Terça-feira, 20 de Setembro de 2022

Diferenças lexicais entre a Língua Portuguesa e a sua Variante Brasileira

 

De tanto se escrever errado, o erro passará a ser correcto?

 

Uma coisa é evolução natural da Língua. Outra coisa é a sua destruição.  E outra coisa é a sua variação.


Sabemos que, no Brasil, existiu (e ainda existe), uma corrente, iniciada por Antônio Houaiss, o enciclopedista libanês, de quem Millôr Fernandes (jornalista e escritor brasileiro) dizia que «conhecia todas as palavras da Língua, só não sabia juntá-las», a qual deslusitanizou a Língua Portuguesa intencionalmente, para a afastar das sua raízes greco-latinas, o que viria a dar origem ao Acordo Ortográfico de 1990, também engendrado por Houaiss, ao qual se juntou Malaca Casteleiro, para ajudar à missa. Tudo o que fosse português Houaiss modificava, inventava, americanizava, puxava ao Português antigo, para se distanciar da Língua de Portugal. Uma mania como outra qualquer que, contudo, teve consequências absolutamente desastrosas para a NOSSA Língua.

 

Ando a elaborar uma espécie de dicionário (para já é uma lista) de palavras que o Brasil fez questão de diferenciar do léxico Português, deslusitanizando-o, tendo algumas das palavras, introduzidas nesse novo léxico brasileiro, um significado completamente diferente do original.

 

É uma pequena amostra dessas diferenças lexicais que proponho nesta publicação.

 

Paulo Franchetti.jpeg

 

O léxico brasileiro está a negrito. São palavras e expressões que encontro, por aí, nos falares e nos escritos  brasileiros.


Isabel A. Ferreira



Liberar/libertar

Ímã/íman

Seriados/séries

Embutidos/enchidos

Caminhão/camião

Caminhonista/camionista

Touros de briga/Touros de lide

Nos hospitais as ambulâncias tomam e largam doentes/nos hospitais as ambulâncias recebem e deixam doentes

Comentarista/comentador

Tomar um carro de aluguel/Apanhar um táxi

Conosco/connosco

Umidade/humidade

Pausar/parar

Empossamento/tomada de posse

Bitucas de cigarros/ponta de cigarros, beatas

Cotidiano/quotidiano

Fechamento/encerramento

Porcentagem/percentagem

Alvejante/branqueador

Parada cardíaca/paragem cardíaca

Chapéu papal/solidéu

Acessar/aceder

Fato/facto

Psicodélico/psicadélico

Mensurar/medir

Covarde (coward)/cobarde

Estórias em quadradinhos/histórias aos quadradinhos/banda desenhada/BD

Tampar/fechar

Recorrer para a justiça/recorrer à justiça

Cargos de vereança/cargos de vereação

Breque/travão

Sacola véia/sacola velha

Viralizar/ornar-se viral

Ambientalizar/ambientar

Planizava/planeava

Clinicar/exercer clínica

Câmara filmadora/câmara de filmar

Vai-se no médico/vai-se ao médico

Virada do ano/passagem de ano

Coalizão/coligação

Câmeras/câmaras

Eu te preciso/eu preciso de ti

Beija eu/beija-me

Eu lhe amo/eu amo-te

Te amo/amo-te

Eu te gosto/eu gosto de ti

Para eu/para mim

Irã/Irão

Estadunidense/norte-americano

Terno/fato

Banheiro/quarto-de-banho

Gestando/gerindo

Câncer/cancro

Gestar/gerir

Chutou as flores para o cesto/atirou as flores para o cesto

/não é

Oi/olá

Pet/animal de estimação

Friezzer/congelador

Sorvete/gelado

Registrar/registro/registar/registo

Mar do Caribe/Mar das Caraíbas

Caribe/Caraíbas

Parabenizar/felicitar

Israelense/israelita

Estrelar (um filme)/protagonizar? 

Apenado/condenado

Estoriador/ou historiador

Poloneses/polacos

Pausar/fazer pausa

Deletar/eliminar

Panaca/panasca

Galera/pessoal (grupo de pessoas)

Parada de ônibus/paragem de autocarro

Guris/crianças

Geladeira/frigorífico

Café da manhã/pequeno-almoço?

Aquele trem é horrível/aquela coisa é horrível

Trem/combóio

Cidade litorânea/cidade do litoral

Cassino/casino

Bala/rebuçado

Grama/relvado

Grama/relva

Bilhão/Bilião

Torcida/adeptos

Enquete/questionário

Escanear/digitalizar

Estresse/stress

Esporto/desporto

Ganhador/vencedor

Balé/ballet

Espírito natalino/espírito natalício

Campesinos/camponeses

Festejos natalinos/festejos natalícios

Missivista/pessoa que leva ou escreve missivas (cartas)   

Ducha/duche

Planejar/planear

Bonde/eléctrico

Mídia/média

Time/equipa

Copa (do mundo)/taça  

Amsterdã/Amsterdão

Cafifa/papagaio de papel

Enterramento/enterro

Conscientização/consciencialização

 Apoiadores/apoiantes

Buzinaço/buzinão

Chefe da ONU (Guterres)/Director-Geral da ONU

Acessar/ter acesso a

Detento/detido

Concreto/betão

Rifle/espingarda

Cromossomo/cromossoma

Sutileza/subtileza

Sutil/subtil

Traslado do coração/trasladação do coração

Fabricação/ou fabrico

Conscientização/consciencialização

Apuração/apuramento

Maquiagem/maquilhagem

Exterior/estrangeiro

Zumbi/zombie

Esse/este

Em uma/Numa

Cachorro/cão

Mouse/rato

Tela/ecrã

Xícara/chávena

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:13

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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2022

Diferenças lexicais entre a Língua Portuguesa e a sua Variante Brasileira

 

De tanto se escrever errado, o erro passará a ser correcto?

 

Uma coisa é evolução natural da Língua. Outra coisa é a sua destruição.  E outra coisa é a sua variação.


Sabemos que, no Brasil, existiu (e ainda existe), uma corrente, iniciada por Antônio Houaiss, o enciclopedista libanês, de quem Millôr Fernandes (jornalista e escritor brasileiro) dizia que «conhecia todas as palavras da Língua, só não sabia juntá-las», a qual deslusitanizou a Língua Portuguesa intencionalmente, para a afastar das sua raízes greco-latinas, o que viria a dar origem ao Acordo Ortográfico de 1990, também engendrado por Houaiss, ao qual se juntou Malaca Casteleiro, para ajudar à missa. Tudo o que fosse português Houaiss modificava, inventava, americanizava, puxava ao Português antigo, para se distanciar da Língua de Portugal. Uma mania como outra qualquer que, contudo, teve consequências absolutamente desastrosas para a NOSSA Língua.

 

Ando a elaborar uma espécie de dicionário (para já é uma lista) de palavras que o Brasil fez questão de diferenciar do léxico Português, deslusitanizando-o, tendo algumas das palavras, introduzidas nesse novo léxico brasileiro, um significado completamente diferente do original.

 

É uma pequena amostra dessas diferenças lexicais que proponho nesta publicação.

 

Paulo Franchetti.jpeg

 

O léxico brasileiro está a negrito. São palavras e expressões que encontro, por aí, nos falares e nos escritos  brasileiros.


Isabel A. Ferreira



Liberar/libertar

Ímã/íman

Seriados/séries

Embutidos/enchidos

Caminhão/camião

Caminhonista/camionista

Touros de briga/Touros de lide

Nos hospitais as ambulâncias tomam e largam doentes/nos hospitais as ambulâncias recebem e deixam doentes

Comentarista/comentador

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Bitucas de cigarros/ponta de cigarros, beatas

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Estórias em quadradinhos/histórias aos quadradinhos/banda desenhada/BD

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Recorrer para a justiça/recorrer à justiça

Cargos de vereança/cargos de vereação

Breque/travão

Sacola véia/sacola velha

Viralizar/ornar-se viral

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Vai-se no médico/vai-se ao médico

Virada do ano/passagem de ano

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Beija eu/beija-me

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Te amo/amo-te

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Para eu/para mim

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/não é

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Mar do Caribe/Mar das Caraíbas

Caribe/Caraíbas

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Café da manhã/pequeno-almoço?

Aquele trem é horrível/aquela coisa é horrível

Trem/combóio

Cidade litorânea/cidade do litoral

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Chefe da ONU (Guterres)/Director-Geral da ONU

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Sutileza/subtileza

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publicado por Isabel A. Ferreira às 19:10

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Terça-feira, 15 de Maio de 2018

Ao redor da palavra "parabenizar" ...

 

… que, no meu computador, dotado de um correCtor ortográfico de Língua Portuguesa desacordizada, dá erro, bem como também dá erro o termo “desacordizada”. Ambos não existem no léxico da Língua Portuguesa (e quando me refiro à Língua Portuguesa quero dizer Língua Portuguesa), contudo, um, é estangeirismo, porque não pertence a Portugal, mas ao Brasil. O outro, é um novo termo derivado do “acordo ortográfico”, que querem impingir a Portugal.

 

PARABENIZA.png

 

No site sinónimos.com.br, lemos:

 

Sinônimo de parabenizar

10 sinônimos de parabenizar para 1 sentido da palavra parabenizar:

Dar os parabéns:

congratular, felicitar, cumprimentar, saudar, elogiar, gratular, festejar, celebrar, brindar, beber.

 

Os 10 sinónimos aqui referidos constam da Língua Portuguesa, e faltou parabentear. E entre parabentear e parabenizar, que venha o diabo e escolha, são duas palavras espessas.

 

Se temos tantos modos, na NOSSA Língua, para dar os parabéns a alguém, que necessidade há de importar este estrangeirismo?

 

A propósito disto alguém me disse para não me irritar.

 

Eu não me irrito. Eu sinto-me mal. Em geral, não gosto de estrangeirismos, provenham eles de onde provierem, quando temos palavras NOSSAS, e muito mais elegantes e felizes, para dizer o mesmo. Quando não temos, lá terá de ser. Neste caso, além de possuirmos 10 sinónimos, não gosto da palavra "parabenizar". Como não gosto, por exemplo, de "avalancha", do francês avalanche, muito mais elegante, a qual se usa em Portugal.

 

Portanto, comigo, isto nada tem a ver com ser ou não ser estrangeirismos do Brasil. Até porque aprendi a ler e a escrever no Brasil,  e lá  passei por todos os ciclos escolares, e ainda uso, no meu dia a dia, muitas palavras brasileiras, apenas oralmente. Na escrita evito-as, porque a escrita é ESCRITA. Exemplos: toró (tóró) por tempestade; mamãe e papai, por mãe e pai; do tamanho de um bonde, por grande; cumbuca, por vasilha; cafuné, por afago; poxa (pôxa), por arre; meleca (mêlécâ), por imundície; enfim, estaria aqui o resto do dia...

 

Nós, em Português, temos uma palavra bem mais elegante e feliz para desejar os parabéns a alguém, que é FELICITAR. Por que haveremos de importar o PARABENIZAR, que é uma palavra espessa? E isto também não é uma questão de gosto. É uma questão de não haver necessidade de importar palavras estrangeiradas, quando as temos nossas. Apenas isso.

 

Antes de 2012, na legenda que vemos na imagem, leríamos «Rui Vitória não felicita FC Porto».

 

Em 2018, a que propósito se parabeniza, se temos: dar os parabéns, congratular, felicitar, cumprimentar, saudar…? Porquê este parabenizar, que é um vocábulo exclusivo do léxico brasileiro? Isto não faz parte do “acordo desortográfico”, faz?

 

Dizem-me que implico demasiado com o Brasil, e nada está mais longe da verdade. É preciso lembrar que a minha Cultura assenta na Cultura Portuguesa e na Cultura Inglesa (que aprofundei numa escola inglesa), mas também na Cultura Brasileira, que considero riquíssima, mas está mal divulgada e aproveitada, especialmente nas escolas brasileiras, que desprezam a cultura do próprio país, e  muito mais a cultura dos Portugueses.   

 

Dizem-me que duvidam que a Língua Portuguesa seja mais maltratada pelos Brasileiros do que pelos Portugueses, e que o inglês americano está distante do original, principalmente relacionado com o léxico e a  pronúncia, mas também de ortografia, e os Ingleses não se melindram com isso… Pois não. Vou explicar porquê.

 

A distância do inglês americano para a Língua Inglesa é de 1 para 10. A distância do Brasileiro para o Português é de 1 para 100, ou talvez de 1 para 1.000. Além disso, a Língua Inglesa NÃO foi MUTILADA, não a afastaram das suas raízes, e não está na berlinda, em parte alguma, como está a Língua Portuguesa em Portugal, no Brasil e em todos os outros países de expressão dita lusófona. Se estivesse, garanto que, conhecendo, como conheço, os Ingleses, eles reagiriam, como todos os Portugueses Pensantes estão a reagir. É que não é fácil ver a nossa Língua Materna a despedaçar-se, pelos motivos mais torpes.

 

Quanto à dúvida no maltrato da Língua, os Portugueses actualmente maltratam a Língua muito mais do que há uns poucos anos. Mas os Brasileiros (os Brasileiros comuns, os Cultos estão fora desta apreciação) se chamam Português do Brasil ao que falam e escrevem, chamam erradamente. Porque NÃO existe Português do Brasil,  mas sim uma VARIANTE Brasileira do Português ou dialecto brasileiro (quem o diz é o maior estudioso português de Dialectologia - Leite de Vasconcelos)

 

Considero o Brasil um país irmão de Portugal. Mas não um irmão gémeo, até porque ambos ficariam a perder, se fossem gémeos. A Cultura de um completa a Cultura do outro. E é por esse completamento que me bato,  pela diversidade linguística, e NÃO,  pela união de grafias, algo que jamais acontecerá.

 

O Brasil já está tão distante do Português que, primeiro: já nem sequer o estudam com essa designação; e segundo: não tenho qualquer dúvida de que se tornará uma língua autónoma com qualquer outra designação, excePto Língua Portuguesa, porque essa, já não é portuguesa.

 

E não se passou isto com o Latim, com o Português, com todas as outras línguas? Todas as línguas começaram por ser dialectos de outras línguas, e foram-se distanciando até se tornarem autónomas. O mesmo acontecerá com a Variante Brasileira do Português,  candidata a Língua Brasileira, sem qualquer dúvida.

 

Por isso, esta coisa de "países lusófonos " é uma grande falácia. No Brasil usa-se a Variante Brasileira, nos restantes países de expressão portuguesa, apenas uma minoria mais instruída usa o Português. De resto, o povo fala e escreve os dialectos nativos, que são às dezenas. E não é assim que deve ser? Afinal são países independentes, onde já existia um Povo com uma cultura própria.

 

O que se passa em Portugal, no que respeita à importação de estrangeirismos, brasileiros ou não, provém daquela mentalidade terceiro-mundista, que faz adoPtar o que é estrangeiro, porque isso é que é muito chique.  Porém, a isto chama-se PAROLICE.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:29

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