Domingo, 3 de Junho de 2018

POSSO PERGUNTAR?

 

Parodiando o argumento dos defensores do AO90: o que não se lê não se escreve.

 

POSSO PERGUNTAR.png

 

Estou aqui a pensar nas desventuradas crianças inglesas e alemãs que aprendem aqueles thoughts e aqueles Auschwitzes sem pestanejar... e as nossas crianças (as actuais, porque as das gerações anteriores estão fora desta apreciação), coitadinhas, como  podem compreender que em palavras como concePção, excePção, recePção, a consoante não articulada é um , e que em vocábulos como correCção, direCção, objeCção, tal consoante é um (conf. Nota Explicativa do AO90, publicada no Diário da República)?

 

Realmente como é que as nossas desventuradas crianças vão compreender isto, e que os vocábulos humidade, homem, hora, haver, levam aquele agá que não se lê, mas tem de se escrever?

 

Isto não será uma enorme tragédia grega? As crianças portuguesas, da actual geração, nascerem todas com deficiência intelectual, e não conseguirem compreender algo que todas as crianças das outras gerações compreenderam, e que por toda a Europa todas as crianças compreendem?

 

Não haverá nisto uma projecção freudiana, da incapacidade intelectual dos actuais adultos em perceber o alcance da parvoíce que andam por aí a espalhar, e transpõem essa incapacidade deles para as crianças que, por serem crianças, conseguem assimilar muito mais facilmente tudo o que lhes é ensinado? Pois não é esta a fase da vida de um ser humano mais propícia à aprendizagem de todas as coisas?

 

A este uso e abuso da falsa incapacidade de as crianças aprenderem correCtamente a sua Língua Materna, chama-se crime de lesa-infância, que deve ser punido severamente, pois põe em causa o futuro dessas crianças no que diz respeito à Educação e Cultura. São fortes candidatas a analfabetas.

 

Deixo isto à consideração de pais, professores e psicólogos, uma vez que os políticos estão tão cegos por servir o estrangeiro, que não se dão conta da imensidade deste crime.

 

Isabel A. Ferreira

  

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:12

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Sábado, 12 de Maio de 2018

O MIXORDÊS DO SENHOR PROFESSOR UNIVERSITÁRIO

 

«Quando um docente do ensino superior e ex-governante com responsabilidades escreve assim (embora sem obrigatoriedade de o fazer), é porque algo não está bem no instrumento aplicado nem na filosofia que lhe serviu de base. Continua, portanto, a confirmar-se que o Acordo Ortográfico é transversalmente um factor de perturbação da escrita e indutor de analfabetismo.»

(Tradutores Contra o Acordo Ortográfico).

 

MIXORDÊS3.png

 

Imagens daqui: https://bit.ly/2G01svt

Fonte:

https://www.facebook.com/TradutoresContraAO90/photos/a.645077242260614.1073741827.199515723483437/1557477114353951/?type=3&theater

 

***

Isto já nem é coisa de um país terceiro-mundista! É sim, de um país quinto-mundista, onde o ensino da Língua não existe. 

 

Isto é absolutamente intolerável. Inimaginável, num país Culto.

 

Votam a favor do acordo ortográfico. Aplicam-no, convencidos de que estão a escrever o supra-sumo de uma Língua, e eis este vergonhoso resultado.

 

E é assim na escrita, e é assim também no falar.

 

Quando um professor universitário e ex-governante adopta a mixórdia ortográfica, o que farão os outros, os que têm menos habilitações literárias, como os legendadores e tradutores televisivos, as crianças, os jovens, que nas escolas aprendem este mixordês, quando têm direito ao ensino qualificado da Língua Materna – a Língua Portuguesa, na sua grafia culta e europeia!

 

Mas há ainda mais. Há o mixordês também nos canais televisivos.

 

E o pior é que o governo português e o presidente da República acham piada a isto, e calam-se. E não tomam a iniciativa de pôr ordem na casa.

 

 

MIXORDÊS.jpg

Fonte da imagem: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=195953047868881&set=gm.1857525544292810&type=3&theater&ifg=1

MIXORDÊS1.jpg

 Fonte da imagem: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10156393674308556&set=gm.2048019628555840&type=3&theater&ifg=1#

 

 Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:03

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Sexta-feira, 11 de Maio de 2018

UMA DECLARAÇÃO DE VOTO QUE ARRASA O AO90

 

Porque (ainda) é pertinente, porque está actualíssimo, porque diz verdades indesmentíveis, porque só pelo que aqui é dito já deveríamos estar livres do monstro ortográfico que está a destruir a Língua Portuguesa, transcrevo o que Pedro Quartin Graça publicou acerca da declaração de voto que José Mendes Bota fez a 28 de Fevereiro de 2014, no Plenário da Assembleia da República.

 

Envergonhem-se senhores governantes, presidente da República incluído, que apesar de saberem que José Mendes Bota olhou para o AO90 com a lucidez dos sábios, passados quatro anos, ainda teimam em manter-se em silêncio, arrastando na lama o símbolo maior de uma nação – a Língua Materna.

 

DECLARAÇÃO DE VOTO.jpg

 

«DECLARAÇÃO DE VOTO

Quem dá a cara merece ser elogiado

por Pedro Quartin Graça, em 28.02.14

 

Podia estar acomodado, calado e insensível. Prestígio internacional não lhe falta. Tampouco experiência em grandes combates. Hoje deu corajosamente a cara por mais um. Aquele que marcou, de forma triste, a sua vida parlamentar de mais de 24 anos, sempre eleito e reeleito pela população portuguesa, e pelo Algarve em particular. Na hora em que muitos, de forma cobarde, se esconderam debaixo da tradicional disciplina do voto, José Mendes Bota soube interpretar o sentir de um Povo que rejeita uma escolha política que não sufragou e com que não concorda e tudo fez para que a mesma não tivesse lugar. Merece o nosso aplauso pela luta sem fim que protagonizou juntamente com todos quantos se erguem de forma firme contra o Acordo. Um abraço José. E obrigado.

 

Declaração de voto do Deputado Mendes Bota a propósito da votação dos Projectos de Resolução nºs 890/XII/3ª (Ribeiro e Castro e outros) que “recomenda ao Governo a criação urgente de um Grupo de Trabalho sobre a Aplicação do Acordo Ortográfico”),965/XII/3ª (PCP) que “recomenda a criação do Instituto Português da Língua, a renegociação das bases e termos do Acordo Ortográfico ou a desvinculação de Portugal desse Acordo) e 966/XII/3ª (BE) que “recomenda a revisão do Acordo Ortográfico”

 

Plenário da Assembleia da República, 28 de Fevereiro de 2014 « Tenho 24 anos de actividade parlamentar – e hoje, é provavelmente o dia mais triste desse percurso, em que senti à evidência a impotência do deputado individualmente considerado.

 

Esta foi uma oportunidade perdida para colocar um travão, uma suspensão para pensar, num processo que está a conduzir à destruição da Língua Portuguesa, e a semear o caos ortográfico junto do povo português. Este é um processo eivado de inconstitucionalidades orgânicas e formais.

 

Houve um pressuposto que não se verificou: ao contrário do que se julgava, este acordo não unifica ortograficamente a Língua Portuguesa, antes pelo contrário. A questão das consoantes mudas, a questão dos hífenes, o critério, o critério das facultatividades o critério da pronúncia, e a forma como funcionam os instrumentos do VOP e do LINCE, destroem pela base o pressuposto inicial. Desunifica-se em vez de unir. Politicamente, Portugal corre o risco absurdo de chegar ao início de 2016 e ser o único país a aplicar obrigatoriamente uma ortografia que nem sequer era sua.(*)

 

Este é um acordo feito à margem dos povos a que se destina, que não foi pedido, nem é desejado, seja em Dili, em Luanda, em Lisboa ou em S. Paulo

Nem é necessário. A Língua Inglesa tem 20 variantes, e nunca precisou de um tratado. Tampouco o Francês, que tem 15 variantes. Como disse Adriano Moreira: «A Língua não obedece aos tratados. Não se dão ordens à Língua.

Fiz tudo o que estava ao meu alcance para que o meu Grupo Parlamentar tivesse uma posição diferente, propus um projecto de resolução claramente no sentido da suspensão da aplicação do Acordo Ortográfico, mas a decisão foi outra – tenho que respeitar esta decisão, mas esse respeito não me obriga ao silêncio, estou num partido democrático.

Seguiu-se em Portugal a estratégia do facto consumado – perdão! Eu disse “facto”? Errado! É a estratégia do “fato” consumado, pois tenho um “LINCE” às costas, qual patrulheiro das palavras, que não me deixa falar em bom Português.

 

A solução hoje aqui aprovada é o mínimo dos mínimos dos mínimos, é uma solução fraca, não vinculativa, e que nada fará para inverter o rumo traçado por este estranho consenso político rendido às conveniências económicas, diplomáticas e operacionais.

 

Um deputado do Partido Socialista fez há dias circular um email acusando-me dc estar equivocado. Sou um ser humano, e admito que também erro, e também me equivoco.

 

Mas, quando olho à minha volta e vejo tantas personalidades da vida literária, cultural, política, com as quais partilho a mesma opinião, de rejeição da aplicação deste Acordo Ortográfico: Lobo Antunes e Agustina; António Barreto, Paulo Rangel e Francisco Assis; Manuel Alegre e Barbosa de Melo; Adriano Moreira e Freitas do Amaral; Maria Teresa Horta e José Manuel Mendes; Miguel Sousa Tavares e Vasco Graça Moura; Pacheco Pereira e Nuno Melo. E imensos linguistas como: António Emiliano ou Maria Regina Rocha; e os imensos milhares de subscritores da petição que hoje veio à tona do debate parlamentar, não creio estar equivocado na rejeição deste acordo ortográfico. Mas, se estiver, estou muito bem acompanhado.»

 

(*)  Actualmente, Portugal é o único país que aplica o AO90. Os restantes países, ditos da lusofonia, incluindo o Brasil (que nunca cumpriu as convenções ortográficas assinadas com Portugal), estão-se nas tintas para este acordo.

 

Fonte:

http://estadosentido.blogs.sapo.pt/3238687.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:06

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Domingo, 21 de Janeiro de 2018

NOVÍSSIMA CARTA ABERTA AO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA PORTUGUESA

 

Assunto: a aplicação ilegal, em Portugal, do fraudulento Acordo Ortográfico de 1990.

 

Excelentíssimo Senhor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República Portuguesa, começo por chamar a atenção de V. Exa para o que diz este meu colega brasileiro, acerca do acordo ortográfico: «Avacalharam a Língua Portuguesa», e o resto é a mais pura verdade, dita por um brasileiro, que escreve acção, como deve ser.

 

Nenhuma outra palavra define tão bem o que fizeram à minha (não, ao que parece, à de V. Exa.) Língua Materna. O termo “avacalhar” significa enxovalhar, rebaixar, ridicularizar, e V. Exa., como representante máximo da Nação Portuguesa, está a contribuir para esse enxovalhamento, esse rebaixamento, essa ridicularização da Língua, ao remeter-se ao silêncio, diante do caos instalado, e ao utilizar a ortografia enxovalhada no site oficial da Presidência da República.

 

LP BRASIL.png 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Origem da imagem: Tradutores Contra o Acordo Ortográfico

 

Uma vez mais ouso escrever a V. Exa., sempre na esperança de que possa obter uma resposta, pois além de toda a carta merecer uma resposta (faz parte da educação), todos os cidadãos têm direito a ela, quando interpelam aqueles que foram eleitos para servir o povo, até porque é o povo que lhes paga o salário e os subsídios, e quando se ganha 6,668.91€, é preciso mostrar serviço, ou seja, representar e defender a República Portuguesa, ser garante da independência nacional, da unidade da Nação e do Estado e do regular funcionamento das instituições, e pugnar pelos interesses do País, defender a sua identidade e os seus símbolos e não se deixar amarfanhar pelos interesses dos estrangeiros.

 

Por exemplo, a instituição Escola não está a cumprir a missão para a qual foi instituída, uma vez que burla as crianças portuguesas, colocando-as em desvantagem face às restantes crianças europeias, ao impingirem-lhes a ortografia brasileira, como a Língua Materna delas.

 

As crianças portuguesas têm o direito a um ensino de qualidade (está consignado na CRP), a começar pela Língua Materna, que é a base de todo o restante ensino. A nenhuma criança europeia é ensinada, nas escolas, as variantes das Línguas Maternas, porquê as crianças portuguesas têm de se afastar da sua Cultura, da sua Língua? Isto não constitui um crime de lesa-infância, Senhor Presidente?

 

O Senhor Presidente não saberá, como parece não saber, devido à postura que tem tomado em relação a esta questão, inclusive mantendo o site oficial da Presidência da República Portuguesa cheio de erros ortográficos (é caso único no mundo) que o AO90 é:

- inconstitucional?

- ilegal?

- juridicamente nulo?

- não unifica as ortografias da Língua Portuguesa?

- está repleto de falhas técnicas, das mais grosseiras que possamos imaginar?

- promove a mixórdia ortográfica amplamente já propagada?

- é contrário ao conceito de norma ortográfica?

- destrói relações entre palavras?

- tem implicações ao nível fonético, e os que o aplicam pronunciam mal as palavras às quais foram suprimidas as necessárias consoantes mudas?

- não foi alvo de discussão alargada na comunidade científica linguística?

- em nada contribui para o prestígio e a expansão da Língua Portuguesa?

- tem custos para o Estado nunca estimados, mas calcula-se sejam na ordem das dezenas de milhões de euros?

- não foi alvo de qualquer estudo de impacto?

- não foram consideradas as doutas avaliações negativas dos Portugueses, Brasileiros e Africanos de expressão portuguesa?

 

Senhor Presidente, saberá V. Exa. que:

 

- a Língua Portuguesa anda por aí espezinhada, mal escrita, mal falada, mal ensinada?

 

- em Portugal, o país europeu com a maior taxa de analfabetismo, está a formar-se uma geração de semianalfabetos, aqueles que aprenderão os rudimentos da escrita e da leitura, mas não serão capazes de ler e escrever correctamente a sua própria língua, mas saberão ler e escrever correctamente o Inglês, o Francês e o Castelhano que aprendem nas escolas portuguesas?

 

- o que se lê por aí na comunicação social (felizmente nem toda), e nos ofícios e mensagens estatais, é uma escrevinhada na mais vergonhosa e pobre ortografia?

 

- o caos ortográfico está instalado em Portugal?

 

É isto que V. Exa. quer para o nosso País?

 

É consentindo nesta ilegalidade da aplicação da ortografia brasileira que defende a CRP e a identidade portuguesa?

 

O que é que impede V. Exa. de dar um murro na mesa, como deu no caso dos incêndios de Pedrógão Grande?

 

Que pacto de silêncio é este a que V. Exa. está vinculado?  

 

Quem e que interesses servirão os governantes portugueses?

 

Senhor Presidente, esta é uma questão grave. Gravíssima. Está em causa a identidade portuguesa e a violação do direito de as crianças portuguesas terem acesso ao ensino da sua Língua Materna, culta e europeia.

 

Por isso exigimos uma tomada de posição clara e inequívoca. Exigimos uma resposta. Temos o direito a ela, e V. Exa. tem o dever de a dar.

 

Exigimos que V. Exa. defenda a legalidade e a Constituição da República Portuguesa, que jurou defender.

 

Basta de fazer de parvos os Portugueses!

 

Basta de enganar as nossas crianças!

 

Basta de promover o caos ortográfico!

 

Exigimos que devolvam a Portugal a Língua Portuguesa, culta e europeia!

 

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Para terminar, sugiro a V. Exa. que fixe bem o que diz Vasco Graça Moura, e leia o que pensam os lusófonos cultos (portugueses, brasileiros e africanos de expressão portuguesa) desta que é a maior fraude da nossa História, nestes links:

 

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/o-que-os-portugueses-cultos-pensam-33885

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/o-que-os-brasileiros-cultos-pensam-8246

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/o-que-os-africanos-cultos-de-expressao-37150

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:58

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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018

QUE PORTUGUÊS PARA A ONU?

 

ONU.jpg

 

Na entrevista feita pelo acordista Jornal Expresso a Luís Faro Ramos, presidente do “Camões” – Instituto da Cooperação e da Língua (mas qual língua?) li que fazer do Português uma das línguas oficiais da ONU é uma aposta estratégica do Governo (mas qual governo?). E esta foi uma das razões que levaram Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios dos Estrangeiros, a nomear pela primeira vez um diplomata para dirigir o instituto que tutela a língua e a cooperação.

 

E aqui colocam-se algumas questões: o tal “Camões” que agora é cooperador dos verdugos da Língua Portuguesa, nesta questão, estará a servir os interesses de quem? De Portugal, como Estado soberano e independente de influências estrangeiras, ou do Portugal subserviente aos interesses do Brasil?

 

É que a Portugal só interessa apresentar na ONU a Língua Materna Portuguesa, na sua versão culta e europeia, para não destoar das restantes Línguas Maternas cultas (algumas europeias) que fazem parte das línguas oficiais da ONU, a saber: o Inglês (de Inglaterra e não das ex-colónias); o Francês (de França e não das ex-colónias); o Chinês (o mandarim e não nenhum dos dialectos chineses); o Espanhol, (de Espanha e não das ex-colónias); o Árabe culto e não nenhuma das suas variantes; e o Russo, Língua Materna da Rússia e de vários outros países da Eurásia, e não nenhuma das suas variantes.

 

Ora não podemos apresentar na ONU outra língua que não seja a Língua Materna de Portugal, que é a Língua Portuguesa na sua versão falada e escrita, culta e europeia, e não na variante ortográfica brasileira que tem implicações com a oralidade (por exemplo, os que escrevem “direto” terão forçosamente de ler “dirêto”, sob pena de estarem a pronunciar mal o monstrinho ortográfico), e a qual andam a impingir aos Portugueses.

 

Sabemos que a aposta estratégica do Governo é a de apresentar à ONU a versão brasileira da Língua Portuguesa, no que respeita à ortografia, até porque foram os Brasileiros que tiveram a ideia primeiro, porque acham que eles são milhões, e nós, os outros escreventes e falantes lusófonos, que incluem os Angolanos, Moçambicanos, Timorenses, Cabo-Verdianos, São-Tomenses e Guineenses somos apenas milhares. Por isso, é tão importante para Santos Silva que os portuguesinhos aceitem o AO90 sem barafustar. A negociata passa por este detalhe. Por isso, o nosso ministro dos negócios DOS estrangeiros anda tão empenhadíssimo nesta negociata, e o “Camões” (quanto desprestígio para o Poeta!) ajuda a esta “missa (ão)”.

 

Portugal não pode impor-se internacionalmente com uma variante da Língua Portuguesa. Seria o desprestígio total. E penso que a ONU descartará essa possibilidade, a exemplo do que já fez o Vaticano: a Língua Portuguesa deixou de ser língua de trabalho na Cúria Romana, por ter perdido o seu cunho de língua culta europeia...

 

(Ler notícia aqui)

A SANTA SÉ FARTOU-SE DO ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/a-santa-se-fartou-se-do-acordo-22657

 

LUSOFONIA: BISPOS LAMENTAM SUSPENSÃO DO USO DA LÍNGUA PORTUGUESA NOS PROCESSOS DE CANONIZAÇÃO

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/lusofonia-bispos-lamentam-suspensao-do-48332

 

Seria uma vergonha, um país europeu impor-se internacionalmente com um dialecto mutilado, e não com a Língua Materna, como todo os outros.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:42

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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017

QUEREM APOIAR A CAUSA CONTRA O FALSO "ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990"?

 

«O Estado nunca agride o sentido moral ou intelectual de um homem, mas somente o corpo e os sentidos.

Não possui uma inteligência superior, nem honradez, dispõe apenas de mais força física.

Eu não nasci para ser forçado.

Hei-de respirar sempre à minha maneira.

Havemos de ver quem é o mais forte.

Que força possui uma multidão?»

 

Henry David Thoreau,

in «A Desobediência Civil» (1848)

 

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Se vos preocupa a forma como a nossa Língua Materna está a ser tratada, em Portugal, adiram a esta forma de luta contra a imposição da ortografia brasileira, mascarada de um “acordo ortográfico”, engendrado por “linguistas” de meia tijela, e imposto ILEGALMENTE pelo Estado Português aos Portugueses mais servis, e às indefesas crianças, para servir um lobby e interesses alheios aos interesses de Portugal.

 

Fazemos este apelo para que, unidos e numerosos, consigamos travar este crime de lesa-pátria e de lesa-infância, este linguicídio, que já está a ter consequências nefastas e a abandalhar a Cultura Culta Portuguesa.

 

Não compactuemos com a destruição da nossa Língua, de Matriz Culta e Europeia, e com a deformação cultural da geração futura - a das crianças obrigadas a aprenderem a sua Língua Materna segundo a cartilha brasileira.

 

Matemos esta galinha dos ovos de ouro gerada apenas para encher os bolsos a alguns (poucos) vilões.

 

Não comprem publicações que sigam o falso AO90!

 

Desobedeçam.

 

Recusem-se a adoptar a ortografia brasileira que estão a impingir aos Portugueses, em Portugal, porque não existe LEI ALGUMA, no nosso País, que a tal obrigue, e se, por ventura, pretenderem penalizar-vos por esse motivo, EXIJAM que vos mostrem a LEI. É que uma resolução do Conselho de Ministros não é Lei.

 

Não sejam servis. Tenham personalidade própria.

 

Boicotem as editoras e os órgãos de comunicação social que aderiram à ortografia brasileira.

 

E vinco bem ortografia brasileira, porque (e uma vez mais repito) aprendi a ler e a escrever no Brasil muito, muito antes de 1990, e o que aprendi a escrever lá foi isto: detetar, adoção, correto, ação ótico, ótimo, diretor, ator, direção, contato, exato, afeto, arquiteto, aspeto, setor, inseto, elétrico, fatura, objeto, dialeto, seleção, efetua, ativa, atividade ,ativo, teto, coletivo, refletir, entre todas as outras, com base na Base IV, do Formulário Ortográfico de 1943, que regeu a ortografia da Língua Portuguesa no Brasil desde 1943 e que diz o seguinte: Consoantes mudas: extinção completa de quaisquer consoantes que não se proferissem, ressalvadas as palavras que tivessem variantes com letras pronunciadas ou não.

 

O AO90 não passa de um grande erro, no qual só cai quem quer…

 

CÍCERO (2).png

Isto não sou eu que o digo. É Cícero.
Mas eu concordo plenamente.

 

 Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:13

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Quarta-feira, 19 de Abril de 2017

A INCOERÊNCIA DE UM GOVERNO QUE NÃO SABE O QUE FAZ E UMA FENPROF SUBSERVIENTE

 

FENPROF.jpg

Origem da foto:

http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/fenprof-entrega-documento-reivindicativo-na-residencia-do-primeiro-ministro

 

Hoje, ouvi o ministro da Saúde dizer no telejornal que as vacinas não são obrigatórias, porque soa a ditadura (mais ou menos isto).

 

E então a obrigatoriedade nas escolas, da aplicação de uma ortografia mutilada, estrangeirada, inculta e idiota, que dá pelo nome de AO90, com a agravante da penalização para os alunos que escrevam correCtamente a sua Língua Materna, não soa a ditadura????

 

***

E a FENPROF (Federação Nacional de Professores)?

 

Quado lhes mexem nos bolsos ou nas carreiras, mexem-se eles nas ruas.

Agora, quando se trata de defender o instrumento maior do Ensino: a Língua Portuguesa, com que devem comunicar todos os saberes aos alunos, isso já não interessa.

 

Também, com um secretário-geral desta estrutura sindical a bandear-se para o lado dos predadores da Língua, tudo é possível!

 

Que vergonha de país!

Que vergonha de governantes!

Que vergonha de professores interesseiros!

Tudo isto é repugnante.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:02

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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2016

ACTUAIS FEIRAS DO LIVRO SÃO UM LUGAR DE HORROR A EVITAR

 

Todos sabemos como o AO90 esmaga a Língua Portuguesa, e como os editores portugueses e brasileiros o querem impingir a Portugal, um país com governantes demasiado subservientes para o meu gosto.

 

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Nas actuais Feiras do Livro, os editores tentam impor-nos obras escritas em mau Português. Num Português fabricado no outro lado do Atlântico, longe das suas raízes, europeias e cultas. Um Português abrasileirado, numa versão inculta, que arrasta a Língua Portuguesa pela lama.

 

As Feiras do Livro tornaram-se num lugar esvaziado de sedução.

 

Já não me dizem nada.

 

Ler, para mim, continua a ser um prazer desmedido.

 

Visitar uma Feira do Livro era (não é mais), para mim, um grande prazer. Folhear os livros. Sentir-lhe o cheiro. Ler palavras que nos enfeitiçam…

 

Hoje, é uma autêntica viagem ao reino dos horrores.

 

Ver a Língua Portuguesa tão maltratada, tão esmagada sob as patorras de ignorantes traidores, em objectos a que continuam a chamar “livros”, perturba-me os sentidos.

 

Macera-me a alma.

 

As actuais Feiras do Livro já não me dizem nada.

 

Aplicava (não gastava) fortunas a comprar livros. E comprava tantos livros, que nunca consegui dar vazão à leitura de todos eles.

 

Hoje, esses livros que ficaram por ler são o meu esteio.

 

E são tantos, que poderia passar o resto da minha vida somente a ler, e não os leria a todos.

 

Hoje, já não frequento as Feiras do Livro. Para quê?

 

Faz-me mal ver a minha Língua Materna cominuída como se fosse uma coisa qualquer, que pudesse ser manipulada por malfeitores.

 

E tudo isto por motivos que nada têm a ver com a evolução natural da língua, mas apenas porque sim…

 

E o governo português, qual Judas Iscariotes, está a tentar vender a Língua Portuguesa por trinta dinheiros. Mais dia, menos dia, acabará enforcado na própria corda que está a tecer.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:58

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Quinta-feira, 9 de Junho de 2016

QUE INTERESSES OBSCUROS ESTÃO POR DETRÁS DA IMPOSIÇÃO ILEGAL DO AO90 NAS UNIVERSIDADES?

 

LÍNGUA.png

 

Este é um episódio da realidade portuguesa, numa universidade.

 

Mafalda (nome fictício), estudante na UL, solicitou os meus serviços para lhe rever o texto da sua dissertação. Aceitaria se não estivesse acordizado. Estava, porque era obrigada, embora não concordasse, informou-me ela. Então, a minha resposta foi não. Não corrijo textos acordizados. Se os corrigisse, teria de os “passar” a limpo, para Língua Portuguesa. A legítima. A única. A que se encontra em vigor.

 

Aguardei quase uma semana pela resposta da Mafalda:

 

«Peço desculpa por só lhe estar a responder agora, mas só hoje consegui ter uma resposta definitiva à minha última tentativa para não utilizar o novo AO.

 

A resposta não foi a que eu desejava, mas foi aquela que estava a prever. O que me disseram foi que sou mesmo obrigada a utilizar o novo acordo ortográfico. Isto porque, por um lado, a UL adoptou o novo AO e, por outro, existe legislação nacional, actualmente em vigor, que obriga as escolas a utilizarem o novo acordo ortográfico e a imporem a sua utilização aos seus alunos.

 

Quando disse à Isabel que a minha orientadora me disse para utilizar o novo AO, expliquei-me mal. A orientadora também é contra o novo AO, mas quis defender os meus interesses. Mesmo que ela fizesse de conta que não reparou, a dissertação não iria passar da secretaria após a entrega. E mesmo que na secretaria também não reparassem, do dia da defesa iam dizer-me para alterar e entregar novamente.

 

Como não estou a fazer o mestrado para ter esta graduação só porque sim e preciso mesmo dele por motivos profissionais e com urgência, e como também, embora sendo contra o novo AO, não estou tão acerrimamente envolvida nesta causa como a Isabel, não vou fazer mais nada e vou mesmo entregar a dissertação escrita com o novo AO.

Tenho pena de não poder contar com a sua colaboração (e também já nem vou contactar mais ninguém para fazer a revisão), mas entendo perfeitamente a sua postura e dou-lhe os meus sinceros parabéns pela sua coerência.

 

Pedindo-lhe desculpa pelo tempo que lhe tomei…»

 

***

Esta resposta deixou-me perplexa. A UL obriga os alunos a escreverem mal a Língua Materna? Por alma de quem?

Cara Mafalda,

 

Doeu-me a alma ao ler esta sua mensagem. Por si, que está a ser ENGANADA, e NÃO É OBRIGADA a aplicar o AO90 na sua dissertação, porque não existe nenhuma legislação nacional (não existe) que a obrigue a aplicá-lo.

 

E também me faz doer a alma, pelas mentiras que o sistema apregoa, ignorando e desrespeitando a Constituição da República Portuguesa.

 

A UL até poderia ter adoptado o AO90, por ignorância ou por INTERESSES DUVIDOSOS, só que a UL NÃO PODE EXIGIR que os alunos apliquem esta aberração. E se a Mafalda apelasse para a Justiça, teria ganho de causa.

 

A falta de informação ou a ignorância optativa, é que “obriga” as escolas a imporem uma norma ilegal.

 

A sua orientadora, desculpe que lhe diga, deveria informar-se melhor, e não induzir a Mafalda em erro. Fica mais fácil dizer «É obrigada» do que «Não é obrigada, mas isso implicaria algum incómodo, e os professores (hoje transformados em serviçais do ensino) optam por não se incomodarem».

 

Saiba que existe muitos alunos do Ensino Superior que se recusam a entregar as suas dissertações em AO90 e não lhes acontece nada.

 

Saiba também que existem alguns professores que não aplicam o AO90 nas escolas e não lhes acontece nada, porque legalmente ninguém pode fazer nada contra quem se recusar a escrever com erros ortográficos.

 

São poucos. E é nisso e no medo que alunos e professores têm de perder “algo” (ainda que hipoteticamente), que os políticos incompetentes e subservientes ao lobby editorial apostam, para impingir uma ortografia mutilada.

 

Se a sua dissertação não passasse na Secretaria, a Mafalda tinha todo o direito de apresentar uma queixa, porque a aplicação do AO90 é ilegal e inconstitucional (já lhe tinha dito e enviei-lhe um link, mas vou deixar aqui um outro para demonstrar-lhe o que digo:

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/em-portugal-a-imposicao-do-ao90-e-18730

 

 

Compreendo a sua situação. O sistema vale-se da necessidade dos jovens, para impor uma “coisa” ilegal, de lesa-língua e lesa-pátria.

Sim, eu estou empenhadíssima em defender a Língua Portuguesa, e aproveitarei este seu exemplo para agitar as águas estagnadas do ensino da Língua Portuguesa, em Portugal.

 

Estes casos têm de ser desmascarados, porque são ilegais. E a UL não pode obrigar ninguém a cometer uma ilegalidade. É ilegal.

 

Sinto muito, por si.

 

Gostaria que não pensasse que estou a “pressioná-la” por interesse.

Eu até estaria disposta a abdicar da minha remuneração pelo trabalho, se a Mafalda tivesse a coragem de romper as amarras. Essa seria a minha maior recompensa.

 

Mas compreendo que não queira arriscar. Mas se arriscasse, nada poderiam fazer contra si.

 

Sinto muito por si, pelo seu dilema e pela Língua Portuguesa, que está a ser atirada ao caixote do lixo, e os grandes culpados são os professores que deviam ser os primeiros a rejeitar esta aberração ortográfica, e não o fazem por medo, por ignorância, por comodismo, por ser mais fácil acomodarem-se e por subserviência.

 

Não pense que me fez perder tempo.

 

Obrigada, por ter-me escolhido. Valeu a pena, porque poderei ajudar a desmascarar todos os que obrigam os alunos a escrever incorrectamente a própria Língua, induzindo-os a cometer uma ilegalidade».

 

***

Esta foi a minha resposta à Mafalda.

 

A Mafalda entregou a sua dissertação de mestrado cheia de erros ortográficos.

 

E este é o exemplo perfeito da miséria educativa em que se encontra o ensino da Língua Portuguesa em Portugal.

 

E nem Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República, que jurou defender e cumprir e fazer cumprir a Constituição defende a Língua Oficial do País que representa.

 

Não é uma vergonha?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:03

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Terça-feira, 31 de Maio de 2016

O ESTADO PORTUGUÊS DESONRA A LÍNGUA OFICIAL DE PORTUGAL

 

Não é uma vergonha?

 

Os governantes portugueses não sabem escrever nem em Língua Portuguesa, nem em bechara-malaquês, vulgo AO90, uma ortografia inventada por ignorantes, para ignorantes, a qual os políticos estão a tentar impingir, à força, aos Portugueses.

 

E é muito triste ver que os governantes NÃO SABEM honrar a Língua oficial de Portugal.

 

LUDWIG.png

 

E eu, que já lutei por tantas causas, nesta vida, nunca imaginei ter de pelejar pela minha Língua Materna, algo que eu tenho como SAGRADO e IMORREDOURO, e que querem MATAR apenas por uma questão de €€€€€€€€€€€€€€…

 

O AO90 foi a maior desgraça que aconteceu à Língua Portuguesa, desde que Dom Diniz adoptou o Português como língua oficial, em Portugal.

 

ESTADO A FINGIR.jpg

 

 Fontes da imagem:

http://i.imgur.com/qRdnnv9.png.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151673188537474&set=g.134046726619816&type=1&theater

 

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10200725848324154&set=a.1222346834379.35765.1100205449&type=3&theater

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:06

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.ACORDO ORTOGRÁFICO

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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isabelferreira@net.sapo.pt

. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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