Quinta-feira, 8 de Abril de 2021

O “abifalhar” e o “abrasileirar” é o que está a dar…!

 

Texto recebido, via e-mail, com este recadinho:

 

«Anglicismos: este texto é dos mais fabulosos e da mais fina mordacidade que tenho recebido. Dá para ver como estamos a deixar-nos “abifalhar” - até dizer basta!» .

 

Pois é, contudo, com um Português tão abrasileirado e tão maltratado, as pessoas estão a voltar-se para o Inglês, que, esse sim, continuará a ter FUTURO. O Português estará (está) condenado, se não aparecer um cérebro pensante que ponha um fim URGENTE, ao descalabro que por aí vai.

 

Isabel A. Ferreira

 

PARABENIZA.png

A propósito, sugiro a consulta deste texto:

Ao redor da palavra "parabenizar" ...

 

METE EM CAUSA.png

Significado de meter em = pôr dentro 

 

Agora fiquemos com os anglicismos que, ao menos, fazem SENTIDO, e pertencem a uma Língua a sério e internacionalmente aceite:

 

1614014943677_t_rminos_marketing.png

Por Alexandre Borges

 

'Erradicar o português: ponto de situação'

 

 '« (...) O português está por um fiozinho – não vá cá em conversas de lusofonias e cêpê-élepês. Hoje mesmo, amiúde, já só serve para ligar estes conceitos. (...)»

 

Tenho a certeza de que sabe que estamos praticamente a caminhar sobre um cadáver. Que nos sirvamos do português roça a profanação de sepultura – deveria dizer: a necrofilia? A língua portuguesa caminha para a extinção mais depressa do que o rinoceronte e, no fim, embora possamos sempre resguardar em cativeiro porventura um bibliotecário macho e uma linguista fêmea, ou vice-versa, com vista à continuação da espécie, eu não depositaria demasiada fé na operação. Sabe-se lá que língua falarão então. E que líbido lhes restará.

 

Não culparei o infame acordo ortográfico, nem o Instituto Camões, nem as telenovelas, nem os sucessivos governos, nem as pessoas com necessidades especiais que a televisão filantropicamente emprega na inserção de caracteres com vista à criação no indivíduo de um sentimento de dignidade e amor-próprio. Não culparei os professores, nem os alunos, nem os brasileiros, nem os portugueses, nem o fado, nem o kuduro, nem ao menos a quizomba, nem necessariamente a televisão, que é capaz de ainda morrer primeiro. O português está prestes a bater a bota pela mesma razão que todas as outras línguas que não o inglês estão prestes a bater a bota: a monocultura do sucesso.

 

O que é a monocultura do sucesso? A forma mais curta que o presente autor encontrou de descrever a convicção generalizada de que: a) a felicidade individual é não só possível como o objectivo último da vida; b) a felicidade reside no sucesso; e c) há uma e uma só forma de lá chegar. E essa forma implica teses estruturantes como o trabalho estar acima de tudo e o crescimento ser um fim em si mesmo, e outras aparentemente acidentais, mas de que ninguém abdica, materializadas num comportamento de rebanho ou manada, e que significam, mormente: comermos todos a mesma coisa, fazermos todos o mesmo tipo de exercício, consumirmos todos o mesmo entretenimento, visitarmos todos os mesmos lugares, falarmos todos a mesma língua, através até das mesmas expressões.

 

Catastrofismo, dirá. Ou bullshit, quem sabe? Digo-lhe que não. Que vamos erradicar o português em poucas gerações. Extirpar da face da Terra essa chatice das línguas estrangeiras e das traduções. E não será preciso qualquer ditadura; fá-lo-emos por vontade própria.'

 

'Pense no que está no seu top of mind. Se tem ou não tem a drive. Nesse mindset. Estará na cloud? O importante é estar sempre on. Viu o mail? Foi ao chat? Recebeu o briefing. Fez o debriefing. Teve atenção ao target e ao benchmark. Fez o brainstorm com vista ao break-even. O problema é o budget. Mas pense no ROI. Não tem business plan. É um B to B; não um B to C. Não ouviu o chairman? É o nosso core business. Tem de experimentar o coaching. Falta-nos mentoring. Trabalha em cowork. Conseguiu com crowdfunding. Mas não se esqueça do deadline. Recebeu o forward? Agora, faça o follow-up. Dê-nos feedback. E cuidado com o gap.

 

É uma questão de know-how. A ninguém já interessam qualidades, capacidades ou atributos; somente as skills. Não há fundadores nem criadores; há founders. Já não se conhece pessoas; faz-se networking. Ninguém abre uma pastelaria; tem uma startup. E há o pitch, os players, o spin, o spin-off, os stakeholders, o take off e o set up. O importante é rodear-se dum staff multitasked que entenda as trends, mas pense out of the box. E escolher bem o timing na hora do kickoff.

 

 Confesse lá. Quantos destes termos não percebeu realmente? Quantos não usou na última semana, para não dizer hoje mesmo?

 

E o pior é o desgaste. O stress. Sim, sim, vimos o que fizemos aqui: o stress. Até isso. Em inglês. Poderia ser outra língua, poderia ser outra filosofia. Pense no francês. Lembra-se de quando era o francês o grande influenciador – influencer? – da língua e cultura pátrias? Ó saudade. O bâton, o parfum, a pâtisserie, o chauffer, o coiffeur, o robe de chambre, a lingerie, o soutien, o boudoir, a boîte, a bohème – as coisas realmente importantes da vida. A chaîse longue, Jesus Cristo, a chaîse longue! A delicadeza, a classe, a preguiça, a demora, a textura de cada palavra destas… Quão longe estávamos do frenesim ruidoso e áspero do think tank e das conference calls, das talks, do downsizing, das key words e dos highlights. Que se passa com essa gente que desce uma rua nas Olaias como se desfilasse para fora dum filme em Wall Street? Ao diabo o corporate e as commodities. Até para descansar é preciso comprar o pack e ir em jeans e t-shirt para o resort, mais o trolley, o tablet, os phones e o streaming.

 

Está tudo perdido? Claro que está. Estamos on the same page. Diz o report. Precisamos de team building. Tudo ASAP. E até quando rebentamos, já não temos esgotamentos; temos burnouts.

 

E os trainees, as brands, os accounts e os assets. O cash-flow, a mailing list, o background, o merchandising e o mainstream. Ide à meretriz que vos pôs no mundo, hypes, bits, beats, spots e hipsters, blogs, posts, comments, shares, views, hits e likes. O sentido da vida é agora contabilizável, FYI – For your Information – possivelmente em KPIs – key performance indicators (in case you don’t know). Soft sponsoring, product placement e hard sell, vão ler Eça e encher-se do que de mais haja na choldra.

 

Mando o layout assim que tiver os teus inputs. Seguindo as guidelines internacionais e os insights locais. Tudo premium, evidentemente. A guita segue em attachment, como vi no showroom, diz o slogan, e o claim, no outdoor, online e offline, se não for para o spam, como aprendemos no workshop. O approach foi acordado com o departamento de research e tem em conta o pipeline e o workflow. Tudo para o melhor outcome.

 

Querer dormir e acordar, comer e beber, ler e contemplar, estar bem com o que se tem. Não ter urgência alguma de ir descobrir o que ainda não se conhece nem explorar todo o nosso potencial escondido – ó crimes capitais! Aproveita o coffee break, ou o out of office, e fala naquela língua ainda pior, bastarda, filha do inglês e do português, e que diz coisas que dariam ao Camões, se ainda cá estivesse, vontade de vazar a outra vista só para não ter de as ler, como: “mandatório”, “empoderamento” ou “customizável”.

 

O português está por um fiozinho – não vá cá em conversas de lusofonias e cêpê-élepês. Hoje mesmo, amiúde, já só serve para ligar estes conceitos. Substantivos e adjectivos já foram colonizados pelo inglês; os verbos para lá caminham (veja o googlar, o brandisar ou – desculpa, Camilo, as voltas na tumba – o spoilar); ao português, em breve, não restarão mais do que preposições, conjunções e meia dúzia de advérbios. E não se perder em grandes elaborações frásicas, que, para garantir que o receptor percebe o que queremos que sinta, estão lá os emojis.

 

E o meu problema, caro leitor, não é sequer só o estar de serviço na hora em que vemos esboroar diante de nós uma língua com 800 anos como quem implode um prédio devoluto na Amadora (com o devido respeito pelo povo irmão da Amadora); é ver a que lhe toma o lugar. Deitamos fora a língua erudita que tivemos a felicidade de herdar do império romano, para pegar numa língua bárbara, minimal e monolítica, incapaz ao menos de conjugar um verbo (I love you – Eu amar tu.) Uma língua que, circunstâncias do tempo, evoluiu na boca daqueles que implantariam a dita monocultura do sucesso, do triunfo pessoal. E eis porque uma pessoa lê os termos inscritos neste texto e fica com palpitações. Em que outro idioma poderia ter nascido uma palavra como “workaholic”?

 

O português vem doutro tempo, quando se andava mais devagar e sonhava com outras coisas. Foi válido durante uns bons 800 anos, de Dom Dinis ao meu avô Grimanez. Mas, de repente, o mundo decidiu que já chega. O mundo em que ler os 10 resultados da primeira página de resultados do Google é investigação que chegue praticamente para um doutoramento. O mundo em que já não há sapateiros, mas sobram chief operating strategy officers. O mundo em que o palavrão é um dos últimos redutos de verdade entre um falante e a respectiva língua materna.

 

Sim, ilustre desconhecido que me lês. O foda-se ainda há-de ser o nosso porta-estandarte. Carregar a bandeira do português contra todos os smarts, low costs, take-aways, call centers, old school, fast food, clusters, CEOs, CFOs, partners, managers, consultants, advisors, foodies, selfies e dumpings, gajos do running e do gaming e do cross-fit e do snorkeling.

 

(...) Deixem-me em paz com o meu Alberto Caeiro e a minha preguiça. A vida também é feita de latas de atum e tédio. Podemos declará-lo no LinkedIn? A linguagem chegará sempre demasiado tarde para explicar o mundo – qualquer filósofo depois de Wittgenstein o dirá. Deixem-nos ficar uma língua ao menos para quando não queremos ser compreendidos.'

 

in https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/controversias/erradicar-o-portugues-ponto-de-situacao/4406#

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:49

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Domingo, 27 de Dezembro de 2020

Aos governantes portugueses que promovem a destruição da Língua Portuguesa comprometendo, desse modo, a inteligência das gerações futuras…

 

… por mera relutância em reconhecer que o Acordo Ortográfico de 1990 foi a maior idiotice que alguma vez ocorreu em Portugal, porque, na verdade, só Portugal se esmera nesta garabulha ortográfica.

 

«Não há liberdade sem necessidade. Não há beleza sem o pensamento da beleza». Um interessantíssimo texto, da autoria de Christophe Clavé, que liga o empobrecimento da Línguagem à diminuição dos níveis de inteligência.

 

Algo que está a passar-se em Portugal, aceleradamente. E se ninguém fizer nada, urgentemente, chegaremos ao nível zero da inteligência, já na próxima geração.

 

Isabel A. Ferreira

 

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Por Christophe Clavé

 

«Não há liberdade sem necessidade. Não há beleza sem o pensamento da beleza».

 

«É a inversão do efeito Flynn.

 

Parece que o nível de inteligência medido pelos testes diminui nos países mais desenvolvidos.

 

Pode haver muitas causas para este fenómeno.

Um deles pode ser o empobrecimento da linguagem.

 

Na verdade, vários estudos mostram a diminuição do conhecimento lexical e o empobrecimento da linguagem: não é apenas a redução do vocabulário utilizado, mas também as subtilezas linguísticas que permitem elaborar e formular pensamentos complexos.

 

O desaparecimento gradual dos tempos (conjuntivo, imperfeito, formas compostas do futuro, particípio passado) dá origem a um pensamento quase sempre no presente, limitado ao momento: incapaz de projecções no tempo.

 

A simplificação dos tutoriais, o desaparecimento das letras maiúsculas e da pontuação são exemplos de "golpes mortais" na precisão e variedade de expressão.

 

Apenas um exemplo: eliminar a palavra "signorina" (agora obsoleta) não significa apenas abrir mão da estética de uma palavra, mas também promover involuntariamente a ideia de que entre uma menina e uma mulher não existem fases intermediárias.

 

Menos palavras e menos verbos conjugados significam menos capacidade de expressar emoções e menos capacidade de processar um pensamento.

 

Muitos estudos têm mostrado que parte da violência nas esferas pública e privada resulta directamente da incapacidade de descrever as emoções em palavras.

 

Sem palavras para construir um argumento, o pensamento complexo torna-se impossível.

 

Quanto mais pobre a linguagem, mais o pensamento desaparece.

 

A história está cheia de exemplos e muitos livros (Georges Orwell - "1984"; Ray Bradbury - "Fahrenheit 451") contam como todos os regimes totalitários sempre atrapalharam o pensamento, reduzindo o número e o significado das palavras.

 

Se não houver pensamentos, não há pensamentos críticos. E não há pensamento sem palavras.

 

Como construir um pensamento hipotético-dedutivo sem o condicional?

Como pensar o futuro sem uma conjugação com o futuro?

 

Como é possível captar uma temporalidade, uma sucessão de elementos no tempo, passado ou futuro, e a sua duração relativa, sem uma linguagem que distinga entre o que poderia ter sido, o que foi, o que é, o que poderia ser, e o que será depois do que pode ter acontecido, realmente aconteceu?

 

Quero dirigir-me a pais e professores:  façamos com que nossos filhos, nossos alunos falem, leiam e escrevam. Ensinar e praticar o idioma nas suas mais diversas formas. Mesmo que pareça complicado. Principalmente se for complicado.

 

Porque nesse esforço existe liberdade.

 

Aqueles que afirmam a necessidade de simplificar a ortografia, libertar a linguagem dos seus "defeitos", abolir géneros, tempos, matizes, tudo que cria complexidade, são os verdadeiros arquitectos do empobrecimento da mente humana.

 

Não há liberdade sem necessidade.

Não há beleza sem o pensamento da beleza. "

 

Christophe Clavé

 

Traduzido do texto original, neste link:

https://libplus.it/non-ce-liberta-senza-necessita-non-ce-bellezza-senza-il-pensiero-della-bellezza/?fbclid=IwAR2Xi8PO0W--v-1SobsXNuDfrp612WOA4luy8Q8qx2OCRJnQFZQCd1uniUA

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:39

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2020

«O acordo ortográfico é um falhanço diplomático imenso!»; «(…) é um acordo profundamente negativo», «é uma evidência que o AO90 não resultou!»

 

Senhor Presidente da República, senhor Primeiro-Ministro, senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros (os actuais e os outros) desçam dos vossos pedestais de meros mortais que ficarão para a História como os tristes defensores de um acordo ortográfico que não deu certo (e isto até o meu neto, que tem oito anos, sabe, e até sabe também que em Português “diretor” [entre outros vocábulos] se escreve direCtor como em Inglês) ouçam as vozes da RAZÃO, façam um acto de contrição, que, aliás, só vos enobreciam, e acabem de uma vez por todas com a hipocrisia de tecer louvaminhas à Língua Portuguesa quando são os maiores responsáveis pela sua degradação, e pela INVOLUÇÃO que o AO90 trouxe à Língua Oficial de oito países.

 

Ouçam (mais) estas vozes, que se juntam a milhares de outras, e que ontem, no programa Circulatura do Quadrado, na TVI24, e a propósito do tão falsificado Dia Mundial da Língua Portuguesa, se afirmaram contra esta farsa, que dá pela alcunha de AO90.

 

Ouçam José Pacheco Pereira, que acusou (todos nós, defensores da LP acusamos) os vários ministros que, ao longo dos anos, fizeram «o maior estrago possível na Língua Portuguesa com o Acordo Ortográfico».

 

Ouçam António Lobo Xavier que se associou à crítica de Pacheco Pereira, e salientou que «um acordo profundamente negativo tem de ser sempre lembrado quando vierem com louvaminhas à Língua Portuguesa».

 

Ouçam até Jorge Coelho, que apesar de ter louvaminhado a LP, teve a hombridade de referir «ser uma evidência que o AO90 não resultou».

Pois não resultou, absolutamente nada!

E o que é da inteligência fazer, quando algo não resulta?

 

A resposta a esta questão esperamos que, brevemente, suas excelências a dêem, desfazendo a negociata acordista, e pedindo desculpa (não vos ficava nada mal, muito pelo contrário, mostravam que tinham dignidade)  a todos os Portugueses, principalmente aos estudantes e às crianças, por as obrigarem a grafar a Língua Materna, numa ortografia que elas sabem NÃO SER a portuguesa.

 

Uma coisa é garantida pelo futuro, pela História: a nenhuma destas excelências jamais será erguida uma estátua.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:31

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Segunda-feira, 12 de Setembro de 2016

Também estou-me rigorosamente nas tintas para a “obrigatoriedade" do AO90

 

Até porque essa “obrigatoriedade” é apenas para os que seguem servilmente os políticos que não sabem escrever Português.

 

Eu também vou continuar a escrever tudo como dantes.

 

Mas vou fazer mais do que isso.

 

Vou LUTAR para que as crianças portuguesas não tenham de escrever INCORRECTAMENTE a Língua Materna delas.

 

O FUTURO da nossa Língua, escorreitamente escrita, está nã mãos nelas, não nas nossas.

 

HELENA.jpg

 

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/TradutoresContraAO90/photos/a.645080985593573.1073741828.199515723483437/634427276658944/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:05

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