Quarta-feira, 1 de Julho de 2020

Com o Acordo Ortográfico de 1990, “unificar grafias” passou a significar “cada um escreve de acordo com a sua sabença”…

 

Daí que a estupidez reine em Portugal, com o aval dos que deviam defender a Língua Portuguesa - presidente da República, primeiro-ministro, ministros da Educação, da Cultura e dos Negócios (dos) Estrangeiros, deputados da Nação, jornalistas, editores, etc. -  e que mais não fazem do que, intencionalmente, seguindo instruções obscuras, a atirar pela borda fora, como algo altamente pestilento… E o pior é que nem sequer têm a noção do que fazem, e deliram, quando dizem que a Língua Portuguesa está a expandir-se cada vez mais…

 

Está, está! Está a expandir-se cada vez mais para o fundo de um abismo… Exemplo:

 

escepção.png

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3125574670858594&set=gm.2693389070905591&type=3&theater&ifg=1

 

(No Brasil, escreve-se excePção com . Em Portugal, nem por isso, mas quando se acerta no, desacerta-se no resto. E a isto chamam expandir a Língua)

 

Vírus da estupidez.png

 

Mas vejamos o que nos diz João A M Santos, a propósito das “duplas grafias”.

 

Por João A M Santos‎

 

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«A dupla grafia não é poder escrever como quiser. É muito mais pernicioso e perverso que isso. Obedeceu a critérios obscuros que pretendem aproximar a ortografia de Portugal da ortografia do Brasil sem que as pessoas dêem por isso.

Após o acordo ortográfico, continuaram na mesma a existir duas ortografias distintas: a de Portugal e a do Brasil. Tirando alguns casos pontuais, como o uso do trema, alguns acentos diferenciais e alguns hífenes, a ortografia do Brasil manteve-se quase inalterada.

Em Portugal é que a confusão foi maior. Temos várias classes de palavras que foram modificadas.

Nos casos em que as consoantes eram quase praticamente mudas (em muitos casos até nem eram) e/ou onde tinham uma função diacrítica, foram simplesmente eliminadas e espera-se que a população decore a nova grafia da palavra. É o caso de "Egipto" que passou a "Egito" e "ceptro" que passou a "cetro", colando-se à norma brasileira, mesmo havendo falantes em Portugal que ainda pronunciam o "p".

Nos casos em que uma percentagem de portugueses ainda pronuncia a consoante, mas no Brasil já não se pronuncia nem se escreve, foi deixada a facultatividade (dupla grafia) em Portugal. É o caso de "aspecto" que pode ser escrito também "aspeto" e "espectador" que pode ser escrito "espetador". Normalmente, os portugueses, como não sabem quais são estas palavras, optam por retirar a consoante, escrevendo a palavra como esta se escreve no Brasil e mesmo em palavras de onde esta não foi retirada.

Nos casos em que a consoante se pronuncia nitidamente em Portugal mas não no Brasil, foi deixada como está, e a grafia manteve-se na mesma sem se alterar. É o caso de "facto" ou "contacto" (Portugal) e "fato" e "contato" (Brasil). Acontece um caso semelhante com alguns acentos: Antônio no Brasil, António em Portugal, que ficaram na mesma.

Nos casos em que a consoante é muda em Portugal mas é pronunciada no Brasil, foi retirada na palavra portuguesa e mantida no Brasil. Este é o caso que nos mete mais impressão, pois foram CRIADAS novas palavras para uso exclusivo em Portugal, enquanto que no Brasil a palavra foi deixada inalterada e tal como se escrevia em Portugal antes do acordo. É o caso, por exemplo de "recepção" (Brasil) e "receção" (Portugal).

 

Portanto, está a imaginar que o acordo não serve para nada se o objectivo for unificar as ortografias. As ortografias continuam diferentes, se não ainda mais (foram criadas palavras novas para uso exclusivo em Portugal). Se juntarmos as duas grafias diferentes no Brasil e em Portugal, ao léxico também diferente, à sintaxe que também tem diferenças, e palavras que se escrevem de forma diferente, como "electrão" (Portugal) e "elétron" (Brasil), chega rapidamente à conclusão que um livro traduzido para a ortografia do acordo ortográfico NUNCA poderá ser editado em Portugal e no Brasil sem ser alterado significativamente para passar de um país para o outro.

Daí que a utilidade deste acordo seja zero, existindo apenas para se poder dizer que houve um acordo e travar o Brasil caso queiram transformar a norma brasileira numa língua própria, que é o pesadelo de muita gente e o terror do Governo e de quem defende este acordo ortográfico.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3399167506761076&set=gm.3295085677203449&type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:24

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Quinta-feira, 28 de Maio de 2020

A propósito do recuo da TAP: primeiro-ministro António Costa disse hoje que “quando alguém comete um erro, deve-se felicitar esse alguém por o corrigir” (TVI: 14:00 de 28/05/2020)

 

Isto a propósito do recuo da TAP relativamente ao plano de retoma da actividade.

 

Pois é, senhor primeiro-ministro de Portugal: milhares de portugueses estão ansiosíssimos por felicitar também Vossa Excelência pelo recuo do gravíssimo ERRO que foi a implementação (unilateral) do AO90 (apenas em Portugal), o qual não só destruiu a Língua Portuguesa, como lançou o caos ortográfico por todo o lado e, de um país livre e independente, catapultou-nos para colónia da ex-colónia do Brasil.

 

De que é que o Governo Português está à espera?


Não gostariam de ser felicitados pela correcção de um erro, que não é apenas um erro, mas um monstruoso erro?

 

Errar, todos nós já errámos. Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Dizem que é humano, errar. Contudo, persistir no erro já não é humano, é algo completamente INSANO.


Dizem-me que Vossas Excelências não querem reconhecer o erro,  para não admitirem a vossa ignorância. Mas isto não pode ser visto assim. Reconhecer os erros não significa admitir que se é ignorante. Significa tão-só que se é lúcido e sensato e inteligente e dotado de bom senso e impregnado de senso comum.


Esperamos que Vossa Excelência, Dr. António Costa, seja humano, lúcido, sensato, inteligente e dotado de bom senso e impregnado de senso comum, porque é isso que os Portugueses esperam dos seus governantes.

 

Reconheça o erro, e devolva a Portugal a sua dignidade e identidade culturais e linguísticas, e terá milhares de Portugueses a felicitá-lo e a aplaudi-lo. 

 

Isabel A. Ferreira

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publicado por Isabel A. Ferreira às 16:55

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Sábado, 9 de Maio de 2020

«A questão do Acordo Ortográfico é ainda mais complexa, do que se pode imaginar (…): foi um desastre diplomático (…) com tudo o que tal facto representa para uma não expansão rica e harmoniosa da Língua Portuguesa...»

 

Destinatários desta publicação: Presidente da República, Primeiro-Ministro, Ministro dos Negócios Estrangeiros, Procuradoria-Geral da República [Ministério Público].

 

Existe algo errado na negociata acordista, mas nenhuma destas autoridades querem reconhecê-lo. Porquê? 

 

Acordo Ortográfico.png

 

A propósito desta publicação:

 «O acordo ortográfico é um falhanço diplomático imenso!»; «(…) é um acordo profundamente negativo», «é uma evidência que o AO90 não resultou!»

 

um professor universitário, do ramo das linguísticas, referiu que «a questão do Acordo Ortográfico é ainda mais complexa, do que se pode imaginar».

 

É que no 1.º e único Congresso sobre Língua Portuguesa, realizado, até hoje, em Angola (no Lubango), um interveniente foi incumbido de falar sobre o "Novo Acordo Ortográfico", num contexto político e diplomático, que envolvia os quatro países com mais falantes (Brasil, Angola, Moçambique (?) e Portugal, por ordem de número de falantes), e ninguém, até hoje, abordou a questão das falhas diplomáticas, graves, na negociação do Acordo, especialmente entre Angola e o Brasil, bem como a negociata da venda do "material linguístico" da ordem de milhões, feita pelas "editoras portuguesas".

 

E é precisamente na falta de respeito na negociação e na negociata, está a raiz do silêncio diplomático.  

 

A negociadora de Angola era uma Professora Catedrática a quem, numa primeira fase, não permitiram intervir e, numa segunda fase, queriam que ela interviesse, e a Professora, ofendida, negou-se a intervir, por falta de respeito, e abandonou a reunião, por razões óbvias.

 

Todo este processo "foi um desastre diplomático" (e não só, claro!), com tudo o que tal facto representa para uma não expansão rica e harmoniosa da Língua Portuguesa», salientou o referido professor.

 

A acrescentar a isto, li algures, na Internet, num artigo de um jornalista angolano, e a propósito da aplicação do AO90, esta pérola que fixei, porque veio ao encontro do que eu sempre pensei sobre os políticos portugueses que, à ceguinha, mandaram aplicar o AO90. Disse o jornalista: «Se virmos bem, só o pau-mandado, que é Portugal, o fez cumprir, mal-grado as críticas ferozes dos intelectuais e puristas da língua lusitanos…»

 

Paus-mandados, aí está um termo adequadíssimo.

 

Grandes paus-mandados, acrescento eu, porque apenas Portugal levou a farsa do AO90 a peito, algo que a Procuradoria-Geral da República se recusa a investigar (e disto darei notícias brevemente, pois já saiu o despacho da Intervenção Hierárquica que um cidadão português, devidamente identificado, interpôs, na sequência do envio de uma Denúncia Facultativa, à PGR, a qual foi arquivada.)

 

Consultar os links:

Enviada Petição/Denúncia facultativa à Procuradoria-Geral da República para que sejam investigadas as incongruências que envolvem o Acordo Ortográfico de 1990

 

Em “despacho relâmpago” à denúncia enviada à PGR para que fossem investigadas as incongruências do AO90, MP arquiva os autos

 

Que muita coisa escondida neste mato, .

Que não há a mínima vontade de desbravar o mato, não há.

 

O motivo não está no segredo dos deuses, mas andam a querer tapar o sol com uma peneira completamente furada, e este jogo sairá bastante caro a Portugal.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:39

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2020

«O acordo ortográfico é um falhanço diplomático imenso!»; «(…) é um acordo profundamente negativo», «é uma evidência que o AO90 não resultou!»

 

Senhor Presidente da República, senhor Primeiro-Ministro, senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros (os actuais e os outros) desçam dos vossos pedestais de meros mortais que ficarão para a História como os tristes defensores de um acordo ortográfico que não deu certo (e isto até o meu neto, que tem oito anos, sabe, e até sabe também que em Português “diretor” [entre outros vocábulos] se escreve direCtor como em Inglês) ouçam as vozes da RAZÃO, façam um acto de contrição, que, aliás, só vos enobreciam, e acabem de uma vez por todas com a hipocrisia de tecer louvaminhas à Língua Portuguesa quando são os maiores responsáveis pela sua degradação, e pela INVOLUÇÃO que o AO90 trouxe à Língua Oficial de oito países.

 

Ouçam (mais) estas vozes, que se juntam a milhares de outras, e que ontem, no programa Circulatura do Quadrado, na TVI24, e a propósito do tão falsificado Dia Mundial da Língua Portuguesa, se afirmaram contra esta farsa, que dá pela alcunha de AO90.

 

Ouçam José Pacheco Pereira, que acusou (todos nós, defensores da LP acusamos) os vários ministros que, ao longo dos anos, fizeram «o maior estrago possível na Língua Portuguesa com o Acordo Ortográfico».

 

Ouçam António Lobo Xavier que se associou à crítica de Pacheco Pereira, e salientou que «um acordo profundamente negativo tem de ser sempre lembrado quando vierem com louvaminhas à Língua Portuguesa».

 

Ouçam até Jorge Coelho, que apesar de ter louvaminhado a LP, teve a hombridade de referir «ser uma evidência que o AO90 não resultou».

Pois não resultou, absolutamente nada!

E o que é da inteligência fazer, quando algo não resulta?

 

A resposta a esta questão esperamos que, brevemente, suas excelências a dêem, desfazendo a negociata acordista, e pedindo desculpa (não vos ficava nada mal, muito pelo contrário, mostravam que tinham dignidade)  a todos os Portugueses, principalmente aos estudantes e às crianças, por as obrigarem a grafar a Língua Materna, numa ortografia que elas sabem NÃO SER a portuguesa.

 

Uma coisa é garantida pelo futuro, pela História: a nenhuma destas excelências jamais será erguida uma estátua.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:31

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Sexta-feira, 1 de Maio de 2020

Ao Dr. António Costa, com o meu aplauso: senhor Primeiro-Ministro, dar um passo atrás para rectificar um erro ou algo que corre mal é da dignidade humana

 

O assunto era a pandemia, mas poderia ser qualquer outra questão em que estivesse em causa um erro qualquer.

 

Ontem, depois de uma reunião, onde foi decidido suspender o Estado de Emergência e declarar o Estado de Calamidade, levantando-se algumas restrições impostas ao povo português, ouvi Vossa Excelência dizer o seguinte num briefing: «Nunca terei vergonha ou qualquer rebuço de dar um passo atrás, se for necessário, para garantir esse bem essencial que é a saúde dos portugueses».

 

Aqui está algo que dignifica um Primeiro-Ministro: voltar atrás, se as coisas não correrem bem.

 

Gostei de ouvir. Foi então que me passou pela cabeça como seria digno de Vossa Excelência voltar atrás também na questão do AO90, que, como se sabe, não correu bem, não cumpriu nenhum dos seus objectivos, é um monumental erro, ilegal e inconstitucional (no dizer de todos os juristas que aprofundaram a questão) lesivo do ensino da Língua Portuguesa e da nossa Cultura e da nossa Identidade, uma vergonha para Portugal, que está a escrever segundo a cartilha de uma ex-colónia, e como seria de elevada dignidade, da parte de Vossa Excelência e do seu Governo, dizer o seguinte aos Portugueses:

 

«Nunca terei vergonha ou qualquer rebuço de dar um passo atrás, se for necessário, para garantir que esse bem essencial, que é o Idioma dos Portugueses possa regressar à sua grafia original

 

Afinal, o Senhor Primeiro- Ministro diz não ter vergonha de dar um passo atrás. Não tenha. Vergonha é manter o passo no caminho errado.

 

Garanto-lhe, senhor Primeiro-Ministro, que este passo atrás, seria a cereja em cima do bolo, da sua actuação como Primeiro-Ministro que, na questão do combate à Covid-19, tem tido uma nota positiva, mas quanto ao Acordo Ortográfico de 1990, que está a destruir o nosso belo Idioma, a nota é zero.

 

Também lhe garanto, senhor Primeiro-Ministro, que milhares de escreventes dos sete países, que têm a Língua Portuguesa como Língua Oficial, aplaudi-lo-iam, se reconhecesse que o AO90 foi um erro, até porque errar é humano, mas insistir no erro é insano.

 

ANTÓNIO COSTA.png

 

A legenda na imagem é o que esperamos, ainda este ano, ouvir da boca do Dr. António Costa. Um sonho que pode tornar-se realidade, se Vossa Excelência mantiver essa sua forte convicção de que nunca terá vergonha de dar um passo atrás. É que dar um passo atrás, quando se está à beira de um abismo, é da inteligência de qualquer ser vivo. E Vossa Excelência deve ter a noção de que a Língua Portuguesa está à beira de um profundo abismo.

 

Pense nisto, com carinho, Senhor Primeiro-Ministro.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:18

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Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2020

AO90: o maior erro histórico desde a fundação de Portugal, em 1139

 

Nem o Rei mais avoado, cometeu a insensatez de estrangeirar a Língua herdada de Dom Diniz, o Rei Trovador. Nenhum dos mais incompetentes governantes republicanos jamais se rebaixou ao poder estrangeiro. Tinha de vir um socialista (José Sócrates) e um social-democrata (Cavaco Silva) já na era pós-25 de Abril (que se arma em democrata), para substituir a grafia portuguesa, pela grafia de uma ex-colónia que desprezou a língua que herdou, mutilando-a e desenraizando-a das suas nobres origens europeias.  

 

Vem isto a propósito do comentário que recebi de Sérgio Lopes, ao meu texto «(Des)concerto de Ano Novo».

 

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Sérgio Lopes comentou o post (Des)concerto de Ano Novo às 00:26, 03/01/2020 :

Isabel, pode fazer chegar ao Senhor ministro mais isto, sff? https://www.ufmg.br/online/arquivos/015374.shtml

 

***

Caro Sérgio Lopes,

 

Não sei a que senhor ministro se refere. O primeiro-ministro? O dos Negócios (DOS) Estrangeiros? O da (Des) Educação? Na dúvida, faz-se chegar isto a todos. E a mais alguns.


Não sei se tudo o que lhes envio é lido por eles ou não. Alguns têm a amabilidade de me responder. Outros, não. Tenho cá para mim, que talvez leiam, quando muito, por mera curiosidade. Se lêem e levam em conta o que lhes envio, isso é outra história.

 

Mas o que lhe quero dizer, caro Sérgio Lopes, é que é devido aos “marios perinis” brasileiros que se escreve e fala tão mal no Brasil. (Atenção! E isto não é ser xenófoba ou racista, como os ignorantes gostam de me taxar. Isto é relatar um facto. Certo?).

 

Esses “marios” transformaram o que ainda chamam “Português” (porque lhes dá jeito, para parecer que têm um idioma a sério) numa linguagem que já não é a portuguesa. Nem pouco mais ou menos.



Todos os que estudam Línguas estrangeiras (Inglês, Francês, Alemão, Castelhano) estudam a GRAMÁTICA como ponto fundamental de partida para uma LINGUAGEM ESCRITA ESCORREITA, porque é a escrita (e não a oralidade) que fixa o pensamento, algo que no Brasil se perdeu por completo. Nenhum país com uma Língua Íntegra, abdica da aprendizagem da Gramática. Nenhum. E todos fixaram a Língua.

 

Apenas países, com índices elevados de analfabetismo, como é o caso único do Brasil e de Portugal, se atiram para a triste aventura de simplificar o estudo da Língua, apenas porque ao Povo, conduzido por políticas e políticos culturalmente pobres e ignorantes, não lhe deram oportunidade de desenvolverem capacidades intelectuais para uma primorosa aprendizagem. E isto só acontece no Brasil e em Portugal. Em mais nenhum país do mundo civilizado.



O Brasil abdicou do estudo do Português e da Gramática (que foram substituídos pela disciplina «Comunicação e Expressão» paupérrima em saberes), simplesmente porque está-se nas tintas para a Língua herdada do colonizador, a pedra no sapato dos brasileiros que sofrem da “síndrome do colonizado”, e apenas destes, o que os impede de avançar culturalmente, mas não só. Os “marios”, que espigam no Brasil como uma lepra, não contentes com os estragos que já fizeram no que respeita à Língua herdada do repudiado colonizador, pretendem estender esses estragos à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Mas não vão conseguir.

 

São os que sofrem da “síndrome do colonizado” que suspiram por algo que nunca acontecerá: «Se tivéssemos sido colonizados pelos Ingleses seríamos os Estados Unidos da América do Sul…».  Este sonho americano dos “marios” está assente numa gigantesca ignorância. Aos “marios” da Língua juntam-se os “marios” da História que, no Brasil, é ministrada de um modo completamente pervertido, induzindo os desventurados alunos a monumentais erros, que depois espalham por aí (a Internet está cheio deles) numa lamentável demonstração de ignorância, também monumental, sobre a realidade histórica, que não pode ser sonhada, mas tão-só admitida tal como ela foi. Não podemos reescrever a História, tal como ela aconteceu. O que podemos é aprender com os erros da História, para não os repetir no futuro.

 

Lamento muito que, passados tantos anos, desde que frequentei escolas brasileiras, nada tenha mudado para melhorar o Ensino, muito pelo contrário, comprovo que tudo piorou desastrosamente.

 

O Brasil, sendo um país grande, jamais será um grande país, enquanto não aceitar o seu passado português e a História comum a todos os países colonizadores. Enquanto não aprenderem que a HISTÓRIA não se faz sobre aquilo que nós gostaríamos que tivesse acontecido, mas sobre a realidade que caracteriza cada época.


Os Brasileiros desconhecem que, de todos os povos colonizadores (Espanhóis, Ingleses, Franceses, Holandeses), os Portugueses foram os menos cruéis, os menos destruidores, os menos racistas, e os que deixaram um maior legado cultural, algo que os Brasileiros pós-1822, não souberam absorver nem valorizar, fechando-se, infortunadamente, no seu “complexo de vira-lata”, conforme lhe chamou o dramaturgo e escritor brasileiro Nelson Rodrigues, o que os impediu de crescer.

 

Portanto, meu caro Sérgio Lopes, mandarei esta resposta ao seu comentário, a todos os ministros, para que eles próprios possam tirar ilações e escrever, ao menos, uma página sem nódoas, na nossa História Coeva, extinguindo aquele que foi o maior erro histórico, desde a fundação de Portugal.

 

É que nem o Rei mais avoado, cometeu a insensatez de estrangeirar a Língua herdada de Dom Diniz, o Rei Trovador.  Nenhum dos mais incompetentes governantes republicanos jamais se rebaixou ao poder estrangeiro.

 

Tinha de vir um socialista (José Sócrates) e um social-democrata (Cavaco Silva) já na era pós-25 de Abril, que se arma em democrata, para substituir a grafia portuguesa, pela grafia de uma ex-colónia que desprezou a língua que herdou, mutilando-a e desenraizando-a das suas nobres origens europeias.

 

Por conseguinte, meu caro Sérgio Lopes, dispensamos todos os “marios”.

 
Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:01

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Sábado, 26 de Outubro de 2019

AO90: agora que o velho/novo governo foi empossado, há que praticar políticas novas que dignifiquem Portugal

 

Ao cuidado do Dr. António Costa, primeiro-ministro de Portugal

 

EXEÇÃO.png

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10215512807001943&set=a.1116631764632&type=3&theater&ifg=1

 

Se o velho/novo governo, que hoje foi empossado, tem a intenção de dar continuidade à fantochada em que se transformou a Língua Portuguesa, melhor será pedir já a demissão, senhor primeiro-ministro, porque tal situação, absurdamente caótica, não pode continuar, nem nós vamos baixar a guarda, como deve calcular.

 

O que se vê nesta, e em muitas outras imagens e legendagens e livros e papeis e papelinhos é absolutamente inaceitável, e Vossa Excelência, que devia ser o primeiro (uma vez que para alguma coisa servirá ser primeiro-ministro) a condenar esta linguagem deformada e    completamente imbecil, que anda por aí a arrastar na lama a Língua Oficial de Portugal, é precisamente o primeiro a defendê-la, sem ter a mínima noção do efeito altamente danoso que tal defesa acarreta para Portugal. Ainda não se deu conta disso, Doutor António Costa?

 

E um governo que não preza, nem defende um dos maiores símbolos identitários do seu/nosso país – a Língua Portuguesa, a alma portuguesa, um governo que se faz de cego, surdo e mudo diante das denúncias das gigantescas fraudes em que o AO90 (*) e membros do seu governo está envolvido, não merece governar, até porque não governa, desgoverna. E se é para desgovernar é melhor demitir-se, enquanto é tempo.

 

frase-a-lingua-de-um-povo-e-a-sua-alma-johann-fich

 

E igualmente será de boa política que os velhos e novos partidos, que integram esta XXII Legislatura, não sejam cúmplices do caos ortográfico e das fraudes que já foram tornadas públicas e das que ainda aí virão, dando-lhes cobertura.

 

É tempo de levar este assunto muito, muito a sério, e acordarem todos em extinguir o AO90, até porque não é da racionalidade estar a impingir a todo um povo, um falso acordo, assente num monumental logro.

 

Para esta legislatura, que agora começa, pede-se dignidade, honestidade e verdade.

 

Isabel A. Ferreira

 

(*) Caso ainda não tenham conhecimento das fraudes do AO90, deixo aqui um link para seguirem todo o enredo das fraudes:

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/augusto-santos-silva-e-lula-da-silva-209818?tc=22112651672

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:51

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Sábado, 5 de Outubro de 2019

«Desafinações de António Costa sobre o Acordo Ortográfico»

 

 

Os patrões da língua.png

 

«Por três vezes, António Costa, primeiro-ministro de Portugal, foi questionado sobre o Acordo Ortográfico de 1990, e, por três vezes, foi contraditório.

 

Em 08 de Janeiro de 2016 referiu que «Não, não teria tomado a iniciativa de fazer o acordo ortográfico.»

 

Clicar no link, ao 3º minuto e 21:

 

https://www.facebook.com/TradutoresContraAO90/videos/764099790358358/?v=764099790358358

 

Onze meses mais tarde, António Costa disse o contrário: «Pessoalmente sempre fui defensor do acordo», e esta é a sua verdadeira posição! É um ACORDISTA!

 

Clicar no link:

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/11/1828883-papel-lusofono-na-onu-deve-evoluir-com-guterres-diz-premie-portugues.shtml

 

António Costa recusou «desfazer» o acordo ortográfico: «Para mim, acho que não faz sentido mexer no Acordo Ortográfico».

«Para as novas gerações, deve ser divulgada e deve ser ensinada a nova ortografia».

«Acho que temos convivido todos bem».

 

Clicar no link, no 1º minuto e 40, 2º minuto, segundos 40 e 5:

 https://www.facebook.com/TradutoresContraAO90/videos/764099790358358/?v=764099790358358

 

E mais: o primeiro-ministro meteu água na resposta pela Televisão Pública de Angola!

 

Clicar no link:

 https://www.facebook.com/TradutoresContraAO90/videos/548419862260144/UzpfSTUzMTQ5NzQxMzYyMDM4NjoxNTE5MjIyNzgxNTE0NTA2/

 

Como se fosse o dono da Língua, António Costa admitiu outros Acordos Ortográficos: «Não é o primeiro acordo ortográfico e não há-de ser a última vez», mas o seu ministro Augusto Santos Silva e o PS recusaram qualquer proposta de revisão do AO, «aguardando serenamente» que todos os Países ratifiquem.

 

E agora mais esta: como se não bastassem os organismos sanguessugas dos países e da CPLP, foi criado mais um: «Conselho de Ortografia da Língua Portuguesa». A 1ª reunião deste elefante branco foi escolhida a dedo: 7 e 8 de Outubro, logo a seguir às eleições!

 

O ministro Augusto Santos Silva é um dos anfitriões do evento, e vai-se homenagear Malaca Casteleiro.

 

Clicar no link:

https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/atualidades/noticias/1-reuniao-do-conselho-da-ortografia-da-lingua-portuguesa-no-porto/3366?fbclid=IwAR1Z78UGTfDeSYgrqP6DiqAyl2NQ__2bA0R8Muo6xGHeMi8imNpisbNJRms

 

Senhores negociantes:

PAREM DE NEGOCIAR COM A LÍNGUA PORTUGUESA!»

 

Opositores do AO90

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:37

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Terça-feira, 1 de Outubro de 2019

O Bom e o Mau na Gala dos “Globo de Ouro” no que à Língua Portuguesa diz respeito

 

No passado domingo, apeteceu-me, e vi a Gala dos “Globo de Ouro”, na SIC.

 

E ainda bem que vi, para ouvir o que lá se disse, porque de todo o espectáculo e dos prémios e das elegâncias, de umas coisas gostei, de outras não, e de uma, em particular (homenagem à memória de um torturador de Touros), abominei.

 

E o que é que o meu gosto ou desgosto interessa? Perguntarão.

Nada. Não interessa nada. Mas, mesmo assim, vou revelar o que gostei de ouvir, e o que me repugnou.

 

E vou começar pelo que gostei, daí deixar já aqui, antes de mais, o meu preito a Vera Holtz e Marcos Caruso, dois actores que sempre admirei, pelo elevado grau de profissionalismo, e pela simpatia e simplicidade com que se movimentam no mundo do brilho e do glamour…

 

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Origem da foto: Internet

 

Gostei de ouvir:

 

Vera Holtz e Marcos Caruso, dois excePcionais aCtores brasileiros, que subiram ao palco para anunciar o Globo de Ouro, na categoria de Melhor Peça / EspeCtáculo (que foi entregue a ‘Tio Vânia’), e dirigiram-se à plateia, na Língua deles, não sentindo a mínima necessidade de serem servis e falarem à portuguesa, para agradarem ou fazerem-se entender por uma plateia constituída, certamente, na sua maioria, por Portugueses.

 

Até porque, dizem por aí, que Brasil e Portugal falam a mesma Língua (oficialmente), se bem que com substanciais diferenças na fonética, na fonologia, na ortografia, no léxico, na sintaxe, na acentuação, algo que (oficiosamente) é já Língua Brasileira, mas não há necessidade nem de aportuguesar, nem de abrasileirar as falas, quando falamos uns com os outros.

 

Por isso, Vera e Marcos merecem o meu aplauso e a minha admiração: honraram a Língua e o País deles - o Brasil.

 

Não gostei de ouvir:

 

Ricardo Pereira.png

(Divulgação/ TV Globo)

 

O aCtor Ricardo Pereira, a entrevistar, em Brasileiro, Vera Holtz e Marcos Caruso, na Gala dos Globos de Ouro, como se eles fossem muito desprovidos de entendimento, como se não entendessem a fala portuguesa, não é mesmo? E o Ricardo Pereira demonstrou, deste modo, que não falamos a mesma Língua, pois se falássemos, não havia necessidade de estrangeirar.

 

Mas estrangeirou, e foi esta atitude servil que me repugnou. Vera e Marcos não são ignorantes, conseguem perfeitamente entender a fala portuguesa. Não precisam de legendas, nem que um português lhes fale à brasileira, para que o entendam. Ricardo Pereira esteve muito mal: insultou a inteligência dos aCtores brasileiros e desprezou a própria Língua e o seu País, a não ser que já não seja português.

 

Isto fez-me lembrar o nosso Presidente da República, que, também muito servilmente, no Palácio de Belém, deu, aqui há tempos, uma entrevista à TV Globo falando brasileiro, como se o entrevistador não soubesse Português. E com isto, o PR desonrou Portugal e a Língua Portuguesa.  Aposto que jamais Jair Bolsonaro daria uma entrevista à SIC aportuguesando a sua fala.

 

Gostei de ouvir:

 

E soou-me bem, os vários Olá, a todos! Naquela plateia constituída por homens e mulheres. Quem assim saudou o público presente no Coliseu dos Recreios é gente que sabe falar.

 

Não é como uns e outros (ou teremos de dizer uns, umas, e outros, outras?) que andam por aí a parvoar numa linguagem a que chamam inclusiva, para reforçar uma visibilidade ainda reduzida das mulheres no contexto social nacional (foi a explicação que me deram). Então, para dar visibilidade às mulheres, desatam a dizer olá a todos e a todas”, demonstrando uma gigantesca ignorância da Língua Portuguesa, porquanto o vocábulo TODOS é um substantivo masculino plural, que significa toda a gente, incluindo a Humanidade. Significa totalidade numérica de pessoas (e pessoos?) ou coisas (e coisos?), dizem os dicionários. E um grupo de pessoas pode incluir apenas mulheres, ou apenas homens, ou homens e mulheres, crianças (e crianços?) jovens, e idosos.

 

Dizer todos e todas é uma muito infeliz redundância, assente na ignorância.

 

Mas até o nosso primeiro-ministro, que devia dar lições de bem falar a língua do país que representa, um destes dias, a discursar no Algarve, dirigiu-se aos Algarvios e Algarvias, como se os Algarvios não fossem os habitantes (e as habitantas?) do Algarve.

 

Fico-me por aqui, porque esta parte final já não pertence aos “Globos de Ouro”, que, contudo e obviamente, os adeptos da parva linguagem dita inclusiva, não ganhariam jamais, se houvesse tal distinção para os bons falantes de Língua Portuguesa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:50

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Sexta-feira, 20 de Setembro de 2019

A lei que obriga à aplicação do AO90 em Portugal é a lei do «quero, posso e mando»

 

Não existe outra.

Com base apenas na lei do “quero, posso e mando” o Estado português obrigou (os mais incautos, obviamente) à aplicação de uma ortografia que não está consignada na Constituição da República Portuguesa.


Diz a jurisprudência que o texto da Constituição da República Portuguesa é inviolável e não pode ser alterado (incluindo a sua grafia) sem uma revisão constitucional, o que significa que a ortografia que está em VIGOR é, sem a menor dúvida, a de 1945. Ponto final.

E o que fizeram os portugueses mais servilistas, mais medricas, mais acomodados, mais ignorantes, mais desinformados, mais comodistas? Aplicaram o fraudulento AO90, à ceguinha. Porquê uns e não outros? É que nem todos aplicam o AO90, nem nos organismos do Estado, nem em outra parte qualquer. Se houvesse Lei era obrigatório. Não há Lei não é obrigatório.

E qual a posição dos actuais candidatos às eleições legislativas, governantes, ministros, deputados da Nação, primeiro-ministro, presidente da República e, obviamente, dos acólitos, contratados para mentir descaradamente aos portugueses sobre esta matéria, dizendo que o acordo (que não existe) está em vigor?

 

LEI DO QUERO.png

(Imagem composta a partir da Internet)

 

Exactamente essa que os leitores estão a pensar: meteram-se todos numa grande alhada, cometeram um gigantesco ERRO, deixaram uma fileira de rabos de fora, estão a ser contestados, desde que esta novela luso-brasileira começou, e não tendo respostas racionais para as perguntas que lhes formulamos, remetem-se a um muito esclarecedor silêncio, fizeram até um pacto com os media servilistas, e agora que estão a ser desmascarados, e em tempo de campanha eleitoral, assobiam para o lado, como se nada disto tivesse a ver com eles, com os que estão no Poder, aqueles que não viabilizaram a “revogação” do fraudulento AO90, proposta pelo PCP.


Mas há quem esteja muito atento.

 

Bem, mas agora que está a ser denunciada, neste Blogue (que é o veículo, e não o condutor), toda a trama fraudulenta do AO90, ele não pode ser revogado, mas sim EXTINTO, sem mais estas nem aquelas, algo que aguardamos que aconteça, não logo a 7 de Outubro, mas ontem.

 

Eles querem, podem e mandam (é o que eles pensam), é essa a lei deles. A que impôs a mixórdia ortográfica, que insulta a bela e culta Língua Portuguesa.

 

A propósito de tudo isto, seria muito vantajoso e adequado que os eleitores soubessem qual a posição dos Partidos Políticos que vão a votos: ou bem que estão pela LEI vigente, ou seja, pela ortografia de 1945, a oficial, ou mal que estão pelo AO90 que, além de ter sido imposto ilegalmente e inconstitucionalmente em Portugal, é uma FRAUDE, que está a ser denunciada aqui:

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/documentosprovasmentirasfraudes-do-204404?tc=18988747014

 

É que, caros leitores, os portugueses não têm de andar a toque de caixa, a escrever “incorretamentea Língua Portuguesa, apenas porque eles impuseram a lei do quero, posso e mando, a famosa lei das ditaduras. Não têm.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:50

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A autora deste Blogue não adopta o “Acordo Ortográfico de 1990”, por recusar ser cúmplice de uma fraude comprovada.

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Uma página onde podem encontrar sugestões de livros em Português correCto, permanentemente aCtualizada. a href="https://www.facebook.com/portuguesdefacto/" target="_blank">https://www.facebook.com/portuguesdefacto/

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. AO/90 é uma fraude, ilegal e inconstitucional

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram oficialmente a não vigência do acordo numa reunião oficial e os representantes oficiais do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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