in Blogue «3P - Portugal País de Patetas»

Montenegro quer ser o coveiro da Língua Portuguesa
As crianças portuguesas em idade escolar podem ter de aprender a sua língua materna com sotaque de uma variante da mesma, se a contratação de professores brasileiros for aprovada por imbecis.
Aug 16, 2025
O anúncio de que um político “português”, Montenegro, pretende “importar” professores brasileiros para ensinar Português na Primária é um sinal mais da choldra de políticos que domina, de forma feudal, um país que se deixa enrolar em todas as tretas.
Afinal, um povo tem os políticos que merece… e este povinho – que não merece a designação de Povo porque de há muito perdeu o sentido do que isso é – tem um Montenegro, que pretende mesmo ser o coveiro maior da Língua Portuguesa. Com o beneplácito de Lula, esse polvo político do Brasil.
Depois dos Cavacos, Sócrates e outros políticos de má fama que este País teve - e tem - de sustentar, se terem comprometido com a hegemónica ambição de Lula da Silva de querer “todo o mundo a falar brasileiro” – uma meta que aparentemente António Costa perfilha, ciumento do sotaque da variante brasileira do Português falada naquele país – é a vez de Montenegro vir dizer que “Nós temos todo o interesse, temos mesmo todo o interesse, em recrutar professores, nomeadamente professores para o ensino primário, o ensino do ciclo básico, do primeiro ciclo” , o que parece ser a forma mais rápida de acabar com o Português. Mata-se a Língua de forma rápida, fazendo com que logo na chegada à escola as crianças comecem a falar… brasileiro. Imagino o que diria Camões se soubesse quão estúpido este outro Luís é! Ou talvez esse seja o plano desta “montanha negra” que ensombrou a política portuguesa.
Para que fique claro: o Português é uma Língua. O que se fala no Brasil é uma variante brasileira do Português. Deixem-se de tretas com a ideia de uma variante europeia do Português e outras idiotices quejandas. O Português é a matriz, o que se fala no Brasil é algo que perdeu a ligação às origens da língua e enveredou por uma senda própria que, por não ter matriz, corta “cês” e “pês” a eito. Como muitos sugerem, e o autor há muito defende, chamem-lhe Brasileiro, Brasilês, o que quiserem… mas não toquem na minha Língua! (...)
Infelizmente, apesar do que esta medida que Montenegro pretende implementar significa para a sobrevivência da Língua Portuguesa – que tantos parecem querer matar – poucos parecem importar-se, porque Portugal é um País de Patetas, de modo geral, havendo mui poucas cabeças pensantes numa população que, sempre avessa à escrita e leitura, mal consegue passar ao papel as suas ideias. E para quem a felicidade está no futebol, centros comerciais, apps de desconto e pouco mais…
A importação de professores Brasileiros para ensinar Português só podia mesmo sair da cabeça de PATETAS – e da corja de políticos e seus sequazes d’aquém e d’além mar, interessados nessa medida, – mesmo se isso significa, além da morte da Língua Portuguesa, um maior desemprego para os professores portugueses… que talvez agora se arrependam de não terem feito frente à implementação – ILEGAL diga-se – do A(b)cordo Ortográfico, quando o podiam ter feito. Tivessem os professores os ditos no sítio para dizer não ao “Abortês” e teriam, agora, menos uma preocupação pela frente. Mas como nem tugiram nem mugiram, salvo algumas excepções, e acataram a ordem de cortar “cês” e “pês” contentes com essa “modernização” simplista da Língua Portuguesa, agora vão ter de engolir mais um sapo.
Afinal, são mais uns PATETAS num reino de PATETAS que engole sapos a torto e a direito. Agora vão ter de engolir mais um sapo, este de Montenegro… a mando de um Lula.
Fonte: https://portugalpaispatetas.substack.com/p/montenegro-quer-ser-o-coveiro-da
Introdução:
Porque considero este artigo de Nuno Pacheco de importantíssimo interesse público, até porque destaca certos aspectos que gostaria de esmiuçar, ouso reproduzi-lo neste Blogue, cumprindo todas as regras dos créditos jornalísticos, para que chegue aos leitores d’O Lugar da Língua Portuguesa – um repositório de tudo o que importa acerca da nossa Língua – os quais estão dispersos por 160 países, de todos os continentes, e que vão seguindo e consultando os textos que aqui são publicados.
Espero que Nuno Pacheco não me leve a mal, até porque tem sido um acérrimo defensor da Língua Portuguesa.
As minhas observações estão entre parêntesis rectos [...], em itálico e a negrito.
Regressarei com a Parte II, para esmiuçar os comentários ao texto do Nuno Pacheco.
Isabel A. Ferreira

Em português, se faz favor. Muito bem; mas qual deles?
Quando falamos de língua portuguesa, o que nos divide não são as diferenças; é, infelizmente, e quase sempre, a estupidez.
Sempre que a língua portuguesa vem à baila, seja em entrevistas, textos ou artigos de opinião, avolumam-se leitores e comentários. O que é bom sinal, dada a relevância do tema. Com uma ressalva: seria melhor se não encalhássemos sempre nos dilemas do costume, que são estes: o que é “português certo” e “português errado”, sem olhar às culturas nem às geografias, como se houvesse uma única norma-padrão internacional; e o fantasma do Acordo Ortográfico de 1990.
A primeira frase do título desta crónica é assumidamente decalcada de um muito recomendável livro de Helder Guégués, tradutor e revisor, que nele se ocupa de “questões de regência verbal, ortografia, pronúncia, concordância, formação do plural, modismos e mau uso” do idioma na escrita – já que a fala, como se sabe, é outro assunto e é frequentemente indomável. O prefácio de Fernando Venâncio e o posfácio de Desidério Murcho sublinham-lhe a utilidade e interesse.
Ora este livro, como muitos outros, vem lembrar-nos de que a escrita tem regras e, sim, há erros que é melhor evitar a bem da clareza da comunicação e da saúde do idioma. Posto isto, convém recordar que o português, tal como o conhecemos, tem um percurso no país que lhe deu nome (derivando o nosso idioma do galego e dele se afastando a partir do século XV) e outros, bem diferentes, naqueles aonde chegou por imposição colonial como contraponto às línguas locais.
***
[“Derivando o nosso idioma do galego e dele se afastando a partir do século XV”, diz o Nuno Pacheco. Aqui tenho de concordar com o Henrique Duarte, que num comentário disse o seguinte:
Henrique Duarte
Moderador
«(...) derivando o nosso idioma do galego e dele se afastando a partir do século XV» É errado dizer que o português deriva do galego. O português deriva da língua falada antigamente no Norte de Portugal e na Galiza, a que se pode chamar de galego-português, galaico ou, quando muito, galego antigo. Galego nunca, pois galego é outra coisa muito diferente. É a língua falada atualmente (cada vez menos, infelizmente) na comunidade autónoma chamada de Galiza, que está fortemente castelhanizada, na sintaxe, no vocabulário, etc., e que por isso é depreciativamente designada por "castrapo". Esperaria outro rigor da sua parte, Nuno Pacheco.»
... embora o Henrique Duarte também esteja equivocado quando diz que «É a língua falada atualmente (cada vez menos, infelizmente) na comunidade autónoma chamada de Galiza, que está fortemente castelhanizada, na sintaxe, no vocabulário, etc.»
Não, não é bem assim. O Galego é actualmente Língua Oficial da Região Autónoma da Galiza, juntamente com o Castelhano (não o Espanhol, porque o Espanhol não existe em Espanha como Língua, e o Galego está de boa saúde, na Galiza.)
O equívoco do Nuno Pacheco, talvez venha do facto de ter lido o livro de Fernando Venâncio «Assim Nasceu uma Língua». Fernando Venâncio também estava equivocado, porque foi beber a fontes a que os que querem amesquinhar a Língua Portuguesa também foram beber, tendo distorcido a História.
O Português é uma Língua-gémea do Galego, o dialecto Galaico-Português, oriundo do Latim vulgar, que os povos da Galécia (Gallecia romana) antepassados dos Galegos e dos Portugueses actuais partilhavam, e cuja história está deliciosamente contada no livro «Historia da Lingua Galega», da autoria dos insignes mestres galegos Xosé Ramón Freixeiro Mato e Anxo Gómez Sánchez, que não estão ao serviço de ninguém, a não ser da Galiza. Um livro que todos os que se interessam pela Língua Portuguesa deviam ler.
Aqui deixo o link para o livro, escrito em Galego, mas quem souber Português a fundo, lê-o perfeitamente.
https://www.goodreads.com/book/show/38621990-historia-da-lingua-galega#CommunityReviews
Vejamos a este propósito o que diz o nosso maior dialectologista, José Leite de Vasconcelos: «Nos dois lados do Rio Minho desenvolveu-se do Latim vulgar da Lusitânia, nos primeiros séculos da era cristã, uma língua substancialmente uniforme, embora, talvez desde sempre, com algumas particularidades dialectais. Por causa das vicissitudes políticas da Galiza e de Portugal, da Idade Média em diante, essas particularidades foram aumentando com o tempo, e constituíram depois o Galego e o Português, embora o Português seja forma principal, como Língua de nação autónoma órgão de rica literatura.» (Textos Arcaicos, p. 120, 3ª edição). Foi com Dom Dinis, que o Português seguiu o seu caminho separado do Galego.]
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Foi o que sucedeu no Brasil ou nas então colónias de África, onde numerosas línguas locais foram silenciadas ou até proibidas em nome da língua do colonizador. Com as independências, chegando primeiro a do Brasil, em 1822, e muito mais tarde as de Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde (independentes há 50 anos, o que agora celebram), e tendo cada país as suas leis, bandeiras, hinos, regras e culturas, natural seria que o português, língua que adoptaram como oficial, tomasse em cada um deles o seu rumo, não só com palavras novas ditadas por cada cultura como, eventualmente, novas regras lexicais e gramaticais.
Pôr o português daqui (que já é tão diverso, com os seus coloquialismos e regionalismos) em confronto com as suas mutações noutros países é coisa que nos deveria aliciar, interessar, e não indignar, levantando de imediato a bandeira do “português certo” ou “português correcto” para afastar, com desprezo, as diferenças que naturalmente se foram desenvolvendo noutros lugares.
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[A este respeito, a indignação não vem do facto de o Português ser ou não ser correcto neste ou naquele país. Vem do facto de terem mudado a Estrutura do Português, no que à Fonética, Fonologia, Escrita, Ortografia, Léxico, Morfologia, Sintaxe e Semântica diz respeito, e continuarem a chamar-lhe Português, quando o correcto seria dar-lhe outra designação, e não pretender, por questões meramente político-jurídicas-económicas, que a Variante Brasileira do Português, (porque é disto que se está sempre a falar, até porque as outras ex-colónias nunca são chamadas à liça sobre esta matéria) seja designada como Português, inclusive andar na Internet a representar o Português com a bandeira brasileira.
A linguagem da Variante Brasileira do Português é perfeitamente correcta, uma vez que o Brasil, tendo optado por pôr – veja-se neste exemplo a importância da acentuação, e pensemos no para para, introduzido pelo AO90 – de lado as regras gramaticais, e enriquecendo-a com as Línguas e dialectos indígenas brasileiros, e dialectos africanos levados pelos escravos – o termo escravizados não se aplica neste âmbito, e agora há um modismo que “proíbe” usar a palavra escravo, como se os escravos nunca tivessem existido, desde as mais remotas civilizações – e, acrescentando-lhe a deslusitanização da Língua do ex-colonizador, mudaram o rumo da Língua Portuguesa.]
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Quando o professor brasileiro Caetano Galindo, em entrevista recente ao PÚBLICO (que muito comentada foi), dizia que só agora o Brasil estava a aperceber-se de que a sua fala e escrita não configuravam um “português errado”, mas sim o português que o Brasil moldou à sua imagem, houve quem o compreendesse e também quem se indignasse ou ironizasse com tal observação. Recordemos o que ele disse, a frase completa: “Só agora se começa a perceber que não estamos falando português errado, não estamos falando incompetentemente a língua da Europa, porque não há português errado nem português certo, nem nas variedades que existem no Brasil nem nas inúmeras variedades que existem em Portugal.”
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[Aqui concordo com o professor Caetano Galindo, quando diz «Só agora se começa a perceber que não estamos falando português errado, não estamos falando incompetentemente a língua da Europa, porque não há português errado nem português certo, nem nas variedades que existem no Brasil nem nas inúmeras variedades que existem em Portugal.» Não, não estão falando um Português errado, porque não estão falando sequer Português, estão falando a Variante Brasileira do Português, e designando essa linguagem deste modo, é óbvio que estão a articulá-la correctamente.]
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Independência ou morte? Não, independência e língua. Podia o português do Brasil chamar-se, por mera decisão política, “brasileiro” (e há quem levante, sem êxito, tal bandeira há anos), que isso não alteraria a sua real condição: a de um idioma, o português, que ganhou características próprias num outro continente, e que com elas tem produzido excelentes obras nos mais variados domínios das letras e das outras artes.
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[Aqui discordo do Nuno Pacheco, pois já não existe o Português do Brasil, a partir do momento em que o enciclopedista brasileiro Antônio Houaiss deslusitanizou (e o termo é dele) o Português, afastando-o das suas raízes portuguesas, greco-latinas, indo-europeias, e quando isso acontece, a Língua terá de ter outra designação, tal como a já Língua Cabo-Verdiana, que é oriunda do Português, mas já não é Português de Cabo Verde. E não vejo que mal venha ao mundo se tal acontecesse, e as ex-colónias terem uma Língua própria, enriquecida pelos Dialectos e Línguas locais tão diferenciados do Português. É preciso viver e principalmente estudar no Brasil para perceber que, lá, o Português diluiu-se por entre tanta miscelânea de línguas, dialectos e falares dos muitos povos que lá se fixaram, e aqui estou a pensar na Língua Italiana, que tanto se impôs na linguagem falada e escrita no Brasil, e darei apenas um exemplo, mas há muitos mais: Netuno].
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Isso põe em causa o português de Portugal? De maneira nenhuma, tal como o inglês dos Estados Unidos da América não pôs nem põe em causa o inglês de Inglaterra — e tantas diferenças têm, na fala como na escrita. O erro é sempre tentar afunilar as diferenças numa espécie de idioma padrão, que não existe nem existirá nunca, por mais que bramem os paladinos da “unificação”. Esse foi o erro do chamado Acordo Ortográfico de 1990, como lembrou, e bem, José Pacheco Pereira na sua mais recente crónica, “O desprezo da pátria por via do desprezo da língua”.
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[Aqui volto a discordar do Nuno Pacheco. Claro que põe em causa a Língua Portuguesa – dizer Português de Portugal soa a redundância.
Não podemos comparar o que se passa com as ex-colónias inglesas e também espanholas, por exemplo, com o que se passou no Brasil. A Língua Inglesa não foi desinglesada em nenhuma ex-colónia, e a Língua Castelhana não foi descastelhanizada, e nenhuma dessas ex-colónias pretendeu impor aos Ingleses ou aos Espanhóis as poucas diferenças existentes entre as suas Variantes que passam quase despercebidas em relação à Língua Inglesa e ao Castelhano. Porém, a Variante Brasileira do Português não passa despercebida, principalmente na oralidade, em relação ao Português. Há este pormenor que é preciso ter em conta.]
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Graças a tal erro, que não unificou coisa alguma e que, pelo contrário, acirrou animosidades, ouvimos por estes dias locutores de televisão, a propósito do roubo no Louvre, pronunciarem “jôias” (retorno da escrita sobre a fala, pela perda do acento agudo em “jóia”, como antes se escrevia em todo o espaço da língua portuguesa); e temos, entre as várias palavras que vão a votos para “Palavra do Ano” (iniciativa da Porto Editora) uma coisa que, mercê de tal acordo, só existe mesmo em Portugal: “Perceção.” Isto quando o Brasil continua a escrever “percepção”. Não, o que nos divide não são as diferenças; é, infelizmente, e quase sempre, a estupidez.
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[Os vocábulos que em Portugal perderam a consoante muda, mas no Brasil não, como “perceção”, que no Brasil escreve-se à portuguesa, percePção, deve-se de facto à estupidez. No Brasil há umas poucas palavras mais que os Brasileiros escrevem à portuguesa, simplesmente porque pronunciam as consoantes mudas, porém, há uma questão a pôr: qual o critério que levaram Brasileiros, mas também Portugueses, a pronunciarem alguns cês e pês, em determinadas palavras e não noutras? Temos o exemplo de Egito. Não é da estupidez grafar Egito sem pê, e escrever todas as suas derivadas com pê? Sempre pronunciei o pê de EgiPto, por coerência linguística. Esta é uma das incoerências dos acordos ortográficos que já se fizeram entre Brasil e Portugal, e por mais acordos que façam ainda não acertaram as agulhas, e jamais acertarão.
Daí a necessidade de cada país ficar com a sua Língua: a quase nonagenária Língua Portuguesa para Portugal, o seu berço, e a nova Língua gerada no Brasil, a partir do Português, a Variante Brasileira do Português, ou Língua Brasileira, ou Brasilês, para o Brasil.]
Isabel A. Ferreira
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Fonte do artigo de Nuno Pacheco:
https://www.publico.pt/2025/11/06/opiniao/opiniao/portugues-faz-favor-bem-2153373
Carlos A. Coimbra, cidadão português radicado no Canadá, enviou-me o seguinte protesto:
Assunto: E o Marcelo não defende isto...
Carreguei agora a APP do ChatGpt.
Quis ver a lista de línguas.
E pronto, já desinstalei a coisa.
O Português padrão não é o original, de Portugal!
O original vem listado separadamente, entre parênteses, como versão especial.
Nem quis ouvir o que aparece como "português", mas suspeito qual seja!
E não sei para onde me queixar...
Carlos A. Coimbra
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Obviamente que aquele “português” é a Variante Brasileira do Português.
E o Português (Portugal) é a nossa triste Língua acordizada, pelo brasileiro Antônio Houaiss.
E isto é usurpação de um dos símbolos da NOSSA Identidade: a Língua Portuguesa.

Para que a verdade seja reposta, o que deve aparecer é o seguinte:

E o Marcelo não defende isto???????
NÃO, não defende, e nós sabemos muito bem porquê.
O Carlos não sabe a quem fazer queixa.
Eu também não sei.
Já corremos muitas autoridades, e nenhuma nos respondeu, e nós também sabemos muito bem porquê.
Se houver algum jurista que possa orientar-nos nessa queixa, agradeço que me contacte para o e-mail do Blogue: isabelferreira@net.sapo.pt
Isto é uma vergonha para Portugal.
O Português é de Portugal e de quem não deslusitanizou a Língua Portuguesa, como Angola, Moçambique, Guiné-Bissau.
O Português NÃO é do Brasil.
Do Brasil é a Variante Brasileira do Português.
O que mais me irrita nesta questão do “português” na Internet é ver a pouca vergonha com que a Google, o ChatGpt e outros software passaram a considerar "Português" o que se fala e escreve no Brasil, e "Português (Portugal)" indicado como Língua regional, marginalizada, quando é o Português original, o Português padrão, a GENETRIZ das Variantes que se criaram a partir dela, incluindo a Variante ( = dialecto) Brasileira da Língua Mãe dos Portugueses.
Há que ter vergonha na cara!!!!
Isabel A. Ferreira
Uma vez mais chegou-me da Dinamarca outro desabafo de Fernando Kvistgaard, um cidadão luso-dinamarquês entristecido por ver a sua Língua Materna tão maltratada, no País do seu próprio berço.
O sentimento do Fernando também é o meu sentimento e o de milhares de portugueses que, por esse mundo fora, sofrem ao ver a Língua Portuguesa tão maltratada, tão amesquinhada, tão mal escrita, tão mal falada, tão insultada, tão desprezada, atirada ao lixo acordista.
É natural que quem vive fora de Portugal, sabendo Português, quando se depara com palavras estranhas, como exceções, informacoes, efetiva, entre muitas outras, fique triste, frustrado, doído, sem saber o significado destas palavras alienígenas e como se pronunciam.



Responderei ao Fernando o seguinte: nenhuma dessas palavras tem correspondência no Português, na Língua Portuguesa.
O vocábulo Exceções, que se lê “eisc’ções”, é desconhecido em Língua Portuguesa. É uma parolice criada pela ignorância daqueles que, seguindo o ilógico AO90, acham [se tivessem a capacidade de PENSAR, não achavam] que as consoantes que NÃO se lêem NÃO são para escrever, como se isto pudesse ser uma regra gramatical em linha recta. E esta nem os Brasileiros, que foram os precursores da eliminação, sem critério algum, das consoantes que não se pronunciavam, mas com função diacrítica, a mutilaram. Escrevem-na conforme a grafia portuguesa: excePções. Porquê? Porque os Brasileiros pronunciam o pê em excePções. Porém, NÃO pronunciam as consoantes numa infinidade de vocábulos, como: objeto – “ob’jêtu”; objetivo – “ob’j’tivu; setor – (s’tôr); teto – “têtu”; direto – “dirêtu”, etc., por isso, as mutilaram, e pronunciam-nas com a consoante aberta, erradamente.
Dão umas no cravo, outras, na ferradura, não tendo seguido um critério científico e igual para todas as consoantes, que têm uma função diacrítica, ou seja, a função de acentuar as palavras, abrindo-as.
O mesmo se aplica na palavra efetiva, que se lê “if’tivâ”, que é um vocábulo que NÃO pertence à Língua Portuguesa, sendo exclusivo da Variante Brasileira do Português, portanto, em Português é erro ortográfico.
É por estas e por outras, que sou adepta de que se pronunciem todas as consoantes com função diacrítica, como o fazem, por exemplo, os Ingleses, os Franceses, e os Espanhóis.
Tomemos por exemplo a palavra direCtor, que em Português escreve-se com cê e lê-se di-ré-tôr; em Inglês escreve-se do mesmo modo que em Português, direCtor, e lê-se dai-rék-tuh, com o cê pronunciado; em Francês, escreve-se direCteur, e lê-se di-rrék-târr, com o cê também pronunciado; em Castelhano escreve-se direCtor, e lê-se di-rék-tôr, com o cê pronunciado; em Brasileiro escreve-se diretor e lê-se dji-ré-tô oudji-ré-tôrrr, abrindo o E, ainda que não tenha lá o cê, cuja função é abrir o E, e este é um vocábulo exclusivo do Brasil.
Então pergunto-me: porque é que em Português não havemos também de pronunciar o cê, em direCtor? Desse modo, os governantes e restantes acordistas, uma vez que não conhecem a palavra, saberiam que o vocábulo direCtor escreve-se com cê. E não a conhecem porque NÃO lêem. Aprendemos a escrever, lendo, visualizando as palavras. É desse modo que as crianças aprendem a escrever e a ver os cês e os pês, nos respeCtivos lugares.
Quanto ao vocábulo informacoes, na imagem está cedilhado. Falta-lhe o til, o que torna a palavra difícil de pronunciar: “infurmâçóes” (talvez!) Não sei dizer-lhe.
«E, já agora: Morada = New address em inglês?» Pergunta o Fernando.
O Inglês information, post office, new address justifica-se talvez para chegar a clientes estrangeiros. É comum, em Portugal. Nós lá fora é que não temos dessas sortes. Se não conhecemos a Língua, temos de perguntar, ou levar um dicionário.
Espero ter respondido às suas dúvidas, Fernando Kvistgaard.
Isabel A. Ferreira
Vem isto a propósito de mais um texto da autoria do linguista brasileiro José Luís Landeira, publicado no jornal PÚBLICO, sob o título «Brasil, Portugal e as gramáticas da língua portuguesa» no passado dia 21 de Setembro, o qual comete alguns deslizes, chamemos-lhes assim, na avaliação histórica e linguística da Língua dos Portugueses, e que esmiuçarei numa próxima ocasião.
E o pior é que a Língua dos Portugueses continua a ser motivo de discussões ocas e absolutamente inúteis, baseadas em premissas falsas, inventadas por quem quer, porque quer, que o Português seja uma coisa que não é, tenha uma origem que não teve, só para preencher a lacuna da compreensão da Linguagem, que os Brasileiros falam e escrevem, considerando erradamente que é um "português brasileiro", quando não passa da VARIANTE brasileira do Português, algo completamente diferente. Português Português fala e escreve a elite culta de Angola, por exemplo.
E ainda pior do que isto é considerarem que existe DUAS variantes do Português: a brasileira e a europeia, quando, a bem da verdade, o que existe é a Língua Portuguesa (Português), a Língua dos Portugueses, e a sua variante brasileira, que é tão válida quanto as variantes de todas as outras Línguas que os ex-colonizadores plantaram por esse mundo fora. O Português NÃO é e jamais será uma variante de si mesmo. Dizer isto é da estupidez.
Por que motivo esta questão da Língua é apenas esgrimida entre Portugal e Brasil? Porque são os dois países onde existem mais ignorantes por metro quadrado.

O Português que os Brasileiros aceitaram como Língua Oficial depois da Independência, em 1822, sofreu várias influências, entre elas as das Línguas indígenas e as dos escravos africanos, as dos povos que se foram fixando no Brasil, mas também da tendência de os Brasileiros abrasileirarem uma infinita quantidade de vocábulos pertencentes à Variante Americana do Inglês, e deslusitanizarem [o termo e a ideia são do enciclopedista brasileiro Antônio Houaiss] o Português com a intenção de o afastar da Língua do ex-colonizador, castelhanizando-o, italianizando-o, afrancesando-o, de tal modo que deixou de ser Português para ser uma sua Variante: uma linguagem que deriva do Português, um dialecto, um crioulo, muito evidenciado na fonética. Além do distanciamento da fonética e da ortografia em relação ao Português, os Brasileiros ainda lhe introduziram mudanças no léxico (todas as palavras que puderam ser alteradas para se afastarem do Português, foram desfiguradas: umidade, anistia, onipresente, onívoros, balé, entre muitas, muitas outras), na morfologia, na sintaxe e na semântica.
Depois destas alterações intencionais, o que era da honestidade fazer, sendo a Língua Portuguesa um dos símbolos identitários de Portugal, país livre e soberano, que estava a ser usada pelos Brasileiros, apenas porque a escolheram para Língua Oficial? Não era continuar a chamar-lhe “Português” ainda que do Brasil, porque não era mais Português. O que era então da honestidade fazer? Era mudar-lhe o nome para Língua Brasileira (oriunda do Português), como fizeram os Cabo-verdianos com o seu Crioulo, oriundo do Português, que agora é a Língua Cabo-Verdiana.
É que uma coisa são as Línguas oficiais dos países, outra coisa é a linguagem que realmente se fala nesses mesmos países, e que nem sempre são coincidentes com a Língua Oficial, imposta pela via política.
O José Luís Landeira está na linha de alguns professores brasileiros que tive, quando estudei no Brasil. Pelo motivo mais torpe, o de amesquinhar Portugal, a história da colonização portuguesa e a Língua que eles escolheram depois da independência [porque não adoptaram uma das Línguas Brasileiras indígenas, as verdadeiras línguas brasileiras?] inventaram teorias improváveis e adaptaram o facto histórico às conveniências do Brasil, desprezando os factos históricos, e, pior, continuam a espalhar essas falsidades nas escolas, e agora na Internet, sem que ninguém lhes faça frente.
Quem está a ler este meu texto quer que eu lhe diga uma coisa espantosa? Portugal está cheio de uma elite intelectual, principalmente linguistas, que com um medo bacoco de serem apodados de xenófobos e racistas, ou por mero comodismo, calam-se perante as idiotices que os brasileiros vão disseminando por aí, como sendo verdades, verdade deles, que prevalece sobre os factos históricos e linguísticos. O que significa que a nossa República é mesmo uma República DOS Bananas.
Não me incluo nesta República, porque eu não me acomodo, nem tenho medo que me apodem de racista e xenófoba. Sabem porquê? Porque eu sei que NÃO sou nem racista, nem xenófoba. Sou apenas uma defensora da minha Língua Materna, o meu mais precioso instrumento de trabalho. E este é um direito que me assiste.
Isabel A. Ferreira
A imagem abaixo foi retirada daqui, com a seguinte introdução:
«Não se pode dizer a uma criança que vem de uma escola brasileira, onde aprendeu de uma determinada forma, que aquilo que aprendeu está incorrecto. O que tem de ser dito é que existem variedades e, estando aqui, também é bom conhecer a variedade de Portugal para poder usá-la cá, caso venha a continuar a viver no país, sem perder a variedade que já conhece.», sublinha Marco Neves.
É obvio que não pode dizer-se a uma criança que vem de uma escola brasileira que a linguagem que aprendeu está incorrecta, porque não está. O que tem de ser dito é que no Brasil aprende-se a escrever e a ler a Variante Brasileira do Português, que é diferente do Português que as crianças portuguesas aprendem nas escolas portuguesas, e aproveita-se para acrescentar que a diferença não está apenas na fala (a fonética é a parte mais audível das diferenças), mas também na ortografia (onde as diferenças são inúmeras), no léxico, na morfologia, na sintaxe, na semântica, na acentuação, na construção frásica, explicando de um modo simples, o que tudo isto quer dizer.
O que se fala e escreve em Portugal NÃO é nem uma variedade nem uma variante do Português. O que se fala e escreve em Portugal é o Português ou Língua Portuguesa, ou Idioma Português, a Língua de Portugal, e desta Língua criaram-se muitas variantes ( = dialectos) como a do Brasil, a de Cabo Verde (Crioulo Cabo-verdiano, que evoluiu para Língua Cabo-Verdiana), e muitas outras espalhadas pela Ásia e África, de acordo com o mais conceituado dialectologista português: José Leite de Vasconcelos. Sendo que Angola, Moçambique, Timor escrevem e falam Português, com um ligeiro sotaque característico de cada um desses países. O modo de falar brasileiro NÃO é um sotaque, porque tem elementos sonoros bem distanciados da fonética portuguesa.
Sotaque é o modo como se fala no Norte e no Sul de Portugal, portuenses e alentejanos, por exemplo.
O que se tem de dizer às crianças, não só brasileiras, mas de todas as outras nacionalidades (e são muitas) que frequentam as escolas portuguesas, é que devem aprender o Português original, livre do AO90, sem, contudo, esquecer as suas Línguas Maternas. Porque o Português só é Língua Materna de quem nasceu português.

O que se lê nesta imagem não é verdade. Aprendi a ler e a escrever no Brasil, lá passei por todos os ciclos de ensino e sei que isto não é verdade.
Quando regressei a Portugal, tive de aprender a ler e a escrever a minha Língua Materna. E tanta, tanta coisa nova tive de aprender! O Brasileiro NÃO era a minha Língua Materna.
O Brasileiro é brasileiro. O Português é português.
Por muito que queiram não podem distorcer o que é factual, e o que é factual, é que o Brasil usa a Variante Brasileira do Português (Língua do Brasil) e Portugal usa o seu Idioma de raiz greco-latina, o Português ou Língua Portuguesa (Língua de Portugal).
Manuel Lameira, a propósito disto, escreveu um texto, que me foi enviado via Messenger, por uma amiga anti-acordista, e que tomo a liberdade de transcrever, concordando com ele:
«A língua é muito mais que a ortografia. Porque é que uma criança brasileira há-de ser tratada de forma diferente de uma marroquina ou ucraniana quando frequente as nossas escolas? Aquilo que ela aprendeu noutro lado tem alguma coisa a ver? Em Portugal as regras são as nossas e são essas que todos devem seguir (infelizmente aldrabadas com os acordos ortográficos).
Além disso se a maioria das palavras se escrevem do mesmo modo, em Portugal e no Brasil, o seu uso e significado - a língua - podem ser totalmente diferentes. Nós vamos "para casa" e os brasileiros vão "em casa"; facto e fato escrevem-se do mesmo modo em Portugal e Brasil, mas não significam o mesmo. Além do mais, isso de variedades é treta de "professores" que se armam em donos "onipotentes" da língua. Por esse andar ainda falamos todos variantes do galego, do latim, ... dos grunhidos do Pai Adão.
O que há é uma língua original, com séculos, o Português genuíno, e outra derivada que evolui de forma independente há 200 anos, e pelo número de falantes, e pela forma como é favorecida no nosso país de subservientes (com a gente que hoje temos a mandar - o fraco rei, já dizia Camões ... - , nem às Berlengas teríamos chegado!) acaba por inquinar a nossa língua. Falar em variantes é meter tudo no mesmo saco e já se sabe quem sai a perder, e não é o brasileiro. Tratar o português e o brasileiro como variantes (*), é imaginar uma árvore só com ramos e sem tronco, coisa que só cabe na cabeça de professores "amigos da onça", que sabem "tudo" sobre a matéria que ensinam, mas desconhecem o essencial. E o essencial, que as universidades não ensinam e a inútil Academia das Ciências não defende, é que o Português é a língua que se fala em Portugal. Como diria o Senhor de La Palice.»
Manuel Lameira
***
Obs. da autora deste Blogue:
(*) O Português é a Língua original, NÃO é variante de coisa nenhuma. Já foi dialecto, e hoje é uma Língua oriunda do Latim. O Brasileiro é a Variante Brasileira do Português, que um dia será uma Língua oriunda do Português.
***
Em país nenhum, em parte alguma do mundo, se andou ou anda a travar uma luta pela integridade de um Idioma, com quase mil anos de história, apenas porque uma ex-colónia, que o adoptou, mexeu na sua estrutura, transformou-o numa outra linguagem e continuou abusivamente a chamar-lhe Português.
Já é tempo de parar com este abuso.
O Brasil tem a sua Língua.
E nós temos a nossa.
***
E posto isto, aqui deixo um recado para o Brasil:
«Excelentíssimo Senhor Inácio Lula da Silva, venho aqui apenas para lhe lembrar que o que de mal se faz neste mundo, cá se paga. O Brasil está metido em alhadas com as tarifas de Trump, e Vossa Excelência não está a gostar nada disso. É para ver!
Nós, Portugueses, também não estamos a gostar nada da ingerência de Vossa Excelência na vergonhosa questão da Língua Portuguesa. O Brasil tem uma Língua própria, que já não é a Portuguesa, porém, o Brasil insiste em destruir um Idioma quase milenar, para impor a Variante Brasileira do Português, com o aval dos muito servis políticos portugueses, que serão todos julgados pela História.
Nós não gostamos disto. Nós não aceitamos isto. Nós não vamos acatar o que nos querem impor.
Espero que Vossa Excelência aprenda a lição que a vida quis dar ao Brasil, com esta ingerência das taxas de Trump (que está na lista dos que também hão-de sofrer as consequências dos seus actos desprezíveis). A História está cheia de exemplos desse “sofrer as consequências pelos actos desprezíveis cometidos”.
Há um ditado português que diz: «o que cá se faz, cá se paga». É a mais pura verdade.
Não queremos mal a Vossa Excelência.
Só queremos que liberte Portugal do jugo brasileiro (de qualquer modo, havemos de nos libertar), e venha para o evoluído século XXI d. C.. Só assim poderá redimir-se e, talvez, entrar para a História. Os nossos políticos, que não souberam defender a soberania linguística de Portugal, já têm lugar garantido do lado de fora da História.
Com os meus mais cordiais cumprimentos,
Isabel A. Ferreira
Como é possível isto estar a acontecer?
Só mesmo num país sem rei nem roque, numa República DOS Bananas, coisa única no mundo.
Todos os envolvidos, neste que se vivêssemos num país com governantes a sério seria considerado um crime de lesa-infância, deviam ser penalizados pelo que estão a fazer às crianças portuguesas, num momento em que corre por aí a possibilidade (mais possível do que impossível) de um novo idioma poder ser oficializado e substituir a Variante (=Dialecto) Brasileira do Português, no Brasil, até porque a Língua do Brasil já não é Portuguesa há muito, muito tempo, desde o tempo em que andei lá a estudar, e onde aprendi a ler e a escrever já sem cês e pês. E isto faz parte do percurso natural dos dialectos.
Quando a Variante Brasileira do Português mudar o seu nome para Língua Brasileira, então terá percorrido o caminho natural de todos os dialectos, pois todas as Línguas existentes no mundo, originaram-se a partir de dialectos.
O Brasil, neste momento, como já referi, fala e escreve o dialecto brasileiro, o mesmo que Variante Brasileira do Português, que muito naturalmente, de tão distante que já está do Português, transformar-se-á na Língua Brasileira, aliás, como já é conhecida no estrangeiro. Nenhum estrangeiro que conheça a Língua Portuguesa acha que no Brasil se fala Português.
É que o Brasil, estando agarrado ao Português, tem de continuar per omnia saecula saeculorum a ser o vislumbre da colónia portuguesa que já foi?
Isto para dizer que no dia em que o Brasil mudar o nome da Língua, o AO90, que a senhora professora está atentar impingir aos alunos, nas escolas portuguesas, não tem mais razão de ser. Então, para quê insistir?
O que se pretende com esta iniciativa de levar o Ciberdúvidas às escolas para mentir aos alunos, até porque o AO90, como todos sabem, não está em vigor na ordem jurídica internacional, nem na ordem jurídica nacional, de acordo com os cosntitucionalistas.
Perante isto, o que pretende fazer o governo de Luís Montenegro? Continuar a enganar as crianças, os jovens e os estrangeiros que pensam que estão a aprender o Português correCto, mas não estão?
Já lhe escrevi a questioná-lo.
A ver vamos se tem a hombridade de responder, como mandam as boas regras democráticas, numa Democracia.
Vejam o vídeo, e depois leiam os comentários que recolhi no Facebook, a propósito desta vergonhosa iniciativa.
Isabel A. Ferreira




Recebi de vários cidadãos portugueses, na diáspora, essa indignada chamada de atenção, e tal como eu, que assisti a tudo, eles também sentiram-se insultados.
Quem não se sente, não é filho de boa gente.
Temos a certeza de que nas Comunidades Portuguesas, na diáspora, existem milhares de filhos de boa gente, que se sentem humilhados com esta usurpação da Língua de Portugal, que nem no seu continente de origem, entre as Línguas originais do Mundo, é respeitada.
Para espanto dos que conhecem as Línguas, e não são poucos, ao ser anunciada a leitura em “Português”, ouviu-se por todo o recinto da Praça de São Pedro os djis e os tchis da Variante Brasileira do Português, NÃO, o Português, Língua de um país europeu chamado Portugal.
O facto de o Brasil ter como Língua Oficial o Português significa apenas uma designação por conveniência política, mas NÃO linguística, porque o que falam e escrevem no Brasil é sem dúvida alguma uma Variante do Português, que, mais dia menos dia, designar-se-á Língua Brasileira.
Acontece que a Variante Brasileira do Português, por muito que queiram, NÃO representa a Língua Portuguesa, do país europeu de seu nome Portugal. Não era a Variante Brasileira do Português que se esperava ouvir na Praça de São Pedro, por todos os motivos e outros tantos...
Ler os textos no Vaticano, como sendo em “Português”, mas com a fonética exclusiva do Brasil, além de constituir um logro, induzindo em erro milhares de ouvintes, é um grave insulto a Portugal. E em ambas as Missas este presente Marcelo Rebelo de Sousa, representando o Estado Português. Mas não foi o Estado Português, berço da Língua Portuguesa, que ali esteve representado, porque Marcelo, sendo também brasileiro, optou pela Variante Brasileira do Português, por isso, não se sentiu insultado, como seria de esperar, ao ouvir chamar Português à sua Variante Brasileira.
O que a mim mais me surpreendeu, foi o facto de termos um Cardeal/Poeta português a ocupar um cargo elevado no Vaticano, o Cardeal Dom José Tolentino de Mendonça, que é Prefetto do Dicastério para a Cultura e a Educação no Vaticano. Anteriormente, foi o Arquivista e Bibliotecário da Santa Sé, tendo sido nomeado como Prefetto do Dicastério pelo Papa Francisco, em Setembro de 2022.
Sei que o Cardeal Tolentino de Mendonça é um excelente poeta, porque eu era sua leitora, quando ele escrevia em Português. Com a imposição ilegal do AO90, em Portugal, talvez por desconhecimento de que não era obrigado a usá-lo, Dom Tolentino começou a utilizar a grafia brasileira, preconizada no AO90. Escusado será dizer que deixei de ler os seus livros acordizados.
Porém, todos os que ouvem bem, não são surdos, sabem que a fonética brasileira (que NÃO é um mero sotaque) é completamente diferente da fonética da Língua Mãe, a Portuguesa. Logo, quando anunciam que a leitura de um determinado texto vai ser feita em Português, e ouvem a fonética brasileira, os que sabem de Línguas imediatamente percebem que o que estão a ouvir é “Brasileiro” e NÃO, Português. E não me venham dizer que tem de ser assim, porque eles são milhões! Este é um argumento que não pesa.
E isto além de ser um insulto a Portugal, não será uma tentativa de enganar milhares de pessoas, ao usurparem a Língua de Portugal, entre as Línguas originais que ali são usadas nas leituras? Sim, porque as restantes Línguas, usadas nas leituras, eram as Línguas originais.
Na missa inaugural do Papa Leão XIV, a evocação foi lida em diversos idiomas, com o intuito de reflectir o alcance global da Igreja, incluindo-se entre eles, o Latim (que não está morto e enterrado, como alguns querem que esteja) o Grego, o Italiano, o Inglês, o Castelhano, o Francês, o Árabe, o Polaco, o Mandarim, todas na sua forma original. Por que haveria de ser diferente com o Português, que não é lido na sua forma original, mas numa das suas Variantes? Porque a questão política falou mais alto.
Para que se saiba, as Línguas utilizadas na missa inaugural do Papa Leão XIV foram as seguintes:
O Latim, para o Evangelho e alguns ritos.
O Grego, para o Evangelho
O Castelhano, para a Primeira Leitura e o discurso do Papa.
O Italiano, para o Salmo Responsorial e o discurso do Papa.
O Inglês, para a Segunda Leitura.
Para as orações e outros momentos foram utilizadas as seguintes Línguas originais:
Francês, Árabe, Polaco, Mandarim, e a Variante Brasileira do Português (erradamente designada por Português).

Não me parece que é enganando milhares de pessoas que o Vaticano serve os desígnios de Deus.
Talvez o Papa Leão XIV, recém-chegado, ainda não saiba.
Talvez o Cardeal Tolentino de Mendonça também não saiba que o AO90 é ilegal e inconstitucional e não está em vigor em Portugal, e tudo não passa de uma tramóia, para tramar a Língua Portuguesa, e ele não era obrigado a usá-lo na sua obra literária.
Talvez ambos não saibam que o vocábulo “Português” é um vocábulo que designa a Língua de Portugal, que poderia ali estar bem representada como Português se fosse um cidadão angolano a fazer a leitura, uma vez que os Angolanos, ainda que com um ligeiro sotaque, que não altera a fonética portuguesa, falam e escrevem o Português original.
E se Suas Eminências não sabem disto, então, chegou a hora de saberem.
Isabel A. Ferreira
Esta é a Bandeira de Portugal. Aquela que representa os Portugueses e a Língua Portuguesa = Português = Língua de Portugal, que anda por aí a ser usurpada, bem nas barbas dos que se dizem governantes portugueses, mas NÃO são. São servos do país que anda a usurpar a NOSSA Língua.
Já repararam que os candidatos, todos eles, não trouxeram para a campanha eleitoral um tema crucial que está a pôr em causa o futuro de Portugal: a questão do AO90, o tabu dos tabus, unida à questão do Ensino, que está a fabricar os analfabetos funcionais do futuro, sem que nenhum dos que se sentarão naquelas cadeiras magnetizadas do Parlamento Português tenha a mínima ideia do mal que está a fazer ao País, aos Portugueses e às gerações futuras?
É que nem só de pão vive o homem, e o que aqui está em causa é a perda da Identidade Portuguesa. Portugal era um país livre e soberano. ERA. Já não é mais, porque perdeu o seu maior pilar identitário: a sua Língua Materna, estando a ser trocada pela Variante Brasileira do Português, apenas porque eles são milhões. E isto o que interessa aos candidatos que se apresentam às eleições legislativas de 2025? Nada. Não lhes interessa nada. Porém, isto não é coisa pouca.
Prometem tudo e mais alguma coisa, que diga respeito a encher os bolsos dos eleitores, até os transvazar, para depois de conquistado o Poder, mantê-los vazios, ou quase vazios, por incumprimento das promessas que nunca tiveram a intenção de cumprir. Foi assim sempre, até chegarmos ao que chegámos: ao caos em todos os sectores da sociedade portuguesa! E tanto é que cada vez temos mais pobres e a FOME espreita a cada esquina. Os salários são dos mais baixos da Europa, e o custo de vida, dos mais caros. E as promessas que os candidatos fazem em cada eleição, ficam por cumprir. Sempre.
Em vez de evoluirmos, estamos a regredir cada vez mais, em quase todo os sentidos.
Sou adepta de que mais vale ter alguns tostões no bolso, que nos garanta o necessário para vivermos condignamente, todos nós, do que andar à deriva, sob o comando estrangeiro, sem Língua própria, sem bandeira, vergados aos senhores feudais do século XXI d. C.
Não votarei em nenhum candidato que não saiba escrever correCtamente a Língua Portuguesa, e que não a defenda dos predadores furtivos que a querem destruir, estando incluídos nesses predadores portugueses traidores e apátridas.
Preocupada, como estou, com a possibilidade de os meus netos virem a engrossar o rol dos analfabetos funcionais, que já existem ao mais alto nível, e do Futuro, sem saberem escrever correCtamente a sua Língua Materna, fui à Google pesquisar sobre o tema.
Surpreendi-me, porque agora a informação vem através da Inteligência Artificial (IA), e não da desinteligência humana. Ao menos isso.
Transcrevo o que disse a IA:
Vista geral de IA:
Um analfabeto funcional é uma pessoa que, apesar de saber ler e escrever, tem dificuldades em aplicar esses conhecimentos em tarefas práticas do dia a dia, como entender instruções simples, interpretar textos e realizar cálculos básicos. Em outras palavras, é alguém que não consegue utilizar o conhecimento da leitura e escrita de forma eficaz para resolver problemas ou interagir com o mundo.
Em termos mais detalhados:
O analfabeto funcional pode reconhecer letras e palavras, mas não consegue compreender o significado de frases mais longas ou textos complexos.
Mesmo com algum nível de escolaridade, não consegue aplicar a leitura e escrita para resolver problemas cotidianos, como entender um manual de instruções, interpretar um gráfico ou realizar um cálculo simples.
O analfabetismo funcional pode limitar o desenvolvimento profissional e social, dificultando o acesso a oportunidades de emprego e a uma participação plena na sociedade.
A dificuldade em compreender e aplicar a leitura e escrita pode afectar diversos aspectos da vida, desde o desempenho escolar até à capacidade de entender notícias, contratos ou documentos importantes.
***
É isto tal e qual, aliás, o que todos já sabem, e podemos comprovar facilmente. Será por estarem nesta situação de analfabetos funcionais que as entidades para as quais escrevemos não nos respondem, por não conseguirem perceber o que escrevemos?
Usando a informação da IA quero mostrar que tudo o que ela diz eu também já me fartei de dizer antes dela, mas hoje não sou eu que o digo.
É nisto que os candidatos a primeiro-ministro nas Eleições Legislativas 2025 querem transformar as nossas crianças e os nossos jovens?
A responsabilidade será toda dos que forem ocupar as cadeiras magnetizadas do Parlamento Português, na próxima legislatura, de entre eles, da direita para a esquerda:
Inês Sousa Real (PAN); Paulo Raimundo (CDU); Rui Tavares (Livre); Mariana Mortágua (Bloco de Esquerda); Pedro Nuno Santos (PS); Luís Montenegro (AD- Coligação PSD-CDS/PP); Rui Rocha (Iniciativa Liberal); e André Ventura (Chega)

Posto isto, nada mais há a dizer, a não ser, repito, que me recuso a votar em quem NÃO sabe escrever correCtamente a Língua Portuguesa e NÃO a defende.
Isabel A. Ferreira
Enviaram-me o texto, via Messenger. Trata-se de uma entrevista feita a José Manuel Diogo, conduzida pela jornalista Amanda Lima, incluída no DN Brasil em 5 de Maio de 2025.
Eis o entrevistado:

Quando li o texto, ainda não sabia que o seu autor era um cidadão português.
Nunca poderia imaginar que pudesse ser, pois o que disse, não o diria melhor, um brasileiro. Pareceu-me até que tudo o que disse faz parte de um conluio, unicamente para servir os desígnios do Brasil, pondo de lado os interesses de Portugal, que NÃO são os que o entrevistado apresentou.
Como é possível um indivíduo que diz ser português, comportar-se como um forasteiro, que odeia Portugal, até falando à brasileira.
A entrevista foi realizada a propósito do (falso) Dia Mundial da Língua Portuguesa, porque o dia 5 de Maio assinala apenas a Variante Brasileira do Português.
Vou transcrever a entrevista, e CONTESTÁ-LA entre parênteses rectos, em itálico e a negrito.
Isabel A. Ferreira

O professor português José Manuel Diogo, do Instituto Brasileiro de Ensino Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), que vive entre os dois lados do oceano, explica ao DN Brasil como vê a influência do português do Brasil em Portugal.
P - Como vê o movimento de o português do Brasil ser falado também em Portugal hoje?
R - Existe hoje uma contaminação do português de Portugal pelo português do Brasil. Hoje, com o movimento migratório sistematizado, legislado entre Portugal e o Brasil – Portugal não pode esperar ter 700, 800 mil falantes de outras variantes de português, jovens, de população ativa [em Português, aCtiva] – e que tudo continue na mesma. É a população ativa que muda as coisas, não a população que já não é ativa, nem os reformados. O Governo de Portugal não cuidou disso, e eu acho que está em tempo de cuidar. Portugal precisa de se preparar para quem cuida dos seus avós, quem investe nos seus projectos [em Português, projeCtos] quem ensina na faculdade, quem ensina os seus filhos na escola, que são também brasileiros.
Há uma mistura social com o português que não existe com outras línguas. Era preciso que essas diferenças não se transformem em obstáculos, mas tenham proximidade – até em sentido de humor, mas que seja entendido por todos. Neste Dia Mundial da Língua Portuguesa [de 2025], é preciso entender que língua vai mudar em Portugal. E é em Portugal que a língua vai mudar, não é no Brasil.
[Não acontece o mesmo noutros países com mais falantes e escreventes da Língua, do que o país ex-colonizador, como os EUA, porque na Grã-Bretanha os governantes têm coluna vertebral, e cada país que fique com a sua Língua, nos EUA a Variante da Língua Inglesa e na Grã-Bretanha a Língua Inglesa original. Que subserviência!!!! Quem mutilou a Língua Portuguesa, quem a afastou das suas origens foi o Brasil, e se o Brasil quer estar representado na ONU que só aceita Línguas originais, é o Brasil que tem de MUDAR a Língua, NÃO é Portugal. Isto seria o cúmulo da estupidez].
P - Mas a língua vai mudar?
R - A língua vai mudar, a língua está a mudar e está a mudar desde que começaram a passar a novela Gabriela Cravo e Canela em 1975. Está a mudar a partir da altura em que o Diogo Morgado, grande ator [em Português, aCtor] português [radicado no Brasil], fala meu com o sotaque do Brasil. Hoje Portugal, a minoria, tem o soft power próprio da minoria, e aí Portugal é expert.
[Portugal não foi influenciado pelas novelas brasileiras, aliás, onde, em muitas delas, se fala uma péssima linguagem, e nem é uma minoria a falar Português (e ainda que fosse) porque os países africanos de expressão portuguesa e Timor-Leste e Macau, continuam a falar Português, e as comunidades na diáspora continuam a falar Português]
Portugal foi considerado a maior império do mundo, quando tinha um milhão e meio de habitantes. Então, por quê? Porque «a gente é bom de soft power». Mas isso só não chega, é preciso entender que os brasileiros que estão indo morar em Portugal são brasileiros com uma cultura própria, com um sentido de humor próprio, com um enquadramento histórico próprio e muito diverso, porque o Brasil é muito diverso e com muitas influências que já não são só portuguesas. É preciso explicar aos portugueses que um imigrante em Portugal é uma coisa boa.
[A cultura Brasileira nada tem a ver com a Cultura Portuguesa, e nenhum brasileiro pode vir para Portugal impor a Cultura Brasileira, sem passar por ser um colonizador, numa época em que a colonização é tão condenada. E os imigrantes em Portugal só são boa coisa, se respeitarem a Cultura, a Língua e a História Portuguesas. De outro modo, NÃO são bem-vindos. Nós fomos um povo colonizador, sim, mas hoje a colonização já não tem lugar nas sociedades modernas. E o Brasil não deve seguir as pegadas dos putinistas entre outros colonizadores imperialistas.]
P - Como Portugal deveria se preparar para estas mudanças?
R - Portugal deveria criar um «kit cultural» – com referências e aulas sobre as diferenças linguísticas – para orientar os brasileiros que desejam morar no país. E esse material poderia ser apresentado por brasileiros já residentes em Portugal, especialmente intelectuais com vivência concreta dessa transição.
[As diferenças linguísticas são tantas: fonética, ortografia, léxico, morfologia, sintaxe e semântica, que seria um desastre a tentativa de brasileiros virem impor a Variante Brasileira do Português, aos Portugueses, além de ser uma ingerência na Cultura alheia, algo que os Brasileiros jamais consentiram no Brasil, em relação à Cultura Portuguesa. Não venham agora fazerem-se de salvadores da pátria, pois os motivos disto tudo são apenas políticos e do interessa exclusivo do Brasil. Já nos impuseram o AO90, BASTA de mais imposições parvas]
É importante comunicar: a nossa língua está mudando. E queremos acolher as expressões que vêm do Brasil – muitas vezes por meio da Internet, entre jovens ainda em processo educacional – mas também mostrar o valor do português europeu. Ensinar que giro significa «legal», que «casa de banho» é o mesmo que banheiro, que frigorífico é geladeira, que em Portugal um esquentador aquece água e no Brasil um aquecedor esquenta água. São diferenças pequenas, mas que podem gerar tensões se não forem cuidadas – e extremismos, se não forem compreendidas com empatia.
[A Língua dos Portugueses NÃO está mudando, só está a mudar porque traidores da pátria estão a impingir-nos aquilo que não queremos. Respeitamos a Cultura Brasileira e a Língua Brasileira, mas cada país que fique com a sua Cultura e a sua Língua. Já fomos um só país, mas hoje somos DOIS países diferentes. Não esquecer isto. Não queremos mais invasões. Portugal já teve demasiadas invasões. Mas nenhuma prevaleceu sobre a NOSSA terra, e não é agora que prevalecerá, e se é para ensinar a falar brasileiro, também devemos incluir Angola, Moçambique e todas as outras ex-colónias, com as suas especificidades. Não é para UNIR o Português, então por que só a Variante Brasileira há-de predominar?].
P - O que você pensa sobre a classificação de “português” e “brasileiro” no idioma?
R - Isso não é bom para ninguém, é impeditivo de muita coisa, e até um retrocesso civilizatório [vocábulo não-português] como tornar o português uma língua oficial da ONU? Eu faço a pergunta. Qual seria a chance de o brasileiro ser língua oficial das Nações Unidas? Nunca, tem que ser o português, mas o português só será língua oficial das Nações Unidas por causa do Brasil, claro. A gente deve parar de se preocupar com a forma e passar a se preocupar com o conteúdo, e com a influência que isso pode trazer.
[Eis a questão fulcral: tudo isto acontece pela ganância de o Brasil querer ver a sua Variante Brasileira na ONU. Portugal não tem essas pretensões. Mas para que isso possa acontecer, o Brasil precisa da muleta portuguesa, e querem SACRIFICAR a Língua Portuguesa, transformá-la em brasileira, mas continuar a chamá-la portuguesa, apenas para que o Brasil brilhe na ONU. E isto, desculpem lá, como hoje sói dizer-se, é atacar a Soberania Portuguesa, com a ajuda de traidores, e acham (porque não sabem pensar) que os Portugueses vão permitir tal USURPAÇÃO. Podem tirar o cavalinho da chuva.]
Cf. A língua portuguesa, um património de valor identitário e global + O dia da língua portuguesa + Dia Mundial da Língua Portuguesa: mensagem da Diretora [em Português, DireCtora] - Geral da UNESCO + «O Brasil, onde tenho a honra de servir como embaixador de Portugal, assume-se como o país almirante da língua portuguesa»
[Dizer isto é um insulto e um abuso, que os tribunais portugueses deveriam penalizar com mão pesada]
Fonte:
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