Terça-feira, 29 de Janeiro de 2019

COMO LEVAR À FALÊNCIA AS EDITORAS QUE SE VERGARAM AO AO90

 

Andar pelo Facebook a passar o tempo, gostando e desgostando das publicações anti-AO90, que por lá se propagam, em várias páginas, não leva a lado nenhum.

É preciso mais acção e menos conversa.

O que pode ser feito?

 

PORTUGUÊS DE FACTO.jpg

 

Eis uma página do Facebook «Português de Facto» onde os Portugueses, que se recusam a comprar e a ler livros acordizados, podem encontrar sugestões de obras escritas em Português correCto, neste link:

https://www.facebook.com/portuguesdefacto/photos/a.789300531156489/1574763905943477/?type=1&theater

 

Felizmente, as obras em Português correCto, que esta página vai sugerindo, são cada vez mais. É nem todos são parvos.

 

Temos de levar à FALÊNCIA as editoras que se vergaram ao AO90, com olhos esbugalhados a pensar nos €€€€€€€€€ que podiam meter ao bolso. E este é UM dos caminhos para acabar com a mixórdia que se ensina nas Escolas portuguesas e se anda a escrever por aí, ignorantemente.

 

Sabemos que o acordo ortográfico não abriu o mercado brasileiro ao livro português, nem vice-versa, aliás como já era de esperar (e não vou sequer entrar nos detalhes que justificam este falhanço, porque só os muito ingénuos acreditaram em tal abertura).

 

Um destes dias, tive na mão um livro para crianças intitulado Diário de um Banana, da Booksmile, onde se lia Edição em Português (venda interdita no Brasil). Estando o livro escrito à brasileira, por que a sua venda é interdita no Brasil? Isto é algo que gostaria de saber e vou averiguar.

 

Achou-se (se tivessem pensado, não chegariam a esta conclusão) achou-se que ao estabelecer uma ortografia unificada (falhanço total) o AO90 iria facilitar a circulação do livro português no Brasil (uma vez que no Brasil não se entende o Português). E este foi um dos argumentos usados a favor da aplicação do acordo, cujo tiro saiu pela culatra.

 

Porém, como achar que o acordo unificaria a ortografia do Brasil e de Portugal foi um erro de cálculo incalculável, essa ilusão deu com os burros n’água, tanto que a LeYa, que foi logo in$talar-$e no Brasil, a achar que ia encher os bol$o$, já de lá saiu. E agora marca-se passo, por que nem livros portugueses entram no Brasil, nem livros brasileiros entram em Portugal.

 

O AO90 foi (é) um daqueles erros apenas cometidos por quem só viu (vê) $$$$$$$$$ diante dos olhos. E como sempre ouvi dizer: quem tudo quer, tudo perde.

A aplicação do AO90 é ilegal.

O AO90 não unificou coisa nenhuma, e jamais unificará, a não ser que o Brasil ceda e adoPte a Língua Portuguesa, porque é o único país da dita lusofonia, que não a escreve e fala na íntegra, e que Portugal mande o AO90 às malvas e regresse à racionalidade.

 

E como os maiores vendilhões da Língua Portuguesa são as editoras que andam por aí a vender gato por lebre, ou seja, a chamar portuguesa a uma língua que foi abrasileirada, há que levá-las à falência e obrigá-las a publicar livros e manuais escolares e dicionários em Português correCto, se quiserem que os Portugueses, que não se renderam a esta ilegalidade, a esta fraude, a este negócio dos mais sujos de que há memória em Portugal, comecem a comprar-lhes livros.

 

Aqui fica o rePto a todos os Portugueses que se dizem anti-AO90: não comprem livros nem revistas nem jornais acordizados.

 

Isabel A. Ferreira

***

 

Sugestão de Miguel F.:

«Uma forma adicional de dar força à falência dessas editoras, seria por exemplo no ínicio dos anos escolares, ser comprado apenas UM ÚNICO exemplar de cada manual escolar e distribuí-lo digitalmente (fazer scans, criar um pdf e enviar por email) por todas as famílias e estudantes do país.

Conseguem imaginar o IMPACTO NEGATIVO que teriam essas editoras (acordistas, fraudulentas e traidoras da língua)?»

 

Se isto não for ilegal, é uma excelente ideia!

 

Análise jurídica a esta ideia:

 

«Supostamente será ilegal segundo a protecção de direitos de autor(?), mas por outro lado também o DESacordo é ilegal e usam-no impunemente.

 

A dedução lógica da lei é que supostas "obras" que usam uma ortografia claramente ilegal não poderão ser consideradas obras, não estando por isso protegidas por direitos de autor. E assim sendo, deixa de ser ilegal a sua reprodução.

 

Na pior das hipóteses, e já que o governo e a justiça portugueses funcionam tão pobremente que deixam algo tão obsceno como o DESacordo continuar a ser inconstitucional e ilegalmente impingido aos portugueses, certamente não será difícil alguém publicar esses pdfs online e partilhá-los sob anonimato, uma vez que quem usar esses pdfs (famílias e estudantes) não poderão ser criminalizados pois não foram eles quem reproduziram tais "obras" cheias de erros

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:09

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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017

GRUPO EDITORIAL LEYA VENDE NEGÓCIO NO BRASIL

 

 

Um negócio que eles sonharam vir a ser um negócio da China, ou seja, que desse bons lucros, mas à boa maneira brasileira, deram com os burros n’água, ou seja (vá que não saibam) o negócio foi ao fundo, porque embarcaram numa canoa furada.

E querem saber que mais? Todas as editoras que tentaram vender a Língua Portuguesa ao Brasil deviam ir à falência. Bem o merecem.

A notícia lesse no Expresso, pela pena de Margarida Fiúza

Leya vende negócio no Brasil

 

FUNDO.png

 

Foi o meu amigo Francis quem me chamou a atenção para a notícia, com esta mensagem: «A merecida descida aos infernos, de quem tentou vender o Património Imaterial de Portugal. E é bem feito!»

 

Pois é! É bem feito! Mereciam isto e muito mais.

 

Diz a notícia: «A venda do segmento das edições escolares da editora LeYa no Brasil, às Edições Escala Educacional, que decorreu no final desta semana, faz parte de um plano maior. Em declarações ao Expresso, Miguel Pais do Amaral, dono do grupo editorial, avança que “a venda de uma ou várias divisões no Brasil está em cima da mesa” e que “existem contactos” e “conversações avançadas com diversas entidades”. O grupo já vendeu uma unidade de negócio, mas está a tentar alienar todas

Porquê?

 

Pais do Amaral refere que «a Leya tem três operações no mercado brasileiro. Em São Paulo, actua no sector das edições gerais (através das marcas Leya, Lua de Papel, Casa das Palavras e Alumnus), sendo “o quarto operador do mercado”, e da educação (negócio agora vendido), como “sexto operador”. Em Brasília, tem ainda uma operação de e-learning e formação, a UnYLeYa (ensino universitário a distância).

 

E mais:

«São operações independentes, pelo que podem ser vendidas em separado”. A primeira, a operação das edições escolares, foi vendida à Edições Escala Educacional, que faz “parte do grupo Escala, antigo sócio brasileiro da Hachette, e com 24 anos de tradição no mercado brasileiro, actuando na edição de revistas, serviços gráficos e livros».

 

Segundo Miguel Pais do Amaral, «o plano de venda dos negócios da editora no Brasil, decorre em função da depressão em que entrou a economia brasileira, o que tem tido um impacto forte no negócio da Leya naquele mercado. Por um lado, a Leya tem sofrido com o baixo consumo que o Brasil regista. Por outro lado, também o facto de o Governo brasileiro se encontrar sem recursos financeiros, pagando atrasado ou não pagando, tem dificultado a vida das editoras que estão no mercado».

 

O baixo consumo era expectável. Mas não será apenas isso.

 

Lá diz um ditado bem português: «pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita», e isto significa que algo que começa mal, dificilmente consegue mudar e seguir o bom caminho.

 

Pois as editoras portuguesas vendilhonas, aquelas que se venderam, que rejeitaram a Língua Portuguesa, que renunciaram a princípios por interesses pessoais, o de encher os bolsos, começaram este negócio muito mal, e espero que todas acabem mal.

 

Estão a ser rejeitadas no Brasil, mas também em Portugal, por motivos diferentes.

 

É que como diz Miguel de Cervantes, que viu os seus carrascos serem castigados: «Deus suporta os maus, mas não eternamente».

 

A notícia refere ainda: «A LeYa no Brasil entrou no mercado dos livros escolares em 2010, onde actuava ao nível da educação básica e de ensino médio, com obras didácticas, plataformas digitais de ensino e sistema de ensino. Há três anos, ainda antes da crise económica brasileira, Miguel Pais do Amaral dizia esperar que o negócio da LeYa no Brasil ultrapassasse o de Portugal em vendas. Na altura, o investidor afirmava que a empresa já era rentável nas áreas das edições gerais e de e-learning, mas que ainda estava numa fase de investimento na área educacional e que, por isso, esperava algumas perdas naquele segmento de negócio, apesar das vendas em alta. As expectativas em relação ao mercado brasileiro eram grandes: Tinha “a demografia certa, ao contrário de Portugal” e era um mercado onde a classe média estava a crescer, onde as pessoas estavam a ler mais e onde o ensino era “uma prioridade do Governo”, segundo o investidor. Tudo “novas oportunidades que se abrem aos operadores na área”, sublinhou Pais do Amaral em 2013. Mas o mercado mudou e as expectativas refrearam. A expectativa agora é a de vender tudo e sair do Brasil».

 

Querem recuperar o lucro perdido?

 

Abandonem a canoa furada da unificação ortográfica impossível de unificar, porque jamais terão sucesso.

 

As crianças portuguesas precisam de novos manuais escolares que estejam escritos na Língua Materna delas, a Portuguesa, culta e europeia, e elaborados a pensar que as crianças não são tão idiotas como os adultos, que acham que as crianças são idiotas.

 

Deixem a ortografia brasileira, para os Brasileiros. Eles são maiores e vacinados. São independentes. Têm um linguajar próprio. Desde 1911que os Brasileiros sempre se recusaram a adoptar a ortografia   portuguesa, que se pretendeu, por várias vezes, unificar. Nunca aceitaram, apesar de terem assinado as várias convenções luso-brasileiras. Porque havemos nós de ceder, e de abdicar da nossa Língua Portuguesa de Matriz Europeia, para ceder aos caprichos da ex-colónia?

 

Isto não faz o mínimo sentido. É completamente irracional.

E se o negócio correu mal, bem feito!

É o que apetece dizer.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia:

http://expresso.sapo.pt/economia/2016-07-02-Leya-vende-negocio-no-Brasil

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:27

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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2017

RESTAURAÇÃO DA MATRIZ DA LÍNGUA PORTUGUESA

 

Artigo da autoria de

Francisco João DA SILVA*

 

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Em 2016, 

Paulo de Morais  foi candidato a Presidente da República, e durante a campanha eleitoral declarou que "O mercado dos livros escolares no ensino básico está dominado por três editoras — a Porto Editora, a Leya e a Santillana — que têm ao seu serviço um conjunto de políticos que no Ministério da Educação e na Assembleia da República, pela via, mais uma vez, da corrupção, ficam de cócoras perante este tipo de editoras", disse, na altura, o professor universitário. E acrescentou: "o sistema educativo está viciado, alimentando o interesse das editoras". 

Ver aqui:

https://www.publico.pt/2017/10/26/sociedade/noticia/tribunal-decide-que-paulo-de-morais-nao-tem-de-indemnizar-porto-editoria-por-difamacao-1790440/amp     

         

 A Porto Editora avançou com uma acção cível contra Paulo de Morais e o Tribunal da Póvoa de Varzim, salvo erro, em Outubro de 2017 absolveu-o e ilibou-o das pretendidas injúrias e   ofensas   de que foi acusado pêla Porto Editora.

ver   aqui : 

https://www.publico.pt/2017/10/26/sociedade/noticia/tribunal-decide-que-paulo-de-morais-nao-tem-de-indemnizar-porto-editoria-por-difamacao-1790440/amp  

 

Fica assim provado   que o   famigerado Acordo Ortográphico 

1990, dito AO199O, além de ser ilegal e inconstitucional, violando escandalosamente a  Constituição da Republica Portuguesa  e   a  Convenção de Viena que rege o direito internacional  de  Tratados  ver aqui  o artigo  que publiquei a

3 de Outubro de 2017

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/carta-aberta-a-sociedade-81243),   

dado que o des-governo duma personagem altamente  tóxica, como José  SÓCRATES, usurpou poderes  que não tinha  e que  não lhe são  sequer  reconhecidos pêla  Constituição Portuguesa, através duma   Resolução de Conselho de Ministros (RCM 8/2011),  procede igualmente de interesses económicos e financeiros, na sua gula para angariar lucros, não recuaram  diante da  destruição da  MATRIZ  da LÍNGUA PORTUGUESA ao conseguirem impôr  dictadurialmente, como está  agora  amplamente claro, através da cumplicidade de políticos, uma [nova] variante estrangeira, e importada ilegalmente do Brasil, mas que, de maneira totalmente cómica e ridícula, distorceram totalmente, pois, além de ser apenas utilizado minoritariamente em Portugal, transformou-se igualmente    num dialecto estatal, um novo crioulo português, e que já é até motivo de troça da parte de muitos Brasileiros (cultos) e de muitos estrangeiros, mais respeitosos   do que os próprios Portugueses, do Património Imaterial de Portugal do qual a MATRIZ da língua, faz parte, segundo a Convenção da UNESCO.

 

Ora, caros amigos, uma das características das repúblicas bananeiras é justamente esta que estamos a presenciar em Portugal: a violação da Constituição, por uma classe política ilegítima, ipso facto.

 

O Estado de Direito deixou, também assim, de existir em Portugal. Parece que   a democracia   PRALAMENTAR 

ver aqui

 http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/e-preciso-exigir-a-restituicao-da-7721  

foi  restabelecida  depois do 25 de ARDIL,  para ser  agora substituída  por uma  dictadura Ortográfica.

 

Perante esta situação, relembro aquele poema de Bertolt BRECHT: (Die Lösung -  A  Solução), citação:

 

“…   o povo

Tinha deitado fora a confiança do Governo.

E que só poderia recuperá-la

Por esforços redobrados.

Não seria mais fácil,

Neste caso, para o governo

Dissolver o povo

E eleger outro?”

   

Fim de citação.

 

Onde está a Sociedade Civil? Onde está o   Povo Português? Onde está Antão de Almada (que dizia que  ia ali mudar de Rei  e  já voltava)  e  os  conjurados  do 1º  de Dezembro de 1640?

 

Vamos exigir cada vez com mais força e determinação, a restituição à Pátria da MATRIZ da Língua Portuguesa.

 

A   decadência 

e o desaparecimento duma Nação  começam também por aí, se não lutarmos e não resistirmos, como o fizeram outros valorosos Portugueses no dia 1 de Dezembro de 1640, contra outro tipo de usurpadores: os Castelhanos!

 

Pêla minha parte deixo aqui um apelo ao actual Presidente da Republica, cujo papel é, também,  o  de não deixar  que os valores  consagrados na Constituição Portuguesa,  sejam assim  espezinhados,  por usurpadores !


A ofensa, essa sim, é feita a todos os portugueses dignos e verticais.

 

É portanto pertinente relembrar (enviar ao Presidente da República) este   poema  de Martin NIEMÖLER (1892-1984):

 

 “E não sobrou ninguém

 

 Primeiro levaram os comunistas

mas não me importei com isso

eu não era comunista;

Em seguida levaram os sociais-democratas

mas não me importei com isso

eu também não era social-democrata;

Depois levaram os judeus

mas como eu não era judeu

não me importei com isso;

Depois levaram os sindicalistas

mas não me importei com isso

porque eu não era sindicalista;

Depois levaram os católicos

mas como não era católico

também não me importe i;

Agora estão me levando

mas já é tarde,

pois não há ninguém para

se importar com isso.

 

Francisco João DA SILVA


 

* Francisco João DA SILVA, um livre pensador.  Em defesa da língua portuguesa, que é uma parte essencial do Património Imaterial de Portugal, segundo a Convenção da UNESCO, o remetente desta mensagem NÃO adoPta o “Des-Acordo Ortográfico” de 1990 (AO9O),

um dialeCto estatal, devido a ser:

 

1) - ILEGAL e INCONSTITUCIONAL 

2) - Linguisticamente inconsistente 

3) - Estruturalmente incongruente.

4) - Para além de, comprovadamente, ser causa de crescente iliteracia em publicações oficiais e privadas, na imprensa e na população em geral e de ter provocado um caos ortográfico em Portugal e um descalabro a nível internacional e já motivo de troça. Foi REJEITADO por vários outros países (Angola, Moçambique).

 

ANULAÇÃO IMEDIATA!

Francisco João

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:44

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.ACORDO ORTOGRÁFICO

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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isabelferreira@net.sapo.pt

. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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