Segunda-feira, 21 de Setembro de 2020

O AO90 é a cartilha dos mais básicos erros ortográficos que as crianças estão a ser forçadas a "aprender"

 

O grande e gravíssimo problema que se coloca actualmente é precisamente a imposição deste aborto às inocentes crianças.

 

Aqueles que, cegamente, aderiram à aplicação ilegal do AO90, deveriam ser processados criminalmente. Primeiro, por serem cúmplices de uma ilegalidade; e segundo, por permitirem que as crianças aprendam pela Cartilha do AO90, uma tosca colectânea dos mais básicos e graves erros ortográficos.

 

Pais deste país: as vossas inocentes crianças estão a ser ENGANADAS.

 

E isto não será grave? Isto não configurará, de facto, um crime de lesa-infância?

 

Vejam o que nos diz Miguel Esteves Cardoso, e que assino por baixo,

Isabel A. Ferreira

 

MEC.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:10

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Domingo, 23 de Agosto de 2020

“Mixordês” à moda exclusivamente portuguesa

 

Apenas em Portugal isto acontece.

 

Em país nenhum do mundo a Língua Oficial é tão amesquinhada, tão maltratada, tão atirada ao monturo, como em Portugal.

 

Foi no que deu pretender adoPtar-se a grafia brasileira (projeto) misturando-a com a grafia portuguesa (arquiteCtura). O resultado não podia ter sido mais pernicioso.

 

Perante uma tal legenda, as crianças - as principais vítimas deste desleixo, desta falta de brio, desta ignorância encomendada – perguntam: então não é para escrever arquitetura (sem )? Devemos dizer-lhes: não, não é. É para escrever “projeCto” com, tal como em arquiteCtura, à portuguesa. A frase que se vê está escrita em mixordês: a mistura das duas grafias.

 

E os governantes, à boa maneira ditatorial, continuam a fazer-se de cegos, surdos e mudos, como se governassem um País, onde a Língua Oficial é tratada com água de rosas.

 

O que andam a fazer os milhares que se dizem anti-AO90, que não os vejo levantar a voz contra este insulto à identidade portuguesa, este insulto à dignidade da Língua Portuguesa? Apenas uma meia dúzia está a dar-se ao trabalho de alimentar a luta contra o AO90. Ou Portugal deixou de ser um brioso país europeu, e passou a uma tosca colónia de uma ex-colónia?

 

Isabel A. Ferreira

 

Mixordês.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10214122732462442&set=a.3193025044660&type=3&theater

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:45

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Sexta-feira, 4 de Outubro de 2019

Numa sã democracia, o ministro Augusto Santos Silva (MNE) já estaria demitido

 

Pois é…

Mas a democracia portuguesa é manca… manquinha… e há quem não tenha vergonha na cara, nem honra, nem visão política, nem respeito pelos símbolos de Portugal, e apenas veja este símbolo diante dos olhos…

 

E realmente só foge do diálogo quem tem medo da verdade…

 

Eis um comentário precioso de Valdemar Ferreira, que aqui reproduzo, fazendo minhas as suas palavras:

 

VERDADE1.png

 

«Infelizmente, a Democracia que vivemos é cheia de defeitos. Periodicamente, elegemos a governação. Para que cuide dos cidadãos, servindo o País. Mas, lamentavelmente, creio que a governação se serve do País, em muitos casos.

 

Por exemplo, a que propósito a Língua Portuguesa está prisioneira no gabinete do MNE, sob a alegação de que o AO é um acordo internacional e, como tal, tem de cumprir-se? Esquece-se o Sr. MNE de que o acordo de 1945, o único válido, foi rasgado pelo Senado brasileiro, cerca de um ano após a sua assinatura, sendo renegado pelo Brasil até 1990.

 

Numa sã Democracia, o Ministro já estaria demitido. Não é admissível tanta curvatura da cerviz. Foi assim com os pequenos criminosos do Iraque, com o relegar do acordo de 1945, substituindo-o por um vergonhoso pretenso sucedâneo encarregado de destruir a Língua Portuguesa (a única), com a retirada da Língua (a nossa) do conjunto de Línguas Oficiais no Vaticano, substituição pelo crioulo em Cabo Verde, as declarações inauditas do sr. Juncker que, conhecendo a geografia da Europa, acintosamente, no seu mapa mental, omitiu o meu, o nosso País.

 

É, de facto, demasiado. O Sr. Ministro funciona como a caixa de ressonância daqueles que querem aniquilar a Língua Portuguesa, mas também fazer de Portugal o tapete, esquecido ou não, da Europa. Tenha um gesto nobre e ... demita-se

 

Valdemar Ferreira

 

***

Pois é…

 

Mas poucos, pouquíssimos, em Portugal, têm a hombridade de se demitirem, quando o povo que os elegeu lhes diz: «Basta de tanta incompetência e irracionalidade!»

 

Isto aconteceria numa Democracia íntegra.

 

Mas a nossa democracia é insana, manca e não tem espinha dorsal…

 

Como tudo isto é lamentável!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:45

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Terça-feira, 11 de Junho de 2019

Discurso de João Miguel Tavares no dia 10 de Junho de 2019

 

Muito bom, João Miguel Tavares. Não esperava outro discurso vindo de quem vem. Portugal precisa de mais gente como o Miguel, que esteja atenta e não tenha medo de falar, para que os governantes ouçam e saibam e apreendam que nem todos, no País, andam a dormir.

 


Os discursos que João Miguel Tavares proferiu nas celebrações do Dia 10 de Junho não agradaram às hostes políticas.

 

Porém, nos tempos que correm, onde a Partidocracia domina, e a Democracia é uma falácia, o João disse umas boas verdades, que incomodaram os que nada fizeram e os que nada continuam a fazer para cumprir a Revolução de Abril.

 

Não podemos, nem devemos regressar ao passado, ao antes do 25 de Abril. Obviamente. Não devemos.


Mas também não podemos, nem devemos viver eternamente neste caos, que actualmente está instalado em Portugal. Não há uma Cultura Política. A política não é exercida com ética, com dignidade, com verdade.


Precisamos de um vislumbre de FUTURO, e não o temos.


O João limitou-se a AGITAR as águas, demasiado estagnadas.

De vez em quando é preciso OUSAR. E ele OUSOU.

Por isso, merece o meu aplauso.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:50

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Quinta-feira, 17 de Maio de 2018

A NEGLIGÊNCIA NA LÍNGUA E NA ESCRITA É PRINCÍPIO DA DECADÊNCIA DE UM PAÍS

 

«Se tivermos presentes os inúmeros exemplos da aberração, mais do que documentada, do Acordo Ortográfico, estas rápidas considerações que fiz deviam bastar para se ter consciência da monstruosidade que foi fabricada, decidida e tão célere e surdamente imposta.»

 

Excelente texto para ler e reflectir.

 

DECADÊNCIA.jpg

(Origem da imagem: Internet)

 

Texto de Guilherme Valente

 

A escrita não é uma arbitrariedade. Tem uma lógica, uma história, uma função, valor e importância inestimáveis.

 

"Patriotismo é o amor pela nossa Terra. Nacionalismo é o ódio à Terra dos outros” Romain Gary

 

"É sempre um défice de pátria que atiça o nacionalismo, nunca um excesso" Pascal Bruckner

 

  1. A escrita não é “uma mera representação do idioma” (1). Nem é uma arbitrariedade. Tem uma lógica, uma história, uma função, valor e importância inestimáveis.

 

A gramática, a sua nomenclatura e terminologia também não podem ser o tricot com que os nossos linguistas alteraram recorrentemente os programas de Português. Talvez para fazerem passar por avanços de ciência o que na realidade não o é.

 

Mas a gramática e a sua nomenclatura têm também uma lógica e uma história.

 

Do mesmo modo que os Jerónimos ou a Batalha também não são a construção de lego com que uma criança possa brincar, ou mamarrachos que se possam alterar ou destruir à vontade. Nem a obra Os Maias pode ser trocada por uma versão facilitista, idiota dela. De facilitismo em facilitismo, de simplificação em simplificação, é inteligência que se atrofia e que matam.

 

A língua, organismo vivo, enriquecível pela interacção inevitável das culturas, não deixa de ser por isso a herança matricial que é, que tem de ser cuidada, ensinada e amada - escola é, sempre, a palavra-chave.

 

Por isso, a escrita, que reflecte essa natureza da língua, pode e deve ser actualizada. Mas no seu tempo e com critério, tocando-se nela com precisão cirúrgica, sem ferir a sua lógica, sem quebrar o fio agregador da sua origem e da sua história. Porque tal como todos os outros elementos que referi, tal como a História, é constitutiva e constituinte duma identidade humana, que é, na sua universalidade, singular. Porque tudo o que somos, pensamos ou fazemos é resultado duma cultura, isto é, "duma compreensão do mundo historicamente adquirida". Que devemos assumir e de nos devemos orgulhar.

 

  1. Se tivermos presentes os inúmeros exemplos da aberração, mais do que documentada, do Acordo Ortográfico, estas rápidas considerações que fiz deviam bastar para se ter consciência da monstruosidade que foi fabricada, decidida e tão célere e surdamente imposta.

 

Tão célere e surdamente que se impõe a pergunta metódica que deve ser colocada quando, entre nós, algo é decidido e imposto tão célere e surdamente: que interesses beneficiou este AO?

 

Devo declarar que muito boa gente lutou por este AO por muito boas razões, sobretudo de política cultural e mesmo económica, designadamente as relações, de vária natureza, com o Brasil, e a valorização da língua portuguesa na comunidade internacional. Na minha opinião, contudo, que os factos confirmam, não era correcta a avaliação que fizeram. E essas bem-intencionadas razões não deviam ter ignorado o desiderato que acima formulei.

 

  1. Na verdade, depois de tudo o que recorrentemente foi sendo imposto na Educação, este AO era, e continua a ser na escola, a bomba atómica que faltava. Que ainda faltava, depois da mediocrização dos programas de Português, da liquidação da História e dos seus protagonistas, da ignorância das datas, do desaparecimento da Geografia, da estigmatização da literatura, da desvalorização do conhecimento substantivo e da cultura (colocaram a palavra entre aspas e estigmatizaram-na chamando-lhe "erudita"), depois da dissolução ou relativização de tudo o que nos torna Portugueses e, sem contradição, cidadãos do mundo.

 

Cidadãos do mundo, porque amar a nossa Terra não é incompatível, bem pelo contrário, com o sonho empolgante de podermos contribuir, com a oferta do que conseguirmos ser, da nossa diferença, para o progresso de todas as nações.

 

Argumentou Henrique Monteiro, no Expresso, que muitos milhares de miúdos já aprenderam as novas regras. Diz isso porque não tem reparado como escrevem hoje os alunos e... muitos professores. E está a esquecer os milhões de portugueses que não as aprenderam e nunca aprenderão. E se muitos miúdos as aprenderam, estão na idade perfeita para aprenderem o que deve ser ensinado.

 

Um dos danos mais profundos e irreversíveis deste AO, tal como acontecera com as sucessivas alterações absolutamente gratuitas na nomenclatura e na terminologia da gramática, foi separar os pais dos filhos, foi impedir que os apoiassem no estudo do Português. Como me aconteceu a mim há trinta e tal anos.

 

  1. Não há Nação sem língua, sem escrita, sem escola. Sem memória, sem História, sem afectos. Que só o conhecimento pode gerar. Sem herança imaterial e material, que se ensine e se aprenda a reconhecer, a compreender, a valorizar criticamente, a continuar. A amar.

 

Não se “nasce” português, ou francês, ou chinês, qualquer um de nós, ser biológico, poderia ter nascido num lugar qualquer. E seria desse lugar. É-se verdadeiramente português, mais português, por se querer ser Português. Wenceslau de Moraes, por exemplo, escolheu ser japonês, e foi tão japonês, mais japonês, seguramente, do que muitos japoneses. Portugueses de Macau, como eu os conheci, mesmo sem nunca terem vindo a Portugal, são mais portugueses do que inúmeros cidadãos portugueses que aqui nasceram, cujos antepassados viveram desde sempre em Portugal.

 

Apagamento da História que foi fazendo com que as gerações que começam hoje a chegar aos 50 anos vivam, na generalidade, sem dimensão do passado, por isso sem sentimento do futuro. Num eterno presente em que só o egoísmo pode dominar.

 

  1. Atente-se na língua e na escrita que cada vez mais frequentemente se ouve e se lê, em que tantas vezes se diz e se escreve exactamente o contrário do que se queria transmitir, na comunicação social ou nas universidades.

 

"A minha pátria é a língua portuguesa", escreveu Pessoa. Neste sentido parece estarmos a tornar-nos rapidamente apátridas.

 

A negligência e a arbitrariedade com que se trata a língua e a escrita são o primeiro sinal da decadência de uma cultura e de uma nação.

 

Mas tudo depende da inteligência e da vontade dos homens. Por isso estou certo que Portugal será esse País por tantos de tantas gerações sonhado. Por isso combati persistentemente contra as ideias e os actos que livre e convictamente considerei adiarem esse desígnio, bem ao alcance dos Portugueses, não tenho dúvidas. Para que também nós, Portugueses, participemos de novo no destino de conhecimento e solidariedade que tem de ser o destino do Homem.

 

(1) Henrique Monteiro, Expresso, 7/5/16.

P.S.: Gosto muito de me ver representado pelo actual PR. O que não impede, naturalmente, que não subscreva a sua decisão de só intervir na questão do AO se este não obtiver a aprovação dos países que o não aprovaram.

 

Editor da Gradiva

Fonte:

https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-negligencia-na-lingua-e-na-escrita-sao-principio-da-decadencia-dum-pais-1731784?page=-1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:49

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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2018

Os governantes portugueses estão a apostar na ignorância ortográfica difundida pelos media

 

Mas…

 

IGNOR.png

 

Em Portugal, a ignorância optativa está a alastrar-se a uma velocidade considerável, e os governantes portugueses, comprometidos com essa ignorância, estão a apostar nela, numa tentativa de levar adiante um plano assente num obscurantismo jamais visto em Portugal.

 

Tudo isto, a médio prazo, irá custar muito caro ao  nosso País que, cada dia, mais se afunda numa insólita incultura e, para tal, o maior difusor dessa ignorância, está a ser instrumentalizado para oferecer ao povo, já meio anestesiado com o soro do desatino, aquelas coisas que o desviam do essencial: futebol, novelas, realities shows e notícias sensacionalistas e sombrias, como se o Sol se tivesse retirado do mundo, tudo baralhado numa linguagem de bradar aos céus, com a intenção de levarem a melhor… e com a agravante de estarem a insultar a inteligência de um povo.

 

Na verdade, ser ignorante não é defeito. Defeito é optar pela ignorância e achar que se tem razão. É o caso dos acordistas, que decidiram  assentar o AO90 na mais descomunal ignorância da Língua, e achar que os sapientes são retrógrados.

 

E vamos deixar que isto perdure?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:57

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Quarta-feira, 4 de Outubro de 2017

Numa sã decocracia, o ministro Augusto Santos Silva (MNE) já estaria demitido

 

Pois é…

Mas a democracia portuguesa é manca… manquinha… e há quem não tenha vergonha na cara, nem honra, nem visão política, nem respeito pelos símbolos de Portugal, e apenas veja este símbolo diante dos olhos…

 

E realmente só foge do diálogo quem tem medo da verdade…

 

Eis um comentário precioso de Valdemar Ferreira, que aqui reproduzo, fazendo minhas as suas palavras:

 

VERDADE1.png

 

«Infelizmente, a Democracia que vivemos é cheia de defeitos. Periodicamente, elegemos a governação. Para que cuide dos cidadãos, servindo o País. Mas, lamentavelmente, creio que a governação se serve do País, em muitos casos.

 

Por exemplo, a que propósito a Língua Portuguesa está prisioneira no gabinete do MNE, sob a alegação de que o AO é um acordo internacional e, como tal, tem de cumprir-se? Esquece-se o Sr. MNE de que o acordo de 1945, o único válido, foi rasgado pelo Senado brasileiro, cerca de um ano após a sua assinatura, sendo renegado pelo Brasil até 1990.

 

Numa sã Democracia, o Ministro já estaria demitido. Não é admissível tanta curvatura da cerviz. Foi assim com os pequenos criminosos do Iraque, com o relegar do acordo de 1945, substituindo-o por um vergonhoso pretenso sucedâneo encarregado de destruir a Língua Portuguesa (a única), com a retirada da Língua (a nossa) do conjunto de Línguas Oficiais no Vaticano, substituição pelo crioulo em Cabo Verde, as declarações inauditas do sr. Juncker que, conhecendo a geografia da Europa, acintosamente, no seu mapa mental, omitiu o meu, o nosso País.

 

É, de facto, demasiado. O Sr. Ministro funciona como a caixa de ressonância daqueles que querem aniquilar a Língua Portuguesa, mas também fazer de Portugal o tapete, esquecido ou não, da Europa. Tenha um gesto nobre e ... demita-se

 

Valdemar Ferreira

 

***

Pois é…

 

Mas poucos, pouquíssimos, em Portugal, têm a hombridade de se demitirem, quando o povo que os elegeu lhes diz: «Basta de tanta incompetência e irracionalidade!»

 

Isto aconteceria numa Democracia íntegra.

 

Mas a nossa democracia é insana, manca e não tem espinha dorsal…

 

Como tudo isto é lamentável!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:53

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Quinta-feira, 16 de Março de 2017

O GOVERNO PORTUGUÊS TAMBÉM NÃO "PÂRA" "PÂRA" PENSAR QUE O AO90 É O INSTRUMENTO DOS IDIOTAS

 

«Quando um povo começa a desgostar-se com a sua própria língua é sintoma de que o país está gravemente doente.»

(Miguel Faria Coelho)

 

31486_343588599080019_1534246435_n[1].png

Origem da imagem: https://www.facebook.com/FirefoxContraOAcordoOrtografico/photos/a.248609471911266.45227.213877095384504/343588599080019/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:22

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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2016

«BOTA PARVOS NISSO»!!!!»

 

*** O AO90 é alvo de grande chacota, por ser a maior parvoíce jamais engendrada para servir de língua a um País.

*** Os que o pariram são alvo de grande chacota, por demonstrarem uma descomunal ignorância sobre a génese da Língua Portuguesa.

*** Quem o aplica é alvo de grande chacota, por vários motivos: subserviência, comodismo, desinformação…

*** Então por que o AO90 ainda não foi atirado ao caixote do lixo?

*** Que interesses obscuros estarão por detrás desta coisa parva?

 

PARVOÍCE.jpg

 Origem da imagem:

https://www.facebook.com/muitadoidice/photos/a.1525454084354522.1073741828.1522870901279507/1659275544305708/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:57

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2016

O “ESPETADOR ESTERÓTIPO”…

 

Isto diz tudo sobre a decadência em que está mergulhado Portugal!

 

Acordai governantes portugueses!

 

Acordai e protagonizai um feito heróico: salvai o país das garras desta ignorância acordista.

 

Com urgência… Porque esta ignorância está a tomar proporções incontroláveis e a envergonhar os Portugueses que se prezam de o ser, dentro e fora do país...

 

SALVAI PORTUGAL.jpg

Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10208275992529689&set=gm.737675373002588&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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A autora deste Blogue não adopta o “Acordo Ortográfico de 1990”, por recusar ser cúmplice de uma fraude comprovada.

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. AO90 é uma fraude, ilegal e inconstitucional

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram oficialmente a não vigência do acordo numa reunião oficial e os representantes oficiais do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!

.Os textos assinados por Isabel A. Ferreira, autora deste Blogue, têm ©.

Agradeço a todos os que difundem os meus artigos que indiquem a fonte e os links dos mesmos.
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