Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2023

O «Português do Brasil “é língua oficial de Portugal” e sobrepõe-se à nossa “frigidez sonora”»? Desde quando? Que loucura é esta? Não teremos um presidente da República em funções?

 

bandeiras-brasil-e-portugal-1.jpg

 

O que está entre aspas no título desta publicação, é o título de um artigo publicado na ZAP Notícias que INSULTA os Portugueses Pensantes, e pior do que isso, envereda por um caminho que DESAUTORIZA as autoridades portuguesas, e estas, muito servilmente, como se fossem capachos do Brasil, são incapazes de repelir tal afirmação.

 

Bem sabemos que, em Portugal, os Portugueses Pensantes não estão em maioria, a começar pelos governantes que, a rastejar, permitem que nos ROUBEM a NOSSA Soberania, assim, tão descaradamente.

Antes de continuar esta minha contestação, aviso já, que vou transcrever para a Língua Portuguesa, as palavras escritas em Brasileiro, assinalando-as a azul, até porque o dito “português do BrasilNÃO existe, e a Língua Portuguesa é a LÍNGUA OFICIAL de Portugal, não estando SEQUER em vigor o malfadado acordo brasilortográfico de 1990, que só veio lançar o desacordo, o caos ortográfico, o desentendimento, e infiltrar-se na vida dos Portugueses como uma praga.

 

Este artigo da ZAP, assinado pelo articulista Daniel Costa, começa por afirmar o seguinte: «O direCtor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira, José Manuel Diogo, diz que o português do Brasil “é verdadeiramente uma língua oficial de Portugal”.»

 

Poderia justificar esta infeliz declaração de José Manuel Diogo apresentando o facto de Nuno Rebelo de Sousa, filho de Marcelo Rebelo de Sousa que, por mero acaso, é o actual presidente da República Portuguesa (?) representar actualmente a Câmara Portuguesa de São Paulo, e ser Presidente da Federação das Câmaras de Comércio Portuguesas no Brasil.

Mas não vou por aí.   

 

Contudo, justifica-se esta ingerência na soberania portuguesa, com esta afirmação gratuita e disparatada, com base nestas estatísticas, conforme o texto em causa:

«O número de brasileiros que imigra [?] para Portugal continua a aumentar. Em 2022, viviam em Portugal 233.138 brasileiros, mais 28.444 (13%) do que em 2021.»

«Nos últimos 12 anos mais de 391 mil brasileiros obtiveram a nacionalidade portuguesa. Trata-se da principal comunidade estrangeira residente no país.»

«Portugal é um país com pouco mais de 10 milhões de habitantes, dos quais 400 mil ainda não falam português — por serem bebés ou crianças demasiado pequenas.»



O número de Brasileiros, que imigram para Portugal, continua a aumentar, porque Portugal e a aquisição da nacionalidade portuguesa são uns excelentes trampolins para os restantes países da Europa. Estas estatísticas não interessam?

 

Eu não sei de números, mas sei de muitos, mesmo muitos brasileiros que já estão de pedra e cal em vários países europeus, onde os salários são mais apetitosos, do que os magros cêntimos que ganhavam em Portugal. Aliás, também há milhares de portugueses que fazem o mesmo. Isto é ou não é verdade? Eu conheço muitos que já partiram para a Europa.

Até os refugiados, que Portugal recebe, FOGEM para a Europa.

 

Portugal é apenas um muito conveniente trampolim. E o passaporte português dá muuuuuuito jeito. Por enquanto.



Eu fiquei muito estarrecida com o facto de meterem as crianças portuguesas, que ainda não falam, nas estatísticas, para justificarem o minoritarismo da Língua Portuguesa, como se todas essas crianças nascessem MUDAS, e nunca viessem a falar.

 

Além disso, há um pormenor muito importante: na Europa são vários os países com Línguas minoritárias, que os Países preservam como jóias preciosas.

A Língua Portuguesa é uma dessas jóias preciosas, e apenas os que gostam de se enfeitar com pingentes de bolotas feitos, rejeitam adornar-se com pérolas.

E o texto assinado por Daniel Costa, continua num registo de alucinação:

 

«É com base nestes dados demográfico [??] que, num texto publicado na Folha de S. Paulo, o direCtor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira, José Manuel Diogo, escreve que “sem compromisso com o erro, o português do Brasil é verdadeiramente uma língua oficial de Portugal”.»

 

Dados demográficos? Que dados demográficos entram para esta avaliação? As 400 mil crianças que ainda não falam? Além disso, NÃO existe um “português do Brasil”. Existe uma Variante Brasileira do Português, que NÃO é Portuguesa, uma vez que DESLUSITANIZARAM o Português.

 

E o texto diz mais:

 

«O também fundador da Associação Portugal Brasil 200 anos sublinha que “simplesmente caminhando nas ruas”, o número de falantes de português do Brasil parece bem maior do que é na realidade.»



Pode parecer, mas NÃO é. Caminhando-se nas ruas, por exemplo, de Lisboa, ouve-se uma babilónia de línguas, e entre as mais variadas línguas, ouve-se também a Brasileira.

 

NÃO é verdade que a Variante Brasileira do Português se sobreponha ao Português.  Pode parecer, porque se formos ao Google consultar alguma matéria, aparece a Variante Brasileira, que nos convida a passarmos para o Inglês, porque esta Língua vem correCtamente escrita, e as traduções são impecáveis. Também parece que as televisões portuguesas estão instruídas para mostrarem MAIS brasileiros a dar palpites em várias situações, do que portugueses ou outras nacionalidades. Para darem a ideia de que os Brasileiros são em numero maior do que os Portugueses juntos com as outras nacionalidades, que ultrapassam a centena. A isto chama-se fazer batota, enganar o ceguinho...

 

Eu quando caminho na rua ouço falar Brasileiro, mas também Mandarim, Ucraniano, "indiano" (*) e  outras línguas asiáticas, que não domino, mas maioritariamente, ouço falar PORTUGUÊS, se juntarmos as vozes dos Portugueses às dos Africanos de expressão portuguesa.

E o texto continua num registo alucinatório:

 

«“O balanço doce do português de Vinicius [???] de Moraes sobrepõe-se à frigidez sonora dos conterrâneos de Pessoa e Saramago”, escreve José Manuel Diogo. “A vida acontece cada vez mais em ônibus que nos autocarros, e a frescura mata-se cada vez mais na geladeira que no frigorífico”.»

 

Como está enganado o Sr. José Manuel Diogo! Esqueceu-se de que em Portugal vivem milhares de portugueses fiéis à Língua de Luiz de Camões, de Fernando Pessoa, de José Saramago, de Eça de Queiroz, de Camilo Castelo Branco, entre outros, os quais [portugueses] NÃO se venderam ao Brasil?


Os Brasileiros, em Portugal, andam de autocarro e guardam os seus mantimentos no frigorífico. Se querem andar de ônibus ou guardar os víveres na geladeira, terão de optar por regressar ao Brasil.



Quanto à frigidez sonora, essa eu deixo para os ouvidos mal lavados, cheios de cera, que não conseguem captar a sonoridade das Línguas Românicas. Sabiam que os tchis (T) e os djis (D) e os iu (L) e a supressão dos érres finais, cansa os ouvidos com tanta tilintação? É que actualmente já não se ouve o «balanço doce do Português de Vinícius», porque o Português de Vinícius já NÃO existe maisHoje é oi, ah , , a torto e a direito. A prosa já não é a mesma, e a oralidade foi desvirtuada.

O texto em causa continua assim:

«Crianças e jovens usam cada vez mais expressões brasileiras, impulsionadas por influencers brasileiros do YouTube e outras redes sociais.»

«“A exponencialidade do aumento da ‘demografia brasileira’ em Portugal antecipa uma nova era normativa para a língua portuguesa”, prevê o português natural de Castelo Branco. “A nova proporcionalidade na convivência de falantes no território português confronta a língua e os seus estudiosos com uma necessidade de reinvenção —será esta a palavra certa?”.»

 

Não, não é a palavra certa.

Portugal e os Portugueses Pensantes não estão disponíveis para se renderem à Variante Brasileira do Português, por um simples motivo: a Língua Portuguesa está VIVA. Querem enterrá-la, mas ela ainda NÃO morreu. Não precisa de novas normativas, porque as novas normativas só são válidas para o Brasil, e em mais nenhum país da mal denominada lusofonia.

Quanto à afirmação de que as crianças e jovens portugueses usam cada vez mais expressões brasileiras, impulsionadas por influencers brasileiros do YouTube e outras redes sociais, como o Tik-Tok, que apresenta verdadeiros atentados à inteligência humana, e  as crianças NÃO são as parvas que querem fazer delas, é mera ilusão de quem pretende impor à força, em Portugal, a Variante Brasileira do Português. As crianças e jovens podem até repeti-las, mas por lhes acharem piada. Mas é só.



Há que dizer, porque é verdade, que os influencers brasileiros do YouTube e Tik-Tok estão muito mal cotados em Portugal, e penso que pelo mundo fora, porque além de NÃO passarem nada que se aproveite, a linguagem é da mais rasteira que há. Nem pouco mais ou menos é «o balanço doce do Português de Vinícius», que nunca cansou os seus ouvintes. Ao passo que a sonoridade restolhenta da linguagem que os brasileiros incultos andam a disseminar no YouTube e outras redes sociais, envergonha a Cultura Culta Brasileira.


Que nenhum brasileiro, instruído e culto, se regozije com o tipo de linguagem brasileira que anda por aí a ser disseminado nas redes sociais, porque tal linguagem envergonha as pedras das calçadas portuguesas, deixadas pelos portugueses, em muitas ruas do Brasil.

E o texto termina:

 

«Segundo o historiador e analista político brasileiro José Murilo de Carvalho, os estudantes e imigrantes do país sul-americano vêm para Portugal “em busca de emprego e de formação académica”.»

No fim de Julho do ano passado, o SEF informou que tinha atribuído 133 mil novos vistos de residência a cidadãos estrangeiros nos primeiros seis meses do ano.

Os números avançados revelam que 47.600, mais de um terço, são imigrantes brasileiros. A fila de espera para novos vistos andará por volta dos seis meses.»


Sim, tudo isto é verdade, mas quantos destes 47.600 brasileiros estão interessados em fixar-se em Portugal definitivamente? Ou esperam que Portugal se transforme no 28º Estado da República Federativa do Brasil, como já se ouve por aí, e nenhum governante português DESMENTE?


A quem Portugal está entregue? Quem manda em Portugal? Quem souber que me responda.

E porque aprendi a ler e a escrever no Brasil e vivi lá vários anos, e conheço a Cultura Culta Brasileira (actualmente tão desprezada) que faz parte da MINHA Cultura, tenho toda a legitimidade de escrever o que escrevi, o que não faz de mim, nem xenófoba, nem racista, até porque a maioria da minha família é brasileira, já na terceira geração. Como poderia menosprezar essa parte de mim?

 

Mas não tolero este tipo de IMPOSIÇÃO de uma cultura linguística, e não só, que nada tem a ver com os Portugueses. Isto não é coisa que um país livre e soberano, faça a outro país livre e soberano. Ou será que Marcelo Rebelo de Sousa entregou Portugal ao Brasil, por interesses alheios aos interesses de Portugal, e Portugal já não é um país soberano?

 

Fonte do texto publicado na ZAP Notícias:
https://zap.aeiou.pt/portugues-brasil-lingua-oficial-portugal-521192

 

(*) De facto, o "indiano" não existe. Mencionei a Língua, que ouço os Indianos a falar, por "indiano", porque desconhecendo eu as 22 línguas oficiais da Índia, mas reconhecendo eu os Indianos, (e também os Paquistaneses)  que se diferenciam, fisicamente, dos Africanos, dos Chineses, dos Portugueses, dos Ucranianos, dos Brasileiros (a estes últimos, até os topo à distância, e nem sequer precisam de abrir a boca para falar), para mim, e penso que para muita gente, falam “indiano”, porque fica mais fácil de "identificar" a origem da Língua. Só por isso.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:03

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comentários:
De Henrique Jurais a 14 de Fevereiro de 2023 às 23:53
Concordo plenamente! É alarmante o quão abandonado o nosso Portugal está pelos políticos que o governam... Mas isso não importa porque eu e muito boa gente amamos o país que nos pariu, viu crescer e nos acompanhará eternamente e é esse carinho que reside livremente dentro do nosso coração que imortalizará Portugal! A língua é a minha pátria e o meu país é como a minha casa! E como qualquer casa, merece dignidade e respeito, que se não são demonstrados de livre vontade, impô-los-ei, tal como qualquer eu faria em sua casa; mas, acima de tudo, merece cuidado e dedicação para se tornar na minha pequena fortaleza.
Quem não tem um sentimento de amor para com o seu país, também não deve albergar sentimento algum para com a sua casinha, que é o nosso suposto porto de abrigo.
De Isabel A. Ferreira a 15 de Fevereiro de 2023 às 11:36
O problema de Portugal é que está cheio de zombies e de governantes que não têm um pingo de dignidade, e permitem que um país ESTRANGEIRO interfira na sua política cultural e na sua SOBERANIA.
De JPG a 15 de Fevereiro de 2023 às 21:25
O "site" deste fulano é uma verdadeira mina. Para masoquistas, claro. Literalmente. Ler aquele chorrilho de inanidades/imbecilidades/insultos é mesmo doloroso, vomitivo, nojento.

E o pior é que todas aquelas patacoadas são apenas a verbalização da horrível realidade que outros pensam mas calam e que a maioria se recusa a sequer encarar. É o velho e muito tuga "pode lá ser".

https://josemanueldiogo.com.br
(note-se as duas últimas letras -- código de país -- da URL)
De Isabel A. Ferreira a 16 de Fevereiro de 2023 às 15:12
Realmente, JPG, tenho de dar-lhe razão. E é "isto" que anda por aí a pisar Portugal, bem nas barbas das nossas (des)autoridades e de todos os outros. Tenho a sensação de que os tais tugas calam-se perante estes insultos, com medo de serem qualificados de racistas e xenófobos, o que só demonstra que não sabem o significado das palavras. E isso só lhes dá o estatuto de cúmplices.

Obrigada pela sua intervenção e pelo “link”, que desconhecia.
De Orlando machado a 18 de Fevereiro de 2023 às 15:03
Ainda continuo a dizer: a "bicha" do autocarro. Continuo a "pôr " uma questão. E se pudesse ainda dividia as refeições por "almoço//jantar//merenda//ceia"...mas.orlando machado
De Isabel A. Ferreira a 18 de Fevereiro de 2023 às 15:24
Orlando Machado, o que o impede de dividir as refeições por "almoço//jantar//merenda//ceia"...?

Eu, porque sou portuguesa, divido exactamente desse modo as minhas refeições. Eu, porque sou portuguesa, também ponho questões. Eu, porque sou portuguesa, mas vivi no Brasil, não digo “bicha” do autocarro, por motivos óbvios. Mas não vejo mal que quem NÃO viveu no Brasil diga “bicha do autocarro”. E quem quiser enfiar a carapuça que a enfie.

Em Portugal, os Portugueses Pensantes ainda mandam. Os não-pensantes, governantes incluídos, que rastejem e sejam paus-mandados, porque é da condição deles.
De Breno sousa a 26 de Fevereiro de 2023 às 11:59
Só estou a fazer este comentário para pontuar que você cometeu um erro. Não existe tal coisa como o idioma «indiano». Fala-se inúmeras línguas na Índia, como o hindi e o tamil. Todavia, eu nunca ouvi falar duma língua denominada indiano. Se calhar, ela está na mesma categoria do mexicano, brasileiro e paquistanês
De Isabel A. Ferreira a 26 de Fevereiro de 2023 às 18:14
Breno Sousa, reconheço que existe um erro quando mencionei a língua “indiana”, que NÃO existe, de facto.

Porém, o meu erro limitou-se a não ter posto entre aspas e em itálico, a palavra “indiano”, porque desconhecendo eu as 22 línguas oficiais da Índia, mas reconhecendo eu os indianos, que se diferenciam fisicamente, dos africanos, dos chineses, dos portugueses, dos ucranianos, dos brasileiros (que os topo à distância, e nem sequer precisam de abrir a boca para falar), para mim, e penso que para muita gente, falam “indiano”.

E quando os Brasileiros falam, para 99,999% das pessoas (excepto para os brasileiros que ainda não se aperceberam de que NÃO falam Português) estão a falar, obviamente, BRASILEIRO.

Não vejo que por aí se diga que um mexicano fale "mexicano". Reconhecemos os Mexicanos, não pela Língua Castelhana que falam, mas pelo aspecto físico. Quanto ao “paquistanês” fica ao mesmo nível do “indiano”, porque também têm várias línguas oficiais e é difícil apartar um paquistanês de um indiano.

Chegados aqui temos que todos estes povos falam Línguas Indo-Europeias.

EXCEPTO os Brasileiros, que deslusitanizaram o Português, herdado de Portugal, que também é uma Língua Indo-Europeia. Ao deslusitanizarem o Português, afastaram-no da sua raiz indo-europeia. Criaram uma estrutura linguística tipicamente brasileira, com os seus “tchis” e “dijs” e supressões de consoantes finais e intermédias e diacríticas, e as diferenças entre o Português e a Variante Brasileira do Português são visíveis na fonologia, na ortografia, no léxico, na morfologia, na sintaxe e na semântica, de tal modo que NÃO há como chamar-lhe Português. É simplesmente uma Variante do Português, que INDEVIDAMENTE é designada por “Português do Brasil”, com um propósito tão objectivo quanto pernicioso.

Portanto, depois desta explicação, manterei o ”indiano” entre aspas e em itálico, algo que vou imediatamente tratar.

Agradeço a sua chamada de atenção.

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