Quarta-feira, 4 de Dezembro de 2019

«AO90: crime de lesa-pátria»

 

 «Sempre acreditei que todo o mal que se pratica neste mundo obedece à lei do retorno, ou seja, quem o pratica, mais cedo ou mais tarde, vai ter de responder e sofrer, de alguma forma, por ter prevaricado. É a lei implacável e justa do Universo. O AO90 foi um CRIME de LESA- PÁTRIA. Quem o impingiu de forma ditatorial ao povo português terá de responder na barra dos Tribunais, porque foi uma BURLA cometida contra a LÍNGUA e CULTURA PORTUGUESAS (!) Será que os socratistas, cavaquistas, santanistas, costistas e tantos outros istas ainda não perceberam que prevaricaram contra todo o povo português e que tentaram matar a nossa alma?» (Idalete Giga)

 

A Idalete Giga está certa. Concordo com ela. Tentaram matar a nossa alma, mas não conseguiram, nem conseguirão. E é tão certo como estar aqui a escrever sito, que os que burlaram Portugal e os Portugueses, nesta questão do AO90, vão ter muito que explicar na barra dos tribunais, porque ninguém tenta destruir a Língua Oficial de um País livre, e sai disto impune.

 

Deixo-vos com algumas pérolas televisivas. Nem tudo é culpa do AO90, mas é uma consequência da rebaldaria em que se transformou a ESCRITA, em Portugal, depois do AO90.

 

ANO LECTIVO.jpg

 

À RTP fugiu-lhe a boca para a verdade, porque, na verdade LETIVO (que se lê l'tivu) no rodapé, é uma palavra sem qualquer significado. Em Portugal, obviamente, porque no Brasil a palavra LETIVO (l’tivu) significa LECTIVO (létivu). Mas isso é outra língua. E o que se vê na imagem é a aplicação do mixordês

 

FUNERAL DE ROBERTO CARLOS.jpg

 

A SIC é especialista nestas coisas. Recentemente, no 1º de Dezembro, segundo a SIC, comemorou-se a implantação da República… Gente muito competente a legendar! 

 

SIC.jpg

 

Esta é também na SIC. Está-se mesmo a ver: os protestos continuarão se as portagens não foram abolidas em greve...  A quem estará entregue a legendagem da SIC? Disseram-me que era a licenciados... Mas licenciados em quê? 

 

COVA DA PEIDADE.jpg

Novo clube de futebol… 

 

Isto não acontece em mais país nenhum do mundo…

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:21

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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2019

O que talvez não se saiba sobre o AO90 e é crucial saber, para não se fazer papel de parvo

 

Fico pasmada com a ignorância que por aí vai, no que respeita ao modo como agora se escreve a Língua Portuguesa.

 

A maioria dos Portugueses não sabe o que é isso do AO90. Quando se pergunta por aí por que escrevem “fatura” em vez de faCtura, a resposta é de pasmar: «Agora escreve-se assim». E porquê? «Porquê o quê?». Por que é que agora se escreve assim? «Ora porque agora é assim, mandam escrever assim». Sabe o que é o Acordo Ortográfico de 1990? «O que é isso?».

 

Um destes dias, numa estação de serviço na A7, li o seguinte, num aviso colado à máquina registadora: «Se quiser fatura, deve pedi-la quando afatuar o pagamento». E isto já foge ao âmbito do “acordo”.

 

Ainda estava do lado de cá da fronteira com Espanha. Mas em Espanha não se escreve assim tão mal. Aliás, em país europeu nenhum, se escreve assim tão mal.

 

PARVOÍCE.jpg

 

Os Portugueses, no seu gosto desenfreado e patológico de imitar tudo o que é estrangeiro, acabam por cair na parvoíce e na deselegância, neste caso, na deselegância da escrita.

 

Em Portugal, como aliás em todos os países ditos lusófonos, quase ninguém sabe o que é o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), e as implicações perniciosas da sua aplicação.

 

E quando nos aparece alguém a dizer (uns, parvamente, outros, ingenuamente): «Ah! Agora escreve-se assim» e lhes falamos, por exemplo, no livro do Embaixador Carlos Fernandes «O Acordo Ortográfico de 1990 Não Está em Vigor» os parvos evocam imediatamente o Malaca Casteleiro (esse é que as sabe!); os ingénuos não se interessam por leituras, estão mais virados para o futebol e para os programas altamente "colturais" dos “casamentos” e "namoros", transmitidos na SIC e TVI, a somar às novelas.

 

E quem ganha com esta parvoíce de uns, e ingenuidade de outros?

 

Obviamente, os actuais governantes portugueses, os que se arvoram em "donos da Língua", e que recebem ordens para destruir a Língua Portuguesa e promover o Dialecto do Brasil.

Até porque eles sabem que Portugal é o país europeu com o maior índice de analfabetismo; e  também sabem que 80% da população não se interessa nada por estas coisas da Cultura, da Língua e da Identidade Portuguesas, e que as informações cruciais acerca das verdades sobre o AO90 confinam-se a um universo de 20% dos Portugueses.

 

É uma falácia dizer que o AO90 tem a ver com a evolução da Língua, quando é um tremendo retrocesso passar de cavalo para burro, ou seja, de Língua para Dialecto.

 

Posto isto, aqui deixo uma informação útil, assente nos pareceres de juristas, de linguistas habilitados (porque os há desabilitados, co mo Malaca Casteleiro e quejandos)  e dos estudiosos desta droga alucinogénia chamada AO90, e principalmente baseada no livro: «O Acordo Ortográfico de 1990 Não Está em Vigor – Prepotências do Governo de José Sócrates e do Presidente Cavaco Silva», do Embaixador Carlos Fernandes, que nenhum governante, incluindo o PR, e professores de Português leram, para estarem informados do que é essa fraude do AO90.

 

- O AO90 agride barbaramente a etimologia das palavras, empobrecendo a ortografia portuguesa, desenraizando-a da sua família indo-europeia;

 

- O AO90 é tecnicamente insustentável; juridicamente inválido, politicamente insciente e materialmente impraticável;

 

- O AO90 não tem validade internacional, até porque não passa de uma fraude;

 

- O AO90 é ilegal e inconstitucional, não estando em vigor na ordem jurídica internacional;

 

- Os professores ensinam nas escolas portuguesas, sob coacção, uma ortografia baseada na "Cartilha Brasileira", juridicamente ilegal, porquanto não existe lei alguma que o sustente;

 

- Na ordem jurídica internacional a Resolução do Conselho de Ministros (RCM) Nº 8/2011, que “obrigou” à aplicação do AO90, não tem qualquer valor de lei;

 

- Não é preciso ser um génio da jurisprudência para reconhecer que   Portugal agiu de má-fé e com abuso de poder, ao permitir que o 2º protocolo tivesse força de Lei, uma vez que este protocolo não foi ratificado por todos os países, segundo o tratado original;

 

- O AO90 é uma burla à Lei Constitucional e aos princípios elementares da Democracia e do Estado de Direito;

 

- O AO90 viola o princípio da igualdade dos Estados;

 

- Não existe Lei alguma que o torne obrigatório, a única Lei existente que está em vigor em Portugal e na ordem jurídica internacional é o Decreto-Lei Nº 35.228, de 8 de Dezembro de 1945, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 32/73, de 6 de Fevereiro de 1973, que não foi revogado;

 

- A Resolução do Conselho de Ministros (RCM) Nº 8/2011, que “obrigou” à aplicação do AO90, não tem valor de lei;

 

- Nenhum cidadão português pode ser penalizado por se recusar a aplicar o AO90, algo que é ilegal, é uma fraude e não tem validade internacional;

 

- Rejeitar o AO90 é um acto de cidadania, não punível por Lei;

 

- Quem aplica o AO90 ou está  mal informado ou de má-fé.

 

- Quem aplica o AO90 é cúmplice de uma ilegalidade, de uma inconstitucionalide, de mentiras e de fraudes cometidas pelos intervenientes;

 

Consultar este link, para confirmação:

https://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/documentosprovasmentirasfraudes-do-203378

 

- A aplicação ilegal do AO90 sujeita-nos à vergonha de Angola, Moçambique, Timor, Guiné Bissau e S. Tomé e Príncipe não aceitar o acordo porque têm mais respeito pela Língua Portuguesa do que os portugueses que o aplicam ilegalmente, sendo os governantes,  (presidente da República à cabeça, como Chefe de Estado), o primeiro-ministro, os ministros dos Negócios Estrangeiros e da Educação,  os principais responsáveis pelo caos ortográfico instalado em Portugal.

 

***

 

Depois disto, a grande e crucial pergunta, que todos os Portugueses devem fazer, principalmente os professores, exigindo uma resposta urgente e objectiva, antes de se curvarem servilmente diante do monstro ortográfico, é a seguinte:

 

Qual a Lei ou Decreto-lei que obriga os Portugueses a aplicarem o AO90?

 

É que só uma lei ou um decreto-lei poderá obrigar os cidadãos portugueses a aplicarem a ortografia brasileira, disfarçada de AO90. Onde está essa Lei? E não venham com a RCM Nº 8/201, porque isto não tem qualquer valor de lei.

 

Ninguém é obrigado a fazer o mesmo que as outras pessoas fazem, só por imitação, ignorância ou servilismo (a isto chama-se carneirada). E carneirada é o que mais há em Portugal.

 

E não esquecer que passar a palavra sobre esta informação útil é um dever cívico de todos os Portugueses que se prezam de o ser.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:26

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Terça-feira, 1 de Outubro de 2019

O Bom e o Mau na Gala dos “Globo de Ouro” no que à Língua Portuguesa diz respeito

 

No passado domingo, apeteceu-me, e vi a Gala dos “Globo de Ouro”, na SIC.

 

E ainda bem que vi, para ouvir o que lá se disse, porque de todo o espectáculo e dos prémios e das elegâncias, de umas coisas gostei, de outras não, e de uma, em particular (homenagem à memória de um torturador de Touros), abominei.

 

E o que é que o meu gosto ou desgosto interessa? Perguntarão.

Nada. Não interessa nada. Mas, mesmo assim, vou revelar o que gostei de ouvir, e o que me repugnou.

 

E vou começar pelo que gostei, daí deixar já aqui, antes de mais, o meu preito a Vera Holtz e Marcos Caruso, dois actores que sempre admirei, pelo elevado grau de profissionalismo, e pela simpatia e simplicidade com que se movimentam no mundo do brilho e do glamour…

 

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Origem da foto: Internet

 

Gostei de ouvir:

 

Vera Holtz e Marcos Caruso, dois excePcionais aCtores brasileiros, que subiram ao palco para anunciar o Globo de Ouro, na categoria de Melhor Peça / EspeCtáculo (que foi entregue a ‘Tio Vânia’), e dirigiram-se à plateia, na Língua deles, não sentindo a mínima necessidade de serem servis e falarem à portuguesa, para agradarem ou fazerem-se entender por uma plateia constituída, certamente, na sua maioria, por Portugueses.

 

Até porque, dizem por aí, que Brasil e Portugal falam a mesma Língua (oficialmente), se bem que com substanciais diferenças na fonética, na fonologia, na ortografia, no léxico, na sintaxe, na acentuação, algo que (oficiosamente) é já Língua Brasileira, mas não há necessidade nem de aportuguesar, nem de abrasileirar as falas, quando falamos uns com os outros.

 

Por isso, Vera e Marcos merecem o meu aplauso e a minha admiração: honraram a Língua e o País deles - o Brasil.

 

Não gostei de ouvir:

 

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(Divulgação/ TV Globo)

 

O aCtor Ricardo Pereira, a entrevistar, em Brasileiro, Vera Holtz e Marcos Caruso, na Gala dos Globos de Ouro, como se eles fossem muito desprovidos de entendimento, como se não entendessem a fala portuguesa, não é mesmo? E o Ricardo Pereira demonstrou, deste modo, que não falamos a mesma Língua, pois se falássemos, não havia necessidade de estrangeirar.

 

Mas estrangeirou, e foi esta atitude servil que me repugnou. Vera e Marcos não são ignorantes, conseguem perfeitamente entender a fala portuguesa. Não precisam de legendas, nem que um português lhes fale à brasileira, para que o entendam. Ricardo Pereira esteve muito mal: insultou a inteligência dos aCtores brasileiros e desprezou a própria Língua e o seu País, a não ser que já não seja português.

 

Isto fez-me lembrar o nosso Presidente da República, que, também muito servilmente, no Palácio de Belém, deu, aqui há tempos, uma entrevista à TV Globo falando brasileiro, como se o entrevistador não soubesse Português. E com isto, o PR desonrou Portugal e a Língua Portuguesa.  Aposto que jamais Jair Bolsonaro daria uma entrevista à SIC aportuguesando a sua fala.

 

Gostei de ouvir:

 

E soou-me bem, os vários Olá, a todos! Naquela plateia constituída por homens e mulheres. Quem assim saudou o público presente no Coliseu dos Recreios é gente que sabe falar.

 

Não é como uns e outros (ou teremos de dizer uns, umas, e outros, outras?) que andam por aí a parvoar numa linguagem a que chamam inclusiva, para reforçar uma visibilidade ainda reduzida das mulheres no contexto social nacional (foi a explicação que me deram). Então, para dar visibilidade às mulheres, desatam a dizer olá a todos e a todas”, demonstrando uma gigantesca ignorância da Língua Portuguesa, porquanto o vocábulo TODOS é um substantivo masculino plural, que significa toda a gente, incluindo a Humanidade. Significa totalidade numérica de pessoas (e pessoos?) ou coisas (e coisos?), dizem os dicionários. E um grupo de pessoas pode incluir apenas mulheres, ou apenas homens, ou homens e mulheres, crianças (e crianços?) jovens, e idosos.

 

Dizer todos e todas é uma muito infeliz redundância, assente na ignorância.

 

Mas até o nosso primeiro-ministro, que devia dar lições de bem falar a língua do país que representa, um destes dias, a discursar no Algarve, dirigiu-se aos Algarvios e Algarvias, como se os Algarvios não fossem os habitantes (e as habitantas?) do Algarve.

 

Fico-me por aqui, porque esta parte final já não pertence aos “Globos de Ouro”, que, contudo e obviamente, os adeptos da parva linguagem dita inclusiva, não ganhariam jamais, se houvesse tal distinção para os bons falantes de Língua Portuguesa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:50

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Quinta-feira, 21 de Março de 2019

O que talvez não se saiba sobre o AO90 e é crucial saber, para não se fazer papel de parvo

 

Fico pasmada com a ignorância que por aí vai, no que respeita ao modo como agora se escreve a Língua Portuguesa.

 

A maioria dos Portugueses não sabe o que é isso do AO90. Quando se pergunta por aí por que escrevem “fatura” em vez de faCtura, a resposta é de pasmar: «Agora escreve-se assim». E porquê? «Porquê o quê?». Por que é que agora se escreve assim? «Ora porque agora é assim, mandam escrever assim». Sabe o que é o Acordo Ortográfico de 1990? «O que é isso?».

 

Um destes dias, numa estação de serviço na A7, li o seguinte, num aviso colado à máquina registadora: «Se quiser fatura, deve pedi-la quando afatuar o pagamento». E isto já foge ao âmbito do “acordo”.

 

Ainda estava do lado de cá da fronteira com Espanha. Mas em Espanha não se escreve assim tão mal. Aliás, em país europeu nenhum, se escreve assim tão mal.

 

PARVOÍCE.jpg

 

Os Portugueses, no seu gosto patológico de imitar tudo o que é estrangeiro, acabam por cair na parvoíce e na deselegância, neste caso, na deselegância da escrita.

 

Em Portugal, como aliás em todos os países ditos lusófonos, quase ninguém sabe o que é o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), e as implicações perniciosas da sua aplicação.

 

E quando nos aparece alguém a dizer (uns, parvamente, outros, ingenuamente): «Ah! Agora escreve-se assim» e lhes falamos, por exemplo, no livro do Embaixador Carlos Fernandes «O Acordo Ortográfico de 1990 Não Está em Vigor» os parvos evocam imediatamente o Malaca Casteleiro (esse é que as sabe!); os ingénuos não se interessam por leituras, estão mais virados para o futebol e para os programas altamente "colturais" dos “casamentos” e "namoros", transmitidos na SIC e TVI, a somar às novelas.

 

E quem ganha com esta parvoíce de uns, e ingenuidade de outros?

 

Obviamente, os actuais governantes portugueses, os que se arvoram em "donos da Língua", e que recebem ordens para destruir a Língua Portuguesa e promover o Dialecto do Brasil.

Até porque eles sabem que Portugal é o país europeu com o maior índice de analfabetismo; e  também sabem que 80% da população não se interessa nada por estas coisas da Cultura, da Língua e da Identidade Portuguesas, e que as informações cruciais acerca das verdades sobre o AO90 confinam-se a um universo de 20% dos Portugueses.

 

É uma falácia dizer que o AO90 tem a ver com a evolução da Língua, quando é um tremendo retrocesso passar de cavalo para burro, ou seja, de Língua para Dialecto.

 

Posto isto, aqui deixo uma informação útil, assente nos pareceres de juristas, de linguistas habilitados (porque os há desabilitados, co mo Malaca Casteleiro e quejandos)  e dos estudiosos desta droga alucinogénia chamada AO90, e principalmente baseada no livro: «O Acordo Ortográfico de 1990 Não Está em Vigor – Prepotências do Governo de José Sócrates e do Presidente Cavaco Silva», do Embaixador Carlos Fernandes, que nenhum governante, incluindo o PR, e professores de Português leram, para estarem informados do que é essa fraude do AO90.

 

- O AO90 agride barbaramente a etimologia das palavras, empobrecendo a ortografia portuguesa, desenraizando-a da sua família indo-europeia;

 

- O AO90 é tecnicamente insustentável; juridicamente inválido, politicamente insciente e materialmente impraticável;

 

- O AO90 não tem validade internacional, até porque não passa de uma fraude;

 

- O AO90 é ilegal e inconstitucional, não estando em vigor na ordem jurídica internacional;

 

- Os professores ensinam nas escolas portuguesas, sob coacção, uma ortografia baseada na "Cartilha Brasileira", juridicamente ilegal, porquanto não existe lei alguma que o sustente;

 

- Na ordem jurídica internacional a Resolução do Conselho de Ministros (RCM) Nº 8/2011, que “obrigou” à aplicação do AO90, não tem qualquer valor de lei;

 

- Não é preciso ser um génio da jurisprudência para reconhecer que   Portugal agiu de má-fé e com abuso de poder, ao permitir que o 2º protocolo tivesse força de Lei, uma vez que este protocolo não foi ratificado por todos os países, segundo o tratado original;

 

- O AO90 é uma burla à Lei Constitucional e aos princípios elementares da Democracia e do Estado de Direito;

 

- O AO90 viola o princípio da igualdade dos Estados;

 

- Não existe Lei alguma que o torne obrigatório, a única Lei existente que está em vigor em Portugal e na ordem jurídica internacional é o Decreto-Lei Nº 35.228, de 8 de Dezembro de 1945, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 32/73, de 6 de Fevereiro de 1973, que não foi revogado;

 

- A Resolução do Conselho de Ministros (RCM) Nº 8/2011, que “obrigou” à aplicação do AO90, não tem valor de lei;

 

- Nenhum cidadão português pode ser penalizado por se recusar a aplicar o AO90, algo que é ilegal, é uma fraude e não tem validade internacional;

 

- Rejeitar o AO90 é um acto de cidadania, não punível por Lei;

 

- Quem aplica o AO90 ou está  mal informado ou de má-fé.

 

- Quem aplica o AO90 é cúmplice de uma ilegalidade, de uma inconstitucionalide, de mentiras e de fraudes cometidas pelos intervenientes;

 

- A aplicação ilegal do AO90 sujeita-nos à vergonha de Angola, Moçambique, Timor, Guiné Bissau e S. Tomé e Príncipe não aceitar o acordo porque têm mais respeito pela Língua Portuguesa do que os portugueses que o aplicam ilegalmente, sendo os governantes,  (presidente da República à cabeça, como Chefe de Estado), o primeiro-ministro, os ministros dos Negócios Estrangeiros e da Educação,  os principais responsáveis pelo caos ortográfico instalado em Portugal.

 

***

 

Depois disto, a grande e crucial pergunta, que todos os Portugueses devem fazer, principalmente os professores, exigindo uma resposta urgente e objectiva, antes de se curvarem servilmente diante do monstro ortográfico, é a seguinte:

 

Qual a Lei ou Decreto-lei que obriga os Portugueses a aplicarem o AO90?

 

É que só uma lei ou um decreto-lei poderá obrigar os cidadãos portugueses a aplicarem a ortografia brasileira, disfarçada de AO90. Onde está essa Lei? E não venham com a RCM Nº 8/201, porque isto não tem qualquer valor de lei.

 

Ninguém é obrigado a fazer o mesmo que as outras pessoas fazem, só por imitação, ignorância ou servilismo (a isto chama-se carneirada). E carneirada é o que mais há em Portugal.

 

E não esquecer que passar a palavra sobre esta informação útil é um dever cívico de todos os Portugueses que se prezam de o ser.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:27

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Domingo, 23 de Setembro de 2018

QUANDO “TERAM” OS GOVERNANTES PORTUGUESES A CORAGEM POLÍTICA PARA ACABAR COM A TRAGÉDIA ORTOGRÁFICA QUE SE ABATEU SOBRE PORTUGAL?

 

Isto poderá nada ter a ver com o AO90.

Mas já bastava a tragédia do AO90.

É que tudo isto está a ultrapassar a razoabilidade.

 

Não é uma vergonha, que aCtualmente, em Portugal (isto nunca foi assim antes do AO90 se instalar), a RTP, SIC, TVI e CMTV apresentem constantemente legendas escritas de um modo inacreditavelmente incorreCto?

 

Que geração de escreventes será esta?

A formada no AO90, que pugna pelo escreve como falas porque é muito mais fácil e não é preciso ter canudos ou pensar, basta ser analfabeto escolarizado?

 

Por cada erro ortográfico, acordizado ou não, estes canais de televisão portugueses deviam pagar um imposto avultado. Portugal extinguiria os 209,5 mil milhões de euros da dívida externa num piscar de olhos.

 

TERAM.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:36

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Terça-feira, 22 de Maio de 2018

INQUÉRITO SOBRE O ACORDO ORTOGRÁFICO É BASTANTE ESCLARECEDOR

 

A SIC Notícias realizou um inquérito telefónico sobre o "Acordo Ortográfico 1990" no programa "Opinião Pública". O resultado é o resultado de todos os inquéritos que já se realizaram em Portugal, a este respeito.

 

Querem passar-nos a ideia de que o AO90 está implantado no país e tal…

 

Mas…

 

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Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10206112604284166&set=gm.1139990016046370&type=3&theater&ifg=1

 

… apenas os subservientes órgãos de comunicação social (com raras excePções), professores (com raras excePções), os escravos do Poder (sem excePções), e os funcionários públicos e restantes serviçais do Estado (com raras excePções), o aplicam, e mal, gerando a maior mixórdia ortográfica de todos os tempos, em Portugal, e caso único no mundo.

 

A esmagadora maioria do povo português, instruído ou menos instruído, não aplica a grafia brasileira, conhecida por “acordo ortográfico de 1990”. E muitos nem sabem o que isto é.

 

Apesar disto, o muito democrático governo português insiste em manter esta fraude com base nos “milhões”, numa obscena subserviência a interesses estrangeiros.

 

A isto chamo uma democracia à portuguesa.

 

Doutor António Costa, num próximo fim-de-semana, sugiro-lhe que vá, sozinho, até a uma praia deserta, sente-se a olhar o mar, e medite no papel que actualmente desempenha na sociedade portuguesa, em pleno século XXI, e principalmente medite no modo como quer ficar para a História de Portugal. É que, posso garantir-lhe, não está no bom caminho, e a continuar assim, com toda a certeza, não constará na galeria dos Heróis da Pátria.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:50

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Segunda-feira, 16 de Abril de 2018

EM ESPANHA MARCELO REBELO DE SOUSA É O “PRESIDENTE DOS AFECTOS”…

 

… mas em Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa é o “Presidente dos Afetos, ou seja, dos “afêtos”, pois é deste modo que se deve ler a palavrinha mutilada, de origem brasileira, sem significado algum, em Portugal.

 

Tendo em conta que a Língua Portuguesa e a Língua Castelhana são “hermanas” nas suas origens, porque carga d’água, em Portugal, se há-de escrever os afeCtos do nosso presidente, à moda brasileira, e não conforme as grafias portuguesa ou castelhana?

 

Para agradar a quem? Não me dizem?

 

AFECTOS.png

 

Quando Manuela Carmena, Alcaide de Madrid, mencionou Marcelo como “presidente de los afeCtos”, e o legendador/tradutor da SIC nos atira com aquele vocábulo mutilado, sem significado algum, insultou não só a culta e europeia Língua Portuguesa, como também todos os Portugueses que não se vergaram ao modismo brasileiro, por a tal não serem obrigados.

 

E uma vez que abordo o modismo brasileiro, devo acrescentar que quando em 1943, no Brasil, os reformadores da língua decidiram mutilar as palavras, que hoje constam do rol das que os governantes portugueses querem impingir a Portugal, e que teve como objectivo facilitar a aprendizagem da língua e diminuir o índice de analfabetismo que então existia naquele país, nada sabiam de Língua Portuguesa, ou se sabiam, estiveram-se nas tintas para a culta e europeia língua, herdada do colonizador (não era a Língua deles!), se assim não fosse, jamais a teriam mutilado e transformado num idioma pé-rapado.

 

E não se atrevam a chamar-me de xenófoba ou racista, como habitualmente fazem, porque empregam mal estas palavras.

 

O que digo dos brasileiros, digo exactamente o mesmo dos ignorantes acordistas portugueses, e não podem chamar-me de xenófoba ou racista em relação aos meus próprios conterrâneos.

 

É que amigos, amigos, negócios à parte…

 

Não vou aceitar a mutilação da minha Língua Materna só para agradar aos meus irmãos brasileiros… É que se sou realmente amiga dos meus irmãos, um dos meus deveres é chamar-lhes a atenção para os erros que cometem.

 

E os brasileiros que me perdoem, mas cometeram um grave erro, um grave erro que nenhum outro país, dito lusófono, cometeu, ao mutilarem a Língua culta que era também a deles. Agora, chamem-lhe o que quiserem, mas não lhe chamem português brasileiro, porque não é. Quando muito, será um crioulo brasileiro.

 

Uma língua crioula é uma língua que se distingue das restantes devido a algumas características: o seu processo de formação (embora não haja muita influência das línguas nativas brasileiras, se bem que o seu léxico inclua bastantes termos indígenas); a sua relação com uma língua de prestígio (neste caso, a Língua Portuguesa) e algumas particularidades gramaticais, e sabemos muito bem que no Brasil o estudo da Gramática Portuguesa é praticamente inexistente, de outro modo, ninguém diria “beija eu”, ou “sentava na mesma mesa líderes mundiais”, ou “iam no médico”, ou diziam ao ser amado “eu lhe amo", ou "quando Eliza se apaixona com a criatura"...

 

Portanto, o seu a seu dono. Só assim há irmandade. Só assim há compreensão.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:27

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Quinta-feira, 8 de Março de 2018

Pérolas linguísticas nos canais de televisão

 

E nem tudo tem a ver com o caos gerado pelo AO90, mas com uma descomunal falta de Saber…

 

RTP, o grupo chama-se "Peste & Sida"...

 

E como estamos em Portugal, secção é seCção, até porque se lê o ; e como ainda continuamos em Portugal, arquitecto é arquiteCto, apesar de não se ler o . Porquê? Porque em Portugal a palavra arquiteto (ârquitêtu) leva-nos para umas grandes tetas, no masculino, até porque no Dicionário Infopédia, teto (têtu) é um sinónimo de teta: mama; órgão mamário das fêmeas de alguns mamíferos; úbere; teto (têtu) Podem ir lá consultar.

 

No Brasil, sim, escreve-se seção e arquiteto - lê-se s’ção e arquitêto - de acordo com as regras gramaticais da Língua Portuguesa.

 

PESTICIDA.png

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10210320908612428&set=gm.2079639865613851&type=3&theater&ifg=1

 

RTP.png

 ***

E na TVI o “desiquilíbrio” é total.

 

É que nem em Português, nem em Inglês se acerta…

O que será merchandisin? Uma gralha? Ou isto será aplicação do papa-letras AO90, em vocábulos ingleses?

 

TVI-1.png

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155498349488333&set=g.1658684367709405&type=1&theater&ifg=1

 

TVI -2.png

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155498349488333&set=gm.2079621838948987&type=3&theater&ifg=1

 

***

Bem… A SIC não pode dizer que chamar primeiro-ministro ao presidente da República foi gralha... Por que não foi.

 

Isto é uma imperdoável falta de tudo: de atenção, de conhecimento, de profissionalismo, uma autêntica balda…

 

MARCELO MINISTRO.png

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10212870085082219&set=g.1658684367709405&type=1&theater&ifg=1

 

E esta?

O teclado falhou? Quem estava a escrever estaria com os copos?

Isto é inadmissível num órgão de informação.

 

SICNOTICIAS.png

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10156319636239880&set=g.1658684367709405&type=1&theater&ifg=1

 

***

E na CMTV, que também aderiu à ortografia brasileira, aquele “projêto” que prevê que oscônjugues” … em que tempo verbal? 

 

CONJUGUES.jpg

Fonte da imagem

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1582971198404733&set=g.1658684367709405&type=1&theater&ifg=1

 

***

E não só de brasileirices os nossos canais estão cheios, mas também de um desconhecimento (ou será desleixo?) da Gramática.

 

CMTV.png

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155394852153472&set=g.1658684367709405&type=1&theater&ifg=1

 

***

Isto é uma pequeníssima amostra do que vai por aí...

 

Estas situações são imperdoáveis e inadmissíveis em qualquer circunstância, mas muito menos em canais de televisão, os maiores difusores da cultura ou da incultura, conforme o caso.

 

Nos tempos que correm, a difusão está mais para a incultura linguística, uma autêntica calamidade, no nosso país.

 

Todos os órgãos de comunicação, já contactados a este respeito da vergonhosa aplicação do AO90, dizem-nos isto, à laia de treta de cassete: o Vocabulário Ortográfico do Português (VOP) foi tornado oficial em 2010 e obrigatório em todos os organismos do Estado.

 

Por conseguinte, devemos concluir então que todos os jornais, revistas e canais de televisão que adotaram (âdutáram) a ortografia brasileira são organismos do Estado. Certo? Ou devemos dizer lacaios do Estado?  

 

Só os organismos do Estado, em princípio, deveriam seguir, apenas por obediência cega e acrítica ao Poder, esse tal VOP, mais VOB (Vocabulário Ortográfico do Brasileiro) do que VOP, porque não existe lei alguma que os obrigue (e muitos são os que desobedeceram) a escrever à moda brasileira.

 

Isto foi o que sempre desconfiámos: os órgãos de comunicação social são manipulados pelo Estado. Mas são os próprios que confirmam ser organismos do Estado…  Ou não?

 

Haja ao menos profissionalismo e brio profissional.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:04

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Quarta-feira, 1 de Março de 2017

A falta de brio profissional dos falantes e escreventes de Língua Portuguesa

 

FICÇÃO.jpg

  Origem da imagem:  http://derterrorist.blogs.sapo.pt/quando-a-realidade-ultrapassa-a-ficcao-2549598

 

Ouvi num telejornal da SIC, um jornalista noticiar a HEMORREGIA interna que uma determinada pessoa sofreu (e já não é a primeira vez que ouço tal coisa).

 

Alguém sabe o que isto é?

 

Isto nada tem a ver com o AO90. É verdade. Há-de ter, quando começarem a cortar o H (que não se lê), para simplificar e facilitar ainda mais a aprendizagem da escrita naturalmente aos menos dotados intelectualmente ou preguiçosos mentais.

 

Mas por enquanto, esta HEMORREGIA tem a ver com duas coisas: o péssimo ensino da Língua Portuguesa (salvo raras excepções, obviamente) que anda por aí, agora agravado com a introdução de uma ortografia oriunda do Brasil, e que mutila as palavras (mas esta mutilação é da responsabilidade exclusiva do Brasil, país livre e soberano, para fazer 9o que bem entender com a Língua Brasileira); e com a falta de brio profissional dos falantes e escreventes da Língua Portuguesa, na comunicação social, nomeadamente nas televisivas, onde a calinada falada e escrita é aterradora.

 

Nem num filme de terror isto acontece. A realidade ultrapassa, de longe,  a ficção, ou devo escrever fição, como já vi escrito num jornal acordista online, de que já não me lembro o nome?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:12

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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017

RASGUE-SE O AO90 ANTES QUE O AO90 RASGUE A LÍNGUA PORTUGUESA

 

 

«ÀS VEZES VALE A PENA SER TEIMOSO E TER A MESMA IDEIA DO PRINCÍPIO AO FIM»

 

Isto foi o que ouvi Marcelo Rebelo de Sousa dizer hoje, no Telejornal da SIC, a propósito de se declarar ou não os Rendimentos e Património, na novela “Centeno e Domingues”.

Pois é este conselho presidencial que temos de seguir:

 

VAMOS SER TEIMOSOS E TER A MESMA IDEIA DO PRINCÍPIO AO FIM: RASGUE-SE O AO90, ANTES QUE O AO90 RASGUE  A LÍNGUA PORTUGUESA

Quem puder adira a este evento e partilhe…

EVENTO.png

EVENTO:

 

No próximo dia 22 de Fevereiro (quarta-feira) Marcelo Rebelo de Sousa deslocar-se-á ao Casino da Póvoa de Varzim, pelas 12 horas, para presidir à cerimónia de abertura do “Correntes d’Escritas”.

Lá estarão presentes editores e escritores acordistas e órgãos de comunicação social.

 

Não seria uma boa oportunidade para demonstrarmos o nosso desagrado pelo modo como a questão da Língua Portuguesa está a ser tratada pelo presidente da República, que tem o dever de zelar pelos superiores interesses de Portugal e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa e que, segundo os juristas, não está a cumprir, uma vez que a Língua Oficial de Portugal está ser vilipendiada e imposta ILEGALMENTE?

 

Quem puder adira a este evento e partilhe…

 

https://www.facebook.com/events/388253731556368/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:11

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A autora deste Blogue não adopta o “Acordo Ortográfico de 1990”, por recusar ser cúmplice de uma fraude comprovada.

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Uma página onde podem encontrar sugestões de livros em Português correCto, permanentemente aCtualizada. a href="https://www.facebook.com/portuguesdefacto/" target="_blank">https://www.facebook.com/portuguesdefacto/

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O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram oficialmente a não vigência do acordo numa reunião oficial e os representantes oficiais do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está!
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