Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2024

“Corrução”? No título de uma notícia “online”? Desde 31 de Janeiro? Esta gente devia ser chamada à Justiça por CORROMPER a Língua Portuguesa -- a Língua Oficial de Portugal

 

CORRUÇÃO.PNG

(Retirei hoje, esta imagem do site, mas se, por um acaso, se lembrarem de corrigir o erro (o que considerarei muito louvável), o link do texto, no fim desta publicação, confirmará a minha indignação)

 

Também na “Questão da Língua” há muita corruPção -- ainda por cima este é pronunciado e escrito nas mais diversas Línguas mundiais: Português, Inglês, Alemão, Castelhano, Francês, Ucraniano, Polaco, Romeno, Brasileiro, Catalão, Sueco, Luxemburguês, etc., por aí fora...

 

Ainda mais por cima o facto de este erro monumental estar online desde 31 de Janeiro, e não ter uma alminha que desse conta do erro e se apressasse a corrigi-lo para não deixar ficar mal os envolvidos, nomeadamente a RR. É o que faz contratar mão-de-obra barata ignorante.



No meu tempo de Jornalismo no activo, nos Jornais por onde passei, isto dava direito a um despedimento, muito bem despedido.

 

Quem assim escreve deve regressar ao 1º ano da Escola Básica, para aprender com um Professor com maiúsculo, como se escreve uma palavra tão simples como corruPção. Até os Brasileiros grafam à portuguesa este vocábulo, embora o pronunciem com ô, acrescentando-lhe um i: «côrrupição».



Bem sei que o AO90, muito ignorantemente, manda mutilar as palavras que tenham cês e pês não pronunciados. E então há gente que leva isto tão a sério, mas tão a sério, que quando vê um ou um à frente, instintivamente, elimina-os da palavra. Isto é de gente que não sabe pensar a Língua. E se não sabe pensar a Língua como pode exercer uma profissão em que a Língua é o seu mais precioso instrumento de trabalho?  Isto já ultrapassa a ignorância que políticos ignorantes permitiram que se disseminasse por aí, ao imporem ilegalmente um acordo ortográfico engendrado por Antônio Houaiss e Malaca Casteleiro, com as mais obscuras intenções.

Este tipo de erros estão espalhados por toda a parte, nas televisões  e nos jornais, revistas e publicações acordistas. E não há ninguém da classe intelectual, da classe docente, da classe política, da classe literária, da classe das letras, da Academia das Ciências de Lisboa que grite bem alto um BASTA a esta pouca vergonha?



Dizem-me: «ah! mas isto é uma gralha». Não, não é uma gralha. Uma gralha fica apenas uns segundos, vá lá, uns minutos online. Isto é ignorância, desleixo e nenhum brio profissional.



Seria um acto de inteligência genial, de um QI acima dos 140, que uma autoridade maior da República Portuguesa pusesse mãos a esta obra e extirpasse de uma vez este cancro chamado AO90, já com metástases espalhadas por todas as áreas do Saber, o qual está a matar a Língua Portuguesa.  

Este é o momento de dizer BASTA!!!!!!
Estamos com eleições à porta. Como estão a comportar-se os partidos políticos que se candidatam à corrida para o PODER, no que respeita a esta vergonha nacional?
Não haverá ninguém, entre os que governam, com vergonha na cara? Com brio político? Com inteligência genial? Terão todos um QI abaixo de 90Isto já ultrapassou a questão política. Isto já entrou no campo da falta de inteligência, da falta de bom senso, da falta de brio profissional, da falta de vergonha na cara.

 

Nunca Portugal esteve cotado tão por baixo como nos tempos que correm, que nem a sua Língua Materna uma boa fatia dos portugueses sabe escrever!!!! País tão cheio de analfabetos e semianalfabetos ao mais alto nível!!!!!

BASTA!!!!! Há que dizer BASTA! a esta vil subserviência a um País que maliciosamente usurpou a NOSSA Língua Portuguesa!

Se os governantes portugueses permitem tal abuso, nós NÃO permitimos.


Isabel A. Ferreira

Fonte da imagem:

https://rr.sapo.pt/noticia/pais/2024/01/31/uma-semana-depois-arranca-interrogatorio-a-suspeitos-de-corrucao-na-madeira/364976/

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:28

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Quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2020

«Ao contrário de outras alterações ortográficas do século XX, o AO90 atinge aspectos estruturais da Língua Portuguesa, tornando todo este processo, arrogante e autoritário»

 

«Insegurança ortográfica»

 

Uma excelente análise, por Acílio Estanqueiro Rocha, Professor Emérito da Universidade do Minho, Departamento de Filosofia, Instituto de Letras e Ciência Humanas, sobre a Insegurança Ortográfica que o AO90 gerou entre aqueles que aceitaram, sem pestanejar, a imposição ilegal e inconstitucional deste monumental engano.

 

«Trata-se de mais uma originalidade da política portuguesa, própria de políticos modernaços mas ignaros, pós-modernos, que não sabem o que é um livro; se citam versos de um poema, é só ao jeito de tique decorativo.

 

Naturalmente são indiferentes à estabilidade ortográfica – essencial na Língua –, como a qualquer estabilidade (legislativa, fiscal, etc.), quando esta é apanágio de um povo desenvolvido.»

 

ACÍLIO.jpg

 

Texto do Professor Acílio Estanqueiro Rocha 

 

1 - Já afirmámos que o Acordo Ortográfico veio criar enorme “insegurança ortográfica”, onde esta antes não existia; subestimaram-se vários pareceres solicitados que alertavam para isso mesmo. Aliás, no ano passado, o Parlamento recomendou ao Governo a constituição de um grupo de trabalho para acompanhar o processo de aplicação do AO, com elaboração de relatório; que se saiba, nem grupo nem relatório.

 

Mostrámos já que a obsessão pela unificação ortográfica criou, em vez das duas, três grafias, patente em exemplos simples (portuguesa/brasileira):

 

aspeto/aspecto,

detetar/detectar,

receção/recepção,

conceção/concepção,

deceção/decepção,

perceção/percepção,

espetador/espectador,

perentório/peremptório,

tática/táctica,

espetro/espectro,

cato/cacto,

perspetiva/perspectiva,

interceção/intercepção, etc.

 

Assim se pretende que se escreva agora (em Portugal) “aspeto”, “conceção”, “perspetiva”, que antes se escrevia (Portugal e Brasil) “aspecto”, “concepção”, “perspectiva”, e que continua a ser “aspecto”, “concepção”, “perspectiva” (Brasil).

 

Não entendo tamanha estultícia! Se eu escrever, por ex., a “receção do texto” em vez de “recepção do texto”, como evitar que o leitor não pense em “recessão”, se é isso que ouve a toda a hora e sofre no seu vencimento ou pensão? Um brasileiro, ao ler “receção”, não entende…

 

Como sabemos, a aprendizagem da ortografia não se faz só na escola: é um processo quotidiano, multímodo, que envolve a memória visual; escrever “Egito” causa calafrios: é um triste espectáculo, que já não tem espectadores mas “espetadores” (a primeira vez que li, pensei em “espeto”). Aliás, como é sabido, as grandes diferenças que separam as variantes portuguesa e brasileira da língua não são ortográficas, mas são lexicais, semânticas e morfossintácticas.

 

2 - Sobre as consoantes não pronunciadas, importaria evitar a homografia, por ex., “acto”/“ato” (verbo), “corrector”/“corretor” (da bolsa), “óptico” (relativo à vista)/ótico” (relativo ao ouvido), sendo que, no Brasil, continua a escrever-se “óptico”; seria também imprescindível evitar a homofonia (por ex., “intersecção” e “intercessão”), como é necessário ainda evitar o fechamento vocálico (“acção”, “aspecto”, “baptismo”, “lectivo”, etc.). Note-se que o português europeu está a tornar-se, por vezes, dificilmente inteligível na oralidade, dada a tendência para fechar as vogais. Já um linguista advertiu que “adoção” (de “adoptar”) poderia conduzir à pronúncia de “adução” (de “aduzir”); este é um problema grave: as próximas gerações tenderão a ler “setor”, “receção”, “deceção”, etc., sem abrirem as vogais.

 

As consequências gravosas do AO saltam à vista: ao contrário de outras alterações ortográficas do século XX, este AO atinge aspectos estruturais da Língua Portuguesa. Todo este processo tem sido, pois, arrogante e autoritário.

 

3 - A sanha em simplificar (complicando) o português europeu, acaba por o desfigurar como património que opera a comunhão entre gerações, reduzindo a língua a um mero veículo de comunicação, a um artefacto instrumental, não atendendo ao carácter consuetudinário e à estabilidade ortográfica que são dimensões valiosas de identificação. A simplificação a todo o custo, a redução à pura fonética, como se de uma experiência laboratorial de tratasse, é uma das consequências mais nocivas do AO: é assim, por ex., que “acto” se torna “ato”; se, no artigo anterior, demos o exemplo de “directo”, veja-se, entre outros, por ex., “acção”, do latim “actio”, “action” (em inglês), “action” (francês), “Aktion” (alemão), “acción” (espanhol), “actiune” (romeno).

 

Tal afasta o Português europeu dessas línguas europeias românicas e germânicas (incluindo o inglês). Por isso, o AO vai dificultar que alunos portugueses aprendam (sem erros) línguas estrangeiras e que estudantes de países europeus aprendam (sem erros) o Português.

 

Note-se que na língua inglesa abundam palavras com consoantes e vogais não pronunciadas, as “silent letters” – “dou(b)t”, “forei(g)n”, “ni(gh)t”, “thou(gh)t”, etc.

 

Ao pretender-se que a grafia coincida com a “pronúncia”, esquece-se que esta é contingencial, variando de país para país, de região para região, de pessoa para pessoa. Aliás, se nos orientássemos apenas por critérios fonéticos, deveríamos escrever, por ex., “úmido” (como no Brasil), o que seria por demais ridículo.

 

Não conheço nenhum AO em nenhuma outra língua. Quem se preocupa com a unificação do inglês? E há, pelo menos, dezassete variantes do inglês, meia dúzia do alemão, quinze do francês e vinte do espanhol.

 

Trata-se de mais uma originalidade da política portuguesa, própria de políticos modernaços mas ignaros, pós-modernos, que não sabem o que é um livro; se citam versos de um poema, é só ao jeito de tique decorativo.

 

Naturalmente são indiferentes à estabilidade ortográfica – essencial na Língua –, como a qualquer estabilidade (legislativa, fiscal, etc.), quando esta é apanágio de um povo desenvolvido.

 

Fonte: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT79407

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:07

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Quinta-feira, 7 de Abril de 2016

«Insegurança ortográfica»

 

Uma excelente análise, por Acílio Estanqueiro Rocha, Professor Emérito da Universidade do Minho, Departamento de Filosofia, Instituto de Letras e Ciência Humanas, sobre a Insegurança Ortográfica que o AO90 gerou entre aqueles que aceitaram, sem pestanejar, a imposição ilegal e inconstitucional deste monumental engano.

ACÍLIO.jpeg

 

Texto do Professor Acílio Estanqueiro Rocha 

 

1 - Já afirmámos que o Acordo Ortográfico veio criar enorme “insegurança ortográfica”, onde esta antes não existia; subestimaram-se vários pareceres solicitados que alertavam para isso mesmo. Aliás, no ano passado, o Parlamento recomendou ao Governo a constituição de um grupo de trabalho para acompanhar o processo de aplicação do AO, com elaboração de relatório; que se saiba, nem grupo nem relatório.

 

Mostrámos já que a obsessão pela unificação ortográfica criou, em vez das duas, três grafias, patente em exemplos simples (portuguesa/brasileira):

 

aspeto/aspecto,

detetar/detectar,

receção/recepção,

conceção/concepção,

deceção/decepção,

perceção/percepção,

espetador/espectador,

perentório/peremptório,

tática/táctica,

espetro/espectro,

cato/cacto,

perspetiva/perspectiva,

interceção/intercepção, etc.

 

Assim se pretende que se escreva agora (em Portugal) “aspeto”, “conceção”, “perspetiva”, que antes se escrevia (Portugal e Brasil) “aspecto”, “concepção”, “perspectiva”, e que continua a ser “aspecto”, “concepção”, “perspectiva” (Brasil).

 

Não entendo tamanha estultícia! Se eu escrever, por ex., a “receção do texto” em vez de “recepção do texto”, como evitar que o leitor não pense em “recessão”, se é isso que ouve a toda a hora e sofre no seu vencimento ou pensão? Um brasileiro, ao ler “receção”, não entende…

 

Como sabemos, a aprendizagem da ortografia não se faz só na escola: é um processo quotidiano, multímodo, que envolve a memória visual; escrever “Egito” causa calafrios: é um triste espectáculo, que já não tem espectadores mas “espetadores” (a primeira vez que li, pensei em “espeto”). Aliás, como é sabido, as grandes diferenças que separam as variantes portuguesa e brasileira da língua não são ortográficas, mas são lexicais, semânticas e morfossintácticas.

 

2 - Sobre as consoantes não pronunciadas, importaria evitar a homografia, por ex., “acto”/“ato” (verbo), “corrector”/“corretor” (da bolsa), “óptico” (relativo à vista)/ótico” (relativo ao ouvido), sendo que, no Brasil, continua a escrever-se “óptico”; seria também imprescindível evitar a homofonia (por ex., “intersecção” e “intercessão”), como é necessário ainda evitar o fechamento vocálico (“acção”, “aspecto”, “baptismo”, “lectivo”, etc.). Note-se que o português europeu está a tornar-se, por vezes, dificilmente inteligível na oralidade, dada a tendência para fechar as vogais. Já um linguista advertiu que “adoção” (de “adoptar”) poderia conduzir à pronúncia de “adução” (de “aduzir”); este é um problema grave: as próximas gerações tenderão a ler “setor”, “receção”, “deceção”, etc., sem abrirem as vogais.

 

As consequências gravosas do AO saltam à vista: ao contrário de outras alterações ortográficas do século XX, este AO atinge aspectos estruturais da Língua Portuguesa. Todo este processo tem sido, pois, arrogante e autoritário.

 

3 - A sanha em simplificar (complicando) o português europeu, acaba por o desfigurar como património que opera a comunhão entre gerações, reduzindo a língua a um mero veículo de comunicação, a um artefacto instrumental, não atendendo ao carácter consuetudinário e à estabilidade ortográfica que são dimensões valiosas de identificação. A simplificação a todo o custo, a redução à pura fonética, como se de uma experiência laboratorial de tratasse, é uma das consequências mais nocivas do AO: é assim, por ex., que “acto” se torna “ato”; se, no artigo anterior, demos o exemplo de “directo”, veja-se, entre outros, por ex., “acção”, do latim “actio”, “action” (em inglês), “action” (francês), “Aktion” (alemão), “acción” (espanhol), “actiune” (romeno).

 

Tal afasta o Português europeu dessas línguas europeias românicas e germânicas (incluindo o inglês). Por isso, o AO vai dificultar que alunos portugueses aprendam (sem erros) línguas estrangeiras e que estudantes de países europeus aprendam (sem erros) o Português.

 

Note-se que na língua inglesa abundam palavras com consoantes e vogais não pronunciadas, as “silent letters” – “dou(b)t”, “forei(g)n”, “ni(gh)t”, “thou(gh)t”, etc.

 

Ao pretender-se que a grafia coincida com a “pronúncia”, esquece-se que esta é contingencial, variando de país para país, de região para região, de pessoa para pessoa. Aliás, se nos orientássemos apenas por critérios fonéticos, deveríamos escrever, por ex., “úmido” (como no Brasil), o que seria por demais ridículo.

 

Não conheço nenhum AO em nenhuma outra língua. Quem se preocupa com a unificação do inglês? E há, pelo menos, dezassete variantes do inglês, meia dúzia do alemão, quinze do francês e vinte do espanhol.

 

Trata-se de mais uma originalidade da política portuguesa, própria de políticos modernaços mas ignaros, pós-modernos, que não sabem o que é um livro; se citam versos de um poema, é só ao jeito de tique decorativo.

 

Naturalmente são indiferentes à estabilidade ortográfica – essencial na Língua –, como a qualquer estabilidade (legislativa, fiscal, etc.), quando esta é apanágio de um povo desenvolvido.

 

Fonte: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT79407

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:42

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