Segunda-feira, 19 de Agosto de 2019

EIS O “IMPATO” DO AO90 QUE TEM PORTUGAL COMO UM FORTE VENCEDOR DO “PRÉMIO NOBEL” DA ESTUPIDEZ

 

Estes abortos ortográficos são o pão nosso de cada dia nas legendas das televisões portuguesas, que aderiram ao (fraudulento) “pato” realizado entre Portugal, Cabo Verde e Brasil, sendo que aqueles órgãos de comunicação social são os maiores divulgadores destas ignorâncias, a par dos sites oficias do Estado Português, e dos jornais e revistas que “otaram” (já agora, para seguir a irracionalidade acordista) por substituir o Português pelo mixordês.

 

Que isto é uma vergonha, é.

Que todos nós, que temos vergonha na cara, já andamos fartos desta pouca vergonha, andamos.

Que isto não devia estar a acontecer, não devia.

Que os culpados disto andam por aí à solta, a pensar que se livram disto impunemente, andam.

Que isto tem de ter um fim, tem.

 

E que é verdade que tudo faremos para que se mande às malvas este falso “acordo”, que não está em vigor na ordem jurídica internacional, nem na ordem jurídica nacional, é.

 

IMPATO.png

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2579615772060112&set=gm.2423670664544101&type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:27

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Domingo, 18 de Agosto de 2019

«O “ACORDO” ORTOGRÁFICO DE 1990 EM 2017» COMO SE FOSSE HOJE

 

«(...) não existindo qualquer diálogo ou dialéctica entre Estado e Cidadão... é porque já estamos mesmo a viver uma outra ditadura (...)»

 

Uma análise lúcida de José Pedro Gomes, escrita em 25 de Agosto de 2017, sobre o pseudo-acordo ortográfico de 1990.

 

Estamos em 18 de Agosto de 2019, e o texto mantém-se aCtual, o que significa que a ditadura vigente, fantasiada de “democracia”, e a falta de vergonha na cara, somadas à cumplicidade daquele que devia ser o garante da Constituição da República Portuguesa, mas não é, mantêm Portugal na senda de uma inconcebível parvoíce ortográfica, cada vez mais acentuada.

 

Até onde nos levará esta farsa à portuguesinho?

 

Nei Leandro.jpg

 

Texto de José Pedro Gomes

 

(Nota: os trechos a negrito são da responsabilidade da autora do Blogue)

 

«O “ACORDO” ORTOGRÁFICO DE 1990 EM 2017

 

Muitos amigos ficarão ou não aborrecidos com isto, não interessa, sejamos pragmáticos e congruentes naquilo que dizemos ser.

 

Isto a propósito do pseudo-acordo ortográfico de 1990, uma questão que nada tem a ver com partidarismos, nem de direita, nem de esquerda. É mesmo de cidadania e de direitos constitucionais.

 

Não compreendo, nunca compreenderei, numa sociedade que gasta cuspo a falar da liberdade e dos valores alcançados num pós 25 Abril, a falar sobre os tempos de censura, duma tal coisa do passado quase etérea e maldita que nem sequer pode ser debatida pois os humores ficam inflamados de tal ordem que se torna impossível um diálogo histórico e abstraído de emoções irracionais... como é possível perante isto acarretar-se tornando-a aceite, com uma mixórdia imposta e pespegada, compactuada nos bastidores políticos, envolvida em obscuridade... uma coisa abjecta fruto duma política subserviente ao jugo empresarial. Como?

 

Tal coisa e a forma como se transpôs não deram satisfações em absoluto. Imiscuiu-se impondo-se e castigando quem a questionasse, cortando uma brecha fosso de incongruência e inconsistência na Nossa Língua, um dos maiores patrimónios que dispomos, contra tudo e contra todos, rasgando os direitos mais essenciais e empobrecendo ainda mais a pedagogia e o ensino da Língua Portuguesa. Substância essa tão idiossincrática, tão fundida com a nossa pessoa, tão fundida com um dos nossos maiores direitos e expressões individuais. Não se percebe. Não se quer saber, amorfa-se. Prefere-se ficar na ignorância.

 

Não compreendo como é que esse Português que se diz lutador dos direitos fundamentais do passado se deixe vergar perante tal atentado Constitucional no presente, se deixe levar tendo em conta os inúmeros escândalos políticos que já aconteceram e que vão continuando a acontecer, por ideologias sem corpo, atiradas aos ares que se pegam à inércia individual, à apatia e ao comodismo. Porque na realidade se não reagimos quando um direito de opinião de tal ordem que nem sequer é escutado for vilipendiado, não existindo qualquer diálogo ou dialéctica entre Estado e Cidadão... é porque já estamos mesmo a viver uma outra ditadura, esta, sub-reptícia e desta vez bilateral, porque só existe se existir um permissório.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/notes/jos%C3%A9-pedro-gomes/o-acordo-ortogr%C3%A1fico-de-1990-em-2017/10155449655786071/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:19

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Terça-feira, 13 de Agosto de 2019

UMA LUSOFÁBULA CHAMADA AO90 – PARA REFLECTIR

 

Todos sabemos que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, encabeçado pelo Brasil e assinado por sete países em 2006, é a maior fraude de todos os tempos.

 

E porque a revogação deste acordo, que nasceu aborto, se impõe cada vez mais, deixo aqui algumas questões levantadas por Paulo Martins, num comentário ao texto «CABO VERDE JÁ DEPOSITOU JUNTO DO MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS (MNE) O INSTRUMENTO DE DENÚNCIA DO PSEUDO ACORDO ORTOGRÁFICO DE 1990? OU HÁ AINDA MAIS ALGO ESCONDIDO?»

que exigem resposta clara e urgente por parte das autoridades portuguesas.

 

Hélder Guégés.png

 

Se Cabo Verde adoptou o "crioulo" como língua oficial, continuará a ter estatuto de PALOP?

 

No que concerne ao inenarrável IILP (http://iilp.cplp.org/), e restante "estrutura linguística" da também inenarrável CPLP, continuará a ter sede em Cabo Verde? Se sim, que sentido faz?

 

Na prática o IILP deveria chamar-se IILB (Instituto Internacional da Língua Brasileira).

 

Já agora, os contribuintes portugueses continuarão a sustentar com milhões de euros anualmente este país insular, numa época em que Portugal sofre tantas carências a nível educativo e de saúde?

 

Exigirão oficialmente as autoridades portuguesas a desvinculação formal de Cabo Verde do tratado de acordo ortográfico, ou fica tudo bem assim como está?

 

O AO90 é também ele uma enorme ilegalidade que assenta em pressupostos ilusórios e ilegais. Parece que a lusofonia se está a desintegrar, mas o governo e o PR Marcelo "das selfies" fingem que não sabem e persistem teimosamente em manter o AO90, que tão lesivo é para Portugal e a Língua Portuguesa. Enfim, insistem em manter esta lusofábula.

 

Paulo Martins

 

***

 

Estava marcada para hoje, a discussão da revogação do AO90, no Brasil.

 

Se o Brasil revogar o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), todos os países da dita lusofonia, sairiam a ganhar, e acabava-se de uma vez com este jogo nada limpo, porque, como já se sabe, o AO90 é uma fraude, e não existe, de facto, no Direito Internacional.

 

Cabo Verde já não pertence à lusofonia, porque adoptou o Crioulo Cabo-verdiano como Língua Oficial. O Português é língua estrangeira.

 

São Tomé e Príncipe não o aplicou. A Língua dominante em São Tomé é o Francês.

 

No Brasil, apenas uma minoria sabe o que é o AO90, e não é aplicado pela maioria.

 

Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste não querem saber de acordo algum.

 

Em Portugal, devido à imposição ilegal e inconstitucional do AO90, a contestação à sua aplicação é enorme, e apenas um grupo restrito o aplica, ou por ignorância, ou por servilismo ou por mera chantagem. Na verdade, a maioria do povo português nem sabe o que isso é. e os que o seguem, seguem-no por simples vocação para o seguidismo.

 

De modo que revogar o AO90 é a atitude mais inteligente.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:22

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Quinta-feira, 8 de Agosto de 2019

«RESISTAMOS À IGNORÂNCIA»

 

Sobre o acordo ortográfico de 1990

 

Um precioso texto de 2013, da Professora Maria do Carmo Vieira, como se fosse de 2017, ou de 2019, o que significa que o atraso de vida continua, masnão continuará eternamente...

 

Portugal na senda da ignorância

 

selosCTT.jpg

 

Por Maria do Carmo Vieira

 

(Nota: para informação completa clicar nos links sublinhados)

 

«Entranhou-se em nós este gosto mórbido de reverenciar a ignorância e assistir ao absurdo, amplamente apregoados por fervorosos militantes que defendem o indefensável e optam também por silenciar críticas, consideradas perigosas, porque capazes de despertar incautos ou resignados. Outros há que, usando um discurso oco e de características labirínticas, tendem a confundir os mais ingénuos e pouco habituados a reflectir. Passa-se isto não só no campo político, mas também cultural. O Acordo Ortográfico é um entre muitos exemplos. Vejamos apenas alguns aspectos:

 

  1. Lendo os discursos do ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, e do presidente de Portugal, Cavaco Silva, proferidos no Rio de Janeiro, a 7 de Março de 2008, neles encontramos subjacente a ideia da «projecção internacional da língua portuguesa» na base do Acordo Ortográfico, fortemente justificado pelo número de falantes brasileiros, num colonialismo linguístico inaceitável para Portugal e para os países africanos de expressão portuguesa. Num faz-de-conta de cultura, refere-se o nome de Fernando Pessoa e a sua frase escrita por Bernardo Soares, «Minha pátria é a língua portuguesa», ignorando que a mesma, no contexto em que se integra, se associa a uma outra frase que defende vigorosamente a vertente etimológica da língua, posta tão em causa pelo referido AO – «Sim, porque a ortografia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-ma do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha». Num outro passo do discurso, Lula da Silva retoma a literatura portuguesa e foca o conceito de «Quinto Império» de Vieira, de novo evidenciando desconhecer o seu significado, mas sentindo sem dúvida o agradável cheiro a poder que depois mascara com pozinhos de «solidariedade entre povos e de justiça universal».

 

De acentuar que ambos os discursos, o de Lula da Silva e o de Cavaco Silva, diferenciam-se pela sua sintaxe e pela sua ortografia, disso não resultando qualquer problema na compreensão do sentido do texto nem qualquer confusão relativamente às palavras escritas de maneira diferente. Convivem sem qualquer ruído «projetar, projeto, efetivo, ação, proteção, respetivo com projectar, projecção, projecto, actuação, protecção, respectivo». No entanto, querem fazer-nos demagogicamente crer que estas diferenças dificultam a compreensão e a aprendizagem da língua, constituindo «divergências sérias» que são «largamente prejudiciais para o prestígio do português no Mundo».

 

  1. Em sintonia com o actual gosto de mastigar um vocabulário moderno, novo, que repudia o antigo e o velho, repete-se à exaustão «inovador» ou «inovação», pretendendo-se assim mostrar quão modernos e progressistas são os adeptos da mudança seja ela qual for, para o bem ou para o mal. Daí a estafada acusação de «Velho do Restelo» a quem resiste e reage a essa argumentação. A expressão camoniana, tão continuamente usada por ignorantes que, na verdade, desconhecem o significado desse «Velho de aspeito venerando», surgiu no debate de 17 de Maio de 2008, na Assembleia da República, cuja leitura das actas da referida sessão envergonhará qualquer português. Com efeito, alguns deputados, de partidos vários, adeptos convictos do «novo», do «moderno» e da «língua portuguesa do futuro», falaram assim:

 

– «A continuação da língua portuguesa deve ser o nosso desafio e essa deve ser a medida das posições de todos os que se preocupam com o futuro da língua portuguesa, recusando seguir posições e posicionamentos que Camões tão bem retratou e deu a conhecer como de “Velhos do Restelo.”»

 

– Os portugueses devem abandonar a «vocação para isolacionismos», sabendo «ser os legítimos herdeiros de quem não temia o novo, de quem ousava descobrir novos rumos de progresso.»

 

«[…] não podemos deixar de perguntar aos que questionam este Acordo o que têm feito, por exemplo, para defender a língua portuguesa que é tão maltratada nas nossas escolas

 

«[…] respeitando as opiniões de autores, de cientistas, de especialistas de que uma ou outra solução técnica possa não ter sido a mais perfeita, não é isso que pode impedir um olhar político e uma perspectiva de futuro acerca da língua portuguesa».

 

– «Como já foi dito, a ninguém fica castrada a liberdade de criar segundo as regras da sua própria escrita.»

 

Talvez também por inovação, querem agora obrigar-nos a pronunciar «dáblio» (w) no alfabeto, tal como aparece no AO, base I, 1º, em vez de «dâblio» na norma ortográfica portuguesa.

 

  1. A Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990) apresenta argumentos que dificilmente acreditamos terem sido desenvolvidos por «peritos» e «especialistas» da Língua Portuguesa, como dificilmente podemos acreditar na aceitação do mesmo texto por parte de alguns professores universitários, cultos e inteligentes. Não referimos já os deputados que discutiram o AO na Assembleia da República porque lamentavelmente nenhum deles a terá lido. Com efeito, na argumentação usada nesta Nota Explicativa, ficamos, como Las Casas (1474-1566), sem saber se rir ou se chorar perante o absurdo e a ignorância das afirmações feitas. Por uma questão de espaço, exemplificaremos apenas três situações:

 

. Ponto 4.2 («Justificação da supressão de consoantes não articuladas»), alínea c), em que sobressai a compaixão pelas crianças de 6-7 anos face ao uso das consoantes mudas: «É indiscutível que a supressão deste tipo de consoantes vem facilitar a aprendizagem da grafia das palavras em que elas ocorriam. […] Só à custa de um enorme esforço de memorização» poderiam as crianças fazê-lo o «que poderá ser vantajosamente canalizado para outras áreas da aprendizagem da língua».

 

. Ponto 4.2 («Justificação da supressão de consoantes não articuladas»), alíneas d) e f), em que se refere a «teimosia lusitana em conservar consoantes que não se articulam» quando a «norma brasileira» já «há muito as suprimiu», acentuando-se o facto de não se dever tentar «impor a sua grafia àqueles que há muito as não escrevem, justamente por elas não se pronunciarem.»

 

. Ponto 4.4 («Casos de dupla grafia) em que erroneamente se afirma «Sendo a pronúncia um dos critérios em que assenta a ortografia da língua portuguesa […]». (sublinhado nosso).

 

São alguns dos exemplos sobejamente conhecidos, mas duvidando muitos da sua veracidade precisamente porque não se dão ao trabalho de ler a Nota Explicativa; outros, lamentavelmente, conhecem-nos, mas silenciam-nos tal como aconteceu com os vários pareceres contrários à aplicação do Acordo. Enquanto professora, não posso deixar de transcrever o parecer dado pela Direcção-Geral dos Ensinos Básico e Secundário: «Há acordos assináveis, sem grandes problemas e há outros que são de não assinar. O acordo recentemente assinado tem pontos que merecem séria contestação e é, frequentemente, uma simples consagração de desacordos».

 

Cansados certamente da falta de eficácia dos argumentos de influência «salazarista» e de «Velhos do Restelo», os defensores do Acordo iniciam agora nova estratégia, aproveitando-se da chaga que representa o desemprego. Com efeito, chegam ao desplante de afirmar que o AO virá aumentar as possibilidades de emprego e, no mesmo âmbito miserabilista, apontado às crianças africanas, alega-se «que o acordo facilita a alfabetização das crianças pobres dos países africanos, o que aumenta o número de falantes/escreventes».

 

Gostaria de salientar que se quisermos podemos alterar esta situação. Basta que resistamos à ignorância e que não aceitemos ser passivos perante o absurdo. Podemos intervir, assinando por exemplo a Iniciativa Legislativa de Cidadãos, no endereço www.ilcao.cedilha.net ; solicitando uma audiência ao Grupo de Trabalho para Acompanhamento do AO, criado recentemente pela 8ª Comissão de Educação, Ciência e Cultura; participando activamente em debates e fóruns, podendo também organizá-los com outros amigos, como o que irá realizar-se no auditório 1 da Universidade Nova (FCSH), Av. de Berna, em Lisboa, no dia 20 de Março pelas 18.00 horas, intitulado «Onde Pára e Para Onde Vai a Língua Portuguesa», sendo intervenientes o deputado Mota Amaral, a professora Maria Alzira Seixo, o jornalista e escritor Miguel Sousa Tavares, o jornalista Nuno Pacheco do jornal Público, o jornalista António Guerreiro, a tradutora Hermínia Castro (ILC), a par de professores e alunos do ensino secundário e universitário.

 

Termino com Fernando Pessoa: O Estado nada tem a ver com o espírito. O Estado não tem direito a compelir-me, em matéria estranha ao Estado, a escrever numa ortografia que repugno […].

 

Maria do Carmo Vieira

 

Lisboa, 17 de Março de 2013

 

Fonte:

http://ilcao.cedilha.net/?p=10212

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:51

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Terça-feira, 6 de Agosto de 2019

«TODO O PROCESSO DE IMPOSIÇÃO DO AO90 É UMA BURLA INADMISSÍVEL NUM PAÍS QUE SE DIZ DEMOCRÁTICO»

 

Um pequeno texto de Nuno Neves, publicado como comentário no Facebook, e que diz tanto do fraudulento AO90…

 

FRAUDE.png

 

Adaptação de imagem da Internet

 

Pela teimosia em continuar com a asneira (de asno, claro) do acordo, certos países, sobretudo os Palop's, estão a voltar aos seus dialectos originais.

 

O Vaticano também dispensou no ano passado o português como uma das cinco línguas importantes para comunicados, etc., dada a incompreensão que qualquer estrangeiro sentirá ao traduzir a partir deste compêndio da asneira que é o acordo.

 

Só o kaiser (Augusto Santos Silva) é que acha que o mesmo é um baluarte da nossa excelência e um caminho a seguir. Todo o processo de imposição deste AO90 é uma 'burla' inadmissível num país que se diz democrático.

 

E que o MNE se aproprie da língua de Portugal, negociando com ela fora de portas, como se estivesse a vender alheiras, tem um nome: traição!

Nuno Neves

 

Fonte: https://www.facebook.com/groups/contraacordoortografico/permalink/2324987190920355/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:18

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Segunda-feira, 29 de Julho de 2019

SENHORES GOVERNANTES, COMO É POSSÍVEL REDUZIR A ZERO A APTIDÃO DAS NOSSAS CRIANÇAS PARA A APRENDIZAGEM DO NOSSO PORTUGUÊS?

 

Recebi via e-mail (no SPAM) esta estranha mensagem:

র্যাংগস তোশিবা নিয়ে এলো বাম্পার গিফটে সুপার ঈদ অফার!

 

Como é óbvio, não entendi nada, mas fui investigar, porque achei lindíssimos e requintadíssimos estes caracteres, e fiquei curiosa para saber a que língua pertenciam (mais do que tentar traduzir a mensagem, que não me interessava nada). Descobri que pertencem à Língua Bengali - língua indo-ariana falada (e escrita) em Bangladesh e no estado indiano vizinho de Bengala Ocidental.

 

Partindo do princípio que as crianças de Bangladesh e de Bengala vão à escola aprender a ler e a escrever esta língua, que é a delas, pus-me a pensar, porque é que estas crianças conseguem escrever numa tal grafia, que convenhamos, é mais complicada (para nós) do que a grafia portuguesa (no desenho das letras) e as crianças portuguesas, no entender dos acordistas, não conseguem escrever na grafia portuguesa, com os respectivos cês e pês no devido lugar, bem como os acentos e os hífenes, tão mais simples do que a grafia Bengali, tendo sido “preciso” adoPtar a grafia brasileira, ainda mais simples, pois suprimiram os cês e os pês a um número indeterminado de vocábulos, porque como vão as crianças (ou devo dizer os adultos) saber que a palavra “direcCtor” é escrita com ?

 

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(Foto: Thinkstock/Gettyimages)

 

Qualquer pessoa, minimamente culta e inteligente e informada, sabe que as crianças, a partir dos quatro anos, têm bastante facilidade em aprender várias línguas e respectivas grafias, ao mesmo tempo.

 

Qualquer cidadão, minimamente informado, sabe que a capacidade das crianças para aprender línguas é elevadíssima, conseguindo aprender tantas línguas quantas as que lhes forem ensinadas, porque, as crianças, ao contrário dos acordistas, simplesmente possuem essa capacidade. O cérebro delas está preparado para absorver tudo o que lhes é dado a aprender. Não há, de facto, qualquer impedimento para as crianças portuguesas, relativamente à aprendizagem de várias línguas ao mesmo tempo, nem sequer de grafar uns simples pêzinhos e cêzinhos, uma vez que os grafam no Inglês, no Francês e no Castelhano, que também aprendem. Por que hão-de as crianças portuguesas ter capacidade para aprender o Inglês, o Francês ou o Castelhano, e não têm a mesma aptidão para aprender o nosso Português?

 

Partindo do princípio que a Língua Portuguesa é uma língua, e a Língua (cada vez mais reconhecida como) Brasileira é outra língua, por que não hão-de as nossas crianças aprender a sua própria Língua Materna, agora que já sabem a Brasileira?

 

Foi o que aconteceu comigo aos oito anos (não me canso de repetir): depois de ter aprendido o Brasileiro durante dois anos (dos seis aos oito) regressada a Portugal, aprendi a minha Língua Materna com muita facilidade e muita LEITURA, porque a aprendizagem de uma Língua passa também pela fixação visual: e o que era “setor” passou a ser “seCtor”, muito naturalmente. E de volta ao Brasil, como já sabia grafar à brasileira foi ainda mais fácil regressar ao Brasileiro.

 

Tenho amigos meus, que tiveram de sair de Portugal, para poderem ter uma vida de acordo com o que investiram na sua formação académica (e não andarem para aqui a ganhar cêntimos a vender pipocas, quando podem ganhar um bom ordenado, a trabalhar na profissão dos seus sonhos, e na qual investiram tempo e dinheiro) já com filhos, que iniciaram, em Portugal, a escolaridade (primeiros e segundos anos do ensino básico) e, num espaço de um ano, falam e escrevem correCtamente o Inglês, o Francês e o Alemão, além do “Brasileiro” que lhes foi ensinado em Portugal. Mas não sabem Português.


Então por que querem os acordistas transformá-las nas crianças mais estúpidas do mundo, quando se trata de aprender a Língua Materna delas - o nosso PORTUGUÊS? Deixemos o Brasileiro para os Brasileiros. E acabemos de vez com o AO90, que não serve nenhum país dito lusógrafo. Que se regresse à diversidade, porque a unificação das lusografias é uma miragem no deserto das ideias idiotas, que por aí se alastram.

 

Como é possível medir as aptidões intelectuais das crianças portuguesas, pela descomunal inaptidão intelectual dos acordistas, no que respeita à aprendizagem do nosso Português?

 

Um dos (des)argumentos que os acordistas apresentam, para sustentarem a irreversibilidade do AO90 é a de como vão agora as crianças, que já aprenderam a escrever segundo o AO90 (ou seja, à moda brasileira) aprender a reescrever correCtamente a sua Língua Materna? Muito simples: aprendendo com a maior facilidade, até porque já aprenderam o Inglês, o Francês ou o Castelhano, que lhes é ensinado, com uma vantagem de a Língua Materna delas ter a mesma etimologia dessas outras línguas.

 

Se querem argumentar e ser honestos, argumentem com a VERDADE, apesar de ela ser OBSCURA, porque os Portugueses têm o DIREITO de a saber, e os governantes o DEVER de a dizer (se bem que essa verdade não seja segredo para ninguém). 

 

Por que hão-de os acordistas portugueses apresentar tal parvoíce, como argumento, como se as nossas crianças fossem muiiiiiito, mas muiiiiiito estúpidas, as mais estúpidas crianças do mundo?

 

Em vez de exteriorizarem, deste modo idiota, o vosso analfabetismo funcional, que tal proporcionarem, às nossas crianças, um ensino de Língua Portuguesa de qualidade, base fundamental de uma mais racional aprendizagem de todas as restantes disciplinas, e alicerce primordial para uma comunicação de excelência.

 

Porque é triste, muito triste, lamentável e vergonhoso ler, ver e ouvir o nosso Português tão mal escrito e falado nas televisões, nos jornais, nas revistas e na boca dos governantes, dos políticos, dos jornalistas, dos que acham que escrever “incorrêtamente” é moderno.

 

Não é. O que se passa em Portugal, a este respeito, é um caso de um monumental retrocesso, único em todo o mundo, por se ter passado de cavalo para burro, algo que não passa na cabeça de ninguém, a não ser na cabeça de um acordista.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:27

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Quinta-feira, 25 de Julho de 2019

GOVERNO SOMBRA CRITICA ACORDO ORTOGRÁFICO E POSTURA DO GOVERNO

 

(Recebido via e-mail)

 

«A propósito do relatório final do Grupo de Trabalho para a Avaliação do Impacto da Aplicação do Acordo Ortográfico.

A posição do Pedro Mexia é a "a revogação" do AO90, neste vídeo.

Não entendendo o PR, o medo que tem do dinossauro "Augusto Santos Silva", o guardião-mor do "monstro".» (A. M.)

 

Isto não é para entender A. M.. É para combater e VENCER!

E não haverá dinossauro algum que o impeça.

 

REMY.png

https://www.youtube.com/watch?v=jVP93qnYZX4

 

Juntarei a este vídeo uma outra crítica lúcida da minha amiga Idalete Giga, que subscrevo, palavra por palavra, a propósito do descalabro de texto publicado no Jornal Público, pela Lúcia Vaz Pedro, provavelmente ao serviço do dinossauro, texto que pode ser consultado neste link:

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/os-novos-analfabetos-do-seculo-xxi-sra-195068?tc=14066518863

 

Faço minhas as palavras de Idalete Giga:

 

«Depois de ler o estúpido, rancoroso e absurdo artigo da tal Lúcia Vaz Pedro (o Jornal Público agora aceita toda a espécie de lixo) que se diz professora de Português no Secundário, fiquei em estado de choque (!).

 

Como é que é possível que alguém escreva tanta asneira e insulte milhares de portugueses com tanto descaramento e revelando não só rancor, mas uma ignorância inacreditável (!).

 

Lúcia Vaz Pedro desconhece a Petição com mais de 20 mil assinaturas entregue na AR contra o AO. Desconhece a pouca vergonha que foi a origem do AO cozinhado por um grupo de traficantes da Língua Portuguesa para agradarem ao Brasil (!). Desconhece também os vários movimentos que se criaram contra o Aborto Ortográfico e que têm milhares de apoiantes. Desconhece a opinião de centenas de intelectuais brasileiros e portugueses contra o AO. Desconhece as obras que têm sido escritas apresentando verdadeiros argumentos científicos pondo de rastos o Linguicídio sendo a primeira da autoria de Vasco Graça Moura: "Acordo Ortográfico- A perspectiva do Desastre", seguida de muitas outras que a dita stôra devia ler. Também deve desconhecer o Latim (!!!!) etc., etc..

 

A conclusão a que chegou Cláudia Mealha no seu excelente comentário está correCtíssima: analfabeta é Lúcia Vaz Pedro. E eu acrescento: pobres alunos que têm como professora de português uma ANALFABETA que ainda por cima está convencida de que é dona da Língua Portuguesa (!).

 

Devia pedir desculpa publicamente aos milhares de portugueses que insultou.

QUE TRISTEZA (!!!).»

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:05

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Terça-feira, 23 de Julho de 2019

«A LÍNGUA OFICIAL DE ANGOLA É O PORTUGUÊS, MAS NÃO UM PORTUGUÊS QUALQUER, É O PORTUGUÊS EUROPEU, MISTURA DO LATIM E GALAICO-PORTUGUÊS»

 

Mas os Angolanos fizeram mais, muito mais, pela Língua Portuguesa: além de manter as suas raízes GRECO-LATINAS, enriqueceram-na com os dialectos locais. É isto o que nos diz o vídeo mais abaixo publicado.

 

20772696_mJYTy[1].png

 

E vieram os acordistas portugueses tentar destruir essa riqueza, empobrecendo-a substancialmente com o acordo mais desacordado de todos os tempos e de todos os povos.

 

E querem agora os deputados fazer alterações ao AO90? Aperfeiçoamentos? Um novo acordo? Para quê? Para só piorar o péssimo?

 

O caminho racional a seguir é a destruição total do AO90, porque não é possível recuperar um ABORTO.

 

O aborto ortográfico de 1990 não é remendável nem recomendável.

 

Só um povo muito ignorante e rico em pobreza mental, precisa de acordos ortográficos, e pior do que isso, precisa de remendar o roto.

 

Diz a lógica que não se deve mexer no que está BEM, no que é consensual, no que é razoável, no que serve a Razão. E o AO45 está bem, é consensual, é razoável, serve a Razão e não foi revogado. Portanto está ainda em vigor. E em vigor deve permanecer, e não precisa que os mentalmente incapacitados o destruam.

 

Não há possibilidade alguma de remendar o roto, sem que o roto continue desfeado.

 

Isto de querer alterar ou aperfeiçoar o AO90ou fazer um novo acordo  faz parte da COBARDIA política, não da VONTADE política!

 

O AO90 só tem uma serventia: o caixote do lixo.

 

Acordem, senhores deputados, senhores governantes, porque estão em vias de ficar para a História, como aqueles que tiveram oportunidade de se elevarem, e, por teimosia ou coisa pior (que me abstenho de referir), desceram a um nível abaixo de zero, e tramaram Portugal, os Portugueses destruindo a sua Identidade, ao desvirtuarem a Língua Portuguesa.

 

Ponham os olhos e os ouvidos no Saber de Angola.

 

Isabel A. Ferreira

 

Ver vídeo aqui:

https://www.facebook.com/HistoriaDeAngola/videos/845997772154128/?v=845997772154128

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:33

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Quarta-feira, 3 de Julho de 2019

PORTUGAL É O ÚNICO PAÍS DO MUNDO ONDE ESCREVER É SINÓNIMO DE BANDALHEIRA

 

Nas escolas, nas televisões e jornais e revistas e livros acordizados, nos documentos oficiais, no Diário da República, nos sites dos governantes e deputados da Nação, na publicidade e panfletos publicitários de empresas servilistas, em suma, onde há um acordista, há, forçosamente, bandalheira na escrita.

 

Nunca se escreveu tão mal, tão incorrectamente, tão abandalhadamente como agora. Parece que uma nuvem de estupidez passou por Portugal e atacou determinados cérebros que mirraram instantaneamente, dando-se início a uma “era de estultícia” sem precedentes em Portugal.

 

São assim.jpg

São assim os que podem e mandam em Portugal...

Origem da imagem: Internet

 

Todos os dias somos insultados e agredidos com as maiores calinadas jamais vistas.

 

Em contrapartida, todos os dias há cidadãos atentos, que chamam à atenção para a destruição da Língua Portuguesa, aquela que deveria identificar o nosso País, e não identifica, tendo-se até substituído a bandeira Portuguesa pela brasileira, quando se trata de identificar a NOSSA Língua.

 

Mas isto, sendo bastante grave, não é tudo.

 

Helder Guégués, autor do livro «Em Português Se Faz FavorUm guia fundamental para escrever bem» – no seu Blogue Linguagista onde se discute os factos da Língua – publicou um pequeno texto, no qual, uma vez mais, chama à atenção para o desastroso dia-a-dia do AO90.

 

Escreveu Helder Guégués:

 

«Nem daqui a cem anos

 

«Os médicos vão passar a ter um guia para atender utentes da comunidade LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros e Intersexo). A medida é inédita na área da saúde e pretende dar aos profissionais um guia de boas práticas nos cuidados a pessoas LGBTI» («Médicos vão ter guia para atender utentes da comunidade LGBTI», Sara de Melo Rocha com Sara Beatriz Monteiro, TSF, 1.07.2019, 11h48).

 

Duas Saras, e ainda assim o texto ficou doente: «transgênero», hein? E ainda o tal ministro afirmava que as regras do Acordo Ortográfico de 1990 se aprendiam em 10 minutos... Gostava de ler um texto escrito por ele. Ainda hoje os professores — sim, também os de Português — não dominam as regras, e isto depois de acções de formação, guias e outras formas criativas de esbanjar dinheiro público. Tal como estes guias para os médicos — não bastam a experiência e a sensibilidade?

 

Fonte:

https://linguagista.blogs.sapo.pt/o-ao90-no-dia-a-dia-3011634?fbclid=IwAR1I8i3B3SzpzbM_oIPpeAGVRRPEPfW3RY7kkVumjleratauTcbMUGhvfpQ

 

***

Pois, caro Helder, e quando os que se vergaram à ortografia do outro lado do Atlântico tiverem de regressar à escrita correCta? Serão outros cem anos.


Para as crianças e jovens a transição é rápida, supondo que os leccionadores consigam, também rapidamente, regressar à escrita correCta da ortografia portuguesa, aquela que levaram anos a aprender, e num ápice desaprenderam e desataram a ensinar os alunos a escreverem incorreCtamente a própria Língua.

 

Isto só acontece em Portugal, um país que perdeu o rumo (já não está voltado para a Europa) e a vergonha na cara.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:40

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Terça-feira, 2 de Julho de 2019

INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS PARA TURISTAS BRASILEIROS EM LISBOA

 

É assim tão evidente que os Brasileiros não são capazes de entender o PORTUGUÊS?

Quando os Portugueses vão ao Brasil, não têm a mínima dificuldade em perceber as informações em BRASILEIRO, e se não é logo à primeira, deduz-se.

BRASIL E PORTUGAL FALARÃO A MESMA LÍNGUA?

Resposta: obviamente, NÃO FALAM.

***

 

É como diz, e muito bem, a Maju Reigó:

«Unificação linguística? Impossível!

Informações para turistas brasileiros em Lisboa. O texto mostra bem as diferenças existentes entre as duas línguas. Fiquei particularmente sensibilizada com “a rótula do Marquês de Pombal.” 😀😀😀😀😀

Obs: “... existe ainda alguma resistência contra o Acordo...”? Existe e existirá porque esfrangalha a língua portuguesa, porque não faz sentido algum, porque, na prática, é tudo menos um acordo.»

 

Unificação linguística.jpg

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2869461566429356&set=gm.2268015596617515&type=3&theater&ifg=1

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:34

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.ACORDO ORTOGRÁFICO

EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A AUTORA DESTE BLOGUE NÃO ADOPTA O “ACORDO ORTOGRÁFICO” DE 1990, DEVIDO A ESTE SER INCONSTITUCIONAL, LINGUISTICAMENTE INCONSISTENTE, ESTRUTURALMENTE INCONGRUENTE, PARA ALÉM DE, COMPROVADAMENTE, SER CAUSA DE UMA CRESCENTE E PERNICIOSA ILITERACIA EM PUBLICAÇÕES OFICIAIS E PRIVADAS, NAS ESCOLAS, NOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, NA POPULAÇÃO EM GERAL E ESTAR A CRIAR UMA GERAÇÃO DE ANALFABETOS.

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.CONTACTO

isabelferreira@net.sapo.pt

. AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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