Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2015

A LÍNGUA PORTUGUESA “ACORDIZADA” NUNCA SERÁ A LÍNGUA DO FUTURO

 

Congresso em Coimbra debate a Língua Portuguesa como «língua de futuro»

 

201511261421_Coimbra2014.jpg

Origem da imagem: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=800840

 

Organizado pela Universidade de Coimbra para encerrar as comemorações dos seus 725 anos, realiza-se de 02 a 04 de Dezembro, no Convento de São Francisco, um Congresso Internacional que reúne escritores, especialistas e investigadores para debater a «Língua Portuguesa: uma Língua de Futuro».

 

Acontece que a língua acordizada nunca terá futuro.

 

É absolutamente inacreditável que na mais antiga Universidade Portuguesa, na "minha" Universidade, a Língua Portuguesa vá ser tratada como uma língua esfarrapada por um acordo desacordado, que nenhum português culto subscreve, e que apenas interessa a editores mercenários, portugueses e brasileiros, a uns tantos interesseiros e a governantes incultos.

 

O que aqui está em causa é a Identidade Portuguesa.

 

A Língua Portuguesa está a ser infamemente mutilada, e apenas a REVOGAÇÃO desse vergonhoso acordo, que colocou à venda um dos mais preciosos patrimónios da nacionalidade portuguesa, serve realmente a Portugal.

 

Os promotores deste Congresso deveriam ter vergonha do que estão a fazer. A Língua Portuguesa, Culta e Europeia, não está à venda.

 

Recusamo-nos a aceitar o que pretendem que seja "pluralidade e diversidade da língua", quando tudo isso não passa de uma FRAUDE, pois o AO90 acaba com essa pluralidade e a diversidade.  

 

Puro engano.

 

Essa língua desenraizada que por aí anda a ser usada,  nunca será a Língua Culta Portuguesa, e com o AO90 os analfabetos funcionais crescerão como cogumelos e em dias chuvosos e serão a catástrofe do futuro.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:41

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EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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