Sexta-feira, 19 de Novembro de 2021

Para acabar de vez com a empáfia dos brasileiros que insultam gratuitamente Portugal e depois exigem respeito

 

Começarei por referir o comentário que Carlos Gonçalo, deixou no texto inserido neste link, no qual certos brasileiros deixaram brilhar a lusofobia e a ignorância deles ao mais alto grau:
https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/a-noticia-ha-criancas-portuguesas-que-343702?tc=87251624726

 

«Boa noite Sra. Isabel. Eu ao ler os comentários de alguns brasileiros, fico doente. Eles dizem sempre o mesmo, é o ouro, que invadimos o Brasil (e também não foi descobrimento, foi achamento), que matámos, esfolámos, etc., enfim, e em relação à língua portuguesa, têm uma lata, um desrespeito, um ódio a todos nós portugueses e a tudo o que é lusitano. Acusam-nos de sermos xenófobos... Mas é precisamente o contrário. Enfim a ignorância... "ABUNDA" nos brasileiros. É pena não haver mais mulheres como você, ou gente mais capaz de defender aquilo que nasceu aqui em Portugal e daqui partiu para o resto do mundo há mais de 5 séculos. O que é facto também, é os brasileiros terem um ódio visceral por Portugal, mas o que é certo é que cada vez mais este "cantinho do céu" está cheio de brasileiros e cada vez virão mais, mesmo com esse ódio todo, aproveitam para ter acesso à cidadania portuguesa, logo europeia, e já vi tanta coisa no YouTube de brasileiros que vieram para cá, e põem-se a "vender" Portugal com a maior das latas e desrespeito por nós e por este país. Até já deixei de ver certos vídeos, porque não consigo perceber como é que as nossas autoridades não vêem esta pouca vergonha, que não vê só quem não quer. Peço desculpa pela extensão do meu comentário ou de algum erro ortográfico... Não desista por favor de defender a nossa língua portuguesa.» (Carlos Gonçalo)

 

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De facto, certos brasileiros, andam por aí, por toda a parte, com uma cassete marxista às costas, a insultar Portugal, a Língua Portuguesa, a Cultura Portuguesa, a História Portuguesa e os Portugueses, bolsando uma descomunal ignorância e uma lusofobia e um antilusitanismo que já tem barbas longas e brancas. Basta darem uma volta pela Internet e verem os comentários que fazem aos textos cujos links deixarei no final deste texto, para se inteirarem do tamanho desse aviltamento, a que é preciso pôr cobro, a bem do Brasil e de Portugal.

 

E uma vez que os governantes tanto do lado de lá, como do lado de cá, nada se interessam por apaziguar as hostes, muito pelo contrário, fazem de tudo para que a guerra se instale, haja alguém que OUSE enfrentar os rochinhas (adjectivo dos dois géneros, oriundo do Rio Grande do Sul [Brasil] que significa insultadores, e que vou utilizar por ser mais mimosinho) ainda que esse alguém tenha de levar com uma enxurrada de vitupérios que, no entanto, jamais abalarão quem ousa ousar. Costuma dizer-se que o que vem de baixo, não nos atinge.

 

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E como quem não se sente, não é filho de boa gente, e não tolero a estupidez, algo que me provoca urticária, nunca deixei que, nos meus tempos do Brasil, a lusofobia e o antilusitanismo de que fui alvo levassem a melhor. Sempre defendi e continuo a defender a Lusitanidade, com as garras de fora, porque aprendi que o mel jamais consegue adoçar o fel, e que não se derruba muros de betão armado com o toque de uma flor. No entanto o Brasil continua a ser a minha segunda Pátria, porque nem todo o povo brasileiro é rochinha.

 

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Aprendi também que não podia permitir que as perversas e pervertidas FALSIDADES históricas, que se ensinavam (e continuam a ensinar-se) nas escolas brasileiras, não podiam (não podem) andar por aí repetidas até à exaustão, SEM CONTESTAÇÃO, porque corria-se (corre-se) o risco de se transformarem em verdades.

 

E porque tenho a legitimidade e o direito à INDIGNAÇÃO, até escrevi um livro a contestar o “1808”, do jornalista brasileiro, Laurentino Gomes, cheio de falsidades e de historinhas de carunchinhos, que, vergonhosamente mancha a historiografia brasileira. A Bibliografia que consultei e consta no final do livro, pode confirmar tudo o que digo.  

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/contestacao-ao-livro-1808-de-laurentino-729191

 

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E quando vejo por aí a cassete marxista a ser desbobinada nos comentários que certos brasileiros fazem aos textos onde o Brasil e Portugal se cruzam, no YouTube, no Facebook, no Google, nos meus Blogues, enfim, por toda a rede informática, eu salto-lhes em cima com as garras de fora, porque não se pode chamar ROSAS às ERVAS DANINHAS, e não podemos deixar que estas últimas desformoseiem o nosso jardim à beira-mar plantado.

 

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E os rochinhas, paus-mandados de esquerdistas da esquerda caviar brasileira, que andam por aí a insultar a Portugalidade gratuitamente, enchendo a rede informática com falsidades das mais básicas, onde a estupidez, da mais pura e dura, impera, sempre com a mesma lengalenga, nessa cassete marxista, orquestrada por gente que, muito ignorantemente, gostaria de mudar o rumo da História que ficou no passado e jamais poderá ser mudada, não passam de ervas daninhas, que andam por aí apenas a envergonhar o Brasil e o bom Povo Brasileiro, que não se revê nessa cambadinha de ignorantes, porque eles, a nós, não nos atinge.

 

E não posso dizer isto de outro jeito, porque a ignorância e os ignorantes, a estupidez, os paus-mandados, os lusófobos, os antilusitanistas são o que são. Poderia apodá-los de apedeutas, talvez fosse mais elegante, mas o resultado seria o mesmo, e talvez não conseguisse chegar aos menos instruídos.

 

Para ilustrar tudo o que aqui refiro, deixo-vos com esse apedeutismo disseminado na Internet, uma vergonha para o Brasil e para Portugal, uma vez que os respectivos presidentes das duas Repúblicas das Bananas, que juraram defender a Constituição dos respectivos países, nada fazem para acabar com esta pouca-vergonha.

 

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***

Num comentário no Facebook, entretanto eliminado:

 

Quérem Hapuque  

Isabel A. Ferreira A história do Brasil é uma história horrível, infelizmente o Brasil foi invadido e dominado, haviam aqui vários povos, tribos, chefes, e infelizmente poucos sobraram; junto com essa história de tomada a força, vieram tbm os negros, que foram outro povo tomado de suas terras e escravizados...

Sinto muito, mas não vejo em qual momento da história o Brasil foi uma nação irmã de Portugal, acho que fomos o irmão bastardo que todos renegam... Ninguém quer ouro nenhum de volta, ninguém quer minério nenhum de volta, apenas o reconhecimento de que nunca foi algo pacífico ou irmandade o que fizeram com nosso país, foi um massacre de povos, cultura... Minha terra foi palco das mais diversas atrocidades, tanto com negros, quanto com índios, foi palco de estupro, escravidão, tortura, roubo, e entre outras coisas que até o diabo sentou pra assistir e aprender.... NINGUÉM QUER OURO NENHUM, a gente só quer que vocês contem essa história direito...

O que vocês chamam de iletrados, ou de ignorância, eu chamo de contar a minha versão...

Então o brasileiro só é estudado e inteligente, se caso ele acreditar que Brasil e Portugal foram nações "irmãs" e que vocês não invadiram nossas terras ????

Acho que ignorante são vocês, que julgam, sem ao menos buscar entender, compreender nosso lado...

 

***

Os argumentos dos rochinhas, para justificar os insultos a Portugal, aos Portugueses, e à sua Cultura e História:

 

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***

No Messenger:

 

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Quando as mentes estão formatadas, não adianta apresentar argumentos racionais, daí que, embora eu tivesse tentado dizer ao Milanoff que a Língua Portuguesa não era um dialecto, mas uma LÍNGUA, ele, como todos os outros a quem fizeram lavagem cerebral, acham que me considero SUPERIORA ( = religiosa que governa uma comunidade ou instituto de mulheres = abadessa, priora, prioresa), o que só vem dar-me razão, quando pugno pela separação das línguas faladas no Brasil e em Portugal.

 

Como a conversa não agradou ao Milanoff, ele bloqueou-me, no que fez muito bem, até porque eu iria bani-lo, de qualquer modo, pois nem sequer estava no meu rol de “amizades”, no Facebook.

 

Então a coisa acabou assim:

 

A contact set your nickname to bruxa Portuga.

Um contacto definiu a tua alcunha como bruxa Portuga.

 

Uma alcunha que se eu não soubesse de quem vinha, diria que só podia vir de um brasileiro com mente formatada. Já me alcunharam de coisa pior.

 

***

No YouTube, um sem cara e sem nome, esconde a sua ignorância:

 

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Poderia ir buscar ene comentários que circulam por aí, todos com o mesmo teor, mas fico-me por aqui, por hoje.   

 

Defender a HONRA do meu País do preconceito, da lusofobia, do antilusitanismo que o amesquinha, foi um DEVER que me impus, desde os meus tempos de estudante, e se para tal tenho de pagar um preço, pagá-lo-ei, conscientemente. E se o preço for os vitupérios dos rochinhas, o que me importa, se nada do que vem de baixo me atinge?

 

Isabel A. Ferreira

 

Links para os textos que deram origem aos comentários referidos, e mais centenas de outros:

 

Há crianças portuguesas que só falam brasileiro

 https://www.dn.pt/sociedade/ha-criancas-portuguesas-que-so-falam-brasileiro-14292845.html?comment_id=5189222177761317&reply_comment_id=5189269007756634&fbclid=IwAR3fPFKvMNJfbn3Mn2BLBFcP9zKrozW4M3tbLmnpGUc6bKrF4zRU7xwBj9k

 

Em defesa do português brasileiro

https://www.dn.pt/opiniao/em-defesa-do-portugues-brasileiro-14312992.html

 

Luccas Neto vai dobrar episódios para português de Portugal

https://www.jn.pt/artes/luccas-neto-vai-dobrar-episodios-para-portugues-de-portugal-14313137.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:34

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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2020

«O erro ortográfico»

 

Excelente raciocínio. Excelente artigo, escrito por António Manuel Ribeiro (músico, poeta  e vocalista da banda de rock portuguesa UHF) o qual publiquei em 22 de Março de 2017.

Trago-o à liça, hoje, porque já tudo foi dito e  escrito acerca da aberração ortográfica AO90, e nada há mais para dizer e escrever de novo debaixo do Sol. Além disso, o que se escreveu no passado, continua actualíssimo, porque (como cansa repetir isto!) as mentes dos políticos, que poderiam acabar com este pesadelo de não termos uma Língua, na forma grafada, que nos identifique como povo português, enquistaram, e isto so lá vai à martelada.

 

Não sei (saberei) por que motivo os governantes fazem ouvidos de mercador às vozes lúcidas que têm alertado para este linguicídio. Além de cegos, também serão surdos mentais?

 

O ministro Santos Silva, não quer saber. Ele é apenas o ministro dos Negócios (DOS) Estrangeiros. Vá-se lá saber porquê! E os outros ministros e deputados da Nação (nem todos, mas não são suficientes para imporem ordem e lucidez no hemiciclo) vão simplesmente atrás... E o presidente da República diz Ámen.

 

Faço minhas as actualíssimas palavras de António Manuel Ribeiro, que aqui transcrevo com a devida vénia.

 

janela da frente Antonio final.png

 

 «Na semana em que uma delegação da Academia das Ciências de Lisboa promoveu na Assembleia da República uma abordagem sobre rectificações necessárias e urgentes ao Erro Ortográfico – cuidado, que há mais gente por aí certificada ao domingo ou “adoutorados” por soma de cupões da Farinha Amparo -, li um artigo sobre os erros ortográficos nos comunicados da Casa Branca, publicado pelo insuspeito The Guardian. Confrangedor e banal, a arrogância do cobói abafará os precários do alfabeto inglês.

 

Por cá tem sido um fartote, por ventura nunca se escreveu tão mal e há muito boa gente que já se encosta ao disparate do Erro Ortográfico (para haver um acordo tinha de haver signatários desse acordo, mas até agora não houve consenso) para escrever deficientemente. O meu rígido professor da 4.ª classe deixaria as mãos a arder a muito nariz levantado da nossa praça.

 

Há dois dias, na abertura do portal Sapo vi um anúncio da MEO. Prometia à clientela da operadora que se iria apaixonar com letra grande (A), escrito numa tarja rosa, quando o correcto seria apaixonar com letra maiúscula.

 

Talvez um criativo da agência de publicidade contratada pela MEO nos queira dizer que o defeito é feitio. Mas não é. É erro. Das letras do abecedário não se diz grande ou pequeno, mas maiúsculo ou minúsculo. Ou será que os alvos do anúncio estão tão bem identificados que a mensagem passa muito melhor defeituosa? Perdoa-lhes Camões, que eles não sabem mas fazem.

 

Ainda esperei (até hoje) um laivo de inteligência por parte do governo ao receber a proposta de afinação do Erro Ortográfico em vigor, a que chama Acordo, mas o ministro dos Negócios Estrangeiros – por onde andarão os da Educação e da Cultura? – proferiu, em resposta, uma daquelas declarações que eles empinam quando chegam ao poder. É um manual secreto que ensina a todos que entram para as cadeiras da governação como falar sem nada dizer mantendo a compostura, o tom e o ar de estarem a dissertar profundamente sobre coisas muito pensadas.

 

Confesso que nunca fui à bola com este senhor, que esteve ao lado dos que nos trouxeram a mais uma bancarrota, a de 2011, comentador trauliteiro que revelava restos de um trotskismo mal enterrado. Mas tem vocação para ministro, percebe-se.

 

Disse que não era este o tempo para alterar um Acordo assinado e em vigor em dois países, Portugal e Brasil (não é verdade, senhor ministro, há muito que o povo brasileiro adoptou maneirismos que agora fomos copiar), esperando-se que o resto da lusofonia o faça. Quando? Porquê perder a alma?

 

Este Erro Ortográfico viola o princípio científico de uma língua, a etimologia que criou vocábulos e estes um discurso escrito e falado coerente.

 

Para quando, senhor ministro, o tempo certo para corrigir os erros que vão sendo somados, essas calendas gregas vulgares em política, esta deriva que está a criar mais analfabetos funcionais, apesar de, nas tiradas inflamadas dos últimos governos, dizerem que temos as gerações mais qualificadas, quando o correcto seria dizer mais certificadas?

 

Dá-se, por ventura, ao luxo de anotar os erros que os jornais, em papel e virtuais, publicam sem uma correcção a posteriori, porque das duas, alguma, ou já ninguém sabe corrigir, ou esquecer dá mais jeito?

 

Talvez o senhor ministro sacuda a importância de uma língua correcta – é a nossa – por ter outros assuntos mais urgentes, como por exemplo, aclarar se devemos cortar relações diplomáticas com o Iraque ou prepararmo-nos para a guerra – a agressão ao miúdo português foi comprada e todos se calaram. Diplomacia e livro de cheques. Soberania, logo se vê. A ironia serve este tempo.

 

Andamos de cócoras em tantas horas do dia que dava gosto ouvir por uma vez a diferença que não batesse na vulgaridade, no lugar-comum, no mais do mesmo que mantém os do poder no poder e os outros no rebanho.»

 

António Manuel Ribeiro

 

Fonte:

http://frentecivica.blogspot.pt/2017/02/janela-da-frente-o-erro-ortografico.html?spref=fb

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:56

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Quarta-feira, 22 de Março de 2017

«O erro ortográfico»

 

Excelente raciocínio. Excelente artigo.

Não sei por que os governantes não ouvem estas vozes lúcidas. Serão surdos mentais?

O ministro Santos Silva, não quer saber. Ele é apenas o ministro dos Negócios (DOS) Estrangeiros. Vá-se lá saber porquê! E os outros ministros vão atrás...

Faço minhas as palavras do António Manuel Ribeiro.

 

janela da frente Antonio final.png

 

 «Na semana em que uma delegação da Academia das Ciências de Lisboa promoveu na Assembleia da República uma abordagem sobre rectificações necessárias e urgentes ao Erro Ortográfico – cuidado, que há mais gente por aí certificada ao domingo ou “adoutorados” por soma de cupões da Farinha Amparo -, li um artigo sobre os erros ortográficos nos comunicados da Casa Branca, publicado pelo insuspeito The Guardian. Confrangedor e banal, a arrogância do cobói abafará os precários do alfabeto inglês.

 

Por cá tem sido um fartote, por ventura nunca se escreveu tão mal e há muito boa gente que já se encosta ao disparate do Erro Ortográfico (para haver um acordo tinha de haver signatários desse acordo, mas até agora não houve consenso) para escrever deficientemente. O meu rígido professor da 4.ª classe deixaria as mãos a arder a muito nariz levantado da nossa praça.

 

Há dois dias, na abertura do portal Sapo vi um anúncio da MEO. Prometia à clientela da operadora que se iria apaixonar com letra grande (A), escrito numa tarja rosa, quando o correcto seria apaixonar com letra maiúscula.

 

Talvez um criativo da agência de publicidade contratada pela MEO nos queira dizer que o defeito é feitio. Mas não é. É erro. Das letras do abecedário não se diz grande ou pequeno, mas maiúsculo ou minúsculo. Ou será que os alvos do anúncio estão tão bem identificados que a mensagem passa muito melhor defeituosa? Perdoa-lhes Camões, que eles não sabem mas fazem.

 

Ainda esperei (até hoje) um laivo de inteligência por parte do governo ao receber a proposta de afinação do Erro Ortográfico em vigor, a que chama Acordo, mas o ministro dos Negócios Estrangeiros – por onde andarão os da Educação e da Cultura? – proferiu, em resposta, uma daquelas declarações que eles empinam quando chegam ao poder. É um manual secreto que ensina a todos que entram para as cadeiras da governação como falar sem nada dizer mantendo a compostura, o tom e o ar de estarem a dissertar profundamente sobre coisas muito pensadas.

 

Confesso que nunca fui à bola com este senhor, que esteve ao lado dos que nos trouxeram a mais uma bancarrota, a de 2011, comentador trauliteiro que revelava restos de um trotskismo mal enterrado. Mas tem vocação para ministro, percebe-se.

 

Disse que não era este o tempo para alterar um Acordo assinado e em vigor em dois países, Portugal e Brasil (não é verdade, senhor ministro, há muito que o povo brasileiro adoptou maneirismos que agora fomos copiar), esperando-se que o resto da lusofonia o faça. Quando? Porquê perder a alma?

 

Este Erro Ortográfico viola o princípio científico de uma língua, a etimologia que criou vocábulos e estes um discurso escrito e falado coerente.

 

Para quando, senhor ministro, o tempo certo para corrigir os erros que vão sendo somados, essas calendas gregas vulgares em política, esta deriva que está a criar mais analfabetos funcionais, apesar de, nas tiradas inflamadas dos últimos governos, dizerem que temos as gerações mais qualificadas, quando o correcto seria dizer mais certificadas?

 

Dá-se, por ventura, ao luxo de anotar os erros que os jornais, em papel e virtuais, publicam sem uma correcção a posteriori, porque das duas, alguma, ou já ninguém sabe corrigir, ou esquecer dá mais jeito?

 

Talvez o senhor ministro sacuda a importância de uma língua correcta – é a nossa – por ter outros assuntos mais urgentes, como por exemplo, aclarar se devemos cortar relações diplomáticas com o Iraque ou prepararmo-nos para a guerra – a agressão ao miúdo português foi comprada e todos se calaram. Diplomacia e livro de cheques. Soberania, logo se vê. A ironia serve este tempo.

 

Andamos de cócoras em tantas horas do dia que dava gosto ouvir por uma vez a diferença que não batesse na vulgaridade, no lugar-comum, no mais do mesmo que mantém os do poder no poder e os outros no rebanho.»

 

António Manuel Ribeiro

 

Fonte:

http://frentecivica.blogspot.pt/2017/02/janela-da-frente-o-erro-ortografico.html?spref=fb

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:42

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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2016

Génese do Acordo Ortográfico de 1990 (II)

 

O meu objectivo com este trabalho é simplesmente o de traçar o percurso da Língua Portuguesa no Brasil, até chegar ao AO90, e demonstrar que além dos interesses económicos dos editores e livreiros (portugueses e brasileiros) existem interesses políticos obscuros, (pergunte-se a Cavaco Silva sobre as "pressões do Brasil") porque incompreensíveis à luz da razão, e seria fundamental exigir aos políticos e à dupla Evanildo Bechara-Malaca Casteleiro que expliquem aos Portugueses o que realmente está por trás deste (des)acordo ortográfico, que parece ter sido engendrado por quem sofre de disortografia.

 

O que Sérgio Vaz diz é a mais pura verdade.

 

SÉRGIO VAZ.png

 

Origem da imagem: «Tradutores Contra o Acordo Ortográfico»: https://www.facebook.com/TradutoresContraAO90/?fref=ts

 

Quando falamos em AO90, falamos maioritariamente da grafia brasileira, do que no Brasil já se chamou Português e hoje se chamaTécnicas de Comunicação e Expressão”.

 

Esta grafia mutilada, afastou o nosso Português, que já foi a Língua Oficial do Brasil, da sua Matriz greco-latina, indo-europeia, transformando-se num Dialecto, ou se preferirem, VARIANTE brasileira do Português, o qual foi sendo enriquecido pelas línguas indígenas e africanas, pelas línguas das vagas de emigrantes de várias nacionalidades, que se fixaram no país, e pelos neologismos que foram surgindo, a partir de palavras inglesas, que os brasileiros preferiram adoptar, pondo de parte as palavras já existentes em Português, integrando um léxico que podemos chamar, com toda a propriedade, brasileiro, já muito distanciado do Português, que, com propriedade, pode ser designado por dialecto brasileiro (com paralelo no Crioulo-CaboVerdiano).

 

Em 1911 houve uma tentativa de simplificar e unificar a Língua Portuguesa, que não deu certo, porque o Brasil não concordou com o que foi proposto, e distanciou-se da ortografia portuguesa, oriunda da reforma ortográfica então realizada.

 

Em 1945, foi assinada a Convenção Ortográfica Luso-Brasileira, entre a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras, e a qual ainda está em vigor em Portugal, porque não foi revogada, e que o Brasil, apesar de a ter assinado, acabou por rejeitar, optando pela reforma ortográfica, que realizou unilateralmente em 1943, na qual se mutilou a Língua Portuguesa, sem a mínima científica.

 

A este propósito, Antônio Houaiss, o editor das enciclopédias brasileiras, declarou que a Convenção Ortográfica de 1945 que, realmente, unificava a língua, foi recusada por ser "lusitanizante". O que é que isto significa? Significa que o Brasil já tinha a grafia brasileira  mutilada e nada o faria regressar à grafia do colonizador.

 

E tudo o que era (e continua a ser) lusitanizante era (é) desprezível para os esquerdistas nrasileiros. E nos anos 30, os motivos invocados para a recusa da grafia portuguesa são também de ordem política.

 

Deslusitanizar a Língua Portuguesa foi um objectivo dos sucessivos governos brasileiros, uma vez que a “colonização” estava (e, por mais inacreditável que pareça, ainda está) atravessada na garganta daqueles brasileiros, que nunca compreenderam o fenómeno da colonização europeia no mundo, e lamentam-se de não terem sido colonizados pelos Ingleses, que estão na génese dos Estados Unidos da América do Norte, pois sonham vir a ser os Estados Unidos da América do Sul, e ainda não tendo sido capazes de o ser, apesar de os 194 anos de independência do jugo português, culpam os portugueses pela própria incompetência (ainda há pouco tempo, Lula da Silva o fez, alto e em bom som, em Espanha) o que tem gerado uma lusofobia, que se foi evidenciando em actos governamentais, e, sobretudo, no estudo da língua mutilada, e de uma História do Brasil totalmente deturpada, lusófoba e mentirosa.

 

A mutilação do Português no Brasil teve também um outro propósito: diminuir o alto índice de analfabetismo, que então grassava naquele que é o maior país livre da América Latina, uma vez que a Língua escrita não coincidia com a língua falada, e isso complicava a aprendizagem, nomeadamente no que dizia respeito às consoantes mudas, que deixaram pura e simplesmente de ser grafadas, originando uma grafia sem raiz, sem nexo, sem história, exceptuando alguns vocábulos, que resistiram à mutilação.

 

E este tipo de sentimento menor foi se propagando ao longo dos tempos, e hoje, na Internet, correm os maiores despautérios, não só na escrita da Língua, como no que se diz da História do Brasil ligada a Portugal, o que tem fabricado uma quantidade incontável de ignorantes e analfabetos funcionais.

 

Apenas para se ter uma ideia, vou aqui transcrever, ipsis verbis, um texto que encontrei na Internet, (e como este há milhares deles) onde podemos verificar duas coisas: a falta de informação e de estudo, e a falta de formação em Língua Portuguesa.

 

(Assinalo a negrito o que mais me intrigou):

 

«O português é falado em cinco continentes, porém sempre vêm à tona as diferenças entre o português do Brasil e o português do Portugal. São os dois países de língua portuguese mais importantes. A variante africana é muito parecida com europeia, portanto o Brasil é a única ex-côlonia portuguesa que se distanciou mais da língua do Imperio Português de Vasco de Gama e companhia.

 

A realidade é que os quase dez milhões e meio de portugueses representam uma pequena porcentagem dos 200 milhões (aproximadamente) de brasileiros. Nem somando a população falante de português na Angola (14,7 milhões), Moçambique (12,6), Guiné-Bissau (1,46) e Cabo Verde (450 526 pessoas) chegam a fazer sombra ao todo-poderoso Brasil.

 

A influência do Brasil é tão grande que nos últimos anos, houve uma reforma ortográfica para unificar ambas, e na qual a normativa brasileira ganhou mais peso. Além disso, curiosamente, o Museu da Língua Portuguesa não se encontra em Lisboa, mas em São Paulo.»

 

Um museu que, há pouco tempo, foi estranhamente incendiado.

 

Origem deste texto:

https://www.blazaar.com/blog/5-curiosidades-do-portugues/

(Este texto foi eliminado depois da publicação deste meu trabalho).

 

***

Aqui há uns anos, o Ministério da Educação do Brasil decidiu mudar os currículos e a metodologia do ensino da Língua Portuguesa. Então começou-se pelo nome da disciplina, saindo o vocábulo Português, que deu lugar às «Técnicas de Comunicação e Expressão». E com esta mudança, foi retirado do ensino os textos dos clássicos portugueses e brasileiros, que foram substituídos por relatos de futebol e coisas do género. Isto tudo em nome da “felicidade” dos alunos.

 

Foi também eliminado o estudo da Literatura Portuguesa.

 

Resultado: o ensino da Língua, no Brasil, degradou-se substancialmente.

 

Vejamos a opinião de uma docente brasileira, que me respondeu deste modo, quando lhe falei no ataque que a Língua Portuguesa está a sofrer com a imposição da grafia mutilada que o AO90 sugere:

 

«Estou numa guerra constante contra ataques muito mais drásticos, porque a concordância já desapareceu há anos, o adjetivo já não concorda com o substantivo em gênero nem em número, os verbos a cada dia perdem mais tempos e pessoas, depois de perder modos, neologismos pavorosos aparecem da noite pra o dia a partir da cópula ilícita do português com o americanalhês, e é um verdadeiro suplício ter que suportar o hediondo gerúndio de Miami: vamos estar enviando, vamos estar verificando, e assim por diante. E quando se protesta, os novos teóricos de plantão acusam: puristas! Danem-se! Declarei guerra, porque a língua ninguém me rouba, haja o que houver, custe o que custar. A língua despencou no abismo. É uma calamidade indescritível. Desde a ditadura militar que se implantou em 1964, começou um programa de desalfabetização dos brasileiros, que devem ser condenados a eternos produtores de matéria-prima e fornecedores de mão-de-obra. O projeto para o Brasil é continuar a ser uma grande fazenda na qual se vive pra engordar o boi, matar o boi, comer o boi e depois dormir. Entretanto, se vocês fizessem ideia do descalabro a que chegou a "última flor do Lácio", bela e rica língua portuguesa, aqui no Brasil, por obra de um programa deliberado de políticos a serviço da invasão USA, entenderiam que pra nós oi ou olá é de somenos. O que me diz de "aonde" ter-se tornado uma partícula conectiva para todos os casos e situações imagináveis, em que o pobre falante indigente não faz ideia da existência e função dos pronomes relativos, dos advérbios de tempo e modo, e até de conjunções conclusivas ou explicativas? Já não se escreve cantar, mas sim canta. Os erres foram eliminados dos verbos». L. Nóbrega

 

***

Entretanto vejamos o que nos diz Ivo Miguel Barroso, um jurista português: 

 

«Não há nenhum argumento de carácter linguístico, pedagógico e cultural que justifique a adopção de mais uma reforma ortográfica em Portugal; bem pelo contrário. O AO90 regula apenas certos aspectos da ortografia, não incidindo sobre nenhum dos restantes aspectos da linguagem escrita: o léxico, a sintaxe, a morfossintaxe e a semântica, nas variantes euro-afro-asiático-oceânica e do Português do Brasil. Por isso, alegar que o AO90 contribui para uma “língua comum unificada” - que ninguém escreve (nem fala) - é uma falsidade.

 

O aspecto mais grave do alegado "Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa" é ter criado, em Portugal,  a partir do nada, centenas de palavras "novas", inexistentes em qualquer das ortografias, inclusive na variante brasileira do Português: “conceção”, por   concepção; “receção”, por recepção; “perceção”, por percepção; "exceto" , por excepto, etc..

 

O AO90 foi imposto na Assembleia da República, em todas as suas Plataformas, através de Deliberação de 15 de Dez. de 2010 (por iniciativa do próprio Presidente da AR, Jaime Gama), com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2012.

 

Essa Deliberação foi aprovada por unanimidade (!!), ou seja, com votos a favor de PS, PSD, CDS, PCP, BE e PEV. Mas, passados mais de 4 anos, a mixórdia continua»

 

***

De facto, a mixórdia continua.

 

Vejamos agora o que nos diz (textualmente) Gustavo Vieira, um brasileiro com quem andei a esgrimir, no Google:

 

(Os excertos assinalados a negrito são meus):

 

«Sinto muito, mas lendo os comentários que aqui escrevem, tenho alimentado um certo sentimento de recusa deste academicismo europeu, que mesmo sofrendo não consegue reconhecer a cultura de outros povos.

 

Você como historiadora que se identifica deveria saber que a história não é a mesma para quem "ganha ou perde" uma ação político-social.

 

Graças não só ao grande destaque que o Brasil tem na América Latina, mas também aos nossos maravilhosos escritores que deram uma impulsinada na literatura, agora então genuinamente brasileira <3 que o português brasileiro é reconhecido e diferenciado no Mundo. Somos os únicos lusofonos na América, e conseguimos nos diferenciar dos nossos vizinhos de língua espanhola - o que em certo ponto não acho legal, pois a língua acaba sendo uma barreira entre as nações, embora nos viremos no chamado portunhol. Há denominações que eu também não acho boas como dizem os americanos: "O Brasil e a América Latina", sendo que ambos os países possuem raízes linguísticas originadas do latim.

 

A academia brasileira não costuma fazer essa segregação entre nações lusofonas inclusive, não sei Portugal, mas o Brasil possui representantes de outros países de língua portuguesa na Academia Brasileira de Letras.

 

Penso que além de poder constituir um belo bloco cultural as nações lusofonas possam ter relações econômicas mais estreitas, isso embora estejam os países extremamente presos aos seus respectivos blocos; relações diplomáticas também seriam ótimas, como por exemplo, a facilitação de vistos, o que para Portugal seria difícil devido ao Espaço Schengem

 

***

Sim, tudo poderá ser um mar de rosas, e uma união de corações brasileiros e portugueses, unicamente se cada país (Brasil e Portugal,) continuar a usar a sua própria língua: no Brasil, as tais «Técnicas de Comunicação e Expressão», e em Portugal, a Língua Portuguesa, saída da Convenção Ortográfica Luso-Brasileira 1945, ainda em vigor, oficialmente, porque oficiosamente os subservientes ao Poder aplicam o AO90.

 

Entretanto, na conversa entrou um Badstuber, que representa a “galera” baixa do Brasil, e que, também em reprodução, ipsis verbis, diz esta coisa espantosa, infelizmente, comum a milhares de brasileiros:

 

«Precisamente por ter muitos negros no Brasil, é que eu não gosto de negros. Eu sei como são vocês. Onde têm negros sempre vai ter pobreza, delinquência, favelas, etc. E ainda assim vocês se vitimizam. Odeio os portugueses por ter trazido tantos negros para o Brasil.

 

Isabel A. Ferreira portugueses de merda, o Brasil é um pais ruim por culpa de vocês. Vocês trouxeram escravos africanos. negros são sinônimos de pobreza, favelas, delinquencia, assaltos, violência, vandalismo, trafico de drogas, aids, funk, estupros, atraso, homicidios, etc. Sem negros o Brasil seria um pais muito melhor.»

 

A fonte desta conversa está no link (mais abaixo) onde pode ler-se inacreditáveis comentários de muitos mais badstubers onde a lusofobia está bem patente no que representa o pensar de, infelizmente, uma larga franja do actual povo brasileiro.

 

(O vídeo que aqui coloquei, onde estavam as provas do que acima referi,  como pode ver-se, foi eliminado, depois da publicação deste meu texto (em 2016).

 

***

Na terceira parte deste trabalho ater-me-ei a um livro de crónicas, intitulado “A Brasilidade dos Portugueses”, da autoria de A. Gomes da Costa, falecido em 2017, e que foi presidente do Real Gabinete Português de Leitura, sediado no Rio de Janeiro (Brasil), uma edição da Editorial Nórdica Ltda., e com o qual espero provar a origem política do AO90 que Portugal, servil e parvamente, está a tentar impingir aos Portugueses e tragicamente às crianças portuguesas que estão a ser enganadas.

 

Isabel A. Ferreira

 

***

 

Génese do Acordo Ortográfico de 1990 (I)

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/a-genese-do-acordo-ortografico-de-1990-52848

 

Génese do Acordo Ortográfico de 1990 (II)

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/a-genese-do-acordo-ortografico-de-1990-53853

 

 Génese do Acordo Ortográfico de 1990 (III)

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/genese-do-acordo-ortografico-de-1990-55885

  

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:51

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