Caro Hélio, diante deste seu comentário, vejo que a sua iliteracia é avançadinha.
Vejo que não conhece a expressão, «pôr as garras de fora»; vejo que não percebeu a expressão “cutucar a onça com vara curta”; vejo que não percebeu nada do que eu escrevi sobre o MÉRITO, que não o temos apenas quando terminamos um Curso, mas durante o nosso percurso académico, em qualquer altura, até durante apenas uma intervenção numa aula. Eu já fui Professora de Português e de História, e distinguia o mérito dos meus alunos, quando eles faziam alguma coisa fora de série. A isso chama-se «incentivar para fazerem ainda melhor»; vejo também que não percebeu contra quem sinto um ressentimento legítimo e uma raiva legítima.
Expliquei tudo isto tão bem! O que lhe aconteceu, Hélio?
Não se aflija que eu estou bem, aliás, fico sempre bem, ainda que me “cutuquem com vara curta”, e estou tranquilíssima, porque NÃO penso (achar é para quem procura alguma coisa) que estão em guerra contra mim, porque sou EU que estou em guerra contra os PREDADORES do meu mais precioso instrumento de trabalho: a Língua Portuguesa, que a quero de boa saúde, íntegra e bela como sempre foi, e nunca deixará de ser, ainda que tentem desfeá-la. As coisas mal feitas acabam sempre por degradar-se e sumir nas trevas que as rodeiam. O Belo, o Bom e o Bem (a filosofia dos três Bês, que sigo) prevalecerá, porque sempre prevaleceu, desde que o Homem descobriu essa preciosa Trilogia.