comentários:
De Susana Bastos a 15 de Agosto de 2023 às 18:31
O economista em causa não é brasileiro, é português... Aliás, isso depreende-se do artigo (que me escuso de comentar por ser um absurdo e estar cheio de equívocos).
Já quanto aos dialectos, o equívoco continua e vou-me repetir: também em Portugal têm a designação de dialectos todas as variedades da língua, sejam continentais ou insulares, como se pode inferir da imagem que publicou. Um dialecto não é nada inferior ou superior a uma língua, é a decomposição desta em variedades, apenas isso.
De Isabel A. Ferreira a 15 de Agosto de 2023 às 19:10
Susana Bastos, agradeço a sua chamada de atenção para a nacionalidade do economista Rodrigo Tavares, que já foi corrigida, mas bem poderia ser brasileiro, devido à sua subserviência ao país que USURPOU a Língua Portuguesa e ao qual os acordistas se vergam tão servilmente, e à apologia que faz à Variante Brasileira.

Quanto aos dialectos, se bem leu as páginas que reproduzi com a classificação de José Leite de Vasconcelos, devia ter notado que não fui eu que classifiquei de “dialecto” a Variante Brasileira do Português. E se bem leu também o que escrevi, não digo que o Português é superior à Variante Brasileira, mas apenas DIFERENTE, porque eivada da Cultura Brasileira, que não tem nada a ver com a Cultura Portuguesa, devido à miscigenação de povos que se fixaram no Brasil. Eles, são eles e a sua Cultura. Nós, somos nós, e a nossa Cultura.

NÃO digo em parte alguma que os dialectos são inferiores ou superiores a uma Língua.

A Variante Brasileira fará o percurso de todos os dialectos: transformar-se-á em Língua, logo que derem cabo da Língua Portuguesa. E aí temos a vingança dos que não souberam aceitar o seu passado português. E quem está a contribuir para isto trai o País, e traindo o País não merece ser português, nem sequer respeitado.

Mas isto acontecerá, se nós deixarmos.

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