Sábado, 14 de Setembro de 2019

O AO/90 não está em vigor e é ilegal aplicá-lo

 

Quem aplica o AO90 é cúmplice de um crime de lesa-língua e até mesmo de lesa-pátria, além de demonstrar uma ignorância descomunal sobre a Língua Portuguesa, matéria da maior importância em todos os níveis do ensino: do básico ao superior, estando-se a criar uma geração de analfabetos funcionais, apenas porque políticos ignorantes assim o querem. 

 

DESOBEDIÊNCIA CIVIL é, pois, o caminho a seguir, porque sem DESOBEDIÊNCIA não há mudança, e MUDAR é preciso, para que a Língua Portuguesa recupere a sua dignidade de Língua Culta e Europeia, e as crianças não estejam a ser enganadas (o que configura um crime de lesa-infância) pelos professores que, escudados no falso conceito do "somos obrigados" (no entanto, nem todos se sentiram obrigados), baseado numa lei que não existe, estão a contribuir para a FRAUDE que dá pelo nome de AO90

 

499227[1].jpg

E João Graça esclarece:

JOÃO GRAÇA.jpg

Fonte da imagem (que no entanto já não está disponível)

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=485121625016107&set=gm.1119463011432404&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:34

link do post | comentar | ver comentários (2) | adicionar aos favoritos
partilhar
Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017

QUEREM APOIAR A CAUSA CONTRA O FALSO "ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990"?

 

«O Estado nunca agride o sentido moral ou intelectual de um homem, mas somente o corpo e os sentidos.

Não possui uma inteligência superior, nem honradez, dispõe apenas de mais força física.

Eu não nasci para ser forçado.

Hei-de respirar sempre à minha maneira.

Havemos de ver quem é o mais forte.

Que força possui uma multidão?»

 

Henry David Thoreau,

in «A Desobediência Civil» (1848)

 

20274625_IJaoS[1].png

 

 

Se vos preocupa a forma como a nossa Língua Materna está a ser tratada, em Portugal, adiram a esta forma de luta contra a imposição da ortografia brasileira, mascarada de um “acordo ortográfico”, engendrado por “linguistas” de meia tijela, e imposto ILEGALMENTE pelo Estado Português aos Portugueses mais servis, e às indefesas crianças, para servir um lobby e interesses alheios aos interesses de Portugal.

 

Fazemos este apelo para que, unidos e numerosos, consigamos travar este crime de lesa-pátria e de lesa-infância, este linguicídio, que já está a ter consequências nefastas e a abandalhar a Cultura Culta Portuguesa.

 

Não compactuemos com a destruição da nossa Língua, de Matriz Culta e Europeia, e com a deformação cultural da geração futura - a das crianças obrigadas a aprenderem a sua Língua Materna segundo a cartilha brasileira.

 

Matemos esta galinha dos ovos de ouro gerada apenas para encher os bolsos a alguns (poucos) vilões.

 

Não comprem publicações que sigam o falso AO90!

 

Desobedeçam.

 

Recusem-se a adoptar a ortografia brasileira que estão a impingir aos Portugueses, em Portugal, porque não existe LEI ALGUMA, no nosso País, que a tal obrigue, e se, por ventura, pretenderem penalizar-vos por esse motivo, EXIJAM que vos mostrem a LEI. É que uma resolução do Conselho de Ministros não é Lei.

 

Não sejam servis. Tenham personalidade própria.

 

Boicotem as editoras e os órgãos de comunicação social que aderiram à ortografia brasileira.

 

E vinco bem ortografia brasileira, porque (e uma vez mais repito) aprendi a ler e a escrever no Brasil muito, muito antes de 1990, e o que aprendi a escrever lá foi isto: detetar, adoção, correto, ação ótico, ótimo, diretor, ator, direção, contato, exato, afeto, arquiteto, aspeto, setor, inseto, elétrico, fatura, objeto, dialeto, seleção, efetua, ativa, atividade ,ativo, teto, coletivo, refletir, entre todas as outras, com base na Base IV, do Formulário Ortográfico de 1943, que regeu a ortografia da Língua Portuguesa no Brasil desde 1943 e que diz o seguinte: Consoantes mudas: extinção completa de quaisquer consoantes que não se proferissem, ressalvadas as palavras que tivessem variantes com letras pronunciadas ou não.

 

O AO90 não passa de um grande erro, no qual só cai quem quer…

 

CÍCERO (2).png

Isto não sou eu que o digo. É Cícero.
Mas eu concordo plenamente.

 

 Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:13

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Segunda-feira, 27 de Novembro de 2017

O MEU MANIFESTO CONTRA O FALSO ACORDO ORTOGRÁFICO/1990

 

 

19549265_iqOBL[1].jpg

                                                                                                                                                                        

Primeiro: O AO90 não é um acordo. É um falso acordo. Trata-se da  imposição aos países ditos lusófonos,  da ortografia brasileira, assente na mutilação de vocábulos que fazem parte do léxico Português,  e que apenas uns poucos, em Portugal, servilmente, aceitaram pôr em prática, por motivos estranhos e obscuras negociatas.

 

Segundo: O falso AO90 não é um acordo, porque apenas três países concordaram, e muito menos ortográfico. Se  alguma coisa for será algo (t)ortográfico, sem ponta por onde se lhe pegue.

Terceiro: A respeito desta matéria, não reconheço competência alguma nem ao actual governo português, nem a quem quer que seja que, baseado numa descomunal ignorância quer impor aos Portugueses a ortografia brasileira que, perdendo as suas raízes  latinas, a sua matriz etimológica, e ganhando outras raízes, que nem sequer sabemos quais são, não é a Língua Portuguesa. E não sendo a Língua Portuguesa é ilegítimo utilizá-la em Portugal, pelo simples querer de ministros desabilitados para tal.

 

Quarto: Assim sendo, e como cidadã legitimamente portuguesa, recuso-me a aceitar que a minha Língua Materna seja imposta a Portugal, numa versão brasileira mutilada,  desenraizada e cheia de erros, dos mais básicos, exercendo, deste modo, o meu dever  de resistir a qualquer ordem que ofenda o meu direito de escrever correCtamente a Língua Oficial de Portugal, ainda em vigor, ou seja, a preconizada na Convenção Ortográfica Luso-Brasileira de 1945, que lei nenhuma revogou,  e o direito à minha liberdade de dizer NÃO a algo que é ilegal, inconstitucional e lesa a Soberania e Identidade Portuguesas. 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:18

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2017

O QUE DEVEMOS FAZER QUANDO ALGUÉM EXIGIR QUE APLIQUEMOS O AO90

 

LUTE.jpg

 Origem da imagem: Internet

 

«Quando houver uma ordem ou instrução verbal de um superior hierárquico nas escolas para "aplicar" o AO90 (ex., escrever "Acta" sem "c"), ou na Administração Pública ou nos tribunais, responder:

 

"Exmo. Senhor/a,

 

|COMPLETAR

 

Nos termos do artigo 271.º, n.º 2, da Constituição da República Portuguesa (“direito de respeitosa representação”), venho requerer a confirmação por escrito da sua ordem/instrução, o fundamento legal da mesma e, caso tenha sido emitida, a ordem de a Escola/organismo |x| de ter mandado aplicar o "Novo Acordo Ortográfico".

 

Muito cordialmente,

 

ASSINATURA

 

Atenção: não se trata de "desobediência civil".»

 

Por Ivo Miguel Barroso

 

***

Concordo com este texto, que está completamente adequado ao que se passa actualmente em Portugal, no que respeita ao que os professores dizem SER OBRIGATÓRIO nas escolas: a aplicação do ilegal AO90.

 

A "desobediência civil" enquadra-se numa outra situação, obviamente.

 

Contudo, o apelo à "desobediência civil", que por vezes faço, é tão somente para chamar a atenção daquelas pessoas que pensam que uma "ordem" significa LEI, para o facto de que que temos o direito de DESOBEDECER, seja à ordem, seja à lei, se uma coisa e outra forem injustas, e no caso do AO90, ILEGAL.

 

É que a linguagem demasiado jurídica, por vezes, não é entendida pelos leigos.

 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:14

link do post | comentar | adicionar aos favoritos (1)
partilhar
Domingo, 12 de Fevereiro de 2017

PROFESSORES DE PORTUGUÊS: EXIJAM QUE VOS APRESENTEM A LEI QUE TORNA OBRIGATÓRIA A APLICAÇÃO DO AO90 NAS ESCOLAS

 

DESOBEDIÊNCIA.jpg

 É MAIS FÁCIL CEDER DO QUE LUTAR

 

Comentário1: «Senhores professores, organizem-se para recusar a imposição de um "AO" ilegal e inconstitucional. Refilar sem agir é inútil», disse a Teresa. (*)

 

Comentário2: «Mas os professores, por exemplo, podem ser alvos de sanções disciplinares», disse a Margarida. (*)

 

Comentário3: «O grande problema está mesmo nos professores (quase todos) que o aceitaram, sem barafustar!», disse a Gabriela. (*)

 

Ora aqui é que está o busílis desta questão: os PROFESSORES CEDERAM, pura e simplesmente. Mas ainda estão a tempo de recuperarem o mal que provocaram ao obedecer a “ordens” e não a leis.

 

E se fizessem uma GREVE GERAL? Ninguém vos despedirá.

 

Exijam que vos mostrem a LEI (vou repetir: LEI) que torna o AO90 de aplicação OBRIGATÓRIA nas escolas.

 

Sabem o que é oidireito à desobediência civil?

 

A desobediência civil dá voz a convicções de consciência e o direito à resistência, no artigo 21º da Constituição da República Portuguesa.

 

Recusem-se a ensinar uma ortografia ILEGAL.

 

E se só regressassem às aulas quando o governo atirar ao lixo este lixo ortográfico?

 

Se tivessem feito isto logo de início, o AO90 nem sequer tinha passado do portão das escolas.

 

Usem todas as ARMAS legais a que têm direito, mas não continuem a dizer: SOMOS OBRIGADOS...

 

Porque na verdade, NÃO SÃO OBRIGADOS.

 

Não existe LEI nenhuma que obrigue a aplicar o AO90, e nós só somos obrigados a cumprir leis, e mesmo essas, se forem injustas, temos o direito de desobedecer a leis injustas…

 

Isabel A. Ferreira

 

(*) Estes comentários encontram-se no Facebook, no Grupo "Professores Contra o Acordo Ortográfico"

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:24

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Sexta-feira, 21 de Outubro de 2016

OS PORTUGUESES TÊM O DIREITO E O DEVER DE RESISTIR À IMPOSIÇÃO DO AO90 ATRAVÉS DA DESOBEDIÊNCIA CIVIL

 

 

 

Um texto para ler e reflectir o absurdo da imposição do AO90 aos portugueses

 

“Todos os cidadãos portugueses (em particular os que assumem especiais responsabilidade na transmissão do património linguístico às gerações futuras) têm, mais que o direito, o dever da desobediência (art.º 21º CRP: “Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias...”) e de objecção de consciência (art.º 41º nº 6 CRP) a recomendações ministeriais ilegais, além de prematuras e de impraticáveis em muitos aspectos.”

 

EUGÉNIO.jpg

 

Por Eugénio Lisboa

 

Antígona ou O Coração Indomável

 

Num prestimoso serviço à cultura, transcreve-se este artigo, do académico e ensaísta Eugénio Lisboa, publicado no “Jornal de Letras” do passado dia 1 de Maio:

 

Desobediência, a mais rara

e corajosa das virtudes”

George Bernard Shaw

 

Numa carta admirável e meticulosamente fundamentada, dirigida ao Ministro da Educação, a propósito da suposta entrada em vigor do famigerado Acordo Ortográfico, a médica Madalena Homem Cardoso, na sua qualidade de mãe de uma filha de sete anos, agora a iniciar-se na arte de escrever em língua portuguesa, informa aquele Ministro de que não poderá “anuir a que a aprendizagem da [sua] filha seja perturbada pelo autodenominado “Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990)” (...) o qual não é “acordo”, pois conta com a oposição quase unânime dos especialistas em língua portuguesa  e da esmagadora maioria dos falantes-escreventes de Português de Portugal(...)”.

 

Não vou aqui esmiuçar a argumentação lúcida e magnificamente articulada, que a Dra. Madalena Cardoso desenvolve, ao longo de nove páginas, e que eu sugeriria ao Sr. Ministro da Educação que lesse, ele mesmo, com atenção e cuidado, em vez de a mandar analisar pelos seus colaboradores. Creia que é uma boa sugestão!

 

O meu ponto é outro: na carta referida, a autora, por mais de uma vez – e isto poderá chocar alguns leitores e, provavelmente, o Ministro e os seus directores-gerais – incita, em termos nada ambíguos, “todos os cidadãos portugueses” à desobediência civil, relativamente àquele Acordo. Eu cito uma passagem só: Todos os cidadãos portugueses (em particular os que assumem especiais responsabilidade na transmissão do património linguístico às gerações futuras) têm, mais que o direito, o dever da desobediência (art.º 21º CRP: “Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias...”) e de objecção de consciência (art.º 41º nº 6 CRP) a recomendações ministeriais ilegais, além de prematuras e de impraticáveis em muitos aspectos.”

 

O conceito de “desobediência civil” vem de longe e as suas raízes filosóficas estão profundamente enraizadas no pensamento ocidental, em obras de Cícero, S. Tomás de Aquino, John Locke, Thomas Jefferson, Henry David Thoreau ou Bertrand Russell. A “desobediência civil” não é mais do que uma resistência passiva – de carácter simbólico – a actos tidos por injustos e iníquos praticados pelo Estado – actos que podem ser “legais” mas que são eticamente reprováveis. Em África, na América e na Índia, a “desobediência civil” tem sido uma táctica usada, com êxito, ainda que morosa e dolorosa, na obtenção dos resultados almejados. Gandhi, na África do Sul e na Índia, e Martin Luther King, entre outros, nos Estados Unidos, usaram de resistência passiva, isto é, de desobediência civil, para atingirem os seus objectivos.

 

Em muitos países do mundo de hoje e, em particular, na Europa (incluindo Portugal), os cidadãos sentem-se tentados, perante as medidas de sacrifício promulgadas, não equitativamente, para remediar uma situação económico-financeira de quase catástrofe – de que muitos deles não foram nem cúmplices nem culpados - , muitos deles, dizia, sentem-se seriamente tentados a praticar actos de desobediência civil, em relação a Estados que não consideram “pessoas de bem”: a injustiça persistente gera sempre o desejo de resistência àquilo que se considera “o mal”.

 

O conceito, repito, vem de longe, dos tempos míticos da Grécia Antiga, em que Antígona, filha de Édipo, afrontou o Rei de Tebas, Créon, em dilema dilacerante, que marcou a fogo a inteligência e o imaginário dos homens, ao longo dos séculos. O conflito, glosado na tragédia de Sófocles, resume-se em poucas palavras: regressando a Tebas, após a morte do pai (Édipo), Antígona e sua irmã Ismena tentam reconciliar os seus irmãos Etéocles e Polinices, que se encontravam desavindos – Polinices, atacando a cidade e Etéocles, defendendo-a. Ambos morrem em combate e o tio Créon, tornado Rei, pune Polinices, proibindo o seu enterro. Antígona, movida pelo amor ao irmão e pelo horror à iniquidade do decreto real, enterra secretamente o irmão. Entre a lei do Estado e a lei divina (a da sua consciência, a da Justiça), optou por esta, arriscando a vida.

 

O centro da peça, que ainda hoje serve de medalha às consciências em luta e dilacera espíritos e corações, é o diálogo entre Antígona e Créon. Antes de desferir a sentença de morte, por desobediência, o rei pergunta: “E tu, responde-me, numa palavra e sem rodeios: conhecias a proibição que fiz publicar?” Antígona responde com altivez. ”Conhecia. Como podia ignorá-la? Toda a gente a conhecia.” O Rei desfere, então, a pergunta final: “E ousaste infringir as minhas ordens?” A resposta de Antígona ficou sendo o fundamento ardente de todas as futuras “desobediências civis”: “Ousei, porque elas não emanavam de Zeus nem da Justiça, que habita junto às divindades infernais; e não acreditei que um simples mortal como tu pudesse ter suficiente autoridade para se permitir transgredir as leis não escritas mas imortais dos deuses.”

 

A postulação da princesa é clara e pode “traduzir-se” deste modo: entre um mandato falível do Estado e o imperativo mais alto da nossa consciência (o nosso íntimo conceito de justiça e de bem), a escolha só pode ser uma: seguir o imperativo da consciência.

 

Este princípio de “desobediência civil”, a que outrora ficaria bem apelidar de “desobediência divina”, atingiu algum estatuto de lei internacional, por ocasião dos famosos julgamentos de Nuremberg, nos quais não foi considerado como atenuante aos crimes cometidos pelos réus nazis o facto, por eles alegado, de terem apenas “cumprido ordens”. Nesse famoso e controverso tribunal, foi afirmado, de modo imperativo, o princípio de que um indivíduo pode, em certas circunstâncias, ter que responder, em tribunal, por não ter desobedecido às leis do seu país.

 

Numa belíssima versão contemporânea do mito de Antígona, da autoria do grande dramaturgo francês, Jean Anouilh, a protagonista, pouco antes de ser mandada para a morte, envia, por intermédio de um dos guardas, uma mensagem a seu noivo Hémon, nos seguintes termos: “Sim. Perdão, meu querido. Sem a pequena Antígona, vós estaríeis todos muito tranquilos. Amo-te...” É, precisamente, o papel das Antígonas deste nosso mundo impedir-nos de ficarmos demasiado tranquilos, quando aquilo que as iniquidades vigentes estão a pedir é o desassossego, a intranquilidade geradora de acção e justiça. O coração indomável de Antígona é uma luz ao fundo do túnel.

 

Na fotografia: Eugénio Lisboa.

 

Fonte:

http://dererummundi.blogspot.pt/2012/05/antigona-ou-o-coracao-indomavel.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:11

link do post | comentar | adicionar aos favoritos
partilhar
Terça-feira, 12 de Abril de 2016

O AO/90 NÃO ESTÁ EM VIGOR E É ILEGAL APLICÁ-LO

 

Quem aplica o AO90 é cúmplice de um crime de lesa-língua e até mesmo de lesa-pátria, além de demonstrar uma ignorância descomunal sobre a Língua Portuguesa, matéria da maior importância em todos os níveis do ensino: do básico ao superior, estando-se a criar uma geração de analfabetos funcionais, apenas porque políticos ignorantes assim o querem. 

 

DESOBEDIÊNCIA CIVIL é, pois, o caminho a seguir, porque sem DESOBEDIÊNCIA não há mudança, e MUDAR é preciso, para que a Língua Portuguesa recupere a sua dignidade de Língua Culta e Europeia, e as crianças não estejam a ser enganadas (o que configura um crime de lesa-infância) pelos professores que, escudados no falso conceito do "somos obrigados" (no entanto, nem todos se sentiram obrigados), baseado numa lei que não existe, estão a contribuir para a FRAUDE que dá pelo nome de AO90.

 

499227[1].jpg

 

E João Graça esclarece:

 

JOÃO GRAÇA.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=485121625016107&set=gm.1119463011432404&type=3&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:10

link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos
partilhar

.mais sobre mim

.pesquisar neste blog

 

.Outubro 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
12
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. O AO/90 não está em vigor...

. QUEREM APOIAR A CAUSA CON...

. O MEU MANIFESTO CONTRA O ...

. O QUE DEVEMOS FAZER QUAND...

. PROFESSORES DE PORTUGUÊ...

. OS PORTUGUESES TÊM O DIRE...

. O AO/90 NÃO ESTÁ EM VIGOR...

.arquivos

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

.Acordo Ortográfico

A autora deste Blogue não adopta o “Acordo Ortográfico de 1990”, por recusar ser cúmplice de uma fraude comprovada.

.

.Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt

. AO/90 é uma fraude, ilegal e inconstitucional

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram oficialmente a não vigência do acordo numa reunião oficial e os representantes oficiais do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
blogs SAPO