Quarta-feira, 21 de Março de 2018

PORTUGAL PERDIDO NA ESCURIDÃO DOS PALÁCIOS DE SÃO BENTO E DE BELÉM…

 

Uma resposta e a solução…

 

PORTUGAL PERDIDO.png

 

PORQUÊ?

PORQUE:

 

RENTES DE CARVALHO.png

 

O QUE FAZER?

 

Penalizar inequivocamente os governantes portugueses, actualmente no Poder, nas próximas eleições legislativas.

 

Se eles detêm o Poder nós temos a arma do VOTO para os deter.

 

Não precisamos de governantes que atiram Portugal ao lixo, até porque nem só de finanças e economias vive um País.

 

É urgente que o povo português se desembarace do medo e da subserviência, de que fala Rentes de Carvalho, e do comodismo e inépcia que o agrilhoa a partidos políticos que não servem Portugal.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:52

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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2018

RICARDO ARAÚJO PEREIRA RIDICULARIZA O AO90 NO PALÁCIO DE BELÉM

 

Ricardo Araújo Pereira, convidado da iniciativa "Escritores no Palácio de Belém", aproveitou a oportunidade para, uma vez mais, ridicularizar o Acordo Ortográfico e instar o presidente da República a fazer algo em relação ao assunto.

 

Um verdadeiro Escritor, cidadão Português, não iria a Belém falar sobre Escrita, sem malhar na ortografia que andam por aí a impingir como sendo Portuguesa.

 

Uma vez mais, Ricardo Araújo Pereira demonstrou que quando se é inteligente, usa-se a inteligência inteligentemente. Porque há quem a use desinteligentemente...

E para bons entendedores…

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:49

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Sexta-feira, 11 de Março de 2016

ORTOGRAFIA É QUE NÃO!

 

(Um iluminado texto ao redor da não aplicação do AO/90, pelo novo Presidente da República que acaba de jurar defender, aplicar e fazer aplicar a Constituição da República Portuguesa, onde não cabe, obviamente, a ilegalidade deste (des)acordo.) (IAF)

ORTOGRAFIA.png

 

Texto de Nuno Pacheco  

 

Chamem-lhe poligrafia, multigrafia, plurigrafia, arbitriografia, o que quiserem. Ortografia é que não...

 

Marcelo Rebelo de Sousa escreveu um longo artigo no Expresso sem respeitar o novo Acordo Ortográfico em vésperas de tomar posse. Ah!; Marcelo tem vários assessores anti-acordistas. Ena!; Marcelo subscreveu um manifesto de personalidades anti-Acordo em 1991. Caramba!; o discurso presidencial de Marcelo respeitou, afinal, o Acordo Ortográfico de 1990. Oooooh!

 

Tudo isto se passou em poucos dias e tudo isto acendeu, para logo atenuar, nova chama na velha querela ortográfica. O vigilante Malaca veio logo clamar que Marcelo, em Belém, teria que se submeter ("é a lei!") e outros exigiram clarificações. Nada de novo, a não ser o disparate do costume. Mas o mais importante reside na frase que rematava o artigo do agora Presidente: "Marcelo Rebelo de Sousa escreve de acordo com a antiga ortografia". Ora a frase é absurda por uma razão simples: não existe uma nova ortografia. Existe, sim, um acordo que destrói a noção mais básica de ortografia, a que vem descrita, com clareza e secura, no relatório académico que antecedeu o acordo de 1945: "Não se consentem grafias duplas ou facultativas. Cada palavra da língua portuguesa terá uma grafia única. Não se consideram grafias duplas as variantes fonéticas e morfológicas de uma mesma palavra" (por exemplo: ouro, oiro; louça, loiça; touro, toiro, etc). Pois a tal "nova ortografia" não só consente como multiplica à exaustão grafias duplas e facultativas. Antes dela, o Brasil tinha uma ortografia. Portugal também. Agora, têm um supermercado de palavras, muitas delas caricatamente deformadas, para usar ao gosto do freguês — o "escrevente".

 

Ora Marcelo respeitou a ortografia (em vigor, já que nenhuma lei explicitamente a revogou) aprovada em 1945 com bases científicas. O que por aí anda é outra coisa. Chamem-lhe poligrafia, multigrafia, plurigrafia, arbitriografia, o que quiserem. Ortografia é que não. Por isso, se o senhor Presidente quiser poligrafar, poligrafe. Se não quiser, ponha algum tento nisto…

 

Fonte:

https://www.publico.pt/politica/noticia/ortografia-e-que-nao-1725738

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:37

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.ACORDO ORTOGRÁFICO

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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.CONTACTO

isabelferreira@net.sapo.pt

. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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