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Esta minha publicação vai ao cuidado do próximo presidente da República, que irá violar a Constituição da República Portuguesa, caso não recue na sua intenção de continuar a escrever incorrectamente a Língua de Portugal, usando o ilegal e inconstitucional AO90.
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«O "brasileiro" pode virar um idioma separado do português?»
in https://www.dw.com/pt-br/o-brasileiro-pode-virar-um-idioma-separado-do-portugu%C3%AAs/a-72323042
[Em Português uma Língua jamais vira um idioma; em Português, uma Língua ( = Idioma) transforma-se numa outra Língua ( = Idioma)]
Li neste texto que Portugal está a usar linguagem brasileira.
NÃO está.
Apenas alguns portugueses, com uma instrução pouco cuidada, e porque entendem que é chique falar a Língua dos outros, lá mete umas e outros brasileirismos.
As pessoas cultas e que sabem que o Brasileiro é uma Língua variante do Português, e o Português é a Língua de Portugal, não falam Brasileiro, nem empregam brasileirismos por dá cá aquela palha, até porque a maioria dos vocábulos brasileiros não correspondem aos vocábulos portugueses.
É bom que tenham isto em conta.
Sugiro a consulta deste pequeno Dicionário de Português - Brasileiro, onde, aliás encontramos bastantes erros de significação e também de ortografia, uma vez que em Português grafamos os cês e os pês em palavras que os Brasileiros escrevem à portuguesa.
A Língua Brasileira separar-se-á da Língua Portuguesa, a Língua do ex-colonizador português, como a Língua Portuguesa se separou do Latim, Língua dos Romanos, penúltimo Povo que invadiu a Península Ibérica, e da qual o Galaico-Português derivou, mais tarde dando origem ao Português e ao Galego. E este é o destino de todas as Línguas.
Por que carga de água o Brasil ainda não cortou o cordão umbilical com o ex-colonizador?
Gostou assim tanto dele?
Não me parece.
A minha experiência vivida no Brasil diz-me que não. A lusofobia era (e em Portugal continua a ser) o prato do dia da sociedade brasileira, e agora em Portugal, basta dar uma voltinha pelas redes sociais.
Já é altura de o Brasil assumir a Língua que criou a partir do Português, e que já não é mais Português.
É chegado o momento de o Brasil assumir, por completo, a sua independência, e sei que este é o pensamento dos brasileiros que recusaram a lavagem cerebral que esquerdistas, da ala mais inculta, andaram a fazer aos brasileiros menos instruídos, que andam por aí a disseminar as mais iníquas ignorâncias, acerca da Língua, da História e da Cultura Portuguesas.
Isabel A. Ferreira
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Este texto irá ser publicado também na NOVA MORADA do Blogue «O Lugar da Língua Portuguesa», e isto acontecerá até 30 de Junho, data em que os Blogues do SAPO irão ser descontinuados:![]()
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https://olugardalinguaportuguesa.blogspot.com/
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Em 20 de Dezembro de 2025 o Grupo Cívico de Cidadãos Portugueses Pensantes enviou a todos os candidatos à Presidência da República uma Carta Aberta, através das sedes de candidatura, com o seguinte assunto:
Por cobardia?
Porque ninguém lhes perguntou nada sobre isso?
Por considerarem isso um não-assunto?
Ou por acharem que o AO90, que tem apenas 13 anos de uma vida conturbada e severamente contestada, em Portugal, é um “fato consumado”, que destruiu 800 anos de existência, por causa dos milhões?
Nenhum dos candidatos se dignou a dizer alguma coisa. Talvez até nem precisassem de dizer nada, se, ao menos, tivessem lido a carta e reflectido no que lá se expôs, e chegado à conclusão de que nos debates e nos programas eleitorais passaram por cima de um dos problemas mais graves que o nosso País tem para resolver, estando ao nível da saúde, da habitação, da segurança, da emigração/imigração, dos baixos salários, do custo de vida, da pobreza crescente, da corrupção, da anarquia par(a)lamentar, da falta de cultura, da justiça lenta e injusta, do caos na educação/ensino, em suma, no que mais importa, para os Portugueses terem Estabilidade, Bem-estar e Cultura.
Trata-se da usurpação da nossa Identidade, da nossa Soberania, da destruição de 800 anos de história da Língua de Portugal, da VIOLAÇÃO constante da Constituição da República Portuguesa (CRP), que todos os candidatos, descaradamente, nas suas palestras, prometeram defender, não se dando conta de que, ao NÃO saberem escrever correcCtamente a Língua de Portugal, País que deverão representar, ao serem eleitos, violarão a CRP, com todo os dentes que têm na boca.
Essa promessa não será cumprida por quem se sentar no trono de Belém! Será igual a Marcelo, que foi presidente da República durante 10 anos, e NÃO defendeu, NEM cumpriu, NEM fez cumprir a Constituição da República Portuguesa.
Por este motivo e porque, repito,

continuaremos a ser as pedras dentro dos sapatos de quem ocupar o Palácio de Belém, até que a legalidade e a constitucionalidade da Língua de Portugal sejam repostas, e o inquilino de Belém deixe de ser vassalo da ex-colónia, e pare de rastejar perante os milhões.
É que amigos, amigos, negócios à parte é a mais inteligente filosofia para uma relação saudável entre dois povos.
Ah! Devido à indiferença que todos os candidatos votaram à Carta Aberta que lhes endereçámos, com boas intenções, eu votarei em branco, como protesto, por não reconhecer em nenhum deles competência para representar Portugal, pois se nem escrever correCtamente a Língua de Portugal sabem! É o mínimo que se pode exigir de um Presidente da República: que escreva correCtamente.
Diz o Dr. Luís Menezes Leitão, advogado e ex-Bastonário da Ordem dos Advogados: «o acordo ortográfico foi a maior aberração alguma vez feita a Portugal, numa obsessão orwelliana de criar a novilíngua. NÃO respeitar esse aborto ortográfico é um acto de cultura e liberdade...»
Até porque, acrescento eu, com base em pareceres jurídicos, que ninguém, em Portugal, é obrigado a usar a grafia do AO90, porque este NÃO está em vigor no País. A grafia em vigor de jure é a de 1945, e quem não a cumpre, está a violar a LEI e a CRP, tal como faz Marcelo, e tal como fará o próximo inquilino de Belém, se não cometer o acto de cultura e liberdade, de que nos fala Luís Menezes Leitão.
Isabel A. Ferreira
Assunto: a aplicação ilegal e inconstitucional do AO90, matéria que nenhum dos candidatos se atreveu, até ao momento, a expor publicamente, nos debates televisivos e não só.
Minhas Senhoras e meus Senhores.
É com tristeza que assinalamos a mediocridade dos nossos órgãos de Comunicação Social (OCS), salvo raríssimas excepções, coniventes com a destruição da Língua Portuguesa, na Educação degradante, na subordinação a interesses obscuros e ao alheamento dos temas a cargo dos órgãos democraticamente eleitos (Assembleia da República e Governo).
Em causa está a deslealdade de todos os que se renderam ao AO90, perante a Constituição da República Portuguesa (CRP), nomeadamente, perante o Art.º 11.º, que trata dos símbolos nacionais e Língua oficial:
A Bandeira Nacional (que anda por aí usurpada indevidamente)
O Hino Nacional (por enquanto intocável, apesar de já ter havido uma tentativa de o desvirtuar)
A Língua Oficial de Portugal – a Língua Portuguesa (que está a ser espezinhada nas Escolas Portuguesas, lugar onde deveria ser posta no pedestal da nossa Identidade como um Povo livre e soberano, e anda por aí a rastejar, como a mais indigente das Línguas).
É sobre este símbolo nacional – a Língua Portuguesa – que a finalidade desta carta se centra, e que muito resumidamente aqui se expõe.
A Língua Portuguesa, nos termos que a definem, actualmente está legislada pelo Decreto-Lei n.º 35 228, de 8 de Dezembro, que aprovou o Acordo Ortográfico de 1945, aplicado e usado com exemplos literários notáveis, em Portugal Continental, Insular e Ultramarino, o qual continua de jure em vigor, uma vez que não foi revogado. Alguns dos novos Estados, de Língua Oficial Portuguesa, não promulgaram, nem ratificaram o AO90, continuando a cumprir o supracitado Decreto-Lei.
Para ilustrar esta afirmação, aqui deixamos uma imagem da capa do livro que o Embaixador Carlos Fernandes escreveu, provando a ilegalidade do AO90, e um seu parecer.

O AO90: «O projecto nascido da cabeça do intelectual esquerdista brasileiro Antônio Houaiss, foi desde o início um empreendimento com fins lucrativos, apoiado por uma poderosa máquina política e comercial com ramificações em Portugal» in Jornal «O Diabo», num artigo de investigação, sob o título O Negócio do Acordo Ortográfico , artigo que recomendamos a Vossas Excelências, como candidatos à Presidência da República Portuguesa, bem como a leitura do livro do Embaixador Carlos Fernandes, porque pensamos que o que falta a quem escreve segundo o AO90 é informação.
A Resolução do Conselho de Ministros (RCM) n.º 8/2011, de 25 de Janeiro, recomendou [não obrigou, porque só uma Lei obriga] a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 (AO90) em Portugal. Uma resolução do Conselho de Ministros não faz Lei, portanto, não havendo Lei, ninguém em Portugal é obrigado a usar a grafia brasileira, proposta no AO90.
O Decreto-Lei n.º 35 228, de 8 de Dezembro, que aprovou o Acordo Ortográfico de 1945, não foi revogado, pelo que existe uma RCM que se sobrepõe a um Decreto-Lei, e isto é inconstitucional.
Para esta ilegalidade, que já destruiu a educação das gerações pós 2011, e tende a fazer desaparecer a Língua Portuguesa, contribuíram:
Presidentes da República
Presidentes da Assembleia da República
Deputados na Assembleia da República
Governos
Um Acordo Internacional é entre Estados soberanos. Este AO90 não foi ratificado por Angola, nem Moçambique, nem Guiné-Bissau, nem Timor-Leste, pelo que não pode ser cumprido por Portugal, um Estado de direito democrático (Art.º 2.º da CRP).
Vossas Excelências decidiram não cumprir a Lei vigente, e seguir uma simples RCM que não faz lei, e a tal não eram obrigados. Como candidatos continuam a escrever incorretamente [saibam que este vocábulo, segundo as regras da Gramática Portuguesa, lê-se incurrêtâmente] a Língua Oficial de Portugal, e além de a escrever incurrêtâmente, pronunciam-na também incurrêtâmente. Esperava-se – e continua a esperar-se – que como candidatos à Presidência da República assumam, desde já, o compromisso de anular o ilegal e inconstitucional e abominável (para milhares de Portugueses Pensantes) AO90. Portugal merece! Os Portugueses merecem.
A Educação, o Ensino e a Cultura, pilares de um País que se quer civilizado, evoluído e culto, estão fora dos debates, como se estas matérias não tivessem importância alguma para as gerações mais novas, às quais estão simplesmente a passar diplomas de analfabetos funcionais.
Porém, não podemos falar de Educação, nem de Cultura, nem de Identidade Portuguesa, sem primeiro garantir a integridade do seu maior pilar: a Língua Portuguesa. E a Língua Portuguesa anda por aí de rastos, estando a ser ilegalmente aplicada nas Escolas, instituições públicas, órgãos de comunicação social, empresas, e por demais pessoas que talvez não saibam o que andam a fazer, e por que o fazem.
Precisávamos desta linha de pensamento. Necessário se torna, pois, concretizá-la.
Por fim, e contra o AO90, destacamos dois valiosos depoimentos: o do conceituado escritor e crítico literário brasileiro, Paulo Franchetti, e o de Vasco Graça Moura, então Director do Centro Cultural de Belém, escritor e tradutor português, onde se comprovam o valor da Cultura e a relevância da verticalidade dos Homens:


Esperando que Vossas Excelências acolham com simpatia estas nossas palavras, apresentamo-vos os nossos melhores cumprimentos,
P’lo Grupo Cívico de Cidadãos Portugueses Pensantes
(Clicar no link para ter acesso aos nomes dos subscritores)
Isabel A. Ferreira
Porquê?
E isto é tão verdade que na apresentação do livro «Gouveia e Melo - As Razões», uma iniciativa da Porto Editora, os possíveis (e)leitores foram convidados a fazer perguntas ao candidato Gouveia e Melo, mas... que grande MAS se entrepôs...
Este foi o repto:

Como não pude estar presente, ousei enviar uma pergunta, via e-mail, seguindo a propaganda da editora, conforme imagem acima, publicada na página do Facebook, não querendo perder a oportunidade única de participar na entrevista, ainda que à distância, feita pela autora do livro, Valentina Marcelina...
Esta foi a minha pergunta:
Correspondendo a este repto que a Porto Editora lança aos eleitores que terão de escolher o próximo candidato a Presidente da República Portuguesa, em Janeiro de 2026, eis a pergunta que gostaria de ver respondida:
Vossa Excelência, Senhor Almirante Henrique de Gouveia e Melo, cumpriu e fez cumprir, nas instituições da Marinha, o acordo ortográfico de 1990, porque a tal, naturalmente, foi obrigado – uma vez que as Forças Armadas obedecem ao poder político. Porém, o Candidato à Presidência da República Portuguesa/2026, cidadão Henrique de Gouveia e Melo terá de obedecer a essa imposição ilegal e inconstitucional, comprometendo o juramento que terá de fazer ao assumir o cargo, caso seja eleito como o próximo Presidente da República Portuguesa, ou cumprirá de facto e de jure a Constituição da República Portuguesa, depois de proferir estas palavras: «Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido e defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa», algo que os últimos presidentes da República não cumpriram?
A cidadã portuguesa Isabel A. Ferreira
***
A partir daqui, troquei alguns e-mails com a Porto Editora, que não posso divulgar, porque é estritamente proibido o uso, distribuição, cópia ou qualquer forma de difusão não autorizada das mensagens e respectivos anexos.
Mas contarei em duas penadas o seguimento desta minha ousadia.
A Porto Editora recebeu a minha pergunta e informou-me de que as respostas seriam filmadas e partilhadas.
Aguardei a partilha das respostas, que não encontrei em parte alguma.
Entretanto voltei a perguntar e informaram-me de que receberam muitas questões para pôr ao Almirante, e a sessão alongou-se e foi impossível dar resposta a todos, e nesses todos estava eu e a minha questão, mas também a questão de um amigo que me informou que também tinha participado com a seguinte pergunta sobre o mesmo tema:
O candidato Gouveia e Melo vai cumprir a CRP, defendendo a Língua Portuguesa. Disso não restam dúvidas.
Os dois últimos PRs, neste tema tão importante, NÃO cumpriram a Constituição, pois mantiveram a ilegalidade e a inconstitucionalidade.
Pode o próximo Presidente da República garantir a reposição da legalidade?
M. Figueiredo
Entretanto, recebi da Editora duas perguntas e respectivas respostas de Gouveia e Melo, e mais nada, nem sequer onde estariam partilhadas todas as restantes perguntas e respostas. Então decidi responder o seguinte:
Agradeço o envio destas duas amostras de perguntas feitas ao Almirante Gouveia e Melo.
Pergunto: só houve tempo para fazer estas duas perguntas, ou há mais? Se há mais onde posso encontrá-las?
Fui ao Facebook da Porto Editora, e não vi lá nada.
Mais: quero acrescentar que quando enviei a minha pergunta, já sabia que ela jamais seria respondida, ainda que fosse a única pergunta apresentada. O tema que abordei, é dos mais importantes para um candidato a presidente da República responder, porque mexe com a violação da Constituição da República Portuguesa, com a ilegalidade e inconstitucionalidade de um acto governamental e com a perda da nossa soberania, bem como com a destruição do símbolo maior da Identidade Portuguesa.
E agradeci uma resposta, que até hoje não veio, e jamais virá, porque a questão da Língua Portuguesa é uma questão menor para os candidatos, infelizmente, todos acordistas, para os actuais governantes e para os jornalistas que fazem perguntas nos debates presidenciais, nas televisões.
A campanha eleitoral para as eleições presidenciais/2026 é uma coisa estranha.
Nos debates NÃO se discutem as competências de um Presidente da República, mas competências de primeiros-ministros e afins, e, por vezes, incompetências de políticos de meia-tigela. Passam muito tempo a insultarem-se uns aos outros, o que faz baixar o nível dos debates presidenciais.
É preciso ter em conta que estas eleições são eleições presidenciais, não são eleições legislativas.
Nenhum candidato a Presidente da República devia estar pendurado em partidos políticos, porque levam para os debates os VÍCIOS da política partidária, que devem estar fora do cargo da Presidência da República.
De modo que, apesar da lista de candidatos ser longa, para mim, não há nenhum que, para já, me encha o olho, a não ser que se comprometa publicamente, com juramento por alma da Mãe, «defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa», lugar onde estão todas as competências do cargo, para que possamos abandonar a designação da República DOS Bananas, sendo os bananas-mor gente que eu cá sei, e que não fizeram mais do que INCUMPRIR a CRP no que à Identidade e Soberania portuguesas diz respeito, consentindo que nos impusessem uma grafia ilegal e inconstitucional.
Por isso, o meu destino será votar em branco, lamentando que a percentagem dos votos em branco e da abstenção (que vislumbro elevada) não possam corresponder a cadeiras vazias, no Parlamento.
Isabel A. Ferreira

Nem destes, nem de nenhum dos outros candidatos.
Nenhum deles sabe escrever correctamente a Língua Oficial de Portugal na sua grafia em vigor, de jure: a de 1945.
E quem não sabe honrar o símbolo maior da Identidade Portuguesa, NÃO serve para ocupar o maior cargo da Nação.
Como cidadã portuguesa, livre pensadora, com deveres e direitos consignados na Constituição da República Portuguesa (CRP), entre eles, o direito de voto, tenho o direito de exigir determinados requisitos para que o próximo presidente da República seja digno de ocupar o trono do Palácio de Belém.
O que espero?
1 - Espero que o próximo representante da República Portuguesa, cumpra escrupulosamente e acima de tudo, o que, no acto de posse, irá jurar, perante todo o País:
«Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido, e defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa» [CRP].
Funções que, apesar de juradas, até agora não foram cumpridas fielmente pelos investidos, nesta função. Foi o caso do ainda presidente Marcelo Rebelo de Sousa, no que à questão da Língua de Portugal diz respeito.
2 - Espero, especificamente, e porque esta é uma das minhas bandeiras, que mantenha intacto, um dos maiores símbolos da identidade portuguesa: a sua Língua, que foi vendida como uma mercadoria menor a um país estrangeiro cuja única motivação é uma desmedida e insultuosa apetência para espezinhar a Língua de Portugal e fazê-la desaparecer do rol das Línguas cultas indo-europeias.
3 - Mas não só. Existem motivos políticos obscuros que estão a destruir, intencionalmente, a Língua de Portugal.
Espero que o próximo presidente da República não permita que este linguicídio vá avante, até porque a aplicação do AO90, que o governo português impôs ao funcionalismo público, incluindo os que deveriam ser os primeiros a rejeitar tal imposição, os professores de Língua Portuguesa, é ilegal e inconstitucional, de acordo com abalizados juristas, não estando, deste modo, a ser nem defendida nem cumprida a CRP, por quem de direito.
4 - Espero igualmente, que o novo Presidente saiba honrar, com dignidade, a Cultura Portuguesa (a minha outra bandeira) da qual não faz parte a crueldade e a violência contra seres sencientes. Algo que não enobrece um Povo que se quer civilizado, evoluído e culto. Mas também a História de Portugal, que está a ser reescrita ignorantemente, espezinhando a CRP descaradamente.
5 - Finalmente espero o que todos esperamos que um Presidente da República faça pelo país que representa, no que respeita à governação do País, à corrupção reinante, às injustiças e desigualdades sociais, enfim, o que todos nós já sabemos, por não ser tabu.
Posto isto, como cidadã portuguesa, livre pensadora, com deveres e direitos, só me resta desejar que o próximo Presidente da República não me desiluda, como me desiludiu Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto Presidente da República, como me desiludiu como cidadão comum e como professor universitário com responsabilidades no Ensino, Educação e Cultura Culta.
Se o próximo Presidente da República me desiludir, não me terá nunca como uma inimiga, porque a minha genética não permite germinar, dentro de mim, inimizades, mas ter-me-á, seguramente, e com todo o respeito, como uma grande pedra no sapato.
Isabel A. Ferreira


Estes são os candidatos a Presidente da República Portuguesa/2026, que têm mais visibilidade pública, mas há mais alguns, que não constam aqui, porque não têm qualquer possibilidade de chegar ao pódio, o que não significa que não sejam importantes ou não mereçam estar aqui. Não é isso.
Em cima, da esquerda para a direita: Henrique Gouveia e Melo (independente); António José Seguro (independente); André Ventura (Chega); Catarina Martins (Bloco de Esquerda).
Em baixo, da esquerda para a direita: Luís Marques Mendes (PSD); António Filipe (PCP); João Cotrim Figueiredo Iniciativa Liberal); Raul Perestrello (independente).
O que têm em comum estes e todos os outros candidatos que aqui não estão?
Nenhum deles sabe escrever correCtamente a Língua Portuguesa, a Língua dos Portugueses, a Língua de Portugal.
Andei a investigar e já vi que todos, mesmo todos, os candidatos a presidente da República são acordistas, ou seja, seguem a cartilha do acordo ortográfico de 1990 (AO90), que nos impinge a grafia brasileira, que, para o Brasil, é correta (lê-se currêtâ, como em carreta), mas que para Portugal é completamente incorreCta.
Como é possível?
Como querem ser presidentes da República, estando a violar a Constituição da República Portuguesa?
Poderão fazer, com honra e verdade, o juramento solene de Presidente da República Portuguesa ao dizerem
«Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido e defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa. — Constituição de 1976, Art. 127.º.»
e escreverem segundo a cartilha do AO90?
Bem sei que a democracia portuguesa é uma democracia escrita com um "dê" minúsculo, como os que a sustentam, e talvez por isso, em Portugal (coisa inédita e insólita!) cada um escreve como lhe dá mais jeito.
Se o próximo presidente da República NÃO souber escrever correCtamente a Língua Portuguesa será igual ou pior ao que nos vai deixar, sem honra nem legado algum, do qual os Portugueses possam orgulhar-se.
Se os candidatos a PR não arrepiarem caminho e chegarem à conclusão de que, insistindo em grafar à brasileira, irão atraiçoar o juramento solene que terão de fazer na tomada de posse do cargo, e no exercício das suas funções irão cometer uma série de violações, tais como:
-- da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial (CSPCI);
-- e por arrasto, da Constituição da República Portuguesa (CRP);
-- da Convenção de Viena de 23 de Maio de 1969, pelo AO90;
-- da violação da Convenção Ortográfica Luso-Brasileira (COLB) de 10 de Agosto de 1945, aprovada pelo Decreto-Lei Nº 35.228 de 8 de Dezembro de 1945, decreto-lei que continua em vigor na ordem jurídica nacional, porque, até à data, não foi anulado, nem substituído por um novo Decreto-Lei.
têm de saber que serão maus presidentes e estarão a trair Portugal e os Portugueses.
Posto isto todos os Cidadãos Portugueses Pensantes NÃO devem votar em nenhum candidato acordista, porque quem NÃO escrever correCtamente a Língua Portuguesa, e estando em vias de cometer tantas violações, NÃO merecerá representar Portugal nem os Portugueses, como aquele que deixará o cargo NÃO mereceu, e por tal imerecimento será julgado pela História.
NÃO votaremos em candidatos que NÃO saibam honrar Portugal e a sua Língua, logo a Língua que, de acordo com o que José Pacheco Pereira disse numa entrevista no passado dia 10 de Junho, e, todos nós que pensamos, concordamos que é um dos factores mais importantes para a identidade de ser português.
E é essa identidade que o próximo Presidente da República deverá defender, para merecer ocupar tão alto cargo.
Conclusão: ou votamos em branco [já agora, os votos em branco deviam ter a respectiva percentagem em cadeiras vazias no Parlamento, para indicarem o descontentamento dos Portugueses, que ao fim e ao cabo também votaram um voto útil] ou NÃO votamos.
Isabel A. Ferreira

Vou transcrever aqui a análise publicada no Facebook, que João Cruz fez à entrevista que o Almirante Gouveia e Melo concedeu à TVI/CNN, com a qual concordei, na sua generalidade, tendo apenas um reparo a fazer.
Aguardei esta entrevista com grande expectativa, porque só sabia três coisas acerca do Almirante: que ele foi muito eficiente ao coordenar a vacinação durante a pandemia da Covid-19; que ele levava à risca a sua missão na Marinha, cumprindo as regras, as leis e o seu DEVER escrupulosamente; e que NÃO grafava correCtamente a sua Língua Materna, a Língua Portuguesa, requisito essencial num Presidente da República, a ser, tendo aderido ao ilegal e inconstitucional acordo ortográfico de 1990 (AO90), que viola a Constituição da República Portuguesa (CPR).
Além isso, se for eleito Presidente da República será seu DEVER defender a CPR, algo que o ainda PR, Marcelo Rebelo de Sousa, não fez, e, para tal, terá de eliminar o ilegal e inconstitucional AO90, a peste negra que contamina a qualidade do Ensino, em Portugal, país que está a perder a sua identidade linguística e a sua condição de País livre e soberano.
E isto, para um Almirante a ser Presidente da República Portuguesa, não será coisa de pouca monta, para desprezarabo. Penso eu!
Isabel A. Ferreira

Texto de João Cruz
Henrique Gouveia e Melo deu hoje a sua primeira entrevista pública à CNN/TVI. Para quem achava que só quem tirou os cursos da política é que pode ser presidente da república, as esperanças caíram por terra, e já devem ter ficado a perceber que Gouveia e Melo está bem preparado para os enfrentar e, provavelmente, pronto para "os meter no bolso". Frequentámos a mesma "Alma Mater" durante 4 anos e as características que lhe conheci há 45 anos não mudaram. É claro a expor, é disciplinado, e não tem medo de ter opinião. Dificilmente perderá estas eleições, não só por se ir confrontar com palradores teatrais, como por ir suceder a um presidente que cansou pelo estilo. Não é comparável a ninguém nem quer ser.
Na entrevista, que durou cerca de uma hora e tocou em muitos assuntos, revelou que decidiu avançar em Setembro do ano passado quando percebeu que íamos ter um Trump na América. É positivo, porque Trump faz dos "bananas" uns bonecos de trapos.
Não gosta de julgamentos públicos, da ausência de sigilo, e de corrupção, nem quer ser apoiado por partidos políticos ou grupos organizados. Quanto a André Ventura, talvez uns dos grandes perigos à sua candidatura, foi muito claro: não concorda com o que diz e faz, mas não deixaria de o eleger se ganhasse eleições.
Foi esclarecedor quanto à imigração: somos tolerantes, mas a emigração tem de ser regulada, e não queremos importar intolerância estrangeira. Aborto está decidido há muito e eutanásia é aceitável em condições muito específicas. Não defende o SMO como o conhecíamos, mas é importante que os militares que saem dos contratos façam voluntariamente reciclagens para dar corpo a um efectivo robusto em caso de necessidade. A melhor defesa é a dissuasão.
A cidadania nas escolas deve existir e não ser ideológica. Os governos não devem cair de qualquer maneira. A Palestina tem direito a ser um Estado e o genocídio que Israel está a levar a cabo tem de acabar.
O SNS não evoluiu proporcionalmente ao dinheiro investido ao longo do tempo. Não se acha o D. Sebastião nem tem uma varinha de condão, mas exercerá a magistratura de influência mantendo o foco nos principais problemas na ordem do dia pressionando o governo para arranjar soluções. Veste a camisola de Portugal e não tem medo dos outros candidatos porque não teme a democracia.
Gouveia e Melo teve e terá de vencer aqueles que pensam que os militares são portugueses com direitos diminuídos e que um país que tenha um militar na presidência tem algum tipo de doença.
Os comentadores de todas as televisões tentam a todo o custo encontrar-lhe contradições e fraquezas, mas não está a ser fácil que o povo os compreenda.
Escolheu um mandatário que podia ter evitado. Havia outros com muito mérito sem cursos de política.
Gouveia e Melo entrou bem e à frente dos outros todos que, se antes já tinham dificuldade em lhe morder os calcanhares, agora ainda vão ter mais dificuldade.
João Cruz
Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=24770965112504014&set=a.132112583482609

15 de Fevereiro de 1911 –
O Governo português cria a Comissão para o Estudo da Reforma Ortográfica de 1911
Até ao início do século XX, tanto em Portugal como no Brasil, seguia-se uma ortografia que, por regra, se baseava nos étimos latino ou grego para escrever cada palavra — phosphoro (fósforo), lyrio (lírio), orthographia (ortografia), phleugma (fleuma), exhausto (exausto), estylo (estilo), prompto (pronto), diphthongo (ditongo), psalmo (salmo), etc..
Ao longo dos tempos, diversos estudiosos da língua apresentaram sucessivas propostas de simplificação da escrita, sem grande êxito.
Imediatamente depois da Implantação da República em Portugal, o novo governo, empenhado no alargamento da escolaridade e no combate ao analfabetismo, nomeou uma comissão — constituída por Gonçalves Viana, Carolina Michaëlis, Cândido de Figueiredo, Adolfo Coelho, Leite de Vasconcelos, Gonçalves Guimarães, Ribeiro de Vasconcelos, Júlio Gonçalves Moreira, José Joaquim Nunes, Borges Grainha e Augusto Epifânio da Silva Dias — para estabelecer uma ortografia simplificada a usar nas publicações oficiais e no ensino.
As bases da Reforma Ortográfica, muito inspiradas nas propostas de 1885, foram oficializadas por portaria de 01 de Setembro de 1911, permitindo-se um período de transição de três anos.
Apesar de já existir há longo tempo no Brasil uma forte corrente foneticista, que se batia pela simplificação ortográfica, o não envolvimento brasileiro na reforma portuguesa teve o efeito contrário, ficando os dois países com ortografias completamente diferentes: Portugal com uma ortografia reformada, o Brasil com a velha ortografia de base etimológica.
Em 1924 a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras começaram a procurar uma ortografia comum, firmando-se um acordo preliminar em 1931 que praticamente adoptava a ortografia portuguesa de 1911, iniciando-se um longo processo de convergência das ortografias dos dois países que dura até hoje.
Acordo Ortográfico de 1945
O Acordo Ortográfico de 1945 é uma convenção ortográfica assinada em Lisboa em 06 de Outubro de 1945 entre a Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras. Este acordo estabelece as bases da ortografia portuguesa para todos os territórios portugueses (que à data do acordo e até 1975 eram Portugal e as colónias portuguesas - na Ásia e África) e o Brasil, que seguia o Formulário Ortográfico de 1943.
Na tentativa de pôr cobro às profundas diferenças ortográficas entre Portugal e o Brasil, como resultado da adopção em Portugal da Reforma Ortográfica de 1911, tiveram lugar diversos encontros entre as Academias dos dois países, dos quais resultou um acordo preliminar assinado em 1931. No entanto, como os vocabulários que se publicaram, em 1940 (pela Academia das Ciências de Lisboa) e em 1943 (pela Academia Brasileira de Letras), continham ainda algumas divergências, houve necessidade de novas reuniões, em Lisboa, que deram origem ao Acordo Ortográfico de 1945.
Acordo ortográfico de 1990
O Acordo Ortográfico de 1990 — que propõe uma significativa redução das diferenças de grafia entre o português europeu e o português brasileiro —, tem como objectivo substituir inteiramente o Acordo Ortográfico de 1945. Do ponto de vista legal, em Portugal o Acordo Ortográfico de 1990, apesar da portaria de 13 de Maio de 2009, onde se estabelece um período de transição de seis anos, durante o qual ambas as ortografias seriam válidas, não entrou em vigor. De acordo com a Constituição da República Portuguesa - artigo 112.º n.º 1 - só são actos legislativos Leis, Decretos-Lei e Decretos Legislativos Regionais.
Ora ainda não foi produzida nenhuma Lei ou Decreto-Lei que vise implementar o AO90. Assim sendo, as Portarias e Resoluções dos Ministérios não têm força jurídica para revogar a ortografia vigente em Portugal que é a que consta do Acordo Ortográfico de 1945, uma vez que este produz efeitos com base num Decreto-Lei. Ainda que usado pelo Estado e outros órgãos privados, o AO90 não está - do ponto de vista jurídico - em vigor em Portugal.
Fonte: https://www.facebook.com/photo?fbid=4824267814274950&set=a.661589607209479
Um cidadão escreveu-me a dizer que existem maneiras de acabar com o nefasto acordo ortográfico de 1990 [algo que está a provocar a perda da identidade portuguesa], por exemplo: substituir os políticos profissionais anti-Portugal e anti-Portugueses. O que pensava sobre isto?

Além de concordar com António Emiliano, Doutor em Linguística Portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa e Professor na mesma instituição, respondi o seguinte ao cidadão que me interpelou:
Que existem maneiras de acabar com o nefasto AO90 é algo que se vê a olho nu, mas nem todos os que podem, querem e mandam têm a capacidade de ver a olho nu, precisando de uma lupa gigante para ver o que está diante dos seus narizes, e como não têm lupa...
Como refere, uma das maneiras para nos livrarmos do “abortográfico” talvez possa passar pela substituição dos políticos profissionais anti-Portugal e anti-Portugueses, porém, não me parece que haja gente que possa substituir tantos apátridas de uma só vez. A via mais natural e mais fácil passa pelo presidente da República, que tem o DEVER de cumprir a Constituição da República Portuguesa, conforme prometeu na tomada de posse do cargo, e os parlamentares cumprirem a lei vigente, que obriga à grafia de 1945.
Como não temos uma Justiça que possa levar à barra do tribunal quem NÃO cumpre a Constituição e a Lei, temos o que temos: um país sem rei nem roque, sem Língua e sem rumo.
Isabel A. Ferreira

... escreveu o Comandante da Marinha Portuguesa, Manuel CD Figueiredo, no seu Blogue Sextante Poveiro
E eu, como portuguesa também exijo a mesmíssima coisa.

Por Manuel CD Figueiredo
«PORTUGAL E BRASIL»
Será agora, o princípio do merecido fim?
A próxima cimeira luso-brasileira, a 19 deste mês, vai juntar os mais altos governantes dos dois países para prepararem (ou assinarem?) nada mais, nada menos do que 20 acordos!
Esta é uma possível boa notícia.
Na cimeira serão tratados assuntos relativos, entre outros, a Defesa, Justiça, Saúde, Segurança, Ciência e Cultura. Ciente das suas responsabilidades, o Governo português terá recolhido opiniões alargadas e fundamentadas sobre cada uma das áreas, no sentido de melhor servir os interesses do povo que representa.
Destaco duas áreas de vital importância: Defesa e Cultura.
No âmbito da primeira, a Defesa, oxalá não nos fiquemos pela "ambição" da compra de equipamentos. Os interesses mútuos no âmbito da Defesa são reconhecidamente de capital relevância.
No que respeita à segunda, a Cultura, como português exijo que se trate de reverter o famigerado "Acordo Ortográfico" (AO90), o qual, na nossa legislação, é indubitavelmente ilegal e inconstitucional.
Desejo que esta venha a ser uma muito boa notícia!»
Manuel Figueiredo
Fonte:
https://sextante-poveiro.blogspot.com/2025/02/e-brasil-proxima-cimeira-luso.html#google_vignette
***
Bem, esta seria uma boa notícia SE...
Porém, há um SE gigante: estarão os nossos decisores políticos dispostos a pugnar pelos interesses de Portugal e deixarem de ser vassalos dos milhões?
Há que tentar tudo para que o acordo ortográfico de 1990 seja desacordado.
Já basta de se andar a brincar aos servos, por conta da Língua de Portugal, e a violar a Constituição da República Portuguesa.
Que todos os deuses de todos os olimpos leiam este artigo do Comandante Manuel Figueiredo, para que esta venha a ser facto, uma boa notícia.
Portugal e os Portugueses dos quatro costados merecem-na.
Isabel A. Ferreira
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