De Jorge Oliveira a 21 de Setembro de 2021 às 05:01
Não vale a pena esperar o auxílio do ministro Santos Silva nem de nenhum outro político do PS nesta matéria. Eles não devem obediência aos portugueses que os elegeram mas sim à Internacional Socialista.
De Isabel A. Ferreira a 21 de Setembro de 2021 às 12:09
Concordo consigo, Jorge Oliveira.

Mas não é apenas à Internacional Socialista que eles devem obediência CEGA, em detrimento da obediência que devem aos portugueses que os elegem e lhes PAGAM os salários. A obediência deles vai muito mais além, nomeadamente a obediência que o ministro Santos Silva deve a quem o manobra, ou não fosse ele o ministro dos negócios DOS estrangeiros.

Espero que o povo português saiba penalizá-los, e também espero vê-los com a cara caída no chão, quando forem desmascarados. Aguardo esse dia com muita ansiedade.

Na verdade não esperamos o auxílio do ministro Santos Silva e do auxílio dos que com ele estão mancomunados. O auxílio virá de onde menos se espera.
De Jorge Oliveira a 21 de Setembro de 2021 às 13:19
Agradeço a sua resposta.

Apenas uma observação : o artigo do semanário O Diabo de 2015 contem revelações curiosas, pelo menos para mim, acerca dos charlatães que lançaram o projecto e das suas motivações, mas estranhamente não refere a participação concordante de Santana Lopes e Cavaco Silva na parte inicial do processo, nem a entrada impetuosa e decisiva de José Sócrates apoiando o seu amigo e correligionário Lula.

Aliás, julgo que foi o facto de o AO9 ter sido apadrinhado por Sócrates, enquanto secretário geral do PS, além de PM, que tornou o AO90 uma bandeira do PS, logo intocável para os militantes, gostem ou não gostem. Eu acredito que muitos deles não gostam mas a disciplina partidária impõe-se aos interesses do país.

Cumprimentos

De Isabel A. Ferreira a 21 de Setembro de 2021 às 15:33
Caro Jorge Oliveira, de facto, o artigo do Jornal O DIABO, de 2015, não refere a parte participativa dos governantes socialistas e social-democratas portugueses, talvez porque o tema original do artigo seja o de relatar a negociata entre Brasil e Portugal, na sua fase inicial, quando os brasileiros intervenientes nesta ideia peregrina, de pretender UNIFICAR algo que, pela sua natureza, é completamente impossível de unificar.

Depois da negociata consumada, é que se deu a intervenção dos políticos portugueses, começando pelo então presidente da República, Mário Soares, que ratificou o AO90, em 04 de Agosto de 1991 (aliás, Portugal, e desconheço o motivo de tanta pressa - ou então não - foi o primeiro país da CPLP a ratificar o acordo).

Se o Jorge Oliveira tiver interesse em consultar o documento, no Diário da República, está neste link:

https://dre.pt/pesquisa/-/search/403300/details/maximized

A partir daqui começaram a surgir os políticos já referidos, ora socialistas, ora social-democratas, ora todos juntos, todos eles sem a mínima PERCEPÇÃO daquilo que estavam a fazer.

Como o título do artigo é «O NEGÓCIO do Acordo Ortográfico de 1990», penso que os jornalistas não quiseram misturar alhos com bugalhos (eu não o faria), porque o que se passou depois, já não é do foro do NEGÓCIO, mas de uma irracional SUBSERVIÊNCIA aos interesses brasileiros, matéria para um outro artigo.

E não tenho dúvida nenhuma de que a disciplina partidária se impõe, a 1000%, aos interesses do País, mas não só ao que ao PS diz respeito.

Todos os outros partidos políticos, com assento no Parlamento, à excepção do PCP, que é contra o AO90, não chegando para o eliminar, por uma qualquer falta de PERCEPÇÃO, ainda não se deram conta de que estão a cometer o maior erro da vida deles. Quando se derem conta, será demasiado tarde para eles.

Agradeço a suas intervenções, com as minhas saudações desacordistas.
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