Esta tentativa de espezinhar a Língua Portuguesa, a Língua de Portugal, só acontece porque o governo português é um governo frouxo e servil, sem coluna vertebral, acolitado pela franja menos instruída e subserviente da população portuguesa.
Podem dizer o que quiserem, nesse Festival Literário da Paraíba, porque digam o que disserem, jamais conseguirão impor essa ideia de que o Português não pertence a ninguém.
A Língua de Portugal seria parida pelo vento, que a todos pertence?
As Línguas pertencem a quem as gera, as estima, as ama, as fala e escreve correCtamente, as defende de predadores políticos, de literatos de meia-tigela e de mercenários.
As Línguas pertencem a quem NÃO tem a pretensão de querer que sejam as Línguas mais faladas no mundo, porque nem sempre as mais faladas são as mais Cultas. O que interessa é que sejam as Línguas que fixam o Saber e o Pensamento dos Povos que as geraram, e não apenas as Línguas com que se comunicam uns com os outros.
As Línguas são o Bilhete de Identidade de cada Povo, e cada Povo é representado por essa Língua que é a sua, e os outros Povos NÃO têm o direito de usurpar uma Língua que não lhe pertence, apenas para tirar proveitos político-jurídico-económicos.
As Línguas podem gerar variantes entre os Povos que as adoptaram, mas não passam disso mesmo: variantes das Línguas-Mães. E essas variantes pertencem apenas aos Povos que as criaram, NÃO sendo da decência humana, significando isto dizer da dignidade e honestidade humanas, e dos preceitos morais e éticos, tentar impingir as variantes aos Povos que geram as Línguas-Mães.
Digam o que disserem no Festival Literário da Paraíba, a Língua Portuguesa pertence a Portugal, é o símbolo Identitário de Portugal, e as variantes geradas pela Língua de Portugal pertencem aos Povos que as criaram.
E esta idiotice de dizer que o Português não pertence a ninguém, só e possível entre os dois únicos países do mundo com mais desinstruídos por metro quadrado. Em mais nenhuns Países do mundo, tal acontece.
Basta desta ignorância aleivosa, porque ainda há esperança para a Língua Portuguesa:

Isabel A. Ferreira

Possivelmente o João Baião e a Diana Chaves cumpriram ordens “superiores”, e ai deles se não cumprissem!!!! Podemos ilibá-los de culpa?

Foi escolhida uma senhora professora universitária para transmitir regras assentes na ignorância da Língua Portuguesa, preconizadas por um acordo desacordado, que nem sequer está em vigor em Portugal, porque não existe LEI alguma que obrigue os portugueses a escrever conforme a grafia mutilada, deshifenizada e desacentuada que torna a Língua apalermada, em Portugal.
A lei vigente é a de 1945, e é essa que os Portugueses são obrigados, POR LEI, a usar.
Mas como vivemos num país sem rei nem roque, onde cada um escreve como lhe dá mais jeito, de acordo com o seu pequeno saber ou para fazer o frete a quem realmente manda em Portugal [e não é nenhum governante português] o caos ortográfico impera nas escolas, nas televisões, nas empresas, em todos os lugares onde a ignorância se instalou, transformando Portugal na cloaca linguística do Mundo.
Isto está mais do que provado, em artigos, em livros, em opiniões de pessoas abalizadas para tal, mas mesmo assim, há gente que recusa o Saber e a Informação e opta pela Ignorância e pela Desinformação, e o pior ignorante é aquele que entre o Saber e a Informação, e a Ignorância e a Desinformação, opta pela Ignorância e pela Desinformação.
E pior: além de optar pela Ignorância e pela Desinformação, divulgam-nas através de um programa de televisão, ao estilo de Aula de Brutoguês (onde vÊem Português, devem ler BRUTOGUÊS).
E a aula que se seguiu, foi uma desconstrução da Língua Portuguesa, desintegrando-a, mentindo aos Portugueses, porque o AO90 NÃO é obrigatório, inventando monos ortográficos como minissaia [o que será uma ssaia pequena?]quando o correcto, em Português, é escrever mini-saia, uma palavra elegante e condizente com a regra da hifenização da Língua Portuguesa, enfim, a SIC, vergonhosamente, prestou um péssimo serviço a Portugal.
E a continuar assim, os analfabetos funcionais, serão mais do que as mães, dentro de pouco tempo.
E para não ser só eu a dizer mal do AO90 e a criticar quem o divulga, aqui deixo o SABER de dois Brasileiros que não foram na conversa dos que ignorantemente inventaram o abortográfico que veio desaprimorar a Língua de Portugal.
Isabel A. Ferreira





Embora a Direcção-Geral da Educação diga que NÃO é obrigatório usar o acordo ortográfico de 1990, em termos legais, porque NÃO é um aCto ilegal, a própria Direcção-Geral opta por adotar o ato ilegal, escondendo-se no que ela diz ser “exceção” (lê-se "eisc’ção"), vocábulo inexistente na Língua Portuguesa.
Conclusão: os documentos oficiais têm de obedecer às regras da ortografia brasileira (em ato e adotar) conforme está assinalado a vermelho, na imagem, à excePção de exceção, que no Brasil grafam excePção, ou seja, grafam à portuguesa, conforme a Lei vigente em Portugal.
Se grafar correCtamente a Língua Portuguesa NÃO é um acto ilegal, por alma de quem, quem grafa os documentos oficiais preferem cometer um acto ilegal, até porque o AO90 é ilegal e inconstitucional, do que optar pela grafia de 1945, a que está de jure em vigor em Portugal?
Por alma de quem preferem desrespeitar a LEI em vigor, a de 1945, e violar a Constituição da República Portuguesa?
Aqui há Gato!!!!! Um GRANDE Gato!!!!!
***
Não percebemos, por que NÃO sendo obrigatório escrever conforme o AO90, e, não sendo as legendas dos canais televisivos documentos oficiais, temos de levar com estes palavrões, como os que se seguem, que não fazem parte da Língua Portuguesa, e que não nos diz nada?

Vamos ler o vocábulo contracetivo como deve ser lido: "contrâc’tivu. O que será que isto significa?

Nesta imagem, a mixórdia ortográfica está bem representada. Temos "téctónicâ", "arquit’tónicâ" e "éção" civil.

Ao ver esta imagem, o Dr. Bagão Félix deve ter trepado pelas paredes: a sua imagem aliada à mixórdia ortográfica: aspeCto correCtamente escrito, e “il’trónicu”, assim, em modo parvo, obviamente para os Portugueses Pensantes.

Nesta, temos os “insp’tôrs”, seja lá o que isto for, detidos.

E esta??? Nada tem a ver com o AO90, mas é um efeito colateral da ignorância que tal acordo fez desabrochar entre as gentes da comunicação social televisionada.
***
Isto é apenas uma pequena amostra de como ordens emanadas de quem não tem a mínima noção do mal que está a fazer ao nosso Idioma, pode criar o caos e promover a ignorância entre os que, não sendo obrigados a escrever incorrectamente a Língua de Portugal, à conta de um servilismo bacoco, andam por aí a espalhar uma mixórdia ortográfica, que envergonha os Portugueses e põe Portugal na cauda de todos os países do mundo, porque é, sem a menor dúvida, um caso ÚNICO da mais pura estupidez!
Como é triste viver no nosso País, sem rei nem roque!!!!!!
Isabel A. Ferreira

Por Maria José Abranches
É espantoso que tanto se fale agora do estado lastimoso em que se encontra o nosso sistema de ensino, sem que se ouça uma voz que ponha em causa a imposição política do AO90, que tanto veio agravar a situação já desastrosa do ensino do Português, língua materna, cujo conhecimento e domínio são fundamentais em todo o processo de aprendizagem e desenvolvimento humano dos portugueses.
Chamo a vossa atenção para este artigo do "Público"
Ensino secundário: 42% dos alunos não conseguiram ter positiva no exame de Matemática
que já comentei (ver abaixo).
Permito-me ainda recordar a responsabilidade dos nossos governantes em toda esta vergonhosa situação: veja-se (também abaixo) essa declaração de Cavaco Silva, então Presidente da República, estando no Governo o PS de José Sócrates, autor da Resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011, aplicada depois acriticamente por Passos Coelho e mantida por António Costa e agora por Montenegro!
Ainda não desesperei totalmente dos professores de Português, meus colegas: é urgente defender a língua de Portugal!
Deixo-vos com Fernando Pessoa, e os últimos versos do seu último poema da "Mensagem":
«Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
É a Hora!
Valete, Fratres.»
***
Comentário de Maria José Abranches ao artigo acima referido:
"E a adopção imbecil do AO90, que desfigura a nossa língua, lhe retira lógica ('Egito', mas Egípcio), ignora a sua história e assim a afasta das outras línguas latinas, não preocupa ninguém? Acham normal que se tenha desprezado o esforço feito desde 1945, para combater o tradicional analfabetismo nacional? Os professores de Português, meus colegas, continuam a achar normal e aceitável esta imposição política ignorante e autoritária? Por que razão maltrata Portugal a sua língua, que aqui nasceu e aqui se escreve há séculos, e que a nossa História espalhou pelo mundo?! Ainda gostava que algum psiquiatra se dedicasse a estudar esta questão, pois me parece que somos um caso único, pelo menos a nível europeu!... Democracia, isto?!..."

Escrevi uma carta aberta, com o conteúdo referido no título desta publicação, em 26 de Setembro de 2017, ao então primeiro-ministro Dr. António Costa que, muito democraticamente, a ignorou, aliás, como é apanágio dos muito democráticos governantes portugueses, a quem os cidadãos se dirigem, à espera de respostas para situações prementes. Nas campanhas eleitorais andam aos beijinhos e abraços ao Povo, depois de se sentarem no trono desprezam-no, pura e simplesmente, sem dó nem piedade, por isso, nunca levam o meu voto.
Dizem-nos que Portugal é um Estado de Direito Democrático, o que significa que o exercício do poder se baseia na participação popular, e a expressão “Estado de Direito” significa que o exercício do poder público está submetido a normas e procedimentos jurídicos (procedimentos legislativos, administrativos, judiciais) que permitem ao cidadão acompanhar e eventualmente contestar a legitimidade (i.e., a constitucionalidade, a legalidade, a regularidade) das decisões tomadas pelas autoridades públicas.
Além disso, li no Diário da República que a participação popular não se limita aos momentos eleitorais, mediante “sufrágio universal, igual, directo e secreto”, mas implica também a participação activa dos cidadãos na resolução dos problemas nacionais, o permanente controlo/escrutínio do exercício do poder por cidadãos atentos e bem informados, o exercício descentralizado do poder e o desenvolvimento da democracia económica, social e cultural.
Então, uma vez que vivemos num Estado de Direito Democrático, qualquer cidadão atento e bem informado pode participar activamente na resolução dos problemas nacionais, e sendo a questão da Língua Portuguesa – maltratada pelo AO90 – um gravíssimo problema nacional, os cidadãos atentos e bem informados, no exercício do seu direito de participar activamente na resolução do gravíssimo problema, que deixa Portugal nivelado dezenas de zeros abaixo de zero, no que ao Ensino do Português e ao uso da Língua Portuguesa diz respeito, e de contestar a legitimidade da decisão de se impingir aos Portugueses o AO90, tal dá-me o direito de me dirigir aos governantes portugueses, e solicitar-lhes explicações racionais para a vergonhosa imposição a Portugal do ilegal e inconstitucional AO90, e no caso de não as haver (porque não as há) sugerir a anulação do AO90, e a reposição imediata da grafia de 1945, a que está de jure em vigor, já no ano lectivo de 2025/2026.

Os alunos que frequentam as escolas, hoje, com toda a certeza, não serão mais incapacitados intelectualmente do que os alunos de 2011/2012, que tiveram de abandonar, de um dia para o outro, a grafia ainda vigente, por Lei, para usar a grafia intrusa, ilegal e inconstitucional, que nem sequer está em vigor.
Como vivemos num Estado de Direito Democrático, até ao momento, muito democraticamente, os governantes portugueses, que estiveram no Poder desde 1974 até aos dias de hoje, incluindo o ainda presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, fizeram-se de cegos, surdos e mudos, e transformaram o Estado de Direito Democrático em Estado de Direito Ditatorial, ao não levarem em conta o direito dos cidadãos, que já se dirigiram ao “estado democrático”, a uma resposta racional, para uma pergunta também racional.
Sabemos que:

Por esse motivo, vou repetir a carta que escrevi ao Dr. António Costa, desta vez dirigida ao Dr. Luís Montenegro, recém-empossado no cargo de primeiro-ministro de Portugal, o qual, quem sabe, com o seu saber, discernimento e poder possa cortar este nó górdio, ou seja, possa ter uma resolução pronta e decisiva para eliminar o tóxico AO90, que está a destruir a Língua de Portugal, uma dificuldade que parece insuperável, mas não é.
Portanto:
Senhor Primeiro-Ministro de Portugal, Vossa Excelência quer saber o que pensam e dizem os estrangeiros sobre a submissão de Portugal ao Brasil na questão do AO90?
Sei que não quer saber. Não está interessado. Se estivesse, não faria orelhas moucas aos numerosos apelos públicos dos mais eminentes intelectuais dos países lusófonos que, energicamente, rejeitam o AO90, por este ser a maior fraude de todos os tempos.
Mas ainda assim, vou contar-lhe o que se passou num certo fim-de-semana, no ano de 2017, em Espanha, quando participei numa tertúlia, realizada na Galiza, num lugar frequentado por escritores, poetas, jornalistas, artistas plásticos, cineastas (sendo Mel Gibson o mais afamado que por lá passou) actores e também pessoas absolutamente comuns, com as mais diversas profissões, enfim, um lugar onde se discute e se troca Culturas, Artes, Literaturas, Ideias, Ideais e Políticas comuns, ou menos comuns, enquanto fazemos as refeições.
Como sempre acontece, sou a única cidadã de nacionalidade portuguesa, que pára por aquelas paragens, com a frequência possível. Nunca lá encontrei as mesmas pessoas.
Desta vez estavam presentes representantes do México, Suíça, de várias regiões de Espanha e de Portugal, representado por mim. E adivinhe, Senhor Primeiro-ministro, qual foi o teor de uma das nossas conversas: Portugal e a sua Língua, que nenhum dos presentes dominava. Comunicámo-nos em Castelhano e Inglês.
Então, aproveitei a ocasião para sondar aquelas pessoas, viajadas, cultas e conhecedoras do mundo, acerca do que pensavam sobre um país, que foi colonizador (tal como Espanha), vergar-se ao ex-colonizado (Brasil) adoptando a ortografia brasileira, destruindo, por completo, as raízes latinas, e a integridade de uma Língua, que é considerada pelos europeus, das mais belas e ricas línguas indo-europeias – a Língua Portuguesa.
A estupefacção foi enorme!
Os Mexicanos, que se encontravam presentes, e que foram colonizados por Espanha, consideraram rara esta submissão; os Espanhóis, que colonizaram parte das Américas do Sul e Central, disseram que era raríssimo o ex-colonizador absorver a Língua alterada do ex-colonizado, a Espanha jamais o faria; da Suíça veio uma interrogação que me deixou surpreendida, porque lá existe a ideia de que os Brasileiros têm uma Língua, e os Portugueses têm outra Língua: «Portugal está a adoptar o brasileño?» Assim mesmo: o brasileño.
Exactamente. Portugal está a adoptar o brasileño, na sua forma grafada, com a (má) perspectiva de o adoptar na sua forma falada, disse eu. E acrescentei: «Mas isto nem é raro, nem é raríssimo. Isto é caso único na História de toda a Humanidade. Conhecem algum país (ex) colonizador que tivesse adoptado a Língua que o (ex) colonizado herdou, mas alterou, originando uma variante da Língua Mãe, continuando, porém, a usar o nome original da Língua?
Ninguém conhecia. Bem puxámos pela memória. Mas não há memória de uma coisa assim, em tempo algum…
Pois é, Senhor Primeiro-Ministro, não tive como defender o governo de Portugal e esta sua política de vassalagem a uma ex-colónia. Nem podia. Deixei bem vincada a minha repulsa, e o descontentamento de milhares de Portugueses que, doravante, aquelas pessoas teriam a oportunidade de espalhar por onde passassem…
Desta vez, não pude impedir que Portugal fosse apoucado, no que respeita à desveneração que os sucessivos governos de Portugal e o actual presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, consagram ao símbolo maior da nossa identidade, a Língua Portuguesa.
Envergonho-me deles (dos governos e do PR que temos). E disse-o lá, bem alto... E continuo a envergonhar-me de todos, e também dos deputados da Nação e Partidos políticos (à excepção dos do PCP que escrevem correCtamente o Português) porque nada fizeram para repor a legalidade e a constitucionalidade da Língua Portuguesa.
De resto, faço o que posso e sei, para que Portugal regresse à sua origem linguística europeia, até porque não há outra origem.
Posto isto, solicito a Vossa Excelência, Senhor Primeiro-ministro, Dr. Luís Montenegro que, não a mim, particularmente, mas ao Povo que o ajudou a ocupar o cargo que agora ocupa, para servir Portugal e não os interesses do Brasil, se digne a dar-nos uma justificação racional para tão irracional atitude de nos impor uma grafia ilegal e que não serve os interesses dos Portugueses, e, principalmente, é um desrespeito para com as nossas crianças e jovens, que andam a ser enganadas, como para os estrangeiros que andam a aprender uma linguagem, a que chamam Português, grafada à brasileira.
Isto não é honesto, nem bonito.
Isabel A. Ferreira
Recebi via-email duas “pérolas” acordistas em sites de empresas portuguesas que aderiram à linguagem brasileira. Por alma de quem? É o que gostaríamos de saber.
J. Antunes, confessou-me a sua perplexidade:
«Estamos pior do que mal, porque as coisas más parecem ser sempre as preferidas do povinho. Há milhentos exemplos desta escolha, tantas vezes ignorante, feita por particulares e empresas. No caso da empresa de transportes GLS Portugal, há páginas em que aparece “contacto”, e “contactar-nos”, mas esta é a página que as pessoas mais vêem quando vão em busca do estado de uma encomenda. É tão triste e não há maneira de dar a volta a isto, nem explicando-lhes. A resposta é sempre o irritante “agora pode escrever-se das duas formas” que não deixa espaço para manobra.»
Não, agora não pode escrever-se das duas formas, porque uma é a forma brasileira, a outra é a forma portuguesa. E se a empresa é portuguesa, se é sedeada em Portugal, e se não é vassala do governo português, nem do governo brasileiro, NÃO tem de usar a linguagem brasileira. NÃO tem. Não há lei alguma que a tal obrigue, a não ser a Lei da Subserviência de quem não tem coluna vertebral.
Em Português, escreve-se aCtivos e contaCto, dois vocábulos pertencentes ao léxico português. “Contato” e “ativos” são dois vocábulos exclusivos do léxico brasileiro.

«Contato com vôcê???????»
Outro exemplo é o da Amazon Prime Video, que, entre outras pérolas, usa “contato” para o filme Contact.

Diz-me J. Antunes: «e veja que a selecção de Língua diz Português de Portugal. Já me queixei à Amazon anteriormente, mas nem sequer respondem. Envio-lhe imagem, que captei hoje para confirmar o disparate. Fica bem com a da GLS e prova o que se diz: o erro grassa mais rapidamente do que a correcção... e não tem graça nenhuma».
Pois não! Não tem graça nenhuma e demonstra uma tremenda ignorância, até porque nenhum cidadão português, nenhuma empresa portuguesa privada são obrigados a usar o AO90, havendo fundamentos legais e constitucionais que podem ser invocados contra a sua imposição ilegal fora das entidades públicas que, essas, optaram, por simples opção (também não são obrigadas) pelo AO90, que foi engendrado para destruir a Língua Portuguesa.
Que as entidades públicas optem por escrever incorretamente (transcrição fonética: incurrêtâmente) a Língua Portuguesa, a Língua de Portugal, e os tribunais nada fazem para repor a legalidade desse acto, é lá com eles. Que empresas que, à primeira vista, NÃO são públicas o façam, é de lamentar. Ou terão sido coagidas a fazê-lo? Num Portugal onde quem manda NÃO são portugueses, tudo é absurdamente possível!
Até quando?
Veremos, porque esta pouca vergonha não há-de durar sempre. E quando começar um a cair, caem todos, a começar pelo acordista-mor cá da República DOS Bananas Portugueses.
Isabel A. Ferreira
Como os acordistas querem fazer crer, o AO90 veio para unificar a grafia na CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: Portugal, Angola, Moçambique, Timor-Leste, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Brasil – a Guiné Equatorial não é para aqui chamada, porque lá ninguém fala Português, ainda que seja um mal-amanhado Português), e eis senão quando, as regras viraram-se do avesso, mandou-se a Gramática portuguesa às malvas, e cada um escreve como lhe dá na real gana, e por aí começaram a borbulhar vocábulos absolutamente ridículos, que nada têm a ver com a Língua Portuguesa = Português = Língua de Portugal (designações para uma só Língua: a dos Portugueses, que todos respeitaram, excePto o Brasil).
Vem isto a propósito de uma imagem que me enviaram, via e-mail, para me dar conta de um novo abortinho ortográfico: “execional”, que grelou no site da E-Redes, que não sendo um organismo do Estado Português NÃO tem obrigação de escrever incorreCtamente a Língua de Portugal. Apenas os que são afectos à Presidência da República, ao Governo Português e infelizmente às Escolas se sentem na obrigação de escrever incorreCtamente a Língua Portuguesa, para agradar a Inácio Lula da Silva, o tal que manda nisto tudo. E não refiro aqui os partidos com assento no Parlamento, porque esses NÃO são obrigados a escrever em MAU Português, se fossem obrigados, o Partido Comunista Português escreveria incurrêtamente, e NÃO escreve.
Não sei se sabem, o AO90 veio surripiar a Identidade Linguística e a Soberania Portuguesas, e Portugal caminha para a extinção, e os Portugueses ficam a olhar para isto em cima do muro, calados como pedras...
Isto para mostrar a desgraçada sina de um País (o nosso) que já teve a Língua mais bela entre as Línguas Indo-Europeias, e que uma ignorância e uma indiferença insólitas estão a destruir intencionalmente.
Eis as imagens do meu descontentamento:
A primeira, está como me chegou, com um fundo quase negro, e não se percebe o que está por detrás do “recado” da E-Redes.
Na segunda, ajustei o logótipo da E-Redes, no mesmo lugar onde ele está no site, para melhor identificação. Isto não é uma montagem!
“EXECIONAL”???????
Ao menos “carácter” está correCtamente escrito. E quando se dá uma no cravo outra na ferradura, diz-se que escrevem em Mixordês, a vergonhosa novilíngua portuguesa.
Isabel A. Ferreira


Enviaram-me este vídeo, via e-mail: https://www.youtube.com/watch?v=6QY7XvUFAdA
«Você Vai te surpreender!»???????
Não, não me surpreendi, nem com a notícia, e muito menos com a linguagem.

A Internet está cheia desta linguagem a que chamam “Português”. ![]()
Alguma vez esta construção frásica pertenceu à Língua de Portugal, ao Português, à Língua Portuguesa?
Se querem escrever deste modo, nada contra, mas chamem-lhe Língua do Brasil, Brasilês, Língua Brasileira, ou outra qualquer designação que nada tenha a ver com Portugal.
Nada tenho contra a Variante Brasileira do Português, desde que não lhe chamem Português. O que me custa engolir é o Português desvirtuado, e de tanto circular por aí desvirtuado, essa desvirtuação começa a ser norma, e tal norma não pode ser considerada portuguesa, porque não é.
E isto nada tem a ver com racismo ou xenofobia.
Isabel A. Ferreira
Esta observação foi-me enviada por um cidadão português, radicado no Canadá, sempre atento aos disparates que por aí circulam descaradamente sobre o mau uso que os acordistas portugueses e os brasileiros, pouco ou mesmo nada instruídos, fazem do Português, que sendo um Idioma, deve ser escrito em maiúscula (a minúscula é modismo acordista).
Na imagem mais abaixo, que o Carlos C. me enviou, de uma consulta que fez ao Dicionário Priberam, que já teve prestígio, e agora talvez por estar em más mãos, os disparates saem em catadupa, daí ter perdido o prestígio que tinha e já NÃO é um dicionário de referência na Internet.
É que de há uns tempos a esta parte, já não se limitam a escrever incorrectamente o Português. Agora começam a misturar alhos (Português) com bugalhos (Brasileirês), e essa mescla de palavras é já conhecida como língua mixordesa, que vem da mixórdia em que transformaram a Língua Portuguesa, e da qual a imagem abaixo é um bom exemplo.
A vermelho é assinalado o disparate.
A verde é assinalado o Português correCto: a Língua de Portugal, um país onde não existem linguistas, jornalistas, escritores e professores capazes de entrar em acção, para pôr fim a esta pouca vergonha, a este descalabro.
Há que acabar com este mexe e remexe na Língua Portuguesa ao sabor da ignorância.
Eu tenho feito a minha parte.
Isabel A. Ferreira

Esta é uma amostra da mixórdia ortográfica permitida pelos governantes, em Portrugal.

Fernando Kvistgaard, português radicado na Dinamarca, e um dos subscritores do nosso Grupo Cívico, grande opositor do AO90, que anda a sondar o que o ChatGPT anda por aí a responder a quem lhe faz perguntas, escreveu-me a dar-me conta da resposta que recebeu à pergunta referida no título, que ele apresentou no ChatGPT, e aplicou este adjectivo: ESCANDALOSO! Eu acrescentaria também transgressão e usurpação.
Vou transcrevê-la e desmontá-la ponto a ponto, porque já estou farta de ver a ignorância prosperar na Internet, através de gente que tem por missão destruir a Língua de Portugal, com a aprovação do servil governo português, para impor ao mundo a Variante (= Dialecto) Brasileira do Português ou o Brasileiro, disfarçada de Português.
A cassete do ChatGPT é a cassete usada pelos predadores da Língua Portuguesa, d´aquém e d’além-mar, espalhada por todas as redes sociais, por todas as plataformas digitais, e que dá muito nas vistas, por andarem sempre a bolçar os mesmos paralogismos.
Então, vamos lá.
Em itálico está o que a insciente IA escreveu.
A azul está o que corrigi para Português.
Mas antes vou deixar aqui imagens que falam da abusiva usurpação do maior símbolo identitário dos Portugueses – a Língua de Portugal – as quais manipulei, para repor a verdade, ou seja, a bandeira brasileira deve assinalar a Língua Brasileira ou Variante Brasileira do Português, e a bandeira Portuguesa assinala a Língua de Portugal, o Português.



A Língua Portuguesa é frequentemente representada pela bandeira do Brasil por algumas razões principais:
1. Número de falantes: o [só o ponto . exige letra maiúscula] Brasil é o país com o maior número de falantes de Português no mundo, com uma população de mais de 200 milhões de pessoas que falam a Língua. Isso faz do Brasil um dos pilares da Língua Portuguesa globalmente.
*** Não é verdade que o Brasil seja o país com o maior número de falantes de Português no mundo, simplesmente porque no Brasil o que se fala e escreve é a Variante Brasileira do Português (ou Brasileiro), diversos dialectos em determinadas regiões, diversas línguas dos vários povos estrangeiros lá radicados, e 274 Línguas indígenas diferentes, faladas por 305 etnias. Apenas os emigrantes Portugueses mais velhos falam Português.
2. Cultura e influência: a cultura brasileira, com [a] sua rica diversidade em literatura, música, cinema e outras artes, tem contribuído para a promoção da Língua Portuguesa em várias partes do mundo, tornando-a uma Língua mais visível e influente.
*** É mentira que a rica diversidade em literatura, música, cinema e outras artes tenha contribuído para a promoção da Língua Portuguesa no mundo, quando o mundo todo sabe que quando um brasileiro abre a boca está a falar Brasileiro. Na escrita as diferenças não são tão evidentes, mas ainda assim existem bastantes diferenças, porém, na fala, é evidente que falam o Brasileiro ou a Variante Brasileira do Português. E quanto à visibilidade e influência, dizer isto é uma grande falácia. Nem visibilidade, nem influência, em parte alguma. É uma Língua que passa despercebida entre as Línguas mais influentes do mundo. O Português é apenas a Língua POLITICAMENTE oficial de seis países, porém, apenas Portugal tem o Português como Língua oficial legítima, os restantes países têm-na como Língua oficial por interesses meramente políticos.
*** A isto chama-se USURPAÇÃO da Língua de Portugal. E dizer que embora o Português seja falado em vários outros países como Portugal etc., é de uma estupidez crassa. O Brasil não é o dono da Língua Portuguesa. Não foi no Brasil que a Língua Portuguesa nasceu, por isso, essa frase é uma anedota, dá a ideia de que o Português é oriundo do Brasil, mas é falado em vários outros países, como, por exemplo, em Portugal, Angola, Moçambique etc.. O Português é a Língua de Portugal, foi Portugal que a levou para os países que descobriu e colonizou, e nesses países como Angola ou Moçambique apenas a elite culta ainda fala e escreve Português, de resto as populações usam os muitos dialectos africanos, que fazem parte da sua História. Usar a bandeira brasileira para representar o Português, que é a Língua de Portugal, é surripiar o símbolo maior da identidade de um Povo, e isso pode configurar um crime de usurpação do símbolo identificativo de um País.
*** A Língua Portuguesa é uma Língua indo-europeia, de raiz greco-latina, concebida em Portugal, por qualificados linguistas no reinado de Dom Diniz, e dispersada pelo mundo aquando dos Descobrimentos Portugueses. E nenhum outro país do mundo, afastou a Língua de Portugal das suas raízes, como fez o Brasil, portanto é mentira que tivesse mantido a Língua original, porque a mutilou e afastou-a da fonética, da ortografia, do léxico, da morfologia, da sintaxe e da semântica que estão na base da estrutura do Português. E no Brasil, a Língua NÃO evoluiu, muito pelo contrário, regrediu ao seu estado mais básico. A Língua hodierna já não é a mesma Língua com que Jorge Amado e outros clássicos brasileiros escreveram a sua preciosa obra literária.
Por essas razões, a bandeira do Brasil se torna um símbolo comum para a Língua Portuguesa, mesmo que existam outras nações que também a falam.
*** Por todas as razões que apresentei, a bandeira do Brasil NÃO pode ser um símbolo comum para a Língua Portuguesa, porque a Língua Portuguesa NÃO é falada nem escrita no Brasil correCtamente, mas sim em Angola, o último bastião do Português correCto (por enquanto). Em Moçambique, com a leva de professores e manuais brasileiros para as escolas moçambicanas, o abrasileiramento da Língua é mais do que notório. Apenas a elite culta de Moçambique fala e escreve o Português correCto. E em Portugal, actualmente, o Português está tão deturpado, tão maltratado que se transformou numa linguagem mixordesa, sem futuro algum.
As “informações” do ChatGPT são uma falácia. Fartos desta cassete estão os Portugueses. Bolçam mentiras sobre o símbolo maior da Identidade de Portugal, apenas por interesses meramente políticos do Brasil, que só são mantidos, graças ao arreigado e vergonhoso servilismo do governo português.
Aguardamos por um salvador, com coragem para derrubar o bunker onde têm cativa a NOSSA Língua Portuguesa.
E que ninguém venha apodar-me de xenófoba ou racista, porque isso sei que NÃO sou.
Isabel A. Ferreira
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