Segunda-feira, 3 de Outubro de 2016

SENHOR MINISTRO DA CULTURA, POR FAVOR, DEMITA-SE PORQUE NÃO SERVE A CULTURA PORTUGUESA

 

Pode servir a incultura dos impatriotas, mas a Cultura Portuguesa não serve, e Portugal não precisa de mais traidores da Pátria e da Língua, e desde já lhe digo isto: não é preciso ser linguista, para saber que o AO90 está cheio de erros. Bastava saber o mínimo sobre a Língua Portuguesa.

 

Que mal fez Portugal para merecer governantes tão - - - - - antes (é só preencher os traços com as letras que faltam…. como naquele jogo do “enforcado”…)

 

É por estas e por outras que Portugal é a chacota do mundo...

 

Nem posso acreditar no que ouvi neste vídeo!

 

 

Palavras do ministro da Cultura, em entrevista ao programa brasileiro "Roda Viva" (TV Cultura, 12/09/2016):

 

«O Acordo Ortográfico foi uma boa iniciativa e tem o objectivo de criar uma maior unidade e circulação entre os países de língua portuguesa. Ao mesmo tempo, tem muitas margens de flexibilidade, não é um acordo rígido, naturalmente alguns casos são sempre susceptíveis de serem examinados. O problema do Acordo Ortográfico é ter muita contestação, mas isso em si é um bem, as coisas devem ser discutidas. Eu não sou linguista para saber se houve erros, mas não sou contra o acordo e não considero que a sua discussão seja um tema essencial da cultura portuguesa Tradutores contra o Acordo Ortográfico

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:51

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O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram oficialmente a não vigência do acordo numa reunião oficial e os representantes oficiais do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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