocorre que essa língua chamava-se língua portuguesa. Assim, as obras receberam títulos como “Gramática Portuguesa”, “Gramática da Língua Portuguesa” e “Gramática Brasileira da Língua Portuguesa”. Mas no final do século 19 e principalmente no início do século 20 é que gramáticos como João Ribeiro e Said Ali registraram com maior destaque essas transformações da língua. Said Ali, por exemplo, escreveu um livro chamado “As dificuldades da língua portuguesa”. Essas dificuldades nada mais eram do que as diferenças entre o português do Brasil e o de Portugal. É a partir da análise do discurso desses especialistas que eu mostro como temos diferenças, que já vêm sendo registradas por gramáticos, sobretudo desde o século 19, que nos permitem falar em língua brasileira, embora isso quase nunca seja dito.

 

JU – Se a questão quase não tem sido discutida no plano intelectual ou acadêmico, imagino que em sala de aula ela sequer é considerada. É isso mesmo?

 

Eni Orlandi – Um dos objectivos do livro é atingir o ensino. Os linguistas são muito fechados nesse sentido. Eles resistem em chamar a nossa língua de língua brasileira. Ainda em razão da ideologia da colonização, há professor que considera como “língua correta” o português de Portugal. Acham que, no Brasil, a língua é mal falada. Nada disso. Nós temos nosso padrão. Como disse anteriormente, o nosso falar sofreu influências das línguas indígenas, africanas, de imigração e de fronteira. Isso não é defeito, muito pelo contrário. Não só por essas influências, mas porque é próprio de uma língua que ela mude, que nossa língua, como qualquer outra, também mudou. É assim que as línguas se constituem. As línguas estabelecem relações entre si. É isso que confere riqueza e singularidade a cada uma. Ademais, a língua conta a sua própria história. Não podemos ficar parados na época da colonização. Penso que o livro contribui para essas discussões. Nesse sentido, ele é provocativo: propõe, de certo modo, que nos livremos dessa camisa-de-força que já está posta na maneira como nomeamos nossa língua.»

 

Link desta entrevista:

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/agosto2009/ju437pdf/Pag03.pdf

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:03

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comentários:
De Susana Bastos a 28 de Novembro de 2021 às 18:04
E eu agora pergunto, em que língua está escrita esta entrevista?
E mais uma vez reafirmo, o famigerado AO90 não é a ortografia brasileira, caso fosse não havia tantos brasileiros contra.
De Isabel A. Ferreira a 28 de Novembro de 2021 às 19:21
Susana Bastos, vejo que é uma acordista ferrenha, e só LÊ o que lhe interessa.

Esta entrevista está ESCRITA na Variante Brasileira do Português. Se fosse eu a escrever este texto, escrevê-lo-ia à portuguesa, na grafia, na sintaxe, na morfologia, na semântica, e não no léxico, porque a matéria não precisou de ir buscar termos indígenas, ou africanos, ou americanizados, ou afrancesados, ou italianizados, ou castelhanizados. Se a entrevista fosse falada, as diferenças seriam muito mais evidentes.

O famigerado AO90 PUGNA pela grafia brasileira em 99,9% dos vocábulos em que existem consoantes não-pronunciadas.

Os Brasileiros são contra o AO90 APENAS porque lhes retiraram o TREMA, que para eles é importantíssimo para a leitura, porque de outro modo como poderiam ler tranqUilamente? Sem o trema lêem “trankilamente”, e tiraram-lhes mais alguns acentos como em PÁRA, que estupidamente transformou-se em preposição, e mexeram-lhes na ainda mais parva hifenização. De resto, não foi necessário mexer na grafia de centenas, e centenas de palavras que eles já MUTILAVAM, mas nós, NÃO.

Nós, com o AO90, além de mutilarmos 99,9% dos vocábulos com consoantes não-pronunciadas, ainda tivemos de levar com a monstruosa mexedela na acentuação e hifenização

Não tente ver chifres na cabeça de cavalos.
O AO90, foi engendrado pelo Antônio Houaiss que DESLUSITANIZOU a Língua Portuguesa, e a partir daí, ela não é mais portuguesa.

E se tivesse lido com olhos de LER a entrevista da Eni, teria compreendido, por que a língua falada e escrita no Brasil já NÃO É portuguesa. Está lá tudo muito bem explicado. Só não vê quem não quer ver.

Qual é o seu problema? Dá aulas de “Português” e NÃO quer admitir que ENSINA a grafia brasileira aos seus alunos, estando a enganá-los indecentemente? É isso? E não me venha falar nas raríssimas excePções e suas VARIANTES, que os brasileiros escrevem correCtamente e os portugueses escrevem parvamente, como “exceções”, “aspeto”, “exceto”, “espetador”, e umas poucas mais. Esta grafia faz parte da enoooooorme ignorância dos portugueses.

Porque os brasileiros cultos SABEM que o AO90, para os portugueses, é uma tentativa de ABRASILEIRAR a Língua Portuguesa. A intenção foi essa, e os textos que vou publicando no Blogue, de OUTRAS pessoas que não eu, o dizem. Ou não LÊ o que não lhe interessa ler?

Já não é a primeira vez que vem para aqui dizer esse disparate: «o AO90 não é a ortografia brasileira». Então que grafia é? É a angolana? A moçambicana? A timorense? Os angolanos, os moçambicanos, os timorenses escrevem afeto, setor, teto, objeto, direto? Quem escreve assim desde 1943? Quem? Escrevi eu quando aprendi a ler e a escrever no Brasil, nos finais dos anos 50, e mais adiante durante os anos 60.

Compreendeu agora? Se dá aulas, saiba que está a enganar os alunos.

De Susana Bastos a 29 de Novembro de 2021 às 08:31
"Susana Bastos, vejo que é uma acordista ferrenha, e só LÊ o que lhe interessa."

Sabe bem que o não sou, basta ler outros comentários meus e a minha ortografia. Rejeito completamente essa aberração! Portanto, não percebi esse aparte. Simplesmente, gosto é da verdade dos factos.
De Isabel A. Ferreira a 29 de Novembro de 2021 às 16:27
Cara Susana Bastos, pois não parece gostar da verdade dos factos, ou sequer rejeitar o abortográfico, porque está sempre a dizer que a grafia que ele propõe NÃO É a grafia brasileira.
E a VERDADE dos factos é que o AO90 propõe a grafia brasileira, e é a grafia brasileira (vou repetir-lhe isto pela ENÉSIMA vez) que os servilistas portugueses andam por aí a escrever: afeto, setor, direto, teto, arquiteto, objeto, etc., etc., etc., infinitamente etc..

Antes de o AO90 surgir, os Brasileiros já escreviam afeto, setor, direto, teto, arquiteto, objeto, etc., etc., etc., infinitamente etc… desde 1943, e o AO90 surgiu em 1990. E já lhe disse isto ene vezes.

Conseguiu encaixar agora a VERDADE DOS FACTOS? É esta a VERDADE DOS FACTOS.

E conheço muitos acordistas que escrevem correCtamente, para se disfarçarem de desacordistas e infiltrarem-se em todos os cantos, dizendo que o AO90 não pugna pela grafia brasileira. A conversa é igual à sua.

Um acordista jamais diz que o AO90 não pugna pela grafia brasileira.
De Susana Bastos a 29 de Novembro de 2021 às 08:33
O AO90 é uma amálgama das duas normas com invenções pelo meio. Sabe bem que é assim. Já o expliquei em comentários anteriores.
De Isabel A. Ferreira a 29 de Novembro de 2021 às 16:43
O AO90 NÃO É uma amálgama das duas normas, com invenções pelo meio. NÃO é. O que SEI é que NÃO é assim. E o que anda por aí a tentar explicar é a teoria acordista, que quer fazer crer que assim é, mas NÃO É.

O AO90 pretendeu ABRASILEIRAR a Língua Portuguesa (VOU REPETIR) em 99,9% dos vocábulos com consoantes não-pronunciadas, e depois INVENTARAM mexer nos hífenes e na acentuação para que os Brasileiros tivessem alguma coisa para MEXER.

Os Portugueses SERVILISTAS tiveram de MEXER na sua GRAFIA, nos hífenes e na acentuação. Os Brasileiros MEXERAM apenas na acentuação e hífenes (e estas é que foram as invenções, e depois os servilistas portugueses, do alto da sua gigantesca IGNORÂNCIA, começaram a retirar os pês e os cês a torto e a direito: exceção , aspeto, exceto, rétil, oção ((ainda não leu por aí estas aberrações?) etc., PORÉM os brasileiros continuam a escrever esses abortos ortográficos correCtamente, simplesmente porque PRONUNCIAM os PÊS e os CÊS.

Esta é que é a VERDADE dos FACTOS, que já foram explicados neste Bloque milhares de vezes, mas a Susana Bastos só LÊ o que lhe interessa.
De Susana Bastos a 29 de Novembro de 2021 às 23:05
Mas qual 99,9%? Será que Maria Regina Rocha não tem brio nem credibilidade e também é acordista disfarçada? Oh por favor... Atenha-se a factos, não fale no ar.
https://ilcao.com/2013/01/19/a-falsa-unidade-ortografica-maria-regina-rocha-publico-19-01-2013/
De Isabel A. Ferreira a 30 de Novembro de 2021 às 18:00
Susana Bastos, venho a dizer-lhe, há dias, que a Susana Bastos só lê o que lhe interessa. E mais uma vez comprovo.

Apesar de a Maria Regina Rocha ter feito um trabalho brilhante, devo dizer que não concordo com tudo o que ela diz, porque não se passa exactamente como ela diz, porque não foi ao cerne da principal questão do AO90, levantada por Antônio Houaiss, e que aliás, não deu certo: os países lusófonos passariam a grafar “à brasileira”, para “unificar” a língua. E para não dizer que os brasileiros NÃO teriam de mexer em nada (VOU REPETIR-LHE [bolas já estou farta de tanto repetir isto!]), inventaram mexer nos hifenes e na acentuação, e só borraram ainda mais a escrita, permita-me o vernáculo.

Talvez eu pegue no texto da Maria Regina Rocha e ponha alguns pontos nos is, que lhe escapou.

Quanto ao resto: EU atenho-me aos FACTOS. A Susana Bastos, pelo visto, é que não se atém aos FACTOS, porque lê pela rama o que deveria LER na profundeza.
VOU REPETIR-LHE pela enésima vez: 99,9% dos vocábulos que em Portugal TÊM (repare que eu não disse TINHAM) TÊM consoantes duplas não-pronunciadas, foram ABRASILEIRADAS com o objectivo da tal UNIDADE ortográfica que não se verificou e JAMAIS se verificará. E umas poucas abortizaram-se como: exceto, receção, perceção, infeção, et., por aí fora até ao infinito… (tudo isto lido com o E fechado).

E isto, está mais do que visto, é uma “guerra” apenas entre o Brasil e Portugal.
O que é que ainda não entendeu, Susana Bastos?
Os parideiros do AO90, poderiam ter feito o contrário: para uniformizar a Língua, os Brasileiros deveriam APORTUGUESAR a Língua, porque a MATRIZ da LÍNGUA é portuguesa, é greco-latina, é românica, é indo-europeia. NÃO É brasileira. E em vez de escreverem AFETO, começariam a escrever afeCto, e mais: EgiPto, teCto, arquiteCto, etc., por aí fora…

Mas, para fazer o jeito aos “milhões”, os SERVILISTAS portugueses (e apenas os SERVILISTAS, porque os que têm espinha dorsal e NÃO TÊM vocação para andar curvados, REJEITARAM curvar-se) começaram a GRAFAR À BRASILEIRA, e em vez de afeCTo, escrevem afeto… Bem, a lista é enorme e eu não vou pôr aqui as muitas, muitas, muitas centenas de palavras que os SERVILISTAS portugueses ABRASILEIRARAM, numa SUBSERVIÊNCIA bacoca aos “milhões”.

E foi então que além de NÃO se unificar o que NÃO É unificável, regrediu-se e passou-se a grafar 99,9% de vocábulos à moda de uma VARIANTE do Português. E isto jamais pode apontar –se como EVOLUÇÃO. A isto chama-se REGRESSÃO, em Portugal. No Brasil é apenas a evolução de uma Língua que se afastou da MATRIZ. Algo muito, muito, muito , muuuuuuito natural.

E isto só os cegos mentais NÃO VÊEM.

Os Brasileiros CULTOS estão contra este acordo, e fica evidente, na amostragem que vou aqui deixar, para que a Susana Bastos possa LER com olhos de VER, que é devido aos HÍFENES e à ACENTUAÇÃO. Não tiveram que mexer na grafia, como eu, aliás, já estou farta de lhe dizer. E os SERVILISTAS portugueses, além dos hífenes e da acentuação, tiveram de MUTILAR muitas, muitas, muitíssimas palavras… 99,9% das palavras com consoantes não-pronunciadas.

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/o-que-os-brasileiros-cultos-pensam-8246
De Susana Bastos a 30 de Novembro de 2021 às 23:43
Se me disser que Portugal mudou mais a grafia do que o Brasil, aceito, é um facto. Mas que o AO90 é a ortografia brasileira, manifestamente não é.
De Isabel A. Ferreira a 1 de Dezembro de 2021 às 14:59
Eu NÃO vou dizer-lhe que Portugal mudou MAIS a grafia do que o Brasil, porque este não é o facto. O facto é que o Brasil NÃO MUDOU absolutamente NADA na sua grafia, portanto, Portugal não mudou nem mais, nem menos a sua grafia. Portugal ABRASILEIROU COMPLETAMENTE a grafia das palavras com consoantes não-pronunciadas, precisamente as MESMAS que no Brasil TAMBÉM não eram pronunciadas. Assim o facto fica mais facto. Depois, Portugal descambou para outras derivações que são do foro das mais desmesuradas IGNORÂNCIA e PARVOÍCE, e começou a semear por aí uns abortográficos de bradar aos céus.

E concordo consigo quando diz que o AO90 NÃO É manifestamente a ortografia brasileira. De facto, NÃO É. E eu nunca disse que o AO90 era “manifestamente a grafia brasileira”, porque seria da estupidez dizê-lo.

Então o que é que o AO90 é?

O AO90 é um FALSO acordo, que apenas Portugal cumpre por ORDEM do ministro dos Negócios DOS Estrangeiros, Augusto Santos Silva, mais conhecido por SS. E este FALSO acordo IMPÕE a GRAFIA BRASILEIRA em 99,9% das palavras com consoantes não-pronunciadas. E só não é a 100% porque os Brasileiros pronunciam os PÊS e os CÊS de uns poucos vocábulos como percePção, excePção, aspeCto, respeCtivo, infeCção, perspeCtiva e mais alguns e suas derivantes, que os Brasileiros escrevem correCtamente e os SERVILISTAS portugueses escrevem parvamente sem as consoantes.

Mas a PARVOÍCE em Portugal é de tal modo agigantada, que mesmo pronunciando-se os CÊS e os PÊS de determinados vocábulos, SÓ PORQUE no Brasil NÃO SÃO pronunciados, os SERVILISTAS portugueses, começaram também a não pronunciar e a não escrever as tais consoantes. A saber: impato, fato (por faCto), contato, e por aí fora…

Espero ter sido clara, na minha explanação. Mas se, por um acaso, ainda não percebeu que o AO90, não sendo manifestamente a ortografia brasileira, IMPÕE a grafia brasileira em 99,9% de vocábulos com consoantes não-pronunciadas, diga, que eu tento fazer um desenho.
De Susana Bastos a 1 de Dezembro de 2021 às 22:36
"O facto é que o Brasil NÃO MUDOU absolutamente NADA na sua grafia"

Claro que mudou. Veja aqui as mudanças em Portugal, no Brasil e em ambos: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_das_altera%C3%A7%C3%B5es_previstas_pelo_Acordo_Ortogr%C3%A1fico_de_1990
De Isabel A. Ferreira a 2 de Dezembro de 2021 às 16:46
Francamente, Susana Bastos, ou quer gozar com a minha cara, ou tenho de lhe dizer que deve milhares de Euros à LITERACIA.

Vá ao link que enviou e VEJA COM OLHOS DE VER o que mudou no Brasil: apenas os HÍFENES e a ACENTUAÇÃO.
Vou pôr aqui:

• UM: 1 Mudanças no Brasil

o 1.1Eliminação do trema
o 1.2Eliminação do acento agudo nos hiatos paroxítonos precedidos por ditongo
o 1.3Eliminação do acento no i e no u tónicos quando vierem depois de um ditongo decrescente
o 1.4Eliminação do acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo(s)

E aqui termina as MUDANÇAS no Brasil.


As duplas grafias só PORTUGAL usa, e OPTOU pela grafia BRASILEIRA, porque os Brasileiros NÃO usam a grafia portuguesa, a não ser em excePto, recePção pouco mais.

Exemplo de dupla grafia: acePção e aceção
Em Portugal os SERVILISTAS escolhem escrever aceção.
No Brasil (e muito bem) os Brasileiros escolhem escrever acePção.

E por aí fora…

Posto isto, Susana Bastos, se quer continuar a comentar sugiro que regresse ao bancos da escola básica para aprender a COMPREENDER o que está escrito, e depois comente.
De Susana Bastos a 3 de Dezembro de 2021 às 19:30
A sua obsessão com o Brasil é tanta que se esqueceu de ver esta secção, que também inclui o Brasil:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_das_altera%C3%A7%C3%B5es_previstas_pelo_Acordo_Ortogr%C3%A1fico_de_1990#O_que_muda_em_todos_os_pa%C3%ADses
De Isabel A. Ferreira a 6 de Dezembro de 2021 às 18:53
Susana Bastos, é a última vez que lhe dou “tempo de antena”, se continuar neste registo de… (tenho de dizer isto assim) de… palermice.

E só lhe vou dar este “tempo de antena” para lhe dizer que se alguém aqui tem uma OBSESSÃO é a Susana Bastos. É inacreditável!!!! Eu só concebo isto numa pessoa que já tenha uma certa idade e a lucidez esteja a descambar. Não é possível!!!!

A Susana Bastos está tão obcecada em provar que o Brasil mexeu na grafia, e que o AO90 NÃO tem nada a ver com a grafia brasileira, que NEM LÊ o que quer que eu leia, e já li, e está a enviar-me novamente o link, que enviou da última vez e onde li o seguinte:

Mudanças em Portugal e nos restantes países lusófonos
Segundo especialistas, em Portugal e nos restantes países lusófonos que NÃO BRASIL (quer dizer nos PALOP, Timor-Leste e Macau), as alterações mais significativas encontram-se na eliminação das CONSOANTES MUDAS.

E sabe o que NÃO O BRASIL quer dizer? Quer dizer que todos os países lusófonos teriam (porque só os SERVILISTAS portugueses têm) de mudar a GRAFIA, excepto o BRASIL, porque o BRASIL já SUPRIMIU as consoantes mudas desde meados do século XX, em 1943). Daí que os países lusófonos TERIAM de GRAFAR à brasileira, todas as palavras com consoantes mudas. O AO90 é uma tentativa falhada (porque vai falhar) de abrasileirar o NOSSO Português. E isto é um FACTO.

Vou repetir: o BRASIL SÓ mexeu nos hifenes e acentuação. No link que enviou isto está BASTANTE CLARO. O que é que NÃO percebeu ainda?

Não sei quem é a Susana Bastos, se é homem, se é mulher (andam por aqui muitos homens com nomes de mulher e vice-versa) que habilitações académicas tem, e o que pretende com esta sua INSISTÊNCIA (a obsessão é sua). Não sei, e lamento tudo isto. Eu limito-me a apresentar um FACTO INDESMENTÍVEL, que só os cegos mentais não vêem: toda a questão do AO90 é uma questão UNICAMENTE entre Brasil e Portugal, pelos motivos mais TORPES de políticos mal formados e mal informados de ambos os países. E isto é outro FACTO.

E este é o meu PONTO FINAL nesta discussão parva.
De Susana Bastos a 29 de Novembro de 2021 às 08:34
"Se dá aulas, saiba que está a enganar os alunos."

Não sou professora, para que conste. Não creio que o tenha dado a entender alguma vez.
De Isabel A. Ferreira a 29 de Novembro de 2021 às 16:53
Eu também não disse que era professora. REPARE naquele SE. Fiz-lhe apenas uma pergunta: “qual é o seu problema?». Leia novamente. É que há muitas professoras que dizem exactamente o que a Susana Bastos diz: «o AO90 não é a grafia brasileira», para exorcizarem a (in)consciência de ensinar os alunos a escrever à brasileira.

Nunca ouviu dizer que “à mulher de César não basta ser honesta, é preciso parecer honesta”?
Pois é, à Susana Bastos não basta ser DESACORDISTA, tem de parecer ser DESACORDISTA. E a mim, não me parece.
De Jorge Galhardas a 29 de Novembro de 2021 às 10:30
Isabel A. Ferreira, muito obrigado por continuar a desenvolver esforços permanentes para nos afastar da mediocridade intelectual. Desejo-lhe muita energia e tudo de bom!
De Isabel A. Ferreira a 29 de Novembro de 2021 às 15:49
Obrigada, caro Jorge Galhardas.

Espero que este meu esforço não seja em vão.
Ainda não se vislumbra uma luzinha ao fundo do escuríssimo túnel em que Portugal está afundado.

Mas continuarei a tentar derrubar essa mediocridade intelectual, a que se refere, em nome de todas as crianças que, não votando, não merecem dos governantes o mínimo respeito, estando a ser vilmente "instruídas" para serem os analfabetos funcionais do futuro.

E isso dói-me. Elas não merecem esta mediocridade, em que também se afundam.
De Susana Bastos a 30 de Novembro de 2021 às 23:42
"Esta entrevista está ESCRITA na Variante Brasileira do Português."
Ainda bem que o afirma assim tão peremptoriamente. Afinal, não há nenhuma língua brasileira.
De Isabel A. Ferreira a 1 de Dezembro de 2021 às 14:23
Susana Bastos, OBVIAMENTE que esta entrevista está escrita na VARIANTE Brasileira oriunda do Português. E digo isto peremPtoriamente.

Sabe porquê? Porque a Variante Brasileira oriunda do Português AINDA NÃO ascendeu a Língua. É apenas a VARIANTE. A Língua Brasileira EXISTE, mas ainda NÃO FOI oficializada. É preciso que seja oficializada, como o foi a Língua Cabo-Verdiana, que antes de ser Língua Cabo-Verdiana, designava-se como Crioulo Cabo-Verdiano, oriundo do Português, para se poder designar-se como Língua Brasileira.

Conseguiu desenredar o enredo? Fui clara? Se precisar de mais explicações, é só dizer. A minha função é precisamente a de ESCLARECER o óbvio, para quem não consegue alcançá-lo.
De frar a 3 de Dezembro de 2021 às 21:59
O SEPARATISMO IDENTITÁRIO É ABSOLUTAMENTE NATURAL NA EUROPA
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--»» Por um lado, temos o EUROPEU CIDADÃO DE ROMA: este europeu projecta uma economia partindo do pressuposto da existência de outros... como fornecedores de abundância de mão-de-obra servil.
--»» Por outro lado, temos o EUROPEU IDENTITÁRIO: este europeu valoriza o Ideal de Liberdade que esteve na origem da nacionalidade: 'ter o seu espaço, prosperar ao seu ritmo'.
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OS IDENTITÁRIOS REPUDIAM A HERANÇA DO NACIONALISTA DO SISTEMA!
O europeu cidadão-de-Roma XX-XXI, pois, pois, ele sim, é que tem interesse na herança do nacionalista do sistema... sim é isso: são da mesma laia:
- ambos projectam (uns no passado, outros no presente) uma economia partindo do pressuposto da existência de outros como fornecedoras de abundância de mão-de-obra servil (economia de índole esclavagista);
- ambos projectam (uns no passado, outros no presente) as mais variadas sabotagens sociológicas (houve, inclusive, povos autóctones que foram alvo de holocaustos massivos)... anti-intenções identitárias que prejudicam interesses economico-financeiros (economia de índole colonialista).
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O que há a dizer aos globalization-lovers é simples e óbvio:
- não sejam nazis!!!
- ou seja: aceitem a existência de outros!!!
Isto é: os 'globalization-lovers', UE-lovers, etc, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
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SEPARATISMO-50-50
(separatismo identitário)
---» Todos Diferentes, Todos Iguais... isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
.
-» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/

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